
O diplomata Ary Quintella é finalista ao Prêmio Jabuti na categoria Crônicas por seu livro Geografia do Tempo. Quintella lançou virtualmente seu livro no programa O Mundo é um Moinho, de Pedro Costa, na TV GGN.
O livro reúne 16 ensaios sobre temas variados, versando sobre viagens, livros, livrarias, histórias e memórias. A obra retrata o tempo, a memória, os livros.
Na orelha do livro, Gustavo Nogy escreve que “nômade por vocação, disfarçou-se de diplomata para que seu espírito tivesse como justificar tamanha liberdade de ver, de ouvir, de experimentar, de conhecer, de amar. Como uma espécie de geógrafo do tempo, tem violado fronteiras entre nações e amizades, esquinas e excentricidades, nostalgias e vanguardas”.
Na apresentação de Geografia do Tempo, Cora Rónai diz que “Ele escreve sobre Chateaubriand, Tolstói, Vauvenargues e o padre Antonio Vieira como se fossem velhos conhecidos, fazendo da leitura um esporte de aventura, onde cada página traz um desafio e cada livro é um novo continente a ser explorado, às vezes literalmente.”
Em seu blog, Ary fez agradecimentos vários:
“Muitos amigos a quem agradecer pelo incentivo e o estímulo, como inclusive fiz, nominalmente, no próprio livro. Obrigado uma vez mais a todos vocês!
Obrigado à minha editora, Andrea Jakobsson, pela excelência do projeto gráfico e a atenção que dedicou ao livro.
Obrigado aos meus maravilhosos leitores, que dão vida a Geografia do tempo.“
Ary Quintella é indicado junto com grandes nomes das crônicas de nossos tempos. Francisco Bosco, Ruy Castro, Carpinejar e Carlos Heitor Cony (em memória) engrandecem essa disputa pelo Jabuti.

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