Em relação aos 12 meses até agosto de 2021, os dados de agosto de 2022 mostram um superávit comercial ainda robusto – US $53,2 bilhões -mas, ainda assim, com uma redução de US$ 13,5 bilhões.
A maior redução ocorreu no saldo comercial com a China: US $15,1 bilhões. E o maior aumento foi no saldo com a União Europeia – US $4,9 bilhões.
A China vem gradativamente perdendo participação nas exportações brasileiras – agora caiu de 33,4% em agosto de 2021 para 27,81% em agosto de 2022. Ao mesmo tempo, aumentou o percentual de vendas para o Brasil: de 21,95% para 22,31% das importações brasileiras.
O saldo comercial caiu de 28,5% para 25,43% do total. E o fluxo de comércio caiu de 28,5% do total em 2021 para 25,32%.
Já os Estados Unidos aumentaram a participação nas exportações do Brasil – de 10,5% para 11,51% -, e nas vendas para o país – de 16,78% para 19,25%. O fluxo de comércio aumentou de 13,15% para 15,02%, mas o déficit comercial aumentou.
A União Europeia tem uma participação maior do que a norte-americana. Responde por 14,39% das exportações brasileiras, 16,05% das importações e 15,5% do fluxo de comércio.
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