O governo federal lançou o Programa Move Brasil, uma iniciativa que destina R$ 10 bilhões em linhas de crédito com juros reduzidos para a compra de caminhões com o objetivo de renovar a frota, estimular a indústria nacional e promover a eficiência logística.
A oferta de crédito foi oficializada em cerimônia que contou com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
Renovação da frota com foco econômico e ambiental
O programa federal busca incentivar a substituição de caminhões antigos — que poluem mais e têm menor eficiência energética — por veículos novos e seminovos com critérios técnicos de sustentabilidade e conteúdo local, conforme definidos em portaria do MDIC e regra do Conselho Monetário Nacional (CMN). Desse total, R$ 1 bilhão está reservado exclusivamente para caminhoneiros autônomos e cooperativas.
Segundo o governo, a iniciativa visa não apenas a redução da emissão de poluentes e melhora da segurança nas rodovias, mas também segurar empregos e estimular a indústria e o comércio nacional — setores que enfrentaram retração nos últimos anos e buscam sinais de recuperação econômica.
Condições de financiamento
As operações de crédito — operadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) — terão taxas de juros anuais que variam entre 13% e 14%, dependendo do risco do mutuário, com prazo de até cinco anos e carência de até seis meses. Os financiamentos podem chegar a R$ 50 milhões por beneficiário e contar com cobertura de até 80% pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI).
O programa prevê contrapartidas, como a exigência de desmonte de veículos antigos (com mais de 20 anos de uso) entregues em troca do novo financiamento — uma tentativa de retirar de circulação caminhões obsoletos e poluentes, alinhada às diretrizes ambientais e de conteúdo local.
emerson57
8 de janeiro de 2026 8:16 pmTremenda burrice terceiro mundista.
Com esses e outros caraminguá daria para fazer a fábrica nacional de caminhões. (Fenemê?)
Paquistão, Bangladesh, Afeganistão, Filipinas, Camboja terão a sua fábrica antes da nossa.
Seremos os líderes do atraso! Fabricado pelo dinheiro do povo.