5 de junho de 2026

Especialistas analisam resultado do encontro de Báli

Clique aqui e encaminhe suas perguntas que poderão ser lidas e respondidas ao vivo durante o programa Brasilianas.org desta segunda-feira
 
O encontro da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Báli, realizado entre os dias 03 e 08 de dezembro, culminou na realização do primeiro acordo em 15 anos. O pacote “Doha Light” tem três vertentes: ajudar no desenvolvimento de nações mais pobres com a isenção crescente das tarifas alfandegárias para esses países, o compromisso de reduzir os subsídios às exportações na agricultura, e a redução de burocracias nas fronteiras para facilitar os intercâmbios comerciais.
 
Especialistas estimam que o acordo representará um aumento de US$ 1 trilhão na economia mundial. Por outro lado, o pacote recebeu críticas por não representar, necessariamente, nenhum avanço sério. Para debater esses fatores e, principalmente o papel do brasileiro Roberto Azevêdo, à frente da direção da OMC, o apresentador do programa Brasilianas.org, Luis Nassif, receberá nesta segunda-feira, às 20h, na TV Brasil, o livre-docente em Direito Internacional e Diretor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Umberto Celli, o coordenador de Graduação e Pós-Graduação em Relações Internacionais do Ibmec, José Luiz Niemeyer e o doutor em ciências políticas e diretor acadêmico das Faculdades Integradas Rio Branco, Alexandre Uehara.
 

Foto: Arquivo MRE
Onde sintonizar a TV Brasil:
 
UHF Analógico Canal 62 (SP)
UHF Digital Canal 63 (SP)
VHF Canal 2 (RJ), (DF) e (MA)
Net – Canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA)
Sky-Direct TV – Canal 116
TVA digital – Canal 181
 
Ou assista pela internet: www.tvbrasil.ebc.com.br

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5 Comentários
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  1. Marcos Chiapas

    16 de dezembro de 2013 9:15 pm

    Nada é por acaso

    Esse brasileiro não chegou aí por acaso, é louco de esperto. Levou todo mundo prá Bali e saiu de lá com um acordo marromenos.

    Quem não fecha negócio em Bali, não fecha mais em nenhum lugar do mundo. 

  2. junior50

    16 de dezembro de 2013 9:29 pm

    19 anos

     1. Pode ser considerada uma vitória de Roberto Azevedo a recondução da India as negociações sobre a segurança alimentar ?

     2. A discussão sobre os serviços irão demorar mais 19 anos ?

     3. É certo afirmar que a redução das burocracias alfandegarias representarão uma redução global de custos de US$ 1,0 Trilhão ?

     4. O Brasil pode acionar a Argentina no ambito das resoluções do Bali Package, referente a burocracia alfandegaria irresponsavel ,de nosso amado “parceiro” do Mercosul ?

  3. Stanilaw Calandreli

    16 de dezembro de 2013 10:47 pm

    Vira latas

    O vírus do complexo de vira lata já contaminou o ambiente.

  4. Luiz Carlos Fabbri

    17 de dezembro de 2013 12:06 am

    Brasilianas
    Caro Nassif

    Os convidados, com o seu aval aparentemente, distorceram o sentido de Bali e rumaram para uma visão claramente ooposicionista, valorizando os acordos bilaterais e com as grandes potências re restringindo o regionalismo sul-americano a uma estreita visão de comércio exterior: um festival de pensamento único e de celebração do neoliberalismo. O que está em jogo, o que está colocado de novo é a possibilidade da construção do multilateralismo e de um novo papel da OMC.

    Além disso, nenhuma avaliação foi feita sobre os acordos bilaterais, como o do México, e o risco de uma hegemonia retrógrada das grandes potências.

    Enfim, não gostei do programa, pela primeira vez, e fico aguardando outro, mais esclarecedor, sobre a matéria.

    Abraço
    Fabbri

    1. Joelson Dantas

      17 de dezembro de 2013 3:42 am

         Só para ilustrar um

         Só para ilustrar um comentário “tendencioso e subliminar” do participante do IBMEC, por sinal extremamente cético quanto aos acordos no âmbito da OMC, sobre nossos futuros presidenciáveis e seus conhecimentos em relação à política externa: ” Dilma parece preocupada com a agenda interna e despreocupada com a externa; Marina e Eduardo não entendem de política externa”. A omissão, ao meu ver proposital, de Aécio Neves deixa nas entrelinhas a impressão desse ser o único com capacidade e interesse pela política externa.

          Enfim, pode parecer teoria da conspiração, mas foi a impressão que tive. Deixo claro que não votarei em Dilma nas próximas eleições, no entanto, achei meio estranho tanta insignificância atribuída à vitória de Roberto Azevedo junto à OMC.

         Em alguns pontos eu concordei com os comentaristas. O governo está realmente meio perdido no que tange à política externa, as ações são pontuais e descontinuadas.

       

       

       

       

       

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