Gostei muito da entrevista com Xangai, a quem conhecia desde os tempos do “Que que tu tem canário”, e depois conheci pessoalmente na casa de Mario Aratanha, criador da Kuarup, responsável em grande parte pela produção e divulgação de Xangai e Elomar. Mário é a razão primeira desse meu comentário, a quem nós e a música brasileira muito devemos, e ainda não teve o devido reconhecimento pelo seu trabalho e dedicação (pelo menos um reconhecimento ao nível de Marcus Pereira), na pesquisa e promoção de intérpretes ignorados pela mídia e grandes gravadoras. Consertão, em suas várias edições, e tantos outros intérpretes e músicos dos diversos matizes da nossa música persistentemente relegados ao esquecimento, tiveram em Mário, durante os anos em que permaneceu como diretor e produtor da Kuarup, um defensor incansável.
Assisti e foi ótima a Domingueira com o Xangai, essa maravilha de músico que o Brasil se orgulha de ter. Mas me inquietei com o Nassif por senti-lo um pouco desconcentrado quando o Xangai contava suas histórias. Não foi o mesmo Luis Nassif das Domingueiras anteriores, Mas valeu: Moisés. Itabira/Mg.
Oscar Acselrad
1 de novembro de 2020 9:58 pmGostei muito da entrevista com Xangai, a quem conhecia desde os tempos do “Que que tu tem canário”, e depois conheci pessoalmente na casa de Mario Aratanha, criador da Kuarup, responsável em grande parte pela produção e divulgação de Xangai e Elomar. Mário é a razão primeira desse meu comentário, a quem nós e a música brasileira muito devemos, e ainda não teve o devido reconhecimento pelo seu trabalho e dedicação (pelo menos um reconhecimento ao nível de Marcus Pereira), na pesquisa e promoção de intérpretes ignorados pela mídia e grandes gravadoras. Consertão, em suas várias edições, e tantos outros intérpretes e músicos dos diversos matizes da nossa música persistentemente relegados ao esquecimento, tiveram em Mário, durante os anos em que permaneceu como diretor e produtor da Kuarup, um defensor incansável.
MOISES DAMIAO DE SOUZA
2 de novembro de 2020 6:40 amAssisti e foi ótima a Domingueira com o Xangai, essa maravilha de músico que o Brasil se orgulha de ter. Mas me inquietei com o Nassif por senti-lo um pouco desconcentrado quando o Xangai contava suas histórias. Não foi o mesmo Luis Nassif das Domingueiras anteriores, Mas valeu: Moisés. Itabira/Mg.
Carlos Henrique Romão de Siqueira
3 de novembro de 2020 1:06 amCeh
Gracinha
6 de março de 2022 9:37 pmAmo o trabalho dele . Pra
Mim é um gênio .
Adoro ouvir suas músicas
Muito engraçadas .
Ele maravilhoso .
Parabéns Xangai