André Singer e Eduardo Giannetti debatem política, crise e partidos

https://www.youtube.com/watch?v=INPLoy09UhQ width:700 height:394

Enviado por Humberto Pereira

André Singer com Eduardo Giannetti, duas cabeças brilhantes, com divergências entre si, dialogam com muita elegância. Giannetti escreve e fala com leveza sobre vários assuntos. Singer se fixa mais estudando a trajetória do PT, do Lulismo e do período Dilma. O primeiro assessorou Marina. O segundo é filiado ao PT, conservando uma independência intelectual rara. 

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Economista e cientista político discutem o que foi junho de 2013, a Lava Jato, o governo Dilma, a qualidade da democracia brasileira e os sentidos da nossa identidade e projeto nacional.

 

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3 comentários

  1. Vi no Multimídia do Dia video sobre a unidade latino-americana

    meu pitaco: há um porém. Há que se buscar o mais difícil que é na realidade local. No vale-tudo das campanhas preeleito-rais, se todos os lados apelam só enxergando os pontos negativos uns dos outros, e fechando os olhos pros próprios pontos negativos, não há cristão que dê jeito na perseguida união. Que, a meu ver, tem que ser visando pontos em comum, e há desde o centro republicano, a direita republicana, à centro-esquerda e esquerda (todos esses termos são relativíssimos, há várias esquerdas disputando entre si, p. ex., no principal partido PT, claro que no arcaico “Centralismo Democrático” não vêm a público. Prevalece a eterna maioria dos integrantes na D. Nacional. Marina, Ciro Gomes foram muito tempo ou do PT ou ministros de governos petistas. De repente, viraram “satanás” “traidores”, “vendidos”. Acredito que é o centro (frente ampla democrática) que tem mais possibilidade de vencer pra evitar o mal maior. A estratégia do PT é errante, paralisante, vitórias de Pirro (domingo), milhões de recursos… e não combinam com os russos, isto é, com a população que vê, assiste sob o grande risco de anular voto, branco ou abster-se, por achar tudo uma politicagem velha. E se bandear pro fascista.

  2. A hipocrisia da classe média no Brasil

    O PSDB era a grande esperança da classe média em interromper o processo de aumento da distribuição de renda, mas depois de quatro derrotas seguidas para o PT, a classe média entrou em desespero, e se mobilizou abraçando qualquer bandeira ou proposta contra o Governo da Presidenta.Dilma.

    Podia ser contra a copa do mundo e as olimpíadas que ela tanto adora, contra corrupção, mesmo votando em corruptos, por passe livre, mesmo andando de carro, o que a classe média quer mesmo é afastar o risco do fim dos empregados e das empregadas domésticas, que o processo de aumento de distribuição de renda vem diminuindo dia após dia.

    Mais do que eleger Jair Bolsonaro, a classe média deseja acabar com as eleições.

  3. A tarefa dos serviços domésticos

    A mobilização da classe média contra o Governo da Presidenta Dilma, na verdade é a mobilização contra o fim de um dos privlégios da classe média do Brasil, que na maioria dos países é reservado apenas ao muitos ricos, o privilégio de não ter que realizar as tarefas domésticas.

    Está classe média que se mobiliza desesperadamente contra a melhoria da distribuição de renda, tem em Jair Bolsonaro sua últimas esperanças de manter os mais pobres como fonte de seus empregados e empregadas domésticas, já que acreditam que com Jair Bolsonaro, teremos a volta do militares e o fechamento do regime democrático. A única forma de manter o atual modelo perverso de concentração de renda, que permite a classe média se livrar dos serviços domésticos contratando empregados domésticos junto a população mais pobre.

    Os mais pobres são a grande maioria da população, e no regime de eleições democráticas aqueles que defendem uma melhor distribuição de renda tem mais chances de vencer as eleições, principalmente depois dos Governos do Presidente Lula e da Presidenta Dilma.

    O fim do monopólio da informação pela maior parte da grande mídia, e a expansão da internet e dos telefones celulares com acesso  internet, também contribui para diminuir a capacidade de formação de opinião pela maior parte da grande mídia.

    Restando a classe média apenas elementos como Jair Bolsonaro e a volta dos militares, para manter o privilégio de se afastar das tarefas domésticas.

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