Bolsonaro poderia ter comprado 86 milhões de vacinas via Covax, mas só quis a metade

Volume de vacinas rejeitado poderia ter imunizado em duas doses ao menos 20% da população brasileira

Jornal GGN – É destaque na coluna de Jamil Chade, no UOL desta quinta (10), que o governo Bolsonaro recebeu uma proposta para comprar 86 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 via consórcio Covax Facility, mas decidiu ficar com apenas metade, ou seja, 43 milhões de doses.

Segundo a coluna, as 86 milhões de doses poderiam ter imunizado totalmente 43 milhões de pessoas, ou 20% da população brasileira. O valor do contrato seria de aproximadamente 2 bilhões de dólares. Segundo telegramas em posse da CPI da Covid no Senado, o custo era baseado no imunizante mais caro em desenvolvimento – mas nada impediria que o Brasil negociasse com o pool de laboratórios que fazem parte do consórcio.

O governo brasileiro, contudo, ignorou a iniciativa Covax por algumas semanas. Depois, decidiu se aproximar mas sem fechar o acordo, tentando “ganhar tempo”, ou seja, adiar ao máximo a efetivação do contrato, até agosto de 2020 – mais de 4 meses após o começo das tratativas.

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