23 de junho de 2026

Sindicato cobra proteção a bancários na crise do Banco Master

Entidade critica falta de transparência e defende proteção aos 515 funcionários do banco e aos 756 trabalhadores do Will Bank
Arte: Reprodução Sindicato dos Bancários de SP

1- Sindicato dos Bancários cobra transparência do Banco Master em meio a crise. Funcionários preocupados com falta de comunicação oficial.

2- Sindicato defende direitos dos trabalhadores do Will Bank, subsidiária do Master. Reivindica reintegração de demitidos e estabilidade.

3- Entidade busca proteção dos empregos e cumprimento da Convenção Coletiva. Negociações incluem PPR e garantias para funcionários ativos e desligados.

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O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região cobrou nesta semana transparência e garantia de direitos diante da crise que envolve o Banco Master. A entidade afirma que não recebeu qualquer comunicação oficial da instituição sobre os desdobramentos recentes, o que aumenta a insegurança entre os 515 funcionários do banco.

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Em nota oficial, o sindicato defende que nenhum trabalhador pode ser penalizado por decisões da gestão. A entidade também acompanha possíveis impactos sobre os 756 empregados do Will Bank, subsidiária do Master, que podem ser afetados conforme evoluem as negociações e investigações relacionadas ao grupo.

O sindicato relembra ainda as demissões em massa ocorridas ao longo do ano — 86 funcionários foram dispensados sem aviso prévio — e reforça que segue cobrando a reintegração dos desligados, além de assistência jurídica para casos que envolvem estabilidade e tratamento de saúde.

Segundo a entidade, a liquidação ou reestruturação do banco não pode resultar em perda de direitos ou cortes adicionais. A defesa é por “soluções que protejam o emprego e garantam o cumprimento integral da Convenção Coletiva da categoria”.

Nos últimos meses, o sindicato conquistou avanços parciais, como o pagamento da 13ª cesta-alimentação e a garantia de continuidade do plano de saúde para demitidos em tratamento. Permanecem em negociação temas como o pagamento de PPR a trabalhadores ativos e desligados.

A entidade acompanha ainda os efeitos de investigações que atingem o Master, como a Operação Carbono Oculto, reforçando que os funcionários “não podem ser responsabilizados por atos da gestão”.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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