21 de maio de 2026

Custo da construção registra segunda menor taxa do ano

Preços atingem 0,58% em agosto, segundo IBGE; dados foram afetados pela desaceleração dos custos dos materiais e da mão-de-obra
Foto: Mark Potterton on Unsplash

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) referente a agosto atingiu 0,58%, caindo 0,90 ponto percentual em relação à taxa de julho (1,48%) e registrando sua segunda menor variação no ano, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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Com isso, o acumulado nos últimos doze meses ficou em 13,61%, resultado pouco abaixo dos 14,07% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. De janeiro a agosto, o acumulado fechou em 9,74%.

Ao todo, o custo nacional da construção, por metro quadrado, foi de R$ 1.661,85 em agosto, sendo R$ 994,67 relativos aos materiais e R$ 667,18 à mão de obra. Em julho, o custo nacional fechou em R$ 1.652,27.

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A parcela dos materiais apresentou taxa de 0,69%, registrando queda tanto em relação ao mês anterior (1,38%), como a agosto de 2021 (1,62%), 0,69 e 0,98 pontos percentuais respectivamente.

Já a mão de obra apresentou taxa de 0,42%, uma retração de 1,20 pontos percentuais em relação a julho (1,62%), apesar dos acordos coletivos firmados no período. Comparando com agosto do ano anterior (0,08%), houve alta de 0,34 ponto percentual.

 De janeiro a agosto de 2022, os acumulados fecharam em 9,31% (materiais) e 10,38% (mão de obra). Os acumulados em doze meses ficaram em 14,76% (materiais) e 11,90% (mão de obra).

Por conta dos acordos coletivos firmados em Rondônia e Amazonas, a região Norte ficou com a maior variação regional em agosto: 1,43%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,22% (Nordeste), 0,49% (Sudeste), 0,72% (Sul), e 1,08% (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.645,35 (Norte); R$ 1.549,97 (Nordeste); R$ 1.732,44 (Sudeste); R$ 1.729,30 (Sul) e R$ 1.676,13 (Centro-Oeste).

Com alta na parcela de materiais e reajuste observado nas categorias profissionais, Rondônia foi o estado com a maior variação mensal, 5,67%, seguido pelo Amazonas (3,19%), sob as mesmas condições.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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