23 de junho de 2026

Em nota, Dilma expressa solidariedade a Jaques Wagner

Deltan conversou com procuradores sobre a possibilidade de acelerar processo contra Jaques Wagner, ‘por questão simbólica’, quando Wagner estava liderando pesquisas para o Senado, na Bahia.
Foto HuffPost Brasil

Jornal GGN – A ex-presidente Dilma Rousseff, em nota, reagiu ao uso da Lava jato para perseguição do senador do PT, Jaques Wagner. Diz que os abusos e ilegalidades dos procuradores e de Sergio Moro são apontados mais uma vez. A vítima, desta vez, foi apontada por Monica Bergamo na Folha, com material oferecido pelo The Intercept.

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Deltan conversou com procuradores sobre a possibilidade de acelerar processo contra Jaques Wagner, ‘por questão simbólica’, quando Wagner estava liderando pesquisas para o Senado, na Bahia.  ‘Queriam a todo custo incriminar o senador Jaques Wagner e submetê-lo a constrangimentos de operações de busca e apreensão’, diz a ex-presidente.

Leia a nota a seguir.

Solidariedade a Jaques Wagner, por Dilma Rousseff

O país descobre, hoje, mais um alvo da operação Lava Jato: o senador Jaques Wagner. Na Folha, trechos inéditos do material do The Intercept revelam mais abusos e ilegalidades dos procuradores da República e de Sérgio Moro. Queriam a todo custo incriminar o senador Jaques Wagner e submetê-lo a constrangimentos de operações de busca e apreensão.

Manifesto minha solidariedade ao senador diante da revelação de mais uma perseguição indevida que reforça nossa convicção de que a conduta de Sérgio Moro, Deltan Dellagnol e alguns procuradores da Lava Jato é razão suficiente para anular processos e condenações forjadas com a máquina de mentiras da Lava Jato.

O Judiciário não pode ser usado para perseguir adversários políticos, escolhidos como alvo fácil ao bel-prazer por agentes do Estado. A imparcialidade da Justiça é princípio básico do Estado Democrático de Direito o qual fundamenta que “todos somos iguais perante a lei”. Quebrá-lo instaura o estado de exceção persecutório que atinge a todos os cidadãos.

Dilma Rousseff

Redação

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7 Comentários
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  1. Ataíde

    29 de junho de 2019 1:01 pm

    Seria Dilma autista ? uma vez que era a presidenta em Épocas lavajatianas e não conseguia ver que o objetivo era derrubar o governo do PT .

  2. stalingrado

    29 de junho de 2019 1:14 pm

    O advogado de Dilma ainda é Zé Cardoso?
    Ela foi conivente com a própria cassação ao manter Zé Cardoso como Ministro da Justiça e acreditar nas instituições. A luta era e continua sendo política.
    Será que ela não acordará?

  3. Anônimo

    29 de junho de 2019 3:16 pm

    Pessimamente assessorada, Dilma acreditou piamente na Lava Jato. Acreditou que o objetivo era combater a corrupção. Dizer o quê?

  4. Anônimo

    29 de junho de 2019 3:41 pm

    Nassif,
    Com Jaques Wagner, o procurador não ofereceu surpresa alguma, apenas se deixou guiar pela própria natureza, natureza canalha.

  5. IA2

    29 de junho de 2019 7:03 pm

    Solidariedade de Dilma é abraço de afogado. Lula que o diga.

  6. Rui Ribeiro

    30 de junho de 2019 6:25 am

    A Lavabosta era um comitê anti-petista.

    Agora precisa de uma Operação Lava lava jato, a fim de remover as fezes vomitadas pelos Jatoeiros.

  7. Anônimo

    30 de junho de 2019 2:22 pm

    Dallagnol deixou claro que o objetivo era humilhar Jaques Wagner e colher benefícios políticos favorecendo a eleição de Bolsonaro (era véspera do segundo turno).
    Por muito pouco Jaques Wagner não teve sua residência invadida pela segunda vez, seus familiares expostos à execração pública, sua reputação assassinada (ou pelo menos ferida).
    O que Jaques vai fazer com esse canalha e covarde quando o encontrar no Congresso ?

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