A série Pílulas Musicais, do Jornal GGN, traz nesta sexta-feira (1º) um mergulho na trajetória de Toninho Horta, guitarrista, compositor e arranjador mineiro cuja obra transcende fronteiras.
O destaque do episódio é a delicada e potente interpretação de “Manuel, o Audaz”, composta em parceria com Fernando Brant, uma canção que carrega a identidade do Clube da Esquina, movimento do qual Toninho foi peça-chave.
Nascido em 2 de dezembro de 1948, no bairro Floresta, em Belo Horizonte, Antônio Maurício Horta de Melo cresceu cercado de música. Filho de pai mestre-de-obras e mãe funcionária pública, ambos amantes do violão e do bandolim, teve ainda no avô materno — que formava bandas por onde passava — a primeira referência musical. Mas foi o irmão Paulo quem mais o incentivou a seguir carreira.
Toninho começou a tocar violão aos dez anos e compôs sua primeira música aos treze. Na adolescência, formou laços musicais com Milton Nascimento, Márcio Borges, Lô Borges e Beto Guedes, a quem chegou a ensinar harmonia. A união desse grupo se consolidaria em 1969, no Festival de Belo Horizonte, e marcaria a história da MPB.

No fim da década de 1960, Toninho mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a tocar com grandes nomes da música, como Elis Regina. No histórico álbum Clube da Esquina (1972), além de guitarrista, também foi arranjador e multi-instrumentista.
Após uma longa temporada de sucesso nos Estados Unidos, onde ampliou ainda mais seu prestígio internacional, voltou ao Brasil em 1999. Hoje, comanda o selo Minas Records e organiza o monumental Livrão da Música Brasileira, que reúne cerca de 700 partituras — de Carlos Gomes a compositores contemporâneos.
Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.


Deixe um comentário