Jornal GGN – A expressão “Internet das Coisas” é uma referência a um estado em que equipamentos cotidianos de uma residência, por exemplo, são inteligentes e funcionam conectados à Internet.
Em relação a esse cenário, que está cada mais vez mais perto de acontecer, a maioria dos usuários temem problemas de segurança – principalmente violações de dados e infecção por vírus e malwares. Nos Estados Unidos, 61% dos usuários teme por esse tipo de problema em uma situação em que basicamente tudo estará conectado à grande rede.
O dado é resultado de pesquisa feita em onze países pela empresa Fortinet, líder mundial em segurança de rede de alta performance. Foram ouvidos usuários nos EUA, Austrália, Índia, Reino Unido, África do Sul, Malásia, Alemanha, França, Itália, Tailândia e China. A pesquisa, intitulada “Internet das Coisas: Lar Conectado”, mostra também, por outro lado, que os internautas estão dispostos a usar esse tipo de tecnologia, apesar dos riscos.
A“Internet das Coisas” deve movimentar, segundo o IDC, o montante de US $7.1 trilhões até 2020, segundo explica John Maddison, vice-presidente de marketing da Fortinet. “O grande mérito da Internet das coisas conectadas em casa irá ocorrer para aqueles que possam fornecer um equilíbrio de segurança e privacidade em relação a preço e funcionalidade”, diz. A pesquisa foi concluída este mês, e ouviu 1,8 mil usuários com conhecimento em tecnologia e questões relacionados ao assunto.
Pelo menos 61% dos entrevistados acredita que um lar totalmente conectado é “extremamente provável” se tornar uma realidade nos próximos cinco anos. A estimativa é maior na China, onde 84% dos entrevistados acreditam na afirmação. Veja, a seguir alguns números da pesquisa feita pela Fortinet.

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