
Da Agência Brasil
Depois de recusar as assinaturas, a Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados voltou atrás e confirmou o apoio dos 36 deputados do PMDB à recondução de Leonardo Picciani (RJ) à liderança do partido na Câmara. A relação foi protocolada no fim da manhã de hoje (17) mas os nomes de três parlamentares – Jéssica Sales (AC), Vitor Valim (CE) e Lindomar Garçon (RO) – estavam em questionamento por também terem assinado a lista anterior que pedia a substituição de Picciani.
“Houve um entrave burocrático. A Mesa estava reconhecendo as assinaturas anteriores. Mas os próprios deputados esclareceram que o apoio se tratava à lista presente”, explicou Picciani que, por quase duas horas, ficou na sala da Secretaria até que o apoio fosse reconhecido.
A mudança no comando do partido na Casa ocorreu quando uma ala do PMDB, que declarou ser contrária ao governo, criticou as indicações de Picciani para compor a comissão especial que analisará o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
O grupo acusou Picciani de descumprir acordo feito com a bancada e compor a relação de acordo com orientações do Palácio do Planalto. Com 35 assinaturas, elegeram o deputado Leonardo Quintão (MG) como novo líder no dia 9 deste mês.
A recondução de Picciani é atribuída à mudança de posição de três parlamentares e o retorno à bancada de alguns filiados que ocupavam cargos executivos no estado do Rio de Janeiro. Entre os deputados fluminenses, estão Marco Antonio Cabral, que estava no comando da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude do estado, e Pedro Paulo Carvalho, que era Secretário municipal da Casa Civil do Rio de Janeiro.
Com Picciani novamente na liderança, o PMDB na Câmara deve enfrentar dias de impasse até a eleição de novo líder, marcada para fevereiro de 2016. Lúcio Vieira Lima (BA), um dos protagonistas da substituição de Picciani por Quintão, alertou hoje que grande parte dos peemedebistas não se sente representado.
“Foi uma bancada artificial [que apoiou a volta de Picciani]. Demitiram secretários para formar a maioria. Podemos dizer que ele é um líder paraguaio, porque não foi legitimado pela bancada que realmente atua nesta Casa.”
Wendel
17 de dezembro de 2015 7:08 pmEntão………………………
O governo tem que ter argúcia e diplomacia para se safar daqs armadilhas que politios do pmdb fisiológico armaram com a presidência da câmara para derrubarem o governo federal!!!
Se este mesmo governo, não tiver competência para desarmar esta bomba, podemos concluir que os adversários foram mais competentes e articular para darem o golpe politico/juridico!!!!
E aí, estaremos todos ferrados com estes novos neo-facistas comandando a Nação !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
aliancaliberal
17 de dezembro de 2015 7:53 pmO petismo apoiando um pior
O petismo apoiando um pior que o Cunha para sobreviver e depois quer que sejam levados a sério.
xicobarreto1
17 de dezembro de 2015 8:29 pmbabaca
babaca
Roberto São Paulo-SP 2015
17 de dezembro de 2015 9:03 pmEsse é congresso que saiu das urnas em 2014
É com ele que o PT e Governo da Presidenta Dilma tem que negociar, tentou negociar com Cunha no início de 2015, mas as exigências estavam muito além do aceitável, uma delas a não indicação de Janot para a procuradoria geral.
Lembrando que o PSDB está se aliando com os setores mais conservadores do congresso, como Jair Bolsonaro e Marco Feliciano, além de deputados como Paulo Pereira da Silva e Eduardo Cunha.
O PT está em minoria, e mesmo constrangido precisa negociar com o congresso, caso contrário vai entregar o governo para o PSDB, que não tem o menor constrangimento de se aliar com os piores setores do congresso,
aliancaliberal
17 de dezembro de 2015 9:37 pmNo passado era,
Como nunca
No passado era,
Como nunca antes neste país.
Agora.
Como sempre foi neste país.
Roberto São Paulo-SP 2015
17 de dezembro de 2015 9:53 pmO PT está enfrentando uma crise política semelhante a 2005/2006
Passado a tempestade vem a bonança, com ela o retorno de
“Como nunca antes neste país.”
o que vai melhora as condições para negociar com o congresso,
“Agora”, o PT e Governo da Presidenta estão sem muitas alternativas.
É uma questão de tempo, e de estabilidade cambial, redução dos juros da Selic, diminuição do compulsório, redução dos juros dos financiamentos destinados ao consumo.
Paulo Marcio Monteiro
17 de dezembro de 2015 9:07 pmCorreto devem ser é os
Correto devem ser é os tucanos apoiarem o Cunha pra chegar onde querem e ainda quererem ser levados a sério….
B.V.D.
17 de dezembro de 2015 9:41 pmExplica o motivo
Informa o que o faz pior que o cunha.
Meire
17 de dezembro de 2015 8:08 pmA tentativa de Gilmar de impor sua Realpolitik.
Realpolitik aqui entendido no sentido estritamente pejorativo, indicando tipos de política que são coercitivas, imorais ou maquiavélicas, casuísticas (no sentido de argumento ou medida fundamentada em raciocínio enganador ou falso, esp. em direito e em moral, e baseada muitas vezes em casos concretos e não em princípios fortemente estabelecidos.)
E já está fazendo descaradamente julgamento político da presidente república, citando “disque me disse” do golpista serra.
E termina tentando intimidar os outros Ministros, como se seus empregados fossem. E se ausenta do plenário, dizendo que vai viajar, tentando esvaziar a sessão.
Boa resposta do ministro Lewandowisk: Boa Viagem !
E a reunião continua com a mesma civilidade inicial.
Carioca
17 de dezembro de 2015 8:13 pmO país das coincidências …
Pezão propõe extinção de uma autarquia e seis fundações
Cargos comissionados serão incorporados à administração direta
por Luiz Gustavo Schmitt
17/12/2015 12:09/ Atualizado 17/12/2015 12:24
RIO – O governador Luiz Fernando Pezão enviou nesta quinta-feira à Alerj um projeto de lei que extingue uma autarquia e seis fundações do estado. A proposta faz parte de um pacote de medidas de austeridade prometido por Pezão. Apesar disso, o projeto não acaba com os cargos comissionados dos respectivos órgãos, mas os incorpora à administração direta.
Os órgãos que deverão ser extintos, caso o projeto seja aprovado na Alerj, são: a autarquia Superintendência de Desportos do Estado do Rio (Suderj); e as fundações Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos (Ceperj); a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA); a Fundação Santa Cabrini; a Fundação Anita Mantuano de Artes (Funarj); a Fundação Museu da Imagem e do Som (MIS); e a Fundação Instituto de Pesca do Estado (Fiperj).
Os cargos ocupados na Ceperj, de acordo com o projeto, serão transferidos para a Secretaria estadual de Planejamento. Já os da Suderj, para a Secretaria estadual de Esporte, Lazer e Juventude. Os da FIA, para a Secretaria estadual da Casa Civil. Os da Fundação Santa Cabrini, para a Secretaria estadual de Direitos Humanos. Os do MIS e da Funarj, para a Secretaria estadual de Cultura.
Apesar da iniciativa, o governo ainda não informou qual a economia que a medida trará aos cofres públicos. Em sua justificativa para a aprovação da proposta, o governador diz que é necessária a sua implementação devido à brusca queda de arrecadação das receitas do estado e a previsão de sua diminuição para os próximos anos. Pezão também menciona as incertezas do cenário econômico nacional e internacional, que, segundo ele, impõem a necessidade de medidas de contenção de despesas. Diz ainda que a extinção da autarquia e das fundações devem acontecer por que elas poderão ser absorvidas pela administração direta do governo em busca de melhor racionalidade.
O presidente da Alerj, Jorge Picciani, disse, na quarta-feira, que trabalhará para aprovar este projeto até a próxima segunda-feira, já que o encerramento do ano legislativo está previsto para o dia seguinte.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/pezao-propoe-extincao-de-uma-autarquia-seis-fundacoes-18318267#ixzz3ubvXAXaJ
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Só na Boa
18 de dezembro de 2015 12:08 pmmanda embora os concursados
e fica com os adnutum, demoniza o servidor estatutário e fala que está economizando, simples assim 🙁
João Alexandre
17 de dezembro de 2015 8:49 pmDerrubada
Com a derrubada no STF da chapa avulsa, voto secreto, e aprovada a hipótese de arquivamento da denúncia, pelo Senado, antes mesmo de se decretar o afastamento da Presidente, Picciani retorna à liderança absolutamente fortalecido.
Roberto São Paulo-SP 2015
17 de dezembro de 2015 9:51 pmO PT está enfrentando uma crise política semelhante a 2005/2006
Passado a tempestade vem a bonança, com ela o retorno de
“Como nunca antes neste país.”
o que vai melhora as condições para negociar com o congresso,
“Agora”, o PT e Governo da Presidenta estão sem muitas alternativas.
É uma questão de tempo, e de estabilidade cambial, redução dos juros da Selic, diminuição do compulsório, redução dos juros dos financiamentos destinados ao consumo.