O Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) manteve em 5,50% o teto da taxa básica de juros norte-americana, em decisão que ficou dentro daquilo que analistas esperavam.
Logo após a reunião, o FOMC (Comitê de Política Monetária, na sigla em inglês) divulgou um comunicado que foi interpretado com mais ‘hawkish’ (focada em um controle mais rigoroso da inflação) ante o documento anterior.
Segundo Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital, essa percepção se deu por conta de uma única mudança, “que reforça a percepção de que os ganhos de emprego permanecem forte sem a menção de abrandamento contida no comunicado anterior”. Todos os demais pontos do documento formam mantidos inalterados.
“O texto idêntico ao anterior reforça a conjuntura desafiadora para a instituição, que evidencia melhorias em termos inflacionários, mas reconhece que a dinâmica econômica não permite o esmorecimento da política monetária”, pontua a economista.
Diante disso, a economista diz que o Federal Reserve deve manter a taxa básica de juros do país no atual patamar durante o primeiro semestre deste ano, com a possibilidade de o primeiro corte ser realizado na reunião programada para julho.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
21 de março de 2024 1:37 pmEnquanto os investidores acreditarem na pseudo segurança do dólar como ativo seguro, os EUA podem continuar fabricando os mesmos sem nenhuma preocupação com o tamanho da sua dívida. O Problema é que está começando a despontar um crescente números de paises que já estão fazendo intercâmbio com as suas própias moedas. O sinal de perigo surgirá quando a crise entrar na fase de BANG BANG, ou seja, quando os que tiverem informações previlegiadas começarem a sacar primeiro. Para os demais. restará o consolo de acreditarem que dormirão o sono dos justos em cima de um colchão de dólares e ao despertarem se depararem com uma pilha de dólares furados.