Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Serjao
20 de março de 2018 5:55 pmResposta
Rede esgoto!!!!
simples assim
J.Conselheiro
20 de março de 2018 6:25 pmO anonimato custou-lhe a vida
Nem o PSOL foi capaz de revelar essa mulher ao país. Por que? Porque os seus caciques são egoístas como são os da maioria das esquerdas, não permitiram a ela se sobressair mostrar a sua força. De certa forma esse anonimato acabou lhe custando a vida, os criminosos sabiam das suas potencialidades e também das suas fraquezas e do seu baixo apoio dentro do próprio partido. Uma vítima perfeita para eles. Podem ter certeza que o mesmo acontece com o PT o PCdo B o PDT o PSB. Dentro desses partidos há muita gente importante, jovens que podiam ajudar o país mais são deixados de lado, escondidos pois só as figurinhas carimbadas aparecem.
Edivaldo Dias Oliveira
20 de março de 2018 6:57 pmEis a pergunta que me tenho
Eis a pergunta que me tenho feito. (Só eu?). Só vim conhecer a sua luta depois de ser apresentado ao seu cadáver.
A culpa é só dá grande mídia, que omite informações relevantes sobre lideranças populares, ou é também nossa é de nossos grupos políticos/partidários, que não conseguimos furar o cerco que nos opõem, mas também que nos impomos?
Eugenio Arima
20 de março de 2018 8:26 pmPor recusa ao tempo
Não ouvimos porque escolhemos um tipo de vida que nos priva do tempo.
O maior roubo que a sociedade de consumo em escala industrial perpetrou, foi o do tempo.
Não podemos educar nossos filhos, amar nossas esposas, ponderarmos sobre os desafios da vida, sobre nossa existência.
Renunciamos à política do prédio (alguém aí, frequenta as reuniões do condomínio?), da rua, da cidade. Acreditamos que a vida pública se resume às opiniões ideológicas, aos palpites sobre administração pública.
Marielle prestava contas da sua atuação, nas ruas. Ao alcance dos olhos e vaias do público. Preferia a vivência do que o anodismo do facebook. Preferia ir pessoalmente, falar com mulheres como ela e saber das suas verdades e levar seu apoio. Pratica aquilo que em muitas religiões chamam caridade e nós chamamos de dever.
Como não ostentava os signos do poder, não chamava a atenção daqueles que acham que as redes sociais, a mídia é o foro. A rua é o foro.
Saiam de casa e levem seus filhos para aprender o que a vida é, o que pode ser feito.
Sentar é esperar a morte, frouxa, estéril e covarde.
Marielle veio nos redimir, não por sua morte, mas pelo que viveu e fez.
Triste perder um desses poucos.
Cristiane N Vieira
20 de março de 2018 10:01 pmLugares públicos da emoção e da consciência, transversos?
É um dos aspectos perversos da cultura da morte – também chamada de necrofilia – que está arraigada nas sociedades humanas. Não fosse pela morte trágica e as reações de quem viu se materializar de maneira mórbida um discurso de alerta e indignação que representa a luta de milhares de anônimos, ela continuaria conhecida por poucos. Nesse exato momento, muitos e muitas como ela continuam fora do radar da relevância social e política, e muitas vezes nem uma morte trágica pode tirá-los deste limbo, o que é perverso por si só como condição e justificativa para a mobilização social.
O deputado federal Jean Wyllys é ameaçado de morte constantemente, como o foi pela desembargadora sem-noção do TJRJ em 2015 (a pesquisa sugerida por Fernando J. aqui no GGN deu resultado), e reclamou em texto na Midia Ninja de que não teve repercussão jornalística – e eu acrescento, mesmo sendo revelado em plena comoção pelo caso da ativista Marielle Franco, que em uma de suas postagens replicadas após sua morte, repercutiu pergunta que sempre é feita em casos de grande mobilização pública diante de tragédias humanas: “onde mora sua comoção?”
É interessante de se perguntar também, sem deslegitimar a pungência autêntica: do que é feita nossa comoção, a que serve e passada a catarse, o que fazemos com ela?
Não por acaso muito da discussão sobre (i)legitimidade da (des)apropriação política ou ideológica do fato atingiu tanto a esquerda quanto a direita. Em que cordas dos dilemas públicos e de debates e embates privados essa tragédia tem tocado?
Sampa/SP – 20/03/2018 – 15:35 (alterado às 15:47 e 18:59)
Ivan de Union
20 de março de 2018 10:22 pmCaro Ronaldo:
Pela mesma
Caro Ronaldo:
Pela mesma razao que ambos Lula e Chavez desapareceram da media internacional, e pela mesma razao que voce nunca ouviu falar de Ivan Moraes.
Conspiracao.
aleminas
20 de março de 2018 11:31 pmAgora a Rede EsGoto ,,,
Quer que a gente saiba quem foi Marielle … Funciona assim, simples!. Agora o jornalismo fétido da Globo autoriza os brasileiros a saberem que foi esta valente moça! Marinho e sua redação já explorou o fato. Novamente ganhou. O PSOL, infelizmente, é só uma partezinha da história …
Rui Ribeiro
21 de março de 2018 11:34 amA Globo é cúmplice mas vai ao velório e chora
A Globo é co-autora do assassinato não só da Marielle mas de todos os pretos, pobres e putas. Nada obstante, ela vai ao velório e chora lágrimas de crocodilo.
arkx
21 de março de 2018 2:22 am?!
-> Como é que a gente só conheceu esta mulher morta?
a gente quem, cara-pálida?
p.s.:
a resposta a uma pergunta que chega a ser ofensiva é simples e cruel: porque vcs estão comodamente domesticados dentro da bolha de Lulismo.
deviam agora se questionarem de tudo e de todos que ainda não conhecem por não se interessarem em conhecer.
.
Rui Ribeiro
21 de março de 2018 11:30 amArkx escolheu o Lula como bode expiatório
O problema não é o capitalismo, ao contrário, o capitalismo é a solução. O problema é o Lula. Antes do Lula, o Brasil era um país democrático, próspero, etc. Depois do Lula, tudo desandou.
Morte ao Lula e Vida Longa ao Capitalismo!