19 de junho de 2026

Dispara a importação de carros, por Luís Nassif

Entre as marcas nacionais, a liderança continua com a FCA (Fiat), com quase 23% do mercado brasileiro.

Os últimos dados do mercado automobilístico, divulgados pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Autoveículos) mostra o estrago que as importações estão produzindo na produção interna de veículos.

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O gráfico abaixo mostra o licenciamento de carros nacionais e de importados, no acumulado de 12 meses. A proporção chega a 18,1%.

O resultado foi um crescimento de 12,4% no licenciamento total de automóveis (acumulado de 12 meses sobre período anterior), mas uma queda de 5,1% na produção nacional, graças a um aumento de 49,4% nos importados e uma queda de 33,1% nas exportações.

Com a produção não reagindo, houve pouca melhora no emprego.

A maioria absoluta dos licenciamentos são de carros flex fuel.

Entre as marcas nacionais, a liderança continua com a FCA (Fiat), com quase 23% do mercado brasileiro.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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6 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    9 de julho de 2024 8:24 am

    “Importação de carros importados”. Houve um equívoco ou eu é que sou limitado e não consigo ver que é possível a importação de carros importados? Tô em dúvida. “Sonhei que era uma borboleta, e quando acordei vi que era um homem. Agora não sei se sou um homem que sonhou ser borboleta, ou se sou uma borboleta que sonha ser um homem”. – Chuang Tzu

    1. Sonia

      9 de julho de 2024 11:43 am

      Também achei bem estranho. Que língua a nossa!

    2. emerson57

      9 de julho de 2024 12:36 pm

      E eu pensando que eu era a pessoa mais intolerante do mundo! (Tião Macalé, tchan!)

    3. Eloi José da Silva Lima

      9 de julho de 2024 12:56 pm

      Você não sabe ler.

  2. Grevista

    9 de julho de 2024 2:50 pm

    Essa análise só fará sentido se discriminar de quais países está sendo feita a importação e, principalmente, quais são os fabricantes dos veículos importados. Minha suspeita é que boa parte dessas “importações” se refere ao acordo comercial com o México, que permite aos que estão aqui instalados trazer veículos lá fabricados com baixa tributação. Ou seja, a grita da ANFAVEA não faz sentido. De outro lado, deve-se questionar a própria opção das montadoras aqui instaladas no tocante aos modelos em produção. A inexistência de veículos de menos que R$100 mil no portfólio das montadoras cria um fosso de consumo no país. Aqueles que compraram veículos no ciclo 2008-2013 querem, hoje, trocar seus veículos de baixo custo por outro de baixo custo. A indústria está longe guarida a essa demanda.

  3. Jossimar

    10 de julho de 2024 9:06 am

    Por carros importados leia-se carros chineses.
    Muito superiores em tecnologia e acabamento e mais baratos que os produzidos aqui. Na maioria os carros produzidos aqui são depenados em relação aos mesmos modelos fabricados no exterior pelas mesmas empresas e são vendidos a preço de ouro para os brasileiros.
    Esse pessoal – ford, gm, fiat, vw e outros já chuparam muito o sangue do brasileiro, não deveriam ser socorridos pelo governo. ou melhoram seu produto e baixam as margens ou que se lasquem.

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