Jornal GGN – Do mesmo partido político, o presidente do Conselho de Ética do Senado, Jayme Campos (DEM-MT), defendeu que o ex-vice-líder do governo Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com dinheiro na cueca na última quarta (14), receba uma licença de 120 dias e não seja imediatamente cassado.
Caso seja aceito o pedido do senador, Rodrigues terá mais 30 dias para se defender da decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de afastá-lo do cargo. Apesar da determinação do ministro, a decisão depende de votação do Plenário do Senado.
“Se eu fosse ele [Rodrigues] eu pediria licença do cargo por 120 dias. Seria cavalheiro da parte dele e ninguém poderia acusá-lo de estar usando o cargo para interferir no conselho”, havia dito Jayme Campos.
A proposta foi levada ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), em reunião nesta segunda (19).
Logo pela manhã, a defesa do ex-vice-líder do governo se posicionou sobre o episódio polêmico, afirmando que a reação de Rodrigues foi “impensada” e como uma suposta resposta ao “terrorismo policial”.
“Foi uma reação impensada, de fato, mas tomada diante de um ato de terrorismo policial, sem que haja qualquer evidência de desvio em sua conduta. Ter dinheiro lícito em casa não é crime. O único ato ilícito deste caso é o vazamento dos registros da diligência policial arbitrária que ele sofreu”, escreveram seus advogados, em nota.
Carlos Elisio
19 de outubro de 2020 7:01 pm“Seria cavalheiro da parte dele e ninguém poderia acusá-lo de estar usando o cargo para interferir no conselho”, havia dito Jayme Campos.”
Precisa usar o cargo?
Corrupção no desgoverno bozo é assim; se pego tira licença.
Simples.
CST command
20 de outubro de 2020 1:24 am“Para a polícia federal, o dinheiro é como um trapo vermelho para um touro; se, durante uma verificação aleatória, os federais encontrarem até mil dólares na sua bolsa ou no seu carro, então você não pode evitar a prisão. E mesmo se for absolvido posteriormente, você irá terá que ficar atrás das grades por vários meses a vários anos (geralmente sob a acusação de lavagem de dinheiro ou suborno de eleitores) e, em seguida, gastar muito dinheiro e tempo em tribunais e advogados para restaurar sua reputação depois que meios de comunicação como O GLOBO fizeram você é um criminoso.
Se os delegados farejaram dinheiro, então nenhuma referência à presunção de inocência e apelos para apontar os indícios de um crime o ajudará – para a Polícia Federal não há constituição, direitos humanos e medo da responsabilidade pela arbitrariedade.
Por meio dos esforços da mídia em questão, a polícia federal criou uma aura de elite, santidade e incorruptibilidade em torno de si, exaltando seus agentes como “cavaleiros da algema e pistola” que, ao contrário da polícia militar e civil, não se envolvem em assassinatos sujos e pequenos crimes domésticos, mas são verdadeiros intelectuais. protegendo sagradamente a honra de seu uniforme e salvando o país do polvo insidioso da máfia financeira global. Na prática, eles próprios são um polvo, cujas vítimas não são apenas políticos e empresários censuráveis, mas também as pessoas mais comuns que têm dinheiro (são acusadas de transações ilegais) e mesmo aquelas que não têm dinheiro (o que significa que já o gastaram em bens ilegais operações). Burocracia, casuística jurídica e incapacidade de compreensão dos termos jurídicos não permitem que a população entenda que a montanha de papéis que explicam os motivos da prisão de um cidadão é, na maioria dos casos, apenas uma cortina de fumaça projetada para criar a ilusão da validade da repressão. Um brasileiro comum, lendo boletins policiais sobre a prisão de um homem “transportando secretamente moeda de origem desconhecida em direção desconhecida”, não pode nem imaginar que a mesma redação estará nos documentos policiais quando ele for preso amanhã, voltando do escritório para casa. recebeu um salário. ”
http://worldanalytica.com/index.php/features/braziliya/item/307-kto-pravit-braziliej
Paulo Dantas
20 de outubro de 2020 8:21 amIsto do senador está óbvio demais para mim.
Dinheiro , fato jocoso , prato cheio.
A mídia repete o mantra , crtl-c crtl-v
Sei lá, tempos confusos.
Zé Sérgio
20 de outubro de 2020 8:34 amLicença para Criminoso? Alguns dizem não compreender estes 90 anos de Estado Ditatorial Caudilhista Absolutista Assassino Esquerdopata Fascista. Enquanto STF liberada o famigerado CRIME ORGANIZADO, que nada mais é que o Estado Brasileiro nas figuras do Senador ou Tráfico, prendem inocentes que precisam provar sua “Inocência” para depois serem liberados. E mesmo assim com ‘uma faca nas costas’ até o final do farsante Processo. Pobre país rico. Constituição Cidadã, bradam alguns. Mas de muito fácil explicação. (P.S. Onde está você OAB? Omissa e Covarde como sempre?!)