20 de junho de 2026

PIB cresce 1,1% no primeiro trimestre e economia chega a R$ 3,3 trilhões

Economia mostra recuperação moderada no início de 2026, impulsionada pelo agro, petróleo e consumo interno
Foto de Daniel Dan via pexels.com

PIB brasileiro cresceu 1,1% no 1º trimestre de 2026, com economia movimentando R$ 3,3 trilhões, segundo IBGE.
Agropecuária cresceu 2%, indústria 1% e serviços 0,5%; safra recorde de soja impulsionou o setor agrícola.
Consumo das famílias subiu 1%, investimentos avançaram 3,5%; exportações caíram 1,7%, importações cresceram 4,4%.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro l cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos três meses anteriores, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em valores correntes, a economia brasileira movimentou R$ 3,3 trilhões no período.

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O resultado foi positivo nos três grandes setores da economia: agropecuária (2%), indústria (1%) e serviços (0,5%). Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, o crescimento foi de 1,8%. Já no acumulado dos últimos quatro trimestres, o avanço do PIB chegou a 2%.

O setor agropecuário teve o maior impacto no desempenho do trimestre, impulsionado principalmente pela safra recorde de soja. Segundo o IBGE, condições climáticas favoráveis e expansão da área plantada ajudaram a elevar a produção em 4,8% na comparação anual.

Na indústria, o destaque ficou com a atividade extrativa mineral, que avançou 3,6%, puxada pela extração de petróleo e gás natural. A construção civil também apresentou crescimento relevante, de 2,9%. Em contrapartida, o segmento de eletricidade, gás, água e saneamento registrou queda de 0,3%.

Responsável por cerca de 70% da economia nacional, o setor de serviços cresceu 0,5% no trimestre. As maiores altas ocorreram em informação e comunicação (2,4%) e atividades imobiliárias (1,2%). Já os segmentos de transporte e atividades financeiras tiveram retração.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1%, em ritmo próximo ao do PIB, tornando-se um dos principais motores da economia no período. Os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), avançaram 3,5% após terem recuado no trimestre anterior.

No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 1,7% em relação ao quarto trimestre de 2025, enquanto as importações cresceram 4,4%.

Na comparação anual, o destaque positivo ficou novamente com as indústrias extrativas, que avançaram 13,1%, além dos serviços de informação e comunicação, com alta de 7,6%.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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1 Comentário
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  1. Marcio

    29 de maio de 2026 4:27 pm

    DÁ-LHE JOÃO!!!

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