O saldo comercial brasileiro caiu US$ 9,4 bilhões em 12 meses, em relação ao mesmo período do ano passado.
As maiores quedas, ocorreram no saldo com a China (-US $15,8 bi), EUA (-US$ 9,5 bi) e um crescimento surpreendente no saldo para a União Europeia (US$ 7,5 bi).
Os dados abaixo mostram que as exportações tiveram uma elevação de US$ 53,9 bilhões. Logo a queda do saldo devedor se deveu ao aumento das importações, de US$ 117,3 bilhões.
Vamos a uma análise dos três blocos com maior peso na balança comercial brasileira.
China
O peso nas exportações totais brasileiras caiu de 32,7% para 27,12%. As importações mantiveram-se praticamente estáveis. E a participação chinesa no saldo comercial caiu de 67,61% para 50,13%. E o fluxo de comércio caiu de 28,09% para 25,03% do total.
Estados Unidos
Houve pequeno aumento no fluxo de comércio , de 13,5% para 14,97%, com aumento das importações e das exportações.
União Europeia
Houve um pequeno aumento na participação no fluxo de comércio, mas uma redução nas importações e aumento nas exportações, permitindo ampliar a participação do bloco no saldo comercial.
Mesmo com a queda nas exportações, a China continua bem acima dos demais parceiros comerciais para as exportações brasileiras.
Houve aumento das importações dos três blocos.
Uma outra forma de conferir a balança comercial é comparar o acumulado de 12 meses n os últimos três anos. Percebe-se uma estabilização das exportações para o bloco China, Hong Kong, Macau, e um aumento dos demais blocos.
Em relação às importações, houve aumento de todos os maiores blocos.
Em relação aos saldos, chama atenção a queda do saldo no grupo China, Hong Kong, Macau.
Fábio de Oliveira Ribeiro
16 de novembro de 2022 1:13 pmUm novo boato que está sendo espalhado entre os comerciantes de Osasco: Lula vai confiscar o saldo das contas-correntes que exceder a 100 mil reais para pagar benefícios sociais. Os comerciantes estão sendo aconselhados a tirar o dinheiro do Banco para evitar o confisco. Os bolsonazistas querem provocar uma corrida aos Bancos e um clima de caos econômico nas próximas semanas.