Anomalia magnética no Brasil cresce 5% e preocupa cientistas

Fenômeno pode causar danos em satélites devido à exposição por radiação excessiva, além de afetar sistemas de comunicação e navegação

Crédito: Divulgação

O governo dos Estados Unidos informou, em relatório, que a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Amas) está em expansão e aumentou cerca de 5% em profundidade desde 2019, fato que alertou cientistas e autoridades.

Escudo protetor contra radiação, o campo magnético surge a partir de correntes elétricas. A Amas representa uma área de enfraquecimento da magnetosfera terrestre e é monitorada por agências governamentais, entre elas a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA).

O fenômeno pode causar danos em satélites devido à exposição por radiação excessiva, além de afetar sistemas de comunicação e navegação. 

A ESA já alertou para o crescimento gradativo da Amas entre 1970 e 2020. De acordo com estudo publicado em 2020, o campo magnético da Terra perdeu 9% de força nos últimos 200 anos, sendo o maior impacto na região da anomalia.

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Camila Bezerra

Jornalista

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