A legislação eleitoral brasileira proíbe artistas e cantores de promover candidatos ou fazer pedidos de voto, de forma explícita, durante os shows, no período de propaganda eleitoral. Mas o Rock in Rio deste ano não evitou a livre e garantida manifestação política, com expressões, principalmente, da plateia contra Jair Bolsonaro e pró-Lula nestes dias de festival.
Multas no Lollapalooza
O primeiro alarme contra artistas de se manifestarem durante este período eleitoral ocorreu em março, quando as cantoras Pabllo Vittar e Marina foram multadas, após manifestações no festival Lollapalooza.
Durante o seu show, a cantora Pabllo desceu na plateia e pegou uma toalha com o rosto de Lula e levantou para o público. Marina xingou Jair Bolsonaro durante a sua apresentação.
As duas foram multadas em R$ 50 mil por propaganda de cunho político-partidária em benefício de possível candidato e em detrimento de outro candidato.
Rock in Rio político
Com as recentes multas, a edição do Rock in Rio deste ano carregava uma espécie de censura velada aos artistas de suas manifestações políticas – estas, sim, asseguradas pela Constituição – pela possibilidade de serem interpretadas como propaganda a determinado candidato.
Ainda assim, artistas e o público furaram a censura e conseguiram se manifestar em todos os sete dias do festival.
Entre os destaques, a banda Gilsons, sem palavras ou pedidos de voto explícitos, tocou com a guitarra o jingle reconhecido da campanha de Lula “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”.
No show do Criolo, no dia 03 de setembro, foi o público que entoou o coro “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c.”, o que fez o cantor interromper a música para somente escutar a plateia. Em seguida, pediu “que esse sentimendo ouvido ajudasse a criar um novo amanhã”.
Emicida também deixou espaço para a plateia gritar “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c.”, disse que estava “difícil ouvir o que vocês estão dizendo”, fazendo o público gritar ainda mais alto, e emendou: “obrigado, vocês são f., dia 2 de outubro, por favor, faça isso na urna”.
No dia 10, Maria Rita se apresentou com um longo vestido vermelho, puxou uma roda de samba com “Democracia” escrita no telão, e após o público gritar “Ele, Não”, rebatia cantando “Não, não”.
A cantora Ludmilla também se manifestou e pediu para a plateia fazer o “L” de Lula: “Faz o L, faz o L!”.
Até Ivete Sangalo disse que “o novo tempo está chegando” e, ao final do show, afirmou que “dia 2 vamos mudar tudo”.
Rui
12 de setembro de 2022 7:46 pmTem uns evangélicos aqui em casa, tentando vender não sei se Jesus Cristo ou Bolsonaro. Eu não estou lhes dando ouvidos. Estou pensando aqui como muitos cristãos de araque, pois o cristão que apoia Bolsonaro ou é ignorante sobre as escrituras ou tenta enganar a população, pois na Biblia está escrito:
“Então, numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos”.
Ora, o Messias Bostonaro só engana quem acredita em Deu$. Um $ujeito cujo lema é “Deus acima de tudo, Brasil acima de todos” cujo Ministro da Economia diz, justificando que o Brasil e torne um grande puteiro, pois assim se ganha mais dinheiro:
“Tem problema nenhum. São bilionários, são milionários. Executivo do mundo inteiro. O cara vem, fazem convenções. O turismo saiu de cinco milhões em Cingapura pra 30 milhões por ano. O Brasil recebe seis. Uma pequena cidade recebe 30 milhões de turistas. O sonho do presidente de transformar o Rio de Janeiro em Cancún lá, Angra dos Reis em Cancún. Aquilo ali pode virar Cancún rápido. Entendeu? A mesma coisa aí Es… é, Espanha. Espanha recebe 30, 40 milhões de turistas. Isso aí é uma cidade da Ásia. Macau recebe 26 milhões hoje na…na China. Só por causa desse negócio. É um centro de negócios. É só maior de idade. O cara entra, deixa grana lá que ele ganhou anteontem. Ele deixa aquilo lá, bebe, sai feliz da vida.
Atrapalha ninguém. Aquilo não atrapalha ninguém. Deixa cada um se foder. Ô Damares, Damares, o presidente fala em liberdade. Deixa cada um se foder do jeito que quiser. Principalmente se o cara é maior, vacinado e bilionário. Deixa o cara se foder, pô!”
Nenhum crente repreendeu o Paulo Guedes por isso. São falsos profetas.
O Presidente crente em Deus acima de tudo, diz que só não estupra uma parlamentar porque ela não merece, por ser muito feia. Afirma que usa o dinheiro do auxílio moradia para ‘comer gente”; que faz sinal de arminha com as mãos, que diz que favelado tem que ser morto e que os policiais assassinos devem ser condecorados e não punidos; que não se importa que muitos morram de covid, não engana ninguém, nem o mais burro dos fiéis. Esses Malafaias não acreditam em Deus, acreditam no dinheiro.
Dizem “Deus acima de tudo, Brasil acima de todos” mas não se importam com a Amazônia, ao contrário, deixam a boiada passar e se alegram com as queimadas. São um bando de trouxas enganando outro bando de trouxas
Anônimo
13 de setembro de 2022 10:52 amUAU como tu descobriu tudo isso?