Por anarquista sério
Quando o nome denuncia a idade?
Quem conhece alguma ”Odete” com menos de 50 anos ou mais?Ou algum Mario?
Aqui não há erro.
Agora,salvo raras excessões quem conhece Lucas ( não vale Lucas Mendes) ou Mateus com mais de 50 anos?
Um bom tema sobre o porque isso acontece. E evidentemente outros exemplos.
Interessante,não?
E ainda há casos expecionais: O nome ”Maria” nunca sai de moda. Vai e volta.
Principalmente quando é composto.
Jorge Leite Pinto
22 de maio de 2014 11:34 amÉ o entediante “efeito
É o entediante “efeito manada”, tão comum em Pindorama que, combinado ao “efeito macaquito”, produz as legiões de Tiagos, Diogos e Diegos da vida…
Sílvia shgg
22 de maio de 2014 11:45 amMeus filhos têm nome de velho
Quando nasceu meu caçula, com 9 anos, a mais velha, Ana Maria escolheu o nome de Caetano porque, segundo ela, Ana Maria e Tereza (a do meio, 16 anos) eram nome de velha, por isso, o do menino tb tinha de ser.
maria rodrigues
22 de maio de 2014 11:56 amQuando criança, minha mãe se
Quando criança, minha mãe se referia muito à avó dela, Úrsula. Nós, os filhos, fazíamos chacota daquele nome tão estranho, que parecia não ser nome de gente. Os anos se passaram. Em 1971 nasceu a filha de um irmão meu, que recebeu o nome de Úrsula porque no período, num dos filmes de James Bond aparecia uma mulher belíssima, Úrsula Andrews.
Aquela Úrsula, avó da minha mãe, nasceu, provavelmente no início do século 19, ou talvez, no final do século anterior.
Então, acho que os nomes personativos podem se repetir em gerações futuras, dependendo de algum modismo, como foi o caso da minha avó e minha sobrinha.
JigSawJr
22 de maio de 2014 12:11 pmBom debate…
Quem já viu
Bom debate…
Quem já viu alguém com sobrenome Araújo (e primeiro nome, digamos, Andre ou Motta) debatendo com imparcialidade?
Não, pera!
evandro condé de lima
22 de maio de 2014 12:14 pmSem falar nos importados
Não nos esqueçamos das Gracielles, Kellys, Thabatas, dentre outras preciosidades.
Ari Silveira
22 de maio de 2014 4:11 pmImportados e com grafias
Importados e com grafias estapafúrdias. “Thabata” deve ser uma referência a Tabitha, nome da filha de Samantha e Darrin (que virou James, na dublagem brasileira) Stephens na série A Feiticeira. Mas há outros. Sempre pensei que Maicon fosse um nome grego, mas descobri recentemente que é uma corruptela de “Michael”. Como o L virou N é um mistério que jamais entenderei.
Saussure
22 de maio de 2014 5:37 pmDa mesma maneira que o inglês
Da mesma maneira que o inglês “level” e o italiano “livello” têm, como cognatos, em português “nível” e, em francês, “niveau”, todos oriundos do latim “livella”, pequena “libra” ou balança.
A Anarquista Lúcida pode explicar melhor que eu, mas eu acho que este metaplasmo se explica pela influência da nasal “m” no início do nome.
Ou por outra, podemos supor uma trajetória de */maikol/ com o “l” obscuro (velarizado) característico das posição em coda, em português, pronunciado como “u” > */maikou/, uma assimilação do “u” semivogal com o “o”, que é som próximo, > */maiko/ e uma compensação por nasalização > */maikon/ (como, por exemplo, na pronúncia popular de “vir”, que perde o “r” e compensa a perda com uma nasalização do “i” > */vi/ > /vim/).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaplasmo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coda_(sil%C3%A1bica)
De qualquer forma, a mudança obedece a rigorosas leis fonéticas do português falado e tendências das línguas românicas em geral que a ciência da Linguística explica para o horror dos gramatiqueiros, obssecados pela ortografia, patrulheiros do idioma e demais preconceituosos (sócio-)linguísticos.
Juliano Santos
22 de maio de 2014 12:15 pmMuito interessante sim, seu
Muito interessante sim, seu Anarquista. Alias voce é um ótimo comentarista quando o assunto não é política. Nesse quesito voce é um anarquista coxinha.
Alias, o anarquismo coxinha é, assim como a disseminação de Thiagos, Matheus e Diogos, um fenômeno bastante atual. Efeito-manada, ou viral para usarmos um termo atualíssimo também
anarquista sério
22 de maio de 2014 9:23 pmEu li seu comentário de
Eu li seu comentário de imediato E por que só comentarei agora?
Porque agora as pgn viraram ,ninguém lê mais e estamos no apagar das luzes aonde Nassa lerá com certeza, e vc talvez.
No seu vocabulário ”coxinha ” significa não gostar do PT? Então,vc quase acertou.
Quase, porque não É verdade. EU ODEIO O PT.
Então eu sou coxão e não um coxinha.
Antes que me pergunte ou suspeite em quem irei votar,respondo:
NO ÚLTIMO COLOCADO DAS PESQUISAS. ISSO MESMO QUE VC LEU.
Por que? Pra tentar conseguir votos pro segundo turno, E aí sim votar em quem ficar contra DILMA.
Portanto, que fique claro, não tenho partido.Escrevo contra o PT não é pra agradar B ou C.
E vc perguntará: Alguém é melhor que Dilma? Sinceramente não sei.
Mas entre a certeza que Dilma é um horror , prefiro a dúvida de um outro qualquer.
Vc não faria o mesmo?
Abraços!
Juliano Santos
23 de maio de 2014 6:28 amSua resposta é digna de um
Sua resposta é digna de um autêntico coxinha, versão anarquista. Òtimo, o importante é isso, sem dissimulação. Na democracia todos tem direito de ser reacionário. Até um auto-intitulado anarquista. Foi o que eu disse, o momento atual tem isso, o anarquista de direita.
Acho válido cara. Apoio. E bola para frente que democracia é assim
phillip
22 de maio de 2014 12:36 pmAinda bem que aqui ninguem se
Ainda bem que aqui ninguem se lembrou dos nomes estranhos, como Ruidelfonso, Mardson, Arquiteclíneo, Francisoreia, e daí para diante, cada vez mais comuns atualmente…Azar das Odetes, Leontinas, Angelinas, Eneidas e outros…
AlvaroTadeu
22 de maio de 2014 2:53 pmAve, Adão!
Philip (é assim?) além desses, há outros nomes muito esquisitos. Um Dois Três de Oliveira Quatro, Jacinto Leite Aquino Rego, e not last but the least, Ava Gina, em homenagem às atrizes Ava Gardner e Gina Lollobrigida.
Valmir Gôngora
22 de maio de 2014 1:04 pmexceção
Anarquisa, sua “excessão” é uma exceção!
Mario Siqueira
22 de maio de 2014 1:40 pmOu
ou um excesso grandão.
anarquista sério
22 de maio de 2014 9:11 pmMuito bom.
Gostei!!
Muito bom.
Gostei!!
Abraços!
Alessandre de Argolo
22 de maio de 2014 1:04 pmIsso tem mudado
Não é mais uma regra certa, perfeita e acabada. Os nomes tradicionais vêm sendo resgatados.
Aliás, no Brasil, o nome masculino mais popular nos últimos anos é Miguel. Não é Matheus, Diego, Thiago etc. Nada, nenhum desses. É simplesmente Miguel.
Existe um retorno muito forte aos nomes mais tradicionais. Isso começou com atores de novela conhecidos que colocaram em seus filhos nomes mais tradicionais, clássicos. O caso pioneiro foi o da Letícia Sabatella e do ator Ângelo Antônio que colocaram o nome da filha de Clara, isso no fim dos anos oitenta. De lá para cá, muita gente da classe artística também começou a batizar os filhos com nomes tradicionais, a exemplo da Angélica e do Luciano Huck, que tem um filho cujo nome é Joaquim.
Alessandre de Argolo
22 de maio de 2014 1:11 pmUm nome muito popular hoje em dia é Bento
Bento é usado pra caramba, máxime numa certa parcela da classe média mais, digamos, “antenada” ou “politicamente correta”.
Os nomes mais comuns nos últimos tempos, como Bruno, Matheus, etc, esses estão na verdade perdendo espaço, ficando fora de moda.
As pessoas estão escolhendo nomes tradcionais para os seus filhos, como Vicente, João (que nunca saiu de moda), José, Pedro, Miguel, Manoel, Francisco, Maria, Julia, etc.
Mara L. Baraúna
22 de maio de 2014 3:59 pmBento
Existe uma piadinha em Niterói que diz que muitos bebês receberam o nome de Bento porque foram concebidos no Campo de São Bento. Antigamente, na falta de um motel, muitas pessoas iam namorar no Campo. Agora isso não pode mais acontecer porque o lugar está muito iluminado, foi gradeado e os portões trancados no início da noite. Menos Bentos na cidade.
Dulce (Madame X)
22 de maio de 2014 1:13 pmUepa!!! Deixa eu meter a
Uepa!!! Deixa eu meter a minha colher aqui ahahahaha
Não é porque me chamo “DULCE’ que tenho 90 anos de idade ahahahaha tô beeeeeeeeemmm longe disso. Mas sabe como é…filha única (como menina), de um filho único que quiz HOMENAGEAR A MAMÃE…e SOBROU PRÁ MIM! ;P
Sempre achei meu nome muito “duro” (talvez projeção “da original”, nascida no fim do séc. XIX), mas minha mãe tratou de “adocicá-lo” (mães sempre consertam as cacas que os pais fazem, na escolha dos nomes dos filhos ahahah)apresentando-me uma rainha medieval (a coitada foi tão azarada que a derrubaram logo) Dulce, de Aldonça.
Até que um dia alguém me disse: “você tem um nome raro, lindo e forte”. Passei a gostar dele.
Além do mais…Dulces…só morrem de CATAPORA. ahahahaha
Sérgio T.
22 de maio de 2014 2:28 pmDulcíssima…
Sem contar que trata-se de uma Dulcíssima pessoa! Dulce do bom astral…
Um beijo.
Dulce (Madame X)
22 de maio de 2014 7:24 pmGui Oliveira e Sérgio
Gui Oliveira e Sérgio T
Obrigada aos dois, pelo carinho.
🙂 Vou acabar cantando “beijinho no ombro” hoje. ahahaha
Mas carinho de amigo REAL pode, em post? Podeeeee sim. E vale muito! 🙂
Beijos.
Gui Oliveira
22 de maio de 2014 3:13 pmSorte
Dulce, você tem sorte. Seu nome significa doce, o que abre muitas possibilidades. Você pode escolher entre infinitos graus de doçura que vão desde a ausente, que deixa aparecer o amargo, até – passando pelo doce suave da amizade e dos afetos familiares, a doçura intensa do apaixonamento – aquela que, sem cuidado, pode até enjoar …
Maria Luisa
22 de maio de 2014 1:24 pmNão entendo é essa obesessão
Não entendo é essa obesessão por Gabriel. Tem até a piada de que se você quiser entrar numa festinha de criança é so dizer que é madrinha ou padrinho do Gabriel…
E não ha nome de velho ou jovem o que ha são os ciclos, o modismo, a fadiga com nomes que são muito expostos e os tradicionais nomes burgueses, esses sim, sempre em uso.
Alessandre de Argolo
22 de maio de 2014 1:26 pmMiguel só perdeu para Davi em São Paulo, no ano de 2013
Os nomes de bebês que mais bombaram em SP em 2013
Em 2013, Maria e Ana continuaram sendo os nomes preferidos pelos pais do Estado de São Paulo. Entre os meninos, predominaram nomes bíblicos. Veja lista dos 100 mais populares
Marcello Casal Jr./ABr
Bebê brincando: Maria e Ana foram os nomes preferidos pelos paulistas pelo 7º ano consecutivo
São Paulo – Em 2013, Maria e Ana foram pela 7ª vez consecutiva os nomes preferidos por novas mães e pais no Estado de São Paulo.Foram 23,9 mil novas Marias e 20,1 mil novas meninas chamadas Ana. Entre os meninos, Davi (16,9 mil) e Miguel (14,7 mil) foram os nomes preferidos.
Nas listas dos nomes mais comuns dos novos paulistinhas (veja ao final a lista completa, dividida por sexo), destacam-se nomes bíblicos. Dos 10 masculinos, sete têm origem no livro sagrado para os cristãos: Davi, Miguel, Pedro, João, Gabriel, Lucas e Matheus.
Os dados são da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP).
Já entre as meninas, chama atenção que grafias diferentes de nomes comuns foram mais usados que suas versões convencionais. Por exemplo, Isabella (8º lugar) e Isabelly (12º) foram escolhidos mais vezes que Isabela.
Veja a lista completa dos 100 nomes mais populares para cada sexo no ano passado:
Link: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/os-nomes-de-bebes-que-bombaram-em-sao-paulo-em-2013?page=1
Gui Oliveira
22 de maio de 2014 1:30 pmNomes
Interessante o tema. Muitas vezes os jovens a princípio se ressentem de seus nomes que soam “velhos”. Em geral se acostumam e com o tempo passam a gostar. Conheço uma jovem Úrsula que passeia pela vida soberana levando seu nome. O mesmo acontece com a Sara, que tem apenas 15 anos e nem tem origem judaica … Creio que nossos nomes são uma das formas simbólicas de transmissão da expectativas de nossos pais a nosso respeito. Afinal, ninguém se chama Juscelino da Silva impunemente, certo? E os dois goleiros que jogam em clubes brasileiros, Fernando Henrique e Getúlio Vargas? Será coincidência que tenham se notabilizado justamente por ocupar a posição que nenhum menino deseja, mas alguns aceitam para que a “pelada” aconteça e todos possam brincar?
Genaro
22 de maio de 2014 1:37 pmNassif;
Mau gosto para
Nassif;
Mau gosto para escolher nomes quem tem são os pais de políticos, é só ouvir a Voz do Brasil, senado ou câmara, para conhecer algumas preciosidades como:
Piauilino, Aécio, Amazonino, Sigmaringa, Randolfe, Paudernei, Jutahi, Zenaldo,Ozanilda, Wandenkolk, Audifax , Casildo, Rosalba, etc etc .
Estes grandes políticos fazem jus ao nome que foi dado.
sds
Genaro
Álvaro Noites
22 de maio de 2014 3:21 pmE Zulaiê?
E Zulaiê?
josé nogueira
22 de maio de 2014 6:16 pmEsqueceu da dupla dinâmica
Você se lembra de Ronivon Santiago e Chicão Brígido. Além dos belos nomes receberam cheques para votar a favor da reelição de Fernando Henrique. Descobriram quem eram os corruptos mas até hoje ninguém tem ideia de quem seja o corruptor.
Ed Döer
22 de maio de 2014 1:41 pmAproveitando o nome e até
Aproveitando o assunto e até para ilustrar essa questão de popularidade de nomes durante um período de tempo, segue um mapa animado da França, mostrando anualmente o nome mais popular em cada região do país desde 1946.
Homens:
Mulheres:
anarquista sério
23 de maio de 2014 12:20 amFantástico.
Como este blog
Fantástico.
Como este blog é criativo quando um asssunto é totalmente fora de pauta vem a baila.
E Ed Döer nos ensina didaticamente de uma maneira sutil e esclarecedora.
Valeu!!!!
Anúbis.
22 de maio de 2014 2:31 pmOs genes egoístas.
Como todo primata, o homem aprende pelo exemplo.
Por isto se mata aos milhares no trânsito, dize detestar política, afirma que todos são corruptos, exceto o próprio, cultua a Democracia, desde que o resultado lhe beneficie.
Os nomes são apenas outra manifestação deste estranho tipo de vírus chamado Humanidade.
Marcelo Trindade Miterhof
22 de maio de 2014 2:34 pmminha Lola
Os nomes acabam voltando de tempos e tempos. Minha filha de 1 ano e quatro meses se chama Dolores. Na creche que ela frequenta, que existe desde 1991, nunca tinha havido outra criança com esse nome. Agora, as pessoas se recordarão, comentarão com os amigos e a constatação de que o nome é incomum incentiva algumas pessoas a escolherem para uma filha(o). Vá lá que, no caso de Dolores, as pessoas tendem a ter um certo medo da associação com a dor. Mas a dor tem poesia e tomara que por trazê-la no nome minha filha acabe aprendendo mais facilmente a lidar com as dores da vida.
Em tempo, se fosse menino o nome seria Antônio Maria…
Luis Fraga
23 de maio de 2014 2:17 amAchei lindo
Ora Marcelo,
Só de imaginar uma bebê, provavelmente muito fofa, como todos os bebês, chamada de Dolores, já passei a considerar o nome muito lindo.
Sempre me guiei também pela sonoridade do nome,para avaliar se gosto ou não. Neste caso a sonoridade é fantástica.
Pelo mesmo motivo, não gosto muito de Clotilde ou Hermengarda.
Tenho uma amiga que se chama WAILTA, grafado assim mesmo. Quando se apresentava, diante do estranahmento das pessoas, dizia…” É como o liquidificador, só que ao contrário…”
Uma mulher inteligente, sensível, trabalhadora, corajosa, bonita…enfim admirável.
Hoje considero o ome dela bonito.
Um Abraço.
Marcelo Miterhof
27 de maio de 2014 5:52 pmGracias, Luis!
Gracias, Luis!
Arthemísia
22 de maio de 2014 2:39 pmEu conheço três meninos com
Eu conheço três meninos com menos de um ano de idade chamados Heitor. Conheço Irene e Olga com menos de 50 anos e também uma Arthemísia ( rsrsrs).
Fabio !
22 de maio de 2014 2:45 pmSenhor , tenha piedade !
http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vEditoria=Brasil&vCod=122991
Casal da Paraíba batiza o filho como Facebookson
Brasil 09p1, 12 de Abril de 2012
Como muitos casais modernos, o motoboy Anderson Cerqueira e a auxiliar de escritório Janete dos Santos se conheceram por uma rede social. Os dois casaram-se e tiveram um bebê lindo, que nasceu saudável no último sábado, dia 28.
O conto de fadas contemporâneo tinha tudo para ficar no anonimato não fosse por um detalhe: os dois batizaram o bebê com o nome de Facebookson, em homenagem à rede na qual se encontraram pela primeira vez. Anderson contou que teve que ir a dois cartórios antes de conseguir registrar a criança. “Eu queria chamar de Facebook, mas eles disseram que não pode dar nome estrangeiro, então, eu coloquei Facebookson, porque eu sou Anderson”, explicou ele.
A história ganhou o mundo depois que o jornal americano Daily Bulletin (na foto, o pai com o exemplar), de Los Angeles, publicou o caso.
Nas redes sociais, o casal foi alvo de críticas. Para muitos, o episódio reforça a popularização do Facebook no Brasil. A matéria, publicada na editoria de economia, usou o caso como exemplo de como a rede de Zuckerberg está avançando inclusive no Brasil, onde o domínio do Orkut era absoluto.
Alheio a toda a polêmica, o pequeno Facebookson dormia tranquilo no colo da mãe. Resta saber se até ele ficar adulto, o Facebook ainda terá o prestígio que tem hoje.
Fonte: O Impacto
Gui Oliveira
22 de maio de 2014 3:22 pmIntervenção estatal
Sou a favor de que o Conselho Tutelar intervenha num caso destes para proteger a inocente criatura dos pais insanos.
Alessandre de Argolo
22 de maio de 2014 3:42 pmHoax
Notícia falsa.
Contestador
22 de maio de 2014 2:46 pmAcho engraçado a crítica por
Acho engraçado a crítica por escolha de nomes. Se é efeito manada ou não, não dá para julgar. Por exemplo, o nome do meu irmão caçula é Diego e quem escolheu fui eu. Na época eu tinha 7 anos e era fã do Maradona. Lembro que minha mãe estava lendo jornal quando vi uma foto de Maradona e o nome “Diego Maradona”. Foi ali que descobri que o nome dele era este e achei muito legal! Perturbei muito meus pais para chamar meu irmão de Diego. Eles atenderam minha solicitação e agora, muito provavelmente, estão sendo julgados por seguirem o “efeito manada”… hehehehe
É dar muito valor a coisas que não são relevantes…
Sem contar que meu irmão teve muita sorte, pois quando era menor ainda sempre dizia que se eu tivesse um irmão o nome dele seria Sandokan!
AlvaroTadeu
22 de maio de 2014 2:48 pmNomes marcam época, não é, Dona Elvira?
Um colega de faculdade fazia um resumo diário das novelas para defender uns trocados. Às onze da noite o motoqueiro passava e tinha de estar tudo datilografado e dentro de um envelope. Tinha um cartão para cada novela, com nome do autor, horário, época de exibição, principais atores e nomes sob os quais atuavam nos folhetins. Com muita pesquisa, conseguiu a ficha de novelas dos anos 60 e 70. Isso facilitava as coisas. O único problema, não havia vídeo cassete, tinha de assistir a todos os capítulos com um caderninho na mão. Sua mãe era professora no interior, dava aulas para crianças de oito anos na escola pública. Todo início de ano consultava os diários de classe da mãe. Bingo! Olhava os nomes das meninas e consultava o resumo das novelas de oito anos atrás. Os nomes mais comuns eram das personagens principais. Outros nomes que saíram de pauta, além do meu: Aloisio, Cláudio, Benedito, Davi, Elias, Francisco, Geraldo, Humberto, Inácio, José, Luís, Mário, Nelson, Osvaldo, Paulo, Quirino, Roberto, Silvio, Temístocles, Urbano, Válter, Ximenes, Zoroastro. Mulheres: Alice, Bernardete, Celina, Dália, Edna, Fátima, Gislene, Heloísa, ileide, Jane, Laura, Marisa, Nair, Odete, Paula, Renata, Sandra, Tatiana, Úrsula, Vera, X…(?) Yara, Zuleica.
Mas há exceções. Conheço uma linda gaúcha chamada Chana, em homenagem a uma atriz de Hollywood. O nome dela nunca esteve na moda e no Sudeste, quando ouvem o nome, homens e mulhertes arregalam os olhos.
Sergio SS
22 de maio de 2014 4:45 pmMomento relax do Blog…
Momento relax do Blog… 🙂
Impossível alguem não ter algo para contar neste assunto. Então lá vai.
Tenho filhos com nomes clássicos, curtos, fortes e bíblicos (mas sou cético): Pedro e Lucas.
Nomes bíblicos sempre são fortes, mas nunca vi Judas, Simão só o macaco, Marcos não se usa mais faz tempo, Tiago e João se mantem firmes, e mesmo Jesus ninguem se atreve a colocar como primeiro nome. Deus então, foi bastante comum vinculado a João.
Não conheço nenhum amiguinho de meus filhos, nem nunca vi qualquer moleque chamado Sérgio.
Minha octogenária Mama se chama Égler, que deveria ter sido Égle, que é nome de homem e de mulher.
Meu nome, com meus sobrenomes, formam SSS, uma bela marca… já fui até chamado aqui no blog de triplo nazista…rs
O bom é que meu nome não me denuncia como velho… por enquanto…rs.
Ribas
22 de maio de 2014 6:04 pmQuando meu filho estava para
Quando meu filho estava para nascer, menos de 10 anos atrás, eu e minha esposa avaliamos uma lista de nomes que nos pareciam interessantes. Mas discordávamos em alguns casos. Foi então que ela sugeriu o nome Vítor e eu fui buscar uma série de argumentos para mostrar que era um nome muito difundido e até que estaríamos copiando o nome do filho de uma parente ou amiga, não lembro mais. Então ela propôs que eu buscasse um que tivesse significado semelhante. Foi aí que encontrei Vicente. Logo que parentes e amigos ficaram sabendo, alguns torceram os narizes, dizendo que era nome “de adulto” ou “de velho”, seja lá o que isso signifique. Então nasceu o Vicente que é muito amado por familiares e amigos que, no mais das vezes, o tratam pelo próprio nome sem recorrer a apelidos. Talvez eu, nas longas conversas que temos diariamente, seja quem mais use outras formas para me dirigir a ele: amigão, cabeça, meu camarada, cara, etc… De qualquer forma, depois que nosso Vicente nasceu, ficamos sabendo do nascimento de mais alguns, mas parece ser um nome raro mesmo. Na escola que estuda, ele é o único.
Gui Oliveira
23 de maio de 2014 4:12 amLegal!
Parabéns, Ribas. Bonito ver pai e filho unidos de verdade. Toda sorte para você e o Vicente.
Ribas
23 de maio de 2014 6:16 pmObrigado, Gui Oliveira! Um
Obrigado, Gui Oliveira! Um grande abraço!
Nilva de Souza
22 de maio de 2014 8:20 pmPessoal ! Fiz parte da turma
Pessoal ! Fiz parte da turma que junto com a CONDEPE fez o inventário dos bens no Pinheirinho.
Era cada nome que aparecia que eu era obrigada a pedir que soletrassem. Teve uma senhora com cinco filhas cujos nomes tinham muitos Ks, Ys e Ws. mediados por Rs e Ss a perder de vista e além disso, nomes duplos. Sou incapaz de me lembrar de algum deles, kkkkkkkkkkk Levei horas escrevendo cada um e ela ainda se confundia quando soletrava. Pra que criar nomes tão estranhos.
Meu nome foi escolhido por meu pai em homenagem a uma médica que operou seus joelhos. Ele a considerava enérgica e determinada.
Em 2003 conheci uma pessoa que comentou que tinha uma tia chamada Nilva, que tinha sido médica reumatologista em hospital público e depois se formou em geografia, tendo publicado alguns livros. Curiosa, perguntei o nome e fiquei sabendo que era a médica que operara meu pai. Foi uma grande coincidência.
Somos 14, todos com nomes “normais”, com exceção de um que meu pai saiu pra registrar de Ibrahin ( apesar dos protestos do meu irmão Elias, que tinha 8 anos e não gostava do nome), e voltou com um Arivaldo, kkkkkkkkkk. O nome foi escolhido numa fila no cartório onde um japonês escolhera este nome e foi seguido por outros, rs.
Claro que o coitado foi chamado de aribu na infância, quando serviu a Aeronáutica de arioprano ou arionáutico, mas dizia que o significado grego do seu nome era Leão(Ari) que governa (valdo) e comentava que seria Brigadeiro pois todos têm nomes estranho. Formou-se em Direito, saiu de lá e dizia que seria famoso pois nossos grandes causídicos também têm cada nome que dá dó, kkkkkkkkk
Há épocas em que determinados nomes são mais comuns e desde pelo menos o final dos 90 amigos/parentes meus puseram Maria Luiza, Bento, Luiz com Z, nomes mais clássicos em famílias tradicionais.
A família do meu pai tinha a maioria dos nomes bíblicos, era enorme também,e um muito diferente pra hoje, mas que era comum naquela época, Maximiliana que era gêmea com a Mariana, a única sobrevivente, hoje com 76 anos. Eram as caçulas.
anarquista sério
23 de maio de 2014 12:32 amDesconheço algum
Desconheço algum sobrenome mais frequente do que Silva. Como tbm desconheço alguma rua que seja mais diversificada e popular do que rua Particular.
A família ”Silva’ é um movimento terapeutico que atrai milhares no Brasil.Tornou-se quase um mantra,
A tal de rua ”particular”, infelizmente, é reduto da muita ou não existência de picaretas( salve excessões de praxe)
Ao abrir a lista telefônica, ninguém ganha do sobrenome Silva.
E na lista de ruas, a tal de ”particular” ganha de goleada.
E com detalhe assombroso: ”Sem número”
Vai achar o meliante pelo endereço.Vai.
É por essas e outrras que o Brasil é diferente.
Notável!!!
tiao
23 de maio de 2014 10:50 amNas classes menos favorecidas
Nas classes menos favorecidas é muito comum nomes incrementados com ” Y,W,K e também dois L e dois N. Os pais colocam estes nomes porque acham que fica bonito.É só ver os nomes dos nossos jogadores de futebol,parece uma legião de estrangeiros. Eu particulamente acho isso horroroso.
PS: Meu nome é Sebastião,e meus pais chamam-se Mariana e Messias.
Brasileiro aguerrido
24 de maio de 2014 8:11 pmOs Totens
Antigamente, nas
Os Totens
Antigamente, nas culturas pré históricas antigas, se dava um totem para a criança logo que nascia. Se era uma criança que precisasse de muita proteção, davam um totem de um animal forte, Lobo, Leão, Urso, por exemplo.
As classes sociais menos favorecidas dão um nome sofisticado para seus filhos, na esperaça de que este o ajude a encontrar um bom emprego. Um nome estrangeiro, de origem inglesa, combinaria perfeitamente com a profissão de vendedor de automóveis por exemplo, profissão que remunera muito bem. “Vendedora Kethleen, Vendedor Jonatan, e por aí vai.
Embora isto na prática não signifique realmente certeza de sucesso, e a contratação não se oriente obrigatoriamente por este critério, a intenção de auxiliar os filhos, com “totens” fortes continua em nossa sociedade.
tiao
23 de maio de 2014 6:23 pmMaxwell,Jhonathan,Katelen,Ioh
Maxwell,Jhonathan,Katelen,Iohan,Kauê,Kauâ,Jennifer,Daphinny,Tiphanny,Clayton,Glayson,Patrick,Grazielly,Jennyffer,Kelvin,Pietro,Ryan,Bryan,Maycon,Giovanna,são todos nomes genuinamente brasileiros.Aqui na comunidade em que eu moro estes nomes são comuns.Eu particularmente acho lindo.
Sofhia
11 de julho de 2019 12:15 amNomes que acho horríveis:
Homens:Lucas,Gabriel,Miguel,Felipe,André,Leandro,Márcio,Jean,Haroldo e Carlos.
Mulheres:Rita,Valmira,Maria,Cintia,Laura,Sonia,Andrea,Irany,Jandira e Cléia.
Nomes que acho bonito
Homens:Pablo,João,Leonardo,Paulo e Jonathan
Mulheres:Veronica,Viviane,Priscila e Jennifer