Revendo mitos a respeito da carga tributária

Preparado pela Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o trabalho “Evolução Recente da Carga Tributária Federal” busca exorcizar alguns fantasmas que, na forma de bordões, acabam dominando o noticiário econômico.

Um deles é a ideia do descalabro nas contas públicas. Outra, a ideia do aumento desmesurado da carga tributária.

Com a divulgação da carga tributária de 2014 – correspondendo a 33,5% do PIB – o trabalho mostra que a arrecadação de impostos, taxas e contribuições tem-se mantido estável entre 33% e 34% do PIB desde 2005. A exceção foi no período de 2009 e 2010, quando a crise financeira derrubou a arrecadação para menos de 33%.

De 1996 a 2004 a carga tributária deu dois saltos:

1.     1997-2002: o governo procedeu a forte ajuste visando enfrentar as crises internacionais da época e viabilizar a transição para o sistema de metas inflacionários. A carga tributária passou de 26,1% do PIB, em 1996, para 32,2% do PIB, em 2002, aumento de 6,1 pontos percentuais (pp) do PIB em seis anos.

2.     2004-2005: novo ajuste fiscal para se contrapor à depreciação cambial de 2002 e recuperar o equilíbrio fiscal. A carga tributária passou de 31,4% do PIB em 2003 para 33,6% em 2005.

O trabalho dividiu a arrecadação por grupos de tributos e constatou para o período 2005-cinco conclusões

Conclusão 1 – a carga tributária federal está relativamente estável desde 2005. No ano passado houve queda de 0,4% do PIB em função da desaceleração econômica.

 

 

Conclusão 2 – as contribuições do FGTS e do sistema S subiram 0,5% do PIB em relação a 2005 e 0,7% em relação a 1996, dos quais 0,6% para o FGTS e 0,1% para o sistema S.

Leia também:  Raio X do IPCA de novembro de 2019: o aumento dos gastos com Educação e Saúde, por Luis Nassif

O salto mais expressivo foi a partir de 2005, devido ao aumento da massa salarial e da formalização do mercado de trabalho.

 

Conclusão 3: a arrecadação de 2014 voltou ao patamar de 2004, quando excluídas as contribuições do FGTS e ao sistema S.

A parcela que efetivamente financia as despesas públicas mantem-se em 21,1% do PIB desde 2004.

 

Conclusão 4 – as contribuições previdenciárias que entram na carga tributária federal aumentaram 1,4 pp do PIB desde 2003 e se estabilizaram em 5,8% a partir de 2013, com as desonerações para vários setores.

Desse 1,4 pp, 1,1 pp do PIB se devem ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e 0,3 pp no regime próprio da previdência dos servidores (RPPS) concentrados em 20045 e 2005, quando entrou em vigor a reforma da previdência de 2003.

 

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Conclusão 5 – A carga tributária de 2004 foi 1% do PIB inferior a de 2002, quando excluídos do cálculo as contribuições para o FGTS, sistema S, RGPS e RPPS.

Tais dados demonstram que a aprovação de um imposto provisório, como a CPMF, ajudaria o país a superar o buraco negro econômico atual.

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75 comentários

  1. O mesmo MPOG que propagou o

    O mesmo MPOG que propagou o mito dos 78% de aumento para o Judiciário. Esses caras quando erram, erram por 20% ou mais.

    • MITO

      Para que seja MITO, tem-se que Provar o contrario. Vc pode mostrar algum estudo de que isso não é verdade?

      A verdade, quando os funcionarios do judiciário começaram dizendo que não tinha aumento desde 2009 a coisa ficou impossivel.

       

  2. Destaco o assustador aumento

    Destaco o assustador aumento da carga tributária no período de 1996 a 2002, em pleno governo FHC. Creio que se considerarmos os dados de 1994 (com FHC ministro da fazenda) e de 1995 (com FHC na presidência), esta exponencial fica ainda mais evidente. Embora a mídia e os próprios tucanos, de maneira ardilosa, atribuam ao governo do PT um suposto aumento da carga tributária, podemos constatar, com os dados aqui expostos, que os maiores responsáveis pelo incremento da carga tributária nos últilmos 20 anos são exatamente os próprios governos tucanos. 

    • Se aumentou assustadoramente

      Se aumentou assustadoramente entre 1996 e 2002, o governo de Lula que veio em seguida achou pouco e aumentou ainda mais.

      Os anos de bonança a que se seguiram não fizeram o governo petista diminuir a carga tributária, e enquanto desonerava vários segmentos com a mão direita, aumentavam a carga tributária dos demais com a esquerda, mantendo o total e impostos estável, mas que na prática significou um considerável aumento.

      Só que agora ficou insuportável e estamos no meio de uma formidável recessão.

      Querem tirar o sangue do doente para vendê-lo e pagar a conta do hospital. É essa a imagem que eu tenho a respeito da CPMF.

    • confirma-se

      No Paraná, o governo tucano aumentou os tributos nos 4 anos da 1a gestão tucana e, para espanto dos paranaenses, foi necessario um “choque de gestão” em janeiro do 2o mandadto …. aumentando brutalmente os impostos. Alegou-se que era necessário colocar a casa em ordem. Barbaridade! E o governo continua de saia justa tentando cortar onde não pode.  Tucano é sinonimo de poço sem fundo  e dizem-se serem os “guardiões do mercado”.  É de chorar.

      Coxinhada, acordem, voces estão sendo manipulados sem pudor nenhum. Acordem!!!

  3. Nassif, vc levou em

    Nassif, vc levou em consideração que de 2010 a 2014 houve desonerações de 350 bilhões de reais, relativos à incentivos fiscais?

    Para a conta ficar certa tem de somar essas desonerações à carga tributária e colocar-se a devolução desse montante como incentivos.

     

     

    • Jesuis ja foi mais

      Jesuis ja foi mais inteligente….

      Se houve desoneração é por que o imposto NÂO FOI PAGO e não entra na carga tributária.

  4. E outra. Se mesmo com toda

    E outra. Se mesmo com toda essa desoneração que, a grosso modo foi de 100 bilhões por anos a carga tributária se mostrou está vel, isso quer dizer que o governo aumentou a carga tributária do MPISDE – MOVIMENTO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS SEM DESONERAÇÕES.

    Ou seja, desonerou-se, deu-se invcentivos fiscais bilardários a alguns segmentos e a carga não diminuiu, é porque aumentou a carga sobre a maioria da sociedade.

    Daí vem essa sensação, real, da população brasileira, que a carga tributária está aumentando dia a dia, ano a ano.

     

  5. Conclusão 6
    Adicione-se o sonegado mas devido e a extração tributária inviabiliza qualquer empreendimento no Brasil, com as excessões que confirmam a regra.
    Protocolos dos Sábios do Sião na veia. Só abrem negócios pequenos e falidos para a economia da nação ser fraca e ineficiente, o que tira qualquer incentivo de pesquisa e inovação. Tai a industria brasileira sendo dizimada para não me deixar sozinho nesta.

  6. A maior revolução que

    A maior revolução que poderiam fazer nessa area seria efetivamente prender os sonegadores, cadeia pesada, assim com certeza o outro lado tambem seria modificado com cadeia pesada para quem metesse a mão em dinheiro publico independente de partido ou sobrenome.

    • Sabe alguns sonegadores que você vai ter que prender, Naldo?

      Vai ter que prender um monte de donos de mercearias, padarias e oficinas mecânicas na periferia das cidades e no interior. Vai ter que prender um monte de autônomos que cobram por pequenos serviços sem emitir notas fiscais. Vai ter que prender todos eles, porque se eles fossem seguir o manicômio tributário brasileiro, sem um contador eles nem saberiam o que têm de pagar. E se pagassem um contador mais os impostos que deveriam pagar, eles quebrariam.

  7. Carga tributária percentual

    Existe um erro de lógica nesta explanação. Não vou afirmar que é proposital, mas considerando que a fonte é o MPOG é de se esperar que os dados sejam analisados de forma favoravel.

    Os todos impostos do Brasil são um percentual do valor a ser pago. O óbvio é que o percentual do PIB não varia a não ser que as alícotas variem. O ICMS não diminui a arrecadação comparada com o PIB se este crescer ou diminuir e assim é com os demais impostos.

    O que pode explicar esta variação? As desonerações pontuais que foram realizadas!

    Mas qual a vantagem destas desonerações? Os setores agraciados tiveram seus lucros ampliados com vendas melhores mas o valor dos impostos arrecadados não foi ampliado, ou seja, o governo perdeu dinheiro e teve que aumentar alícotas de outros impostos.

    Os Estados Unidos na crise de 1929 enfrentou o problema reduzindo impostos e ampliando os investimentos. Aqui nós reduzimos os investimentos e criamos novos impostos. Historicamente, qual Estado é mais competente em gerir suas economias?

    • gerir a economia

      Você acredita mesmo que o Estado faz a gestão da economia, aqui ou em qualquer outro lugar do mundo?

    • O Governo diminuiu impostos

      O Governo diminuiu impostos para fomentar investimentos e manter empregos. E se os investimentos não aumentaram, pelo menos os privados, porque os públicos certamente aumentaram ,  se mantivrame , e manteve-se empregos até 2014. Nesse período, não houve aumento de outras aliquotas para compensar arrecadação ! E esse é um dos motivos do déficit de 2014 ! 

      Eu acho engraçado as pessoas se enganarem dessa forma. Nesse comentário o cidadão literalmente falal mal de cortes de impostos no Brasil, citando a baixa na arrecadação, e ao mesmo tempo elogia , “vira-latamente” o corte nos Eua nos anos 20.

      Nos anos 20 amigo, o governo dos EUA incorreu em déficits muito maiores que os nossos hoje para “aumentar investimentos”. Teve tambeém “baixa na arrecadação.  E hoje em dia continua fazendo a mesma coisa. Tendo déficits anuais de 1 trilhão de dolares !

      Aliás deve haver 4 ou 5 países no mundo. QUE CONTINUA EM CRISE. Cujas contas públicas não estão com déficits. E os que possuem déficit,  possuem em valores  muito maiores que o brasileiro por sinal. 

      O problema no Brasil são os juros. Não há justificativa nehuma para juros de 14 %. Porém a mídia fez muitos acreditarem que juros altos são a única solução para inflação. E assim vamos. O déficit de 2015 foi causado 90 % pelo aumento de juros. E mesmo com déficit e divida muito menores que outros paises pagamos valores de juros iguais ou maiores a paises estrangeiros… 

  8. Arrecadação/serviços da dívida

    Para compararmos a arrecadação de impostos no Brasil com outros Países devemos também comparar quanto da dívida de cada País abate dos impostos para sabermos qual realmente é o percentual do PIB que retorna para a sociedade.

    Um País pode arrecadar 20% do PIB em Impostos e não possuir dívidas, portanto todo o volume retorna para a sociedade enquanto outro Pais pode arrecadar 40% do PIB e gastar 20% em dívidas, retornando para a sociedade os mesmos 20%.

  9. Uma crítica e uma cobrança

    Ao não incluir as desonerações pontuais feitas nos últimos, a análise é falaciosa, fato já apontado por outrs comentaristas.

    Mas o que eu e talvez outros frequentadores do blog esperávamos é que hoje o Nassif colocasse um post sobre a cartilha do PT, na qual o partido se diz perseguido por quase todas as instituições do país. Numa eventual análise do Nassif, seria interessante contrastar a cartiha e suas acusações ao Judiciário e ao Ministério Público com a palestra do Ministro Lewandowsky, presidente do STF, realizada dia 19/10 em Washington, sobre a qual o blog inexplicavelmente silenciou. Na palestraLeia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,tudo-sera-revelado–diz-lewandowski-sobre-investigacoes-de-corrupcao,1782348, o ministro, que tem sido muito elogiado pelo blog e por outros veículos governistas, elogiou muito a condução da operação Lava Jato e se declarou muito, muito orgulhoso dos juízes brasieiros.

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    • não citei Estadão

      No meu cometário, não fiz qualquer referência ao Estadão. Ele foi editado e dá a impressão de que sou propandista do Estadão.

      Lmentável!

  10. Como é que se gasta?

    Nassif,

    Não entendo a última conclusão: se os bens estão sem liquidez, ou seja, não há compradores que por sua vez ou estão sem dinheiro ou sem crédito ou sem disposição para investir COMO tirar mais dinheiro do setor produtivo – via impostos – ajudaria a economia a acelerar?

    Outra coisa: números não mentem jamais MAS qual a arrecadação total dos Entes Federais + Estaduais + Municipais ? A estabilidade em relação ao PIB da arrecadação federal se aplica ao conjunto da arrecadação?

    Lembrem-se nenhuma empresa paga impostos per si: ela retira recursos da pessoa física, o consumidor em última instância via seus produtos, e repassa parte ao Governo. É ilusão achar que os aumentos sairão da margem de lucro de qualquer empresa, que assim que puderem, a qualquer respiro da crise, ou se seu produto é de díficil substituição ou essencial, repassarão qualquer aumento de imposto ao cidadão, esse de carne e osso, que come, veste, usa energia, etc

    Finalmente: um último problema, esse estrutural e de solução lenta, o Governo em geral não provou que gasta bem para merecer administrar mais recursos e, quando falo isso não me refiro a essas questões de corrupção, mas sim da capacidade de colocar de pé projetos, fornecer saúde e escola de qualidade, executar obras e dar retorno mais efetivo ao cidadão.

    Por isso, em minha singela opnião, mais impostos é dar ao governo espaço para que ele continue como sempre foi, e não encare os problemas que realmente importam ao povo, é dar a ele chance da fechar as contas sem mudar nada que realmente importe, por exemplo esse descontrole do Banco Central com Swaps.

  11. Pois tudo tem que virar óleo Pra por na máquina do estado

    Nassif, sinceramente este tipo de analise pra mim não ajuda em nada. O que deveria ser analisado é a relação imposto X retorno para sociedade. O brasileiro paga muito imposto para o retorno pífio apresentado pelos governos (municipal estadual e federal). Você poderia mostrar uns gráficos comparando a carga tributáriax serviços do Brasil com a de outros países. Os governos vêm paulatinamente aumentando à carga tributaria e cada vez oferecendo menos para a sociedade. O problema não é somente do governo Federal e se repete nos estados e municípios. Em Goiás  governado por Marconi Perillo-Psdb o ICMS da energia elétrica é de 29% e ele quer mais. Alguns vão dizer, mas tem retorno para a sociedade (bolsa família, bolsa construção, bolsa livro etc…). Eu digo que os governos da forma como são hoje são os grandes fomentadores da miséria no Brasil e diretamente responsáveis pelo surgimento de pessoas que precisam de Bolsa família etc…

    ‘São sempre os mesmos governantes,

    Os mesmos que lucraram antes.

    Os sindicatos fazem greve

    Porque ninguém é consultado,

    Pois tudo tem que virar óleo

    Pra por na máquina do estado.”  Titans

    • Engraçado…

      Na hora de falar de retorno você só citou o Governo Federal. Como se a carga tributária fosse só dele e as responsabilidades por serviços públicos só dele…

  12. Sempre eles…

    Ou seja… Caso o PSDB volte um dia ao comando da Nação, é certo que um novo (as)salto ocorrerá. Claro… com total suporte e blindagem da grande Imprensa familiar sempre preocupadíssima com o nosso equilíbrio fiscal. 

  13. Os consumidores é que arcam

    Os consumidores é que arcam com essa carga tributária. Sobre os empresários, pesa apenas o imposto de renda. E, por um certo tempo uma carga sobre os produtos que permanecem em estoque. Há que se considerar a capacidade para arcar com essa carga tributária. Com um salário mínimo de 70 dólares era mais difícil suportar essa carga do que com um salário perto dos mil reais hoje. Adicione-se, ainda, as rendas indiretas com remédios gratuitos, tratamentos e maior infra-estrutura e serviços à disposição. Negar ou desconstruir os avanços para gerar insatisfação e revolta são argumentos eleitoreiros de quem, desde já, quer que o salário mínimo volte a não comprar nada.

  14. Impressionante ver como com

    Impressionante ver como com essa carga tributária o governo do PT conseguiu realizar tantos programas sociais que alcançaram milhões de brasileiros antes excluídos. 

    A arrecadação per capita de impostos no Brasil é baixíssima se comparada a outros países, porque a grande maioria da população pouco contribui e tem enormes carências que só começaram a ser combatidas nesse governo.

    O povo não é informado pela velha mídia da complexidade e enormes investimentos feitos em grandes projetos e programas sociais.  Como exemplo, o LUZ PARA TODOS, que ninguém conhece a fundo.  

    Só assistindo a NBR para poder avaliar o quanto esse governo conseguiu realizar. Infelizmente o governo só tem esse canal para levar ao conhecimento dos brasileiros as suas grandes realizações, expondo-as com profundidade por especialistas de cada área.

     

    • Pedaladas

      Companheira Demarchi, não foi com a carga tributária que o governo PT conseguiu realizar alguns poucos programas sociais, foi com pedaladas e mil outras maracutaias milionárias, que infelizmente, nós e os beneficiados pelos “programas sociais” , juntos teremos que pagar, provavelmente por muitos anos.

    • Pedaladas

      Companheira Demarchi, não foi com a carga tributária que o governo PT conseguiu realizar alguns poucos programas sociais, foi com pedaladas e mil outras maracutaias milionárias, que infelizmente, nós e os beneficiados pelos “programas sociais” , juntos teremos que pagar, provavelmente por muitos anos.

  15. Carga tributária em nível confiscatório
    Impressiona a ginástica retórica dos que vieram ao blog defender o governo indefensável da presidenta.
    Aumentar impostos hoje no Brasil não aumentará nem a arrecadação, nem os aportes para políticas sociais.
    Aumentar impostos só irá aumentar a insegurança dos empresários.
    Burrice ao cubo.

  16. Justificando o injustificavel

    Mostram gáficos para justificar o injustificável, a carga tributária no Brasil é alta, mas o mais graves de tudo é o que os brasileiros não tem retorno do que paga. O pais é mal administrado e toda estrutura politica vé um fim em si mesmos e nada é feito em prol da população, é um tremendo absurdo ver politicos usufruindo de regalias dignas da realeza quanto a população não tem atendida suas necessidades excenciais de forma minimamente digna.

    Um estudo feito pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) mediu o retorno recebido pelos cidadãos em relação a carga tributária, foi considerado a carga tributária em realção ao IDH, o resultado foi que com uma carga tributária de 33,5% do PIB e um IDH de 0,744, (A Austrália, primeira do ranking, tem uma carga tributária de 27,3% do PIB, e IDH de 0,933) o Brasil ficou lá nalanterna 30º posição entre os países desenvolvidos. .

    A lista do Ranking dos países mostrar que nossos impostos precisam ser melhor utilizados é que uma CPMF, defendida absurdamente por alguns, serviria apenas para ser mais uma contribuição a escoar pelo ralo da má utilização do direiro público.

    PosiçãoPaísCarga tributária sobre o PIBIRBES1ºAustrália27,30%162,912ºCoreia do Sul24,30%162,793ºEstados Unidos26,40%162,334ºSuíça27,10%161,785ºIrlanda28,30%158,876ºJapão29,50%156,737ºCanadá30,60%156,488ºNova Zelândia32,10%155,449ºIsrael30,50%155,4110ºReino Unido32,90%152,9911ºUruguai26,30%151,9112ºEslovaquia29,60%151,5113ºEspanha32,60%151,3814ºIslândia35,50%150,2515ºAlemanha36,70%150,2316ºGrécia33,50%148,9817ºRepública Theca34,10%148,9718ºNoruega40,80%148,3219ºArgentina31,20%147,820ºEslovênia36,80%146,9721ºLuxemburgo39,30%144,6922ºSuécia42,80%141,1523ºÁustria42,50%141,0124ºFrança43%140,6925ºBélgica43,20%140,2126ºItália42,60%140,1327ºHungria38,90%139,828ºDinamarca45,20%139,5229ºFIinlândia44,00%139,1230ºBrasil35,04%137,94

     

  17. O estado brasileiro é o mais eficiente do mundo!!!!!!!!!

    Antes do que interessa, vejam como a CPMF é nociva: quanto mais etapas produtivas, maior a tecnologia e o valor agregado aos produtos. Mas quanto mais etapas produtivas, maior a incidência em cascata da CPMF. Ou seja, é um imposto sob medida para continuarmos produtores de bens primários…. E no mais… bem, no mais, não há o que melhorar na gestão púbilca!!! A previdência social não é uma bomba relógio!!! Não há privilégios aristocráticos no funcionalismo público!!!  A administração pública no Brasil é de uma produtividade de dar inveja aos países escandinavos!!! Não há repartições públicas ociosas, nem estatais inúteis gerando prejuízos!!! Os desenvolvimentistas disseram que o que precisamos é de mais um imposto em cascata sobre toda a cadeia produtiva, problema resolvido!!! Brilhante, nem com uma crise desse tamanho a nossa classe política e os nossos palpiteiros desenvolvimentistas propõem qualquer mudança histórica de paradigma. Só repetem a mesma doutrina do atraso de sempre.

    • Nociva para quem?A CPMF, se

      Nociva para quem?
      A CPMF, se direcionada para a saúde é o melhor meio de resolver os problemas que todos nós sabemos que existe, e existe não é por má gestão, mas por falta de recursos mesmo.
      Não há mágica, nós, brasileiros, queremos um sistema de saúde inglês, mas com orçamento africano, isso não é possível, não é viável.
      A CPMF é sim um imposto justo, mesmo atingindo toda a cadeia produtiva, que diga-se de passagem, não produz nada sozinho, há a mão de obra envolvida e a organização do Estado no meio, deve pagar imposto, deve ter um compromisso social, e não apenas preocupar-se com o lucro. E o melhor da CPMF é a possibilidade de fiscalizar o capital que circula pelo país, é inibir a sonegação.
      Com as mudanças propostas, quem os mais pobres ficarão isentos, é mais um meio de redistribuição de renda.

      • Mito

        Robson, é um outro mito essa historinha que te contaram que a CPMF irá resolver os problemas de caixa do governo. Não tem mágica nem truque em economia. Se esse dinheiro sair do bolso do povo, das empresas ele vai impactar as contas publicas de outro modo, possivelmente gerando mais inflação, que você sabe chegou aos dois dígitos.

      • Robson, o pior cego é aquele

        Robson, o pior cego é aquele que não quer ver. As impostos significa mais dinheiro para roubar e fazer politica suja. Para controle de movimentação financeira existe o COAF, basta parar de aparelhar os orgãos de controle.

        Movimente valores altos em sua conta bancaria e você será intimado a esplicar, a menos que seja filho ou apadrinhado de algum politico e falo mais de qualuer partido. Pois no Brasil é um quebrando o galho do outro.

        Talves se você fosse um pouco mais velho teria visto o que fizerma com o imposto do cheque e seria totalmente contra.

        Quanto  carga tributária, não adianta pegar apenas o governo federal, quando se soma o que o cidadão brasileiro paga a nivel, federal, estadual e municipal a nossa carga tributária não para de subir e já de mais de 36%, procure fontes confiaveis tipo IBGE e TCU.

         

      • Robson, dinheiro não dá em árvores

        Impostos em cascata são reconhecidamente a pior prática econômica para um país. Quem paga ele no final das contas são os próprios trabalhadores que você diz defender. A estrutura tributária brasileira pune os mais pobres, porque funciona em cascata sobre o consumo, e quem gasta o maior percentual da renda com consumo são os mais pobres. Impostos em cascata sobre o consumo fazm distribuição de renda às avessas, porque as empresas repassam seus custos, meu caro!!! E aí te pergunto: não há nada a reformar no estado brasileiro??? Mesmo quando a arrecadação era alta os serviços públicos eram um lixo!!!! Repito o meu exemplo preferido: os países escandinavos têm o melhor bem-estar social do mundo, E TAMBÉM ESTÃO ENTRE OS MELHORES EM LIBERDADE ECONÔMICA!!!! Eles não acreditam no mito de que bem-estar social e liberdade de mercado são contraditórios entre si. E por isso os países escandinavos estão onde estão. E por isso o Brasil está afundando mais uma vez com o discurso apregoado por pessoas de boa vontade, mas completamente equivocadas, como você.

        • Realmente dinheiro não dá em

          Realmente dinheiro não dá em árvores.
          Quando a CPMF foi extinta em 2008, qual o valor de redução dos preços no período?
          Quanto diminuiu a inflação?
          Poupem-me, vocês têm um discurso pronto, não importa o argumento. Nosso serviço público básico é subfinanciado, é preciso mais recursos para sua melhoria, não adianta pegar um país de ocasião para comparação, para tanto tem de se pegar toda sua história e compará-la também, caso contrário não serve como parâmetro.

          • O serviço público não é subfinanciado

            Ele é distorcido. Inúmeros cargos de “chefia” com alta remuneração e privilégios enquanto os cargos nas atividades-fim, como professores, médicos, etc., são subvalorizados. Aumentar impostos para sustentar privilégios e ASPONES não dá.

          • Hum, ponto para você, Felipe

            Hum, ponto para você, Felipe Lopes, concordo, o Estado é distorcido, mal distribuído, mas longe de ser grande demais.
            Há sim a necessidade de uma grande reforma, uma reengenharia para rever as necessidades, há a necessidade do orçamento base zero. Mas, independente disso, o Estado continua necessitando de mais financiamento.

  18. Nao sou Economista

    Mas, ja que estão fazendo comparação com o FHC, que ja faz 13 anos que esta fora do Governo.

    Pq em 13 anos o PT não promoveu a Reforma Tributária.Teve maioria na Camara e Senado,poderia provcar o que quisesse.

    Quem sente o reflexo é o povão.Paga Agua mais cara,Energia mais Cara,Produtos mais caros.Desemprego,Inflação e vem uns “Intectuais” falar asneiras.

    Será que vivem no Brasil e se vivem são funcionarios da Inicitiva Privada ,ou cabidoes de Empregos?

    Este negócio de falar em PIB e outros Indices não interessa.

    Esbravejam do tal bolsa familia , que é uma merreca,não resolve o problema, apenas atenua.

    Pq não dar a solução.Pq não interessa

  19. O mito tarifário – ou, questões propositalmente mal formuladas.

    A desonestidade com que o assunto tributos é tratado no pais assusta. A honestidade está em fazer a pergunta certa: o Estado está dando retorno equivalente ao recurso que a sociedade lhe empresta via imposto?

    Para programas mal geridos, até R$ 1,00 a mais já é uma fortuna. Essa é a resposta quando a questão é colocada sob a ótica do RESULTADO (que interessa ao cidadão) ao invés da ótica da ARRECADAÇÂO (que só interessa aos politicos e seus  Ministros espertalhões de mãozinhas gordas e beicinhos suarentos). 

    Em miúdos: um carro por R$ 40 mil é caro ou barato? A resposta: não sei – que carro estão me oferecendo? Se for um BMW novo é um ótimo negócio; se for uma Brasília velha, produzida em SBC, não.

     

  20. Pelos números de 2009 e 2010,

    Pelos números de 2009 e 2010, creio que 2009 a arrecadação caiu em função da crise de 2008, tendo em vista que o PIB caiu 0,6%, já em 2010, caiu em função do forte crescimento, caiu em percentual, mas teve um grande aumento absoluto, lembrando que o PIB naquele ano cresceu 7,5%, crescimento chinês.

     

  21. Muito boa análise d e um

    Muito boa análise d e um realidade e que é desconhecida da grande maioria das pessoas, devido à intereses poderosos que querem esconder o verdadeiro cenário tributário no Brasil, hoje e sempre.

    Alguns gráficos abaixo para ajuda no complemento nas análises das cargas tributárias e contribuições sociais  e previdenciárias (que são uma poupança e/ou seguro na verdade) no Brasil e em outros países do mundo, para efeito de reflexão:

    – obs: prestem bastante atenção, na ‘carga tributária per capita’ no Brasil e em outros países do mesmo nível, e vejam o que cada governo destes países podem fazer em torno de saúde, educação, infraestrutura, segurança para cada cidadão/contibuinte. E  assim podemos parar de fazer ilações e comparações indevidas entre a qualidade de vida dos mesmos.

    Fonte com mais dados e gráficos analíticos sobre o tema: https://brasilfatosedados.wordpress.com/

     

     

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  22. Saudações NADA Hitleanas

    Caro Nassif e demais, bom dia.

    A primeira pergunta que me ocorre é a seguinte:

     

    O que é carga tributária?

    Responderei baseando-se no texto do r. jornalista:

     

    “Com a divulgação da carga tributária de 2014 – correspondendo a 33,5% do PIB – o trabalho mostra que a arrecadação de impostos, taxas e contribuições tem-se mantido estável entre 33% e 34% do PIB desde 2005. A exceção foi no período de 2009 e 2010, quando a crise financeira derrubou a arrecadação para menos de 33%.” ( grifei)

    (…)

    “O trabalho dividiu a arrecadação por grupos de tributos e constatou para o período 2005-cinco conclusões” ( grifei)

    Conclusão 1 – a carga tributária federal está relativamente estável desde 2005. No ano passado houve queda de 0,4% do PIB em função da desaceleração econômica.(grifei)

    _____________________________________________

    Pode-se concluir que a CARGA TRIBUTÁRIA se relaciona com a ARRECADAÇÃO de impostos, taxas e contribuições em relação ao PIB. Certo Senhores?

     

    Pois bem, partindo-se dessa premissa, podemos concluir que estamos falando de CAIXA. Estamos a falar de REGIME DE CAIXA. Noutras palavras, estamos tratando de DINHEIRO ARRECADADO, dinheiro que entra no caixa, dinheiro que entra no bolso.  In casu, no BOLSO do Estado, nos cofres públicos.

     

    Estamos tratando de RECEITA DERIVADA, isto é, receita que vem  do patrimônio dos PARTICULARES.

    Vale frisar: Não estamos tratando de receitas originárias do estado que vem do próprio patrimônio do estado. 

    Notem que estamos tratando, diretamente,  de CARGA TRIBUTÁRIA e indiretametne de DIREITO TRIBUTÁRIO de um Ataliba da vida, ou de um Baleeiro da vida etc.

    Estou repetindo várias vezes o mesmo discurso.

    E volto a repetí-lo, agora de uma outra forma:

    Sugere-se a cobrança de mais um TRIBUTO, para aumentar a CARGA TRIBUTÁRIA. Mas esta CARGA TRIBUTÁRIA se relaciona diretamente com o PIB. Noutras palavras com o DINHEIRO que entra. 

    É o caixa que vai PAGAR as DESPESAS.  Mas, pode também  pagar as COMPRAS de ATIVOS, que não são DESPESAS.

    Pode também APLICAR EM ATIVOS que geram RETORNOS FUTUROS. Serão GASTOS, porém, NÃO SERÃO DESPESAS, mas sim, INVESTIMENTOS.

    O caixa pode também pagar JUROS. E juros é DESPESA DE JURO. Não se trata de INVESTIMENTO, portanto! E nem de despesas correntes. Ops, trata indiretamente de superávit primário, ou de tripé? Seria um “tripé na bunda de quem”?

    E assim, sucessivamente…

    __________________________________________

    Por outro lado, vale lembrar que o TRIBUTO , que só pode ser resultado de uma LEI, vai gerar a possibilidade de tornar-se RECEITA que efetivamente entra no CAIXA. 

    Sabe-se que do TRIBUTO não se confunde com CARGA TRIBUTÁRIA, vez que esta é ARRECADAÇÃO e aquele é BASE LEGAL que pode ser ARRECADADO ou NÃO.

    Ex: inadimplência do DEVEDOR.

    ___________________________________________

    Sabe-se também,  que há inúmeros VALORES tributários que NÃO SÃO ARRECADADOS devido a INADIMPLÊNCIA. Ou talvez, uma OPERAÇÃO ZELOTES, ou , quem sabe, um “planejamento tributário” com elisão e principalmente EVASÃO.

    Ou ainda, um NÃO PAGAR para ver no que vai dar. 

    Enfim, um SONEGÔMETRO!!!

     

    ___________________________________________

     

    Conclusão, cujas premissas estão explícitas e implícitas:

    A CARGA TRIBUTÁRIA pode AUMENTAR com o FIM  da SONEGAÇÃO desde já. 

    Suspeito que o via DIREITO TRIBUTÁRIO, mais especificamente, via LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA, as alíquotas , bases de cálculo etc poderiam diminuir até, com o FIM DA SONEGAÇÃO. “nem precisaríamos mais do impostômetro. tampouco do sonegômetro”

    E  os servidores públicos da receita federal ( de todas as esferas) mostrariam os RESULTADOS do aumento da CARGA TRIBUTÁRIA!

    De quebra, com o advento de uma LEI para TRIBUTAR OS DIVIDENDOS, poderiam também equiparar a tributação do TRABALHO ao do CAPITAL! Obs: naõ me venham com o papo furado de “capital intelectual hem!?!?!?!

    Com a redução da TAXA EXORBITANTE DE JUROS para os LATINOS ( aqueles que latem!) poderíamos combinar “políticas fiscal( keynes) e monetária ( não há almoço grátis, inclusive, para o Levy) e , enfim, buscarmos a IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS. 

    Quanto à CMPF seria muito benvinda, ou bem-vinda? com hifen ou sem? Ah, maldita “reforma”… Prefiro a “reconstrução tributária)

    Voltando

    Óbvio. Ela , a cpmf ( contribuição!) pode ser uma boa aliada no combate ao  sonegômetro!

    E que tal reduzirmos a CARGA TRIBUTÁRIA da tributação “indireta” que , DIRETAMENTE, cobra de quem NÃO TEM  LUCRO? Seria o fim da zelotes com HSBC e tudo mais?

    Poderíamos, por fim, implantarmos o DISTRIBUIÇÃO DE RENDÔMETRO.

    Enfim, haja fim a ser alcançado( telos)

     

    Saudações ( nada hitleanas)

     

     

     

     

  23. CARGA TRIBUTARIA.

    REALMENTE COMO NOSSOS DIGNISSIMOS IRMÃOS QUE COMENTARAM ANTERIORMENTE  TODO IMPOSTO TEM UM PROPOSITO QUE NO FIM  NÃO É CUMPRIDO. EM PAISES ESCANDINAVOS SE PAGA ALTAS TAXAS DE IMPOSTOS E SE TEM UM RETORNO , HOSPITAIS , ESCOLAS, FACULDADES , ESTRADAS. SEGURANÇA . AQUI SE PAGA E NÃO RECEBE NADA  EM TROCA . ENTÃO A CARGA É ALTISSIMA E PREVILEGIA  TODA UMA CLASSE QUE NÃO TEM FATOR PREVIDENCIARIO , E QUE AO APOSENTAR CONTINUA MAMANDO NAS TETAS DO GOVERNO  . E TUDO QUE SE ARRECADA VEMOS QUE VAI PARA O RALO DA CORRUPÇÃO . 

  24. Descalabro das contas

    Pelos gráficos e dados apresentados, onde está a devesa das contas públicas?

    O descalabro continua, pois o governo gasta muito mais que arrecada, ao nível de 117 Bilhões de déficit.

    Abraços a todos

    Carlos

     

  25. seu nassif distraído…

    seu nassif distraído… deixou de rever e concluir o principal mito mitológico da receita de carga tributária:

    Conclusão 6 – o mito folclórico de que o leão ruge e põe medo que é uma beleza carfeana! na banca financeira do lula…

  26. CARACAS! ISSO TUDO É AQUI ?

    CARACAS! ISSO TUDO É AQUI ? NO BRASIL ?

    É provável que nem o(s) governo(s) saibam disso tudo que o artigo mostra.

    Desde que me conheço por gente só ouço que se precisa tapar buracos na economia…

  27. o que importa é a distribuição e não o tamanho da carga.

    O debate sobre o tamanho da carga tributária me parece insuficiente e com alvo errado. A questão não é o ‘tamanho’ da carga, mas como ela é distribuida – quem paga e quem se beneficia dos recursos oriundo dos tributos. Nesse quesito independente do tamanho da carga, os tributos no Brasil são uma forma de redistribuir renda dos mais pobres para os mais ricos. A maior parte da carga recai sobre os mais pobres – impostos indiretos que tem um peso maior em quem tem renda menor, a famigerada tabela do imposto de renda, a isenção de imposto de renda para distribuição de lucros e dividendos feita por FHC e mantida pelos governos petistas. Além disso os tributos não revertem de forma suficiente e de acordo com o tamanho da carga em serviços para os mais pobres; em sua maioria revertem em pagamento de juros da divida pública, subsídios para grandes empresas e montanhas de dinheiro para setores privilegiados como a justiça e os politicos com cargo eletivo. Tudo isso quase nunca é discutido no Brasil e fica se falando do tamanho da carga sem se discutir sobre quem e como ela pesa.

  28. Para onde vai o dinheiro que o Estado arrecada?
    Em primeiro lugar vai para a corrupção, não só no Brasil, mas no mundo todo.
    Corrupção é problema mundial e ocorre e m todos estamentos demográficos.
    Depois o dinheiro dos impostas, taxas e tributos, o que sobra (pouco) vai para o Caixa do governo , onde paga os juros pornográficos da dívida (não auditada mas com preferência para botar a mão na grana).

    Ou seja, sem um governo com rumo, norte e estrela, rasga-se dinheiro no Brasil.
    Como ainda não quebramos é que é o mistério!
    Ps. vou atravessar o dia sem ninguėm para contestar o que estou escrevendo? Assim não têm graça, rsrsrs…

    • HAJA SACO!  A mesma cantilena

      HAJA SACO!  A mesma cantilena repetida ad nauseam, não importa frente a que dados. Contrariando frontalmente os dados apresentados na matéria, neste caso. E sem outros dados e fontes consistentes que sustentem essa contestação. Apenas repetição repetição repetição, como se pelo muito repetir o vazio ganhasse conteúdo e o non sense ganhasse sentido. A esta altura, já dá para suspeitar que esse Sr. Weber não passe de um robô, com uma foto humana qualquer pregada ali para disfarçar.

      • Ad hominem ridícula, não merece nem resposta

        No assunto nada.

        Mas, reconheço que nem o mogisênio, um dos excelentes debatedores do blog conseguiu minimamente triscar meus argumentos, tendo que concordar, mesmo que a contra gosto, com a maioria do que foi dito.

        Na verdade, ignorar  a minha argumentação, como   você ignorou, sem entrar no mérito, querendo posar de “esperto”  me desqualificando é o que lhe resta, pois  defendendo  fraudes e trapaças contra o povo e a nação não lhe sobra outra alternativa. A começar pelos Juros pornográficos lançados contra uma dívida fajuta e contruída por Hit Mans, que você não confessaria sob nehuma hipótese, pois se confessar perde o empreguinho.

        Mentir, mentir, e continuar mentindo e quando pego na mentira, perseverar na mentira. Nasceste e vives para isto.

        Preste atenção no que lhe irei dizer. 

        O povo não é bobo.

         

    • O conjunto Universo das

      O conjunto Universo das estrelas!

      Olá debatedor A. Weber.

      Parente do Max Weber? rsrs

      Já que você pediu segue constestação de sua tese.

      Vejamos.

      Você disse: Para onde vai o dinheiro que o Estado arrecada? Em primeiro lugar…

      Minha contestação:

      A “sensação” que se tem pode até ser esta aí você disse. 

      Mas é claro que em primeiro lugar  não vai para a corrupção. 

      O Brasil funciona e recursos são utilizados de forma adequada em vários lugares no Brasil e o mundo.

      Ex: pagamento de remuneração aos servidores públicos. 

             Transferência para o Bolsa Famíia

             Gasto com obras de infraestrutura 

             Etc.

      Portanto, dizer que em primeiro lugar o dinheiro arrecadado vai para a corrupção é forçar a barra demais.

       

      Você disse: Corrupção é problema mundial e ocorre e m todos estamentos demográficos.

       

      Constestação:

      Em que pese o problema mundial da corrupção não podemos dizer que ela ocorre em “todos” os estamentos demográficos.

      Ora, você, como parente do Max Weber há de concordar comigo que os “estamentos” não surgiram agora. O vocábulo nos remete a tempos remotos, antes mesmo da ascensão do capitalismo. Lá nos tempos do feudalismo.

      No Brasil, o patrimonialismo não necessariamente se traduzia  em corrupção, vez que era normal misturar dinheiro público com privado. 

      Ademais, em certas épocas mundo afora, “O Estado era o próprio rei”. O Estado sou eu”, lembra? Uma certa confusão entre pessoas naturais e  abstratas.

      E outros seres humanos nem eram “pessoas” naturais. Nem eram gente. Nem eram “seres humanos”, mas sim, semoventes. Seres que falam e servem somente para o trabalho daqueles que não “corrompiam” corronpendo.  E ai daquele que piasse…

      Logo, nessa época,  não havia  corrupção no Brasil! 

       

      Você disse: Depois o dinheiro dos impostas, taxas e tributos, o que sobra (pouco) vai para o Caixa do governo , onde paga os juros pornográficos da dívida (não auditada mas com preferência para botar a mão na grana).

      Constestação:

      É claro que você exagerou bastante.  

      A corrupção existe? Sim, é claro!  Mas, convenhamos, você inverteu a regra.  A corrupção é a exceção; não a regra. E não precisa argumentar muito para lhe provar isso, pois não quero inverter o ônus da prova. Portanto, prove que a corrupção é a regra.

      De qualquer forma, antes de sua apresentação de provas que a regra é a corrupção, antecipo-lhe que  o dinheiro dos impostos, taxas  contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios, demais contribuições vão para o caixa. Não para o caixa   governo. Não! Vão para os COFRES PÚBLICOS. E o cofre público não fica na sala da presidência da república, como se fosse um caixa da mercearia.

      O que acontece agora, sobretudo, com o advento da LEI 12.527 de 18/11/2011, mais conhecida como lei de transparência, lei de acesso a informação, nós, administrados, temos tido a oportunidade de obter informações como nunca antes na história deste país…

      Engavetadores abriram suas gavetas. 

      Pedaladas de bicicleta ou não, estão explícitas.

      Portanto, as “mãos” estão cada vez mais “limpas”. 

      A -Pagamos juros pornográficos?  Exorbitantes ? Sim, é o que muitos ou quase todo mundo afirma. 

      B -Dívida não auditada? Sim, é o que a Auditoria cidadã da dívida afirma com veemência. 

      Neste particular ( A+B) estamos de acordo. É preciso resolver estas questões no Brasil. E não mais precisamos de diagnósticos. Precisamos de SOLUÇÃO do problema.

       

      Você disse: Ou seja, sem um governo com rumo, norte e estrela, rasga-se dinheiro no Brasil.

      Como ainda não quebramos é que é o mistério!

       

      Contestação:

      Podemos rasgar dinheiro sim. Notas atuais são trituradas no BACEN devido ao estado de conservação ou eventual “saída de mercado”.

      Governo com rumo? Resta saber que rumo. Neste caso, vou lhe responder perguntando: Qual seria  o rumo que os “governos” ( federal, estadual, municipal, distrital) deveriam tomar?  Estamos numa federação, certo?

      Não obstante, em tempos passados tomamos o rumo do “norte”. Sim, adorávamos o “norte” americanismo!( prefiro a expressão: estadunidense)

      Tempos estes onde as “estrelas” não existiam. 

      A estrela veio com o PT.

      E agora, lamentavelmente, parece que vem se transformando em estrela cadente.

      Mas, uma estrela não é o universo. O universo é o Brasil( para ficar só nele).

      O conjunto universo é o Brasil. Nesse conjunto há subconjuntos sem quaisquer elementos de interseção. Trata-se de subconjuntos nos quais seus elementos nunca, jamais farão parte do subconjunto estrela. São, necessariamente, opostos.

      O elemento do conjunto AZUL, não pode estar contido no conjunto VERMELHO e vice-versa.

      Todavia, o elemento ( ou mal elemento) do conjunto AZUL mantêm interseção com o conjunto dos interesses alienígenas( fora do Brasil). Supõe-se que muitos elementos suspeitos contidos no conjunto azul estão também contidos( muito contidos, extremamente contidos)  no conjunto da “poupança externa”, de outros territórios, portanto.

      Como ainda não quebramos, é que é o  mistério?

      Não, o Brasil não quebra. Este é o linguajar dos economistas de escol e de meia tigela. Um linguajar mercadológico flagrantemente matizado. Senão vejamos.

      Uma “empresa” quebra? Também não. A falência é o processo judicial de execução concursal do patrimônio do DEVEDOR empresário que, normalmente, é uma PESSOA JURÍDICA revestida da forma de uma forma de sociedade. (Fábio Ulhoa).

      Estados Soberanos, efetivamente soberanos, cujos subconjuntos até podem extrapolar os limites do seu território mas com o predomínio do interesse interno,  usam a GUERRA ou  a PAZ para resolver seus problemas. 

      O Brasil usa a PAZ e procura respeitar seus TRATADOS. 

      Porém, não parece ser a regra em todos os tempos. Ai sim.

      Quando queremos fazer com que a regra seja os interesses nacionais, logo surgem os elementos alienígenas do subconjunto azul para “causar” movimentação intestina de mal -estar. E pior. Com a ajuda dos elementos azuis internos.

      Eis um de nossos eternos problemas!

       

      • Vamos lá Mogisênio, suas dúvidas são pertinentes

        History says, don’t hope
        On this side of the grave.
        But then, once in a lifetime
        The longed-for tidal wave
        Of justice can rise up,
        And hope and history rhyme.

        Seamus Heaney

         

        Antes um esclarecimento, gosto de postar minhas idéias aqui no blog do Nassif, na esperança de conseguir mais conhecimentos e também de submeter meus pensamentos ao rigor da palavra escrita. É muito fácil ficar falando sobre muitos assuntos descompromissadamente, mas é totalmene diferente quando os escrevemos e os apresentamos à opinião pública.

        A importância de colocar pensamentos em palavras dá a ele mais substância, e também têm o efeito agradável de me propiciar conhecer o pensamento de outras pessoas  com idéias no mesmo assunto. Ou mesmo, diria, para conversar com bons debatedores,como o Mogisênio, que  tenham o mesmo interesse. É verdade que muitas vezes sou obrigado a tratar com sujeitos amargos ou mal intencionados, mas no fim das contas, você acaba percebendo e apreendendo que eles estão simplesmente lutando contra eles mesmos, não estando prontos ainda para deixar as coisas fluirem e tomarem seu curso natural, de qualquer forma isto os tornam míseráveis.

        Voltando a vaca fria, não creio que tenha o menor parentesco com o famoso sociólogo, o sobrenome indica em alemão tecelão, muito comum e trivial.

        Já no caso da corrupção, vou ser objetivo no que penso, os escândalos financeiros, como o ISDAfix, ou mesmo os de 2008 perpetrado por toda a banca mainstream, que já confessou, eleva a fraude e a corrupção como o maior dreno de todos, fora isto, não há como negar que o dinheiro pertence aos Bancos Centrais e ao Bis, sendo que o Dólar é a rede de segurança para o sagrado lucrinho deles, quando todo o resto falha, vide, Qe 1 2 3 ,,,,, e os juros negativos que praticam em seus países.

        Concordo que uma parte da arrecadação paga contas do governo, mas o principal das riquezas obrigatoriamente vai para os 48 grupos financeiros mundiais que detêm mais de 80% de toda a riqueza mundial, se não fosse assim, eles não estariam na posição atual e a desigualdade não estaria nas proporções atuais.

        Assim, a corrupção para que isto ocorra, é regra e não excessão.

        A palavra estamentos, foi uma aleivosia na minha mensagem, não implica nada de mais relevante ou substâncial no que escrevo. Assim passo sobre a discussão histórica do termo, apesar de não desprezar seu conhecimento e rigor com os vocábulos.

        Adiantando a discussão para a parte que me parece ser a mais relevante, a do Rumo, Norte e Estrela, vejo que confundes o que digo e isto decorre, com certeza, de eu não falar com a clareza necessária neste assunto para deixar o que quero expressar com um significado unívoco, absoluto e potente.

        Trata-se de uma abstração, onde mentalmente coordeno elementos diversos de forma equilibrada e harmoniosa, usando conhecimentos humanos universais de tempos imemoriais. A base é a Astrologia, o Tarot e a Geometria e o objetivo é a criação de um proxy do que quero, assim, posso modelar abstratamente qualquer coisa, dando a ela um CG ( centro de gravidade, mais ou menos no sentido do Clawsewitz para os exércitos) e que se desloca no tempo e no espaço em um Rumo, buscando um Norte.  A Estrela é o modelo.

        Deu para entender? Eu sei que estas abstrações, sem uma base visual, principalmente por ser tridimensional, ficam complicadas de serem assimiladas, mas um vêz vista é como o Ovo em pé do Colombo.

        Funciona para valer, há milênios, mas é “segredo”, uma vêz que : Os instrumetos de poder não podem ser revelados.

        Quanto a análise conjuntural, penso que seu argumento Vermelho-Azul fica comprometido pela abrangência da minha definição de fraude e corrupção acima.

         

        • Weber, é claro que  eu usei

          Weber, é claro que  eu usei um pouco de humor para lhe contestar. 

          Na sua resposta acima, a parte que você nos remete para a “astrologia” ou coisa parecida, eu nada compreendo. Não estudo este assunto, logo, não posso tecer qualquer comentário honesto à respeito dele.

          Quanto à corrupção, creio que lhe entendi e até achei interessante o seu argumento.

          De fato, se olharmos para  o poderio do sistema financeiro mundial podemos chegar a uma conclusão de que eles “corrompem” a própria atuação dos diversos bancos centrais. 

          Mas, notemos bem. Isso não é exatamente corrupção. Noutras palavras, o nosso Bacen pratica explicitamente um taxa de aproximandamente 15% aa ( nominal) e pronto. Não há nada que possamos fazer para enquadrá-lo como “corrupto”, embora, todos nós já estamos cientes que esta taxa é absurda, uma das maiores do mundo etc.

          Com o azul versus vermelho quis brincar com o PSDB versus PT.

          E é claro que o estamento que você usou não foi no sentido , digamos, histórico. Imagino que você quis se referir a alguma classe poderosa ou não etc. Enfim, uma forma de expressar. Tudo bem quanto a isso.

          Mas, falando de corrupção e juntando todos os pedações aproveitáveis de sua argumentação e da minha, acho que podemos ter certa convergência no seguinte:

          Os poderosos no Brasil parecem que não conseguem agir em prol do país. Ou, na pior das hipóteses, as ações quando ocorrem a favor do Brasil são de curtíssimo prazo e visando um interesse mais que proporcional para eles mesmos.

          Entra governo, sai governo e a gente só vê mesmo o uso de “perfumes” sem banho.

          Não se consegue reformar o país naquilo que é necessário para todos nós. Dezenas,centenas, milhares de diagnósticos de nossos problemas são feitos cotidianamente. Todavia, nada parece avançar para que as soluções sejam, efetivamente, implementadas.

          Todos nós já sabemos que o país sofre com a desindustrialização, mas nada é feito para resolver, efetivamente, este problema.

          Todos nós já sabemos que a educação básica, média, superior etc, é ruim no Brasil. Todavia, entra ano e sai ano, não se resolve este problema.

          Todos nós já sabemos que o Brasil é o “campeão” da má distribuição de renda.  Porém, entra ano e sai ano, não se resolve o problema. O lula usou um “perfume” ( importante, claro!) nos últimos anos para tirar muita gente da miséria. Mas, convenhamos. O problema da má distribuição de renda, persisti.

          Enfim, esses e outros problemas braisileiros ao que parece, nunca serão resolvidos. 

          Portanto, nesse sentido, suponho que podemos chegar a um denominador comum em nosso debate. Talvez, agregando mais alguma coisa, ajustando-se ali e aqui, mas, no bojo, seria mais ou menos por aí, certo?

          Mas, o problema real mesmo é que nada parece ser resolvido no país ( reformas mil etc) 

          Apenas o voto não resolve o problema( o que piora a situação)

          O sentimento é de impotência.

          É triste, lamentavel, não queria pensar assim, mas é o que ocorre.

          Tenha um bom dia

           

  29. EU NÃO GOSTO DE MENTIRA E NEM DE AMACIAR AMORTECEDOR.

    Esses gráficos são ilusionismo. Não se trata de uma verdade, é uma explicação para confundir.  Pega impostos institucional do ESTADO FEDERAL e apenas alguns dos Governos ESTADUAIS e minimamente os MUNICIPAIS, na verdade, nestes gráficos não estão TAXAS e NEM OS CASCATAS. VAMOS AS TAXAS: Confederativas, sindicais, municipais, AGÊNCIAS REGULADORAS, CONSELHOS FEDERAIS, TAXA DE LIXO, TAXAS PARA EMISSÃO DE DOCUMENTOS, CARTÓRIOS, ESTACIONAMENTOS, CONDOMINIOS, TAXAS BANCÁRIAS, famigeradas taxas em AUTO ESCOLA e DETRANS, SUBISTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA EM CASCATA, IPI CASCATA estes dois ultimos não tem como calcular, são as vezes cobrados três vezes ou mais. Estão mentinto, estão MATANDO AS MICROEMPRESAS, HOUVE SIM UMA BRUTAL BUSCA NOS BOLSOS NACIONAIS, virou um assalto a carga tributária no Brasil, estão sim nos roubando para sustentar CORRUPÇÃO e pagar esse MONTE DE COME DORME DE POLÍCIA A JUSTIÇA E FUNCINÁRIOS PÚBLICOS QUE ATENDEM MAL. ESTÃO MENTINDO COM ESSES GRÁFICOS. Não SOBRA DINHEIRO PARA NADA É TUDO SURRUPIADO DO POVO e enviado para JUSTIÇA E PARAÍSOS FISCAIS. É UMA DITADURA FISCAL E POLICIAL. VERGONHA…VERGONHA…

  30. CPMF

    …. Caro Nassif

     

    so vejo um jeito desse imbroglio ser aceito pela sociedade  ….

    implanta-lo  com finalidade de controle de movimentaçao de recursos (*)   e flexibilizaçao do fluxo de caixa do governo.

     

    ou seja, tudo que for arrecadado em um ano será devolvido no imposto de renda anual do ano seguinte..

     

    parece mais honesto.

     

    (*) e o coaf nao produza relatorios para arquivo ou dossies ineditos sobre personalidades da republica, conforme interesse de uma certa midia nao tao séria assim .

  31. Justificar o injustificado

    Mostram gráficos para justificar o injustificável, a carga tributária no Brasil é alta, mas o mais graves de tudo é o que os brasileiros não têm retorno do que paga. O pais é mal administrado e toda estrutura política vê um fim em si mesmos e nada é feito em prol da população, é um tremendo absurdo ver políticos usufruindo de regalias dignas da realeza quanto a população não tem atendida suas necessidades essenciais de forma minimamente digna. Um estudo feito pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) mediu o retorno recebido pelos cidadãos em relação a carga tributária, foi considerado a carga tributária em relação ao IDH, o resultado foi que com uma carga tributária de 33,5% do PIB e um IDH de 0,744, (A Austrália, primeira do ranking, tem uma carga tributária de 27,3% do PIB, e IDH de 0,933) o Brasil ficou lá na lanterna 30º posição entre os países desenvolvidos considerando o IRBES (Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade)

    A lista do Ranking dos países mostrar que nossos impostos precisam ser melhor utilizados é que uma CPMF, defendida absurdamente por alguns, serviria apenas para ser mais uma contribuição a escoar pelo ralo da má utilização do dinheiro público.

    Posição

    País

    Carga tributária sobre o PIB

    IRBES

    Austrália

    27,30%

    162,91

    Coreia do Sul

    24,30%

    162,79

    Estados Unidos

    26,40%

    162,33

    Suíça

    27,10%

    161,78

    Irlanda

    28,30%

    158,87

    Japão

    29,50%

    156,73

    Canadá

    30,60%

    156,48

    Nova Zelândia

    32,10%

    155,44

    Israel

    30,50%

    155,41

    10º

    Reino Unido

    32,90%

    152,99

    11º

    Uruguai

    26,30%

    151,91

    12º

    Eslováquia

    29,60%

    151,51

    13º

    Espanha

    32,60%

    151,38

    14º

    Islândia

    35,50%

    150,25

    15º

    Alemanha

    36,70%

    150,23

    16º

    Grécia

    33,50%

    148,98

    17º

    República Theca

    34,10%

    148,97

    18º

    Noruega

    40,80%

    148,32

    19º

    Argentina

    31,20%

    147,8

    20º

    Eslovênia

    36,80%

    146,97

    21º

    Luxemburgo

    39,30%

    144,69

    22º

    Suécia

    42,80%

    141,15

    23º

    Áustria

    42,50%

    141,01

    24º

    França

    43%

    140,69

    25º

    Bélgica

    43,20%

    140,21

    26º

    Itália

    42,60%

    140,13

    27º

    Hungria

    38,90%

    139,8

    28º

    Dinamarca

    45,20%

    139,52

    29º

    Finlândia

    44,00%

    139,12

    30º

    Brasil

    34%

    137,94

     

  32. Justificar o injustificado

    Mostram gráficos para justificar o injustificável, a carga tributária no Brasil é alta, mas o mais graves de tudo é o que os brasileiros não têm retorno do que paga. O pais é mal administrado e toda estrutura política vê um fim em si mesmos e nada é feito em prol da população, é um tremendo absurdo ver políticos usufruindo de regalias dignas da realeza quanto a população não tem atendida suas necessidades essenciais de forma minimamente digna. Um estudo feito pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) mediu o retorno recebido pelos cidadãos em relação a carga tributária, foi considerado a carga tributária em relação ao IDH, o resultado foi que com uma carga tributária de 33,5% do PIB e um IDH de 0,744, (A Austrália, primeira do ranking, tem uma carga tributária de 27,3% do PIB, e IDH de 0,933) o Brasil ficou lá na lanterna 30º posição entre os países desenvolvidos considerando o IRBES (Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade)

    A lista do Ranking dos países mostrar que nossos impostos precisam ser melhor utilizados é que uma CPMF, defendida absurdamente por alguns, serviria apenas para ser mais uma contribuição a escoar pelo ralo da má utilização do dinheiro público.

    Posição

    País

    Carga tributária sobre o PIB

    IRBES

    Austrália

    27,30%

    162,91

    Coreia do Sul

    24,30%

    162,79

    Estados Unidos

    26,40%

    162,33

    Suíça

    27,10%

    161,78

    Irlanda

    28,30%

    158,87

    Japão

    29,50%

    156,73

    Canadá

    30,60%

    156,48

    Nova Zelândia

    32,10%

    155,44

    Israel

    30,50%

    155,41

    10º

    Reino Unido

    32,90%

    152,99

    11º

    Uruguai

    26,30%

    151,91

    12º

    Eslováquia

    29,60%

    151,51

    13º

    Espanha

    32,60%

    151,38

    14º

    Islândia

    35,50%

    150,25

    15º

    Alemanha

    36,70%

    150,23

    16º

    Grécia

    33,50%

    148,98

    17º

    República Theca

    34,10%

    148,97

    18º

    Noruega

    40,80%

    148,32

    19º

    Argentina

    31,20%

    147,8

    20º

    Eslovênia

    36,80%

    146,97

    21º

    Luxemburgo

    39,30%

    144,69

    22º

    Suécia

    42,80%

    141,15

    23º

    Áustria

    42,50%

    141,01

    24º

    França

    43%

    140,69

    25º

    Bélgica

    43,20%

    140,21

    26º

    Itália

    42,60%

    140,13

    27º

    Hungria

    38,90%

    139,8

    28º

    Dinamarca

    45,20%

    139,52

    29º

    Finlândia

    44,00%

    139,12

    30º

    Brasil

    34%

    137,94

     

  33. Justificar o injustificável

    Mostram gráficos para justificar o injustificável, a carga tributária no Brasil é alta, mas o mais graves de tudo é o que os brasileiros não têm retorno do que paga. O pais é mal administrado e toda estrutura política vê um fim em si mesmos e nada é feito em prol da população, é um tremendo absurdo ver políticos usufruindo de regalias dignas da realeza quanto a população não tem atendida suas necessidades essenciais de forma minimamente digna. Um estudo feito pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) mediu o retorno recebido pelos cidadãos em relação a carga tributária, foi considerado a carga tributária em relação ao IDH, o resultado foi que com uma carga tributária de 33,5% do PIB e um IDH de 0,744, (A Austrália, primeira do ranking, tem uma carga tributária de 27,3% do PIB, e IDH de 0,933) o Brasil ficou lá na lanterna 30º posição entre os países desenvolvidos considerando o IRBES (Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade)

    A lista do Ranking dos países mostrar que nossos impostos precisam ser melhor utilizados é que uma CPMF, defendida absurdamente por alguns, serviria apenas para ser mais uma contribuição a escoar pelo ralo da má utilização do dinheiro público.

    Posição

    País

    Carga tributária sobre o PIB

    IRBES

    Austrália

    27,30%

    162,91

    Coreia do Sul

    24,30%

    162,79

    Estados Unidos

    26,40%

    162,33

    Suíça

    27,10%

    161,78

    Irlanda

    28,30%

    158,87

    Japão

    29,50%

    156,73

    Canadá

    30,60%

    156,48

    Nova Zelândia

    32,10%

    155,44

    Israel

    30,50%

    155,41

    10º

    Reino Unido

    32,90%

    152,99

    11º

    Uruguai

    26,30%

    151,91

    12º

    Eslováquia

    29,60%

    151,51

    13º

    Espanha

    32,60%

    151,38

    14º

    Islândia

    35,50%

    150,25

    15º

    Alemanha

    36,70%

    150,23

    16º

    Grécia

    33,50%

    148,98

    17º

    República Theca

    34,10%

    148,97

    18º

    Noruega

    40,80%

    148,32

    19º

    Argentina

    31,20%

    147,8

    20º

    Eslovênia

    36,80%

    146,97

    21º

    Luxemburgo

    39,30%

    144,69

    22º

    Suécia

    42,80%

    141,15

    23º

    Áustria

    42,50%

    141,01

    24º

    França

    43%

    140,69

    25º

    Bélgica

    43,20%

    140,21

    26º

    Itália

    42,60%

    140,13

    27º

    Hungria

    38,90%

    139,8

    28º

    Dinamarca

    45,20%

    139,52

    29º

    Finlândia

    44,00%

    139,12

    30º

    Brasil

    34%

    137,94

     

        • Imagino que tenhas lido o

          Imagino que tenhas lido o texto, ele tenta provar, e creio que consegue, que a carga tributária está estável desde 2005, próximo dos 34%, e que seu grande salto de fato ocorreu entre 1999-2002, passando de 26,1% para 32,2%. Em 2014 a carga tributária estava na faixa dos 33,5%, ou seja, em 12 anos, aumentou 1,3% ponto percentual. E, comparativamente aos países considerados desenvolvidos é uma carga tributária média, não baixa, mas também não é alta. 
          O texto do Nassif, ao contrário do texto do Neem, que fala do IRBES-índice de retorno do bem estar social, não diz muita coisa por ser um indicador estático, que trabalha com dados que já existem, por isso é simplório. Tem de se analisar os meta dados para saber o quão isso é relevante e verdadeiro. 
          O texto do Nassif simplesmente mostra algo óbvio, que qualquer pessoa minimamente instruída entenderá, a carga tributária, e eu diria, não apenas a partir de 2005, mas desde de 2003, está praticamente estável. E isso é incontestável.
          Já, as afirmações feitas no texto do Neem, são simplórias, porque pega proporções estáticas, como se fossem indicadores flexíveis, não analisa os números por trás do estudo, e faz comparações óbvias, que necessariamente não significam a realidade. 
          Queres um exemplo prático? Se o Brasil reduzir significativamente sua carga tributária hoje, o país melhorará por consequência imediata, seu ranqueamento no IRBES, mas o IDH continuará o mesmo, no entanto, em um futuro bem próximo, esse IDH irá piorar consideravelmente, porque investimentos terão de ser cortados. É simplória essa comparação estatística e matemática sem aprofudamento, assim como essa minha, ou seja, não passa de opinião, e opinião, sempre prefiro a minha.

          • Sempre o Estado é menos

            Sempre o Estado é menos eficiente que o setor privado. Quanto mais recursos na mão do Estado, mais desperdício, ineficiência e roubalheira, como temos visto. Por isso a carga de impostos deve ser a mínima, apenas para ordenar e regular o setor privado, direcionar o investimento para setores que propiciem maior desenvolvimento, e investir apenas em áreas onde não haja interesse de empresas privadas, além de, naturalmente, manter política de assistência social aos necessitados. Acontece que os salários e vantagens do funcionalismo, em geral, são um acinte ao trabalhador comum, os serviços prestados pelo governo são usualmente uma lástima, e o desperdício uma constante. Por isso se diz que a carga tributária é altíssima. Não tem cabimento compará-la com a norte-americana ou europeia.

      • É questão de matemática sim

        Se administração pública e economia não são questões de matemática, seria questão de quê? Filosofia?. Como eu disse se a adminstração pública tem o fim em sí mesma com certeza irá gastar até a fonte secar e teremos cada dia mais impostos e menos retorno. 

  34. Uma carga tributária de 34%
    Uma carga tributária de 34% não e nada ruim? Convenhamos, é querer justificar o injustificável. A carga tributária poderia ser até maior do que isso se o cidadão recebesse em troca serviços dignos.

    • E como ter serviços “dignos”

      E como ter serviços “dignos” sem ter dinheiro?
      A maioria de nossos serviços básicos, saúde, educação e segurança pública são subfinanciados, por essa lógica, primeiro o governo faz os serviços ficarem excelentes para depois cobrar impostos mais altos. Ótimo discurso, agora como se faz essa mágica? Até onde sei imprimir dinheiro do nada gera inflação e das bem altas, bem danosas ao país, fora isso não tem muito o que fazer não.

  35. Uma carga tributária de 34%
    Uma carga tributária de 34% não e nada ruim? Convenhamos, é querer justificar o injustificável. A carga tributária poderia ser até maior do que isso se o cidadão recebesse em troca serviços dignos.

  36. Revendo mitos

    Metade, quase, dos Orcamentos da União nesses anos de nova república vão pra JU-ROS. É pra isso que servem os impostos. É essa a “lei do mercado”.

    O restante é disputa do a tapa, golpes de picareta e demagogia pelos demais setores da sociedade civil.

  37. Um dinheiro sem retorno
    O problema não é a carga, alguns países desenvolvidos possuem carga até maior. O problema é ter essa carga e ano após ano ter o PIOR RETORNO DE IMPOSTOS DO MUNDO!!!

    Fora que, mesmo arrecadando mais de 1/3 do PIB continuamos a aumentar nossa dívida assustadorament…

    GOVERNO VERGONHOSO!!!

  38. Os mitos mais assombrosos…

    É preciso desmascarar outros:

    Uma audiência recente no Senado, sob a presidência de Lindberg Farias em uma comissão ou subcomissão daquela Casa, com um painel oferecido por dois pesquisadores do IPEA mostrou:

     

    01- 10% mais ricos concentram 55% da riqueza nacional.

    02- Dentre estes 10%, 0,1% controlam 10% da riqueza.

    Agora a “surpresa”.

    É este setor que contribui com 7 a 5% dos tributos, na média, considerando que dentre os 10% mais ricos estão todos aqueles com renda igual ou superior a 5 mil/mês ou 60 mil/ano.

    Os pesquisadores mostraram que de 60 mil/ano até 250 mil/ano (a esmagadora maioria do grupo considerado) está a maior contribuição média (12%, aproximadamente). Depois, só vai caindo, embora a riqueza aumente desproporcionalmente.

    Olhando mais de perto, os pesquisadores informaram que cada ponto percentual para cima na pirâmide, mais próximo do zero na média da contribuição, até chegar ao topo e a nulidade estatística, embora a soma da riqueza (concentrada) seja significativa.

    Só os EUA, com uma economia “parecida” (é tolice comparar níveis de concentração com o Peru ou com Zaire) apresenta níveis de concentração tão dramáticos, resultado direto da seu ambiente de selvageria tributária. Lá, oa 10% mais ricos concentram  44% da riqueza nacional.

    É essa questão que emociona e mobiliza impostômetros dos impostores de sempre: quem paga a conta do Estado é justamente quem mais precisa e menos tem acesso ao Estado.

    O resto é cortina de fumaça.

  39. Sempre sinto falta, nessas

    Sempre sinto falta, nessas discussóes, da avaliaçáo da arrecadação per capita e como esta se compara com outros países, desenvolvidos ou não.

     

    Assim teríamos uma outra comparação para saber se nossa carga é alta ou não e se gastamos bem ou mal.

    • Bikini

      Estatísticas são como o bikini, mostram o todo, mas escondem o principal.

      Mas admito que hoje o Brasil têm pouco para gastar, depois de pagar os juros da dívida calculados sobre juros de extorção.

      Entretanto penso que continuar a criar o caos interno no País para honrar obrigações duvidosas financeiras é algo que deve ser discutido em nível nacional, bem como, as saídas efetivas para que esta negociação ocorra.

      Uma hora ou outra a corda rompe e o equilíbrio será perdido, com custos muito maiores do que os da prevenção.

      Dilma, acorda!

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