17 de junho de 2026

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10 Comentários
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  1. Serjao

    20 de março de 2018 5:55 pm

    Resposta

    Rede esgoto!!!!

    simples assim

  2. J.Conselheiro

    20 de março de 2018 6:25 pm

    O anonimato custou-lhe a vida

    Nem o PSOL foi capaz de revelar essa mulher ao país. Por que? Porque os seus caciques são egoístas como são os da maioria das esquerdas, não permitiram a ela se sobressair mostrar a sua força. De certa forma esse anonimato acabou lhe custando a vida, os criminosos sabiam das suas potencialidades e também das suas fraquezas e do seu baixo apoio dentro do próprio partido. Uma vítima perfeita para eles. Podem ter certeza que o mesmo acontece com o PT o PCdo B o PDT o PSB. Dentro desses partidos há muita gente importante, jovens que podiam ajudar o país mais são deixados de lado,  escondidos pois só as figurinhas carimbadas aparecem.

  3. Edivaldo Dias Oliveira

    20 de março de 2018 6:57 pm

    Eis a pergunta que me tenho
    Eis a pergunta que me tenho feito. (Só eu?). Só vim conhecer a sua luta depois de ser apresentado ao seu cadáver.
    A culpa é só dá grande mídia, que omite informações relevantes sobre lideranças populares, ou é também nossa é de nossos grupos políticos/partidários, que não conseguimos furar o cerco que nos opõem, mas também que nos impomos?

  4. Eugenio Arima

    20 de março de 2018 8:26 pm

    Por recusa ao tempo

    Não ouvimos porque escolhemos um tipo de vida que nos priva do tempo.

    O maior roubo que a sociedade de consumo em escala industrial perpetrou, foi o do tempo.

    Não podemos educar nossos filhos, amar nossas esposas, ponderarmos sobre os desafios da vida, sobre nossa existência.

    Renunciamos à política do prédio (alguém aí, frequenta as reuniões do condomínio?), da rua, da cidade. Acreditamos que a vida pública se resume às opiniões ideológicas, aos palpites sobre administração pública.

    Marielle prestava contas da sua atuação, nas ruas. Ao alcance dos olhos e vaias do público. Preferia a vivência do que o anodismo do facebook. Preferia ir pessoalmente, falar com mulheres como ela e saber das suas verdades e levar seu apoio. Pratica aquilo que em muitas religiões chamam caridade e nós chamamos de dever.

    Como não ostentava os signos do poder, não chamava a atenção daqueles que acham que as redes sociais, a mídia é o foro. A rua é o foro. 

    Saiam de casa e levem seus filhos para aprender o que a vida é, o que pode ser feito.

    Sentar é esperar a morte, frouxa, estéril e covarde.

    Marielle veio nos redimir, não por sua morte, mas pelo que viveu e fez.

    Triste perder um desses poucos.

  5. Cristiane N Vieira

    20 de março de 2018 10:01 pm

    Lugares públicos da emoção e da consciência, transversos?

    É um dos aspectos perversos da cultura da morte – também chamada de necrofilia – que está arraigada nas sociedades humanas. Não fosse pela morte trágica e as reações de quem viu se materializar de maneira mórbida um discurso de alerta e indignação que representa a luta de milhares de anônimos, ela continuaria conhecida por poucos. Nesse exato momento, muitos e muitas como ela continuam fora do radar da relevância social e política, e muitas vezes nem uma morte trágica pode tirá-los deste limbo, o que é perverso por si só como condição e justificativa para a mobilização social. 

    O deputado federal Jean Wyllys é ameaçado de morte constantemente, como o foi pela desembargadora sem-noção do TJRJ em 2015 (a pesquisa sugerida por Fernando J. aqui no GGN deu resultado), e reclamou em texto na Midia Ninja de que não teve repercussão jornalística – e eu acrescento, mesmo sendo revelado em plena comoção pelo caso da ativista Marielle Franco, que em uma de suas postagens replicadas após sua morte, repercutiu pergunta que sempre é feita em casos de grande mobilização  pública diante de tragédias humanas: “onde mora sua comoção?”

    É interessante de se perguntar também, sem deslegitimar a pungência autêntica: do que é feita nossa comoção, a que serve e passada a catarse, o que fazemos com ela? 

    Não por acaso muito da discussão sobre (i)legitimidade da (des)apropriação política ou ideológica do fato atingiu tanto a esquerda quanto a direita. Em que cordas dos dilemas públicos e  de debates e embates privados essa tragédia tem tocado? 

     

    Sampa/SP – 20/03/2018 – 15:35 (alterado às 15:47 e 18:59)

  6. Ivan de Union

    20 de março de 2018 10:22 pm

    Caro Ronaldo:
    Pela mesma

    Caro Ronaldo:

    Pela mesma razao que ambos Lula e Chavez desapareceram da media internacional, e pela mesma razao que voce nunca ouviu falar de Ivan Moraes.

    Conspiracao.

  7. aleminas

    20 de março de 2018 11:31 pm

    Agora a Rede EsGoto ,,,

    Quer que a gente saiba quem foi Marielle … Funciona assim, simples!. Agora o jornalismo fétido da Globo autoriza os brasileiros a saberem que foi esta valente moça! Marinho e sua redação já explorou o fato. Novamente ganhou. O PSOL, infelizmente, é só uma partezinha da história … 

    1. Rui Ribeiro

      21 de março de 2018 11:34 am

      A Globo é cúmplice mas vai ao velório e chora

      A Globo é co-autora do assassinato não só da Marielle mas de todos os pretos, pobres e putas. Nada obstante, ela vai ao velório e chora lágrimas de crocodilo.

  8. arkx

    21 de março de 2018 2:22 am

    ?!

    -> Como é que a gente só conheceu esta mulher morta?

    a gente quem, cara-pálida?

    p.s.:

    a resposta a uma pergunta que chega a ser ofensiva é simples e cruel: porque vcs estão comodamente domesticados dentro da bolha de Lulismo.

    deviam agora se questionarem de tudo e de todos que ainda não conhecem por não se interessarem em conhecer.

    .

    1. Rui Ribeiro

      21 de março de 2018 11:30 am

      Arkx escolheu o Lula como bode expiatório

      O problema não é o capitalismo, ao contrário, o capitalismo é a solução. O problema é o Lula. Antes do Lula, o Brasil era um país democrático, próspero, etc. Depois do Lula, tudo desandou.

      Morte ao Lula e Vida Longa ao Capitalismo!

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