4 de junho de 2026

Vendas no varejo sobem 0,5% e setor mantém trajetória positiva

Foto de Kampus Production via pexels.com

Vendas do varejo cresceram 0,5% em outubro, com alta em 7 dos 8 setores pesquisados pelo IBGE. Comparado a outubro de 2024, setor varejista avançou 1,1%, mantendo crescimento anual de 1,5%. Setores com maior alta incluem informática, farmacêuticos, móveis e supermercados; vestuário caiu 3,3%.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

As vendas do comércio varejista registraram alta de 0,5% em outubro, na passagem mensal, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Embora moderado, o desempenho confirma o movimento de recuperação gradual do consumo das famílias em um cenário ainda marcado por juros elevados e perda de fôlego da renda real.

Na comparação com outubro de 2024, o setor cresceu 1,1%. O resultado mantém o varejo no terreno positivo tanto no acumulado do ano (1,5%) quanto nos últimos 12 meses (1,7%), indicando estabilidade mesmo diante das pressões macroeconômicas que atravessam 2025.

Crescimento disseminado entre os segmentos

O avanço de outubro foi relativamente disseminado: sete dos oito setores pesquisados registraram aumento no volume de vendas. Entre eles, ganharam tração:

  • equipamentos e material de escritório, informática e comunicação;
  • combustíveis e lubrificantes, beneficiados pela normalização da demanda;
  • móveis e eletrodomésticos;
  • artigos farmacêuticos e de perfumaria;
  • livros e papelaria;
  • outros itens de uso pessoal;
  • supermercados, que seguem como o principal amortecedor do desempenho geral.

A única queda ficou por conta do setor de tecidos, vestuário e calçados, cuja recuperação no ano tem oscilado conforme a renda disponível das famílias.

Setor cresceu 1,1% na comparação com 2024

Dados do IBGE destacam o aumento de 1,1% no volume de vendas do comércio na comparação com o mesmo mês do ano passado.

O setor registrou crescimento em seis das oito atividades pesquisadas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,1%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (5,7%), Móveis e eletrodomésticos (3,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,0%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,9%) e Hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,3%).

A única variação negativa nesta comparação foi no setor de Tecidos, Vestuário e Calçados (-3,3%), enquanto o setor de Combustíveis e lubrificantes mostrou estabilidade nesta comparação (0,0%).

No comércio varejista ampliado, Veículos, motos, partes e peças caiu 4,3% em relação a janeiro de 2024, Material de Construção teve queda de 3,9%. As vendas do setor de Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 1,9%.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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