Fux empurra para depois do recesso ações para que Lira analise impeachment

O PDT entrou com ação no STF alegando a existência de mais de 120 pedidos de afastamento de Bolsonaro pendentes, e que esta demora em analisar os pedidos, por parte de Lira, viola o regimento interno da Câmara.

O ministro Luiz Fux, durante a segunda parte da sessão de hoje (23) para julgamento sobre a validade da prisão em segunda instância do Supremo Tribunal Federal (STF).

Jornal GGN – O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, derrubou o caráter de urgência em ações que pedem à Corte que determine a Arthur Lira, presidente da Câmara, a avaliação imediata dos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. Fux está no plantão do STF durante o recesso do Judiciário, que vai até agosto.

O PDT entrou com ação no STF alegando a existência de mais de 120 pedidos de afastamento de Bolsonaro pendentes, e que esta demora em analisar os pedidos, por parte de Lira, viola o regimento interno da Câmara. O regimento determina que denúncias contra o presidente devem ser lidas na sessão seguinte à apresentação e que se forme uma comissão para analisar o assunto.

Fux entendeu que não existe razão para analisar o caso no recesso. Assim, o tema vai ser avaliado por Nunes Marques, relator da matéria, após o recesso. O presidente do STF não vê a urgência necessária para o caso entrar na pauta do plantão.

As sessões no STF serão retomadas em 2 de agosto.

Com informações do Correio Braziliense.

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