Jornal GGN – A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia em 2014 segue em queda. O prognóstico para o avanço do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano caiu pela 13ª semana consecutiva, passando de 0,79% para 0,70%, segundo dados divulgados pelo relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central. Para 2015, a expectativa é um crescimento de 1,2%, mantido inalterado há duas semanas seguidas.

Para a produção industrial, a projeção de retração permanece estável em 1,76%. No próximo ano, as instituições financeiras esperam por recuperação da produção industrial, com crescimento de 1,70% – o indicador não sofre mudanças há cinco semanas.
O superávit da balança comercial brasileira neste ano subiu de US$ 2 bilhões na semana passada para US$ 2,50 bilhões, enquanto a variação para 2015 foi mantida em US$ 8 bilhões.
A projeção para a cotação do dólar para o final deste ano segue estável em R$ 2,35 pela quinta semana consecutiva, com a média mantida em R$ 2,29 pela sétima semana. Quanto aos dados para 2015, o fechamento seguiu em R$ 2,50 pela décima segunda semana consecutiva, ao passo que a média ficou estável em R$ 2,44 pela terceira semana seguida.
As instituições financeiras também mantiveram a projeção para a taxa Selic, ao final de 2014, no atual patamar de 11% ao ano, enquanto a média seguiu em 10,91% pela décima segunda semana seguida. Para o fim de 2015, a expectativa subiu para 12% ao ano, ante 11,75% na semana anterior.
Quanto a dívida líquida do setor público, o percentual do PIB estimado para o fim deste ano subiu pela segunda semana consecutiva, de 34,89% para 34,99% do PIB. A variação para 2015 foi mantida em 35% do PIB pela décima semana.
O déficit em conta corrente estimado para o fim deste ano foi ajustado pela segunda semana consecutiva, de -US$ 81,65 bilhões para -US$ 81,90 bilhões. Os números para 2015 passaram de -US$ 75,95 bilhões para -US$ 75 bilhões.
O volume de investimento estrangeiro direto que os analistas estimam para 2014 foi mantido em US$ 60 bilhões pela vigésima semana, ao passo que os números para 2015 foram mantidos em US$ 56 bilhões.
O percentual dos preços administrados para 2014 aumentou de 5,05% para 5,10%, enquanto a variação para 2015 manteve-se em 7% pela segunda semana seguida.
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