22 de maio de 2026

“Para ser pátria amada não pode ser pátria armada”, diz arcebispo de Aparecida

Durante sermão por ocasião do Dia de Nossa Senhora Aparecida, Dom Orlando Brandes ainda afirmou que é preciso cultivar o amor, acabar com o ódio, fake news e corrupção
Reprodução

da Revista Fórum

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por Marcelo Hailer

Durante o sermão por ocasião do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado nesta terça-feira (12), o arcebispo de Aparecida Dom Orlando Brandes, de forma indireta, fez críticas a Bolsonaro e usou o slogan do governo – “Pátria Amada” – para afirmar que para ser “pátria amada não pode ser pátria armada”.

“Para ser pátria amada, seja uma pátria sem ódio. Para ser pátria amada, uma república sem mentira e sem fake news. Pátria amada sem corrupção. E pátria amada com fraternidade. Todos os irmãos construindo a grande família brasileira”, disse Dom Orlando Brandes.

O arcebispo também falou sobre os povos indígenas e negros durante o sermão. “Vou pedir que cada um de nós abrace o Brasil, abrace o nosso povo, a começar pelo povo mais marginal, vamos abraçar nossos índios, primeiro povo dessa Terra de Santa Cruz, vamos abraçar os negros que logo vieram fazer parte desta terra, vamos abraçar os europeus que aqui chegaram.”

Além disso, o religioso também prestou solidariedade às mortes da pandemia. “Nestes dias o Brasil está enlutado pelas 600 mil mortes”, lamentou.

Os ministros da Cidadania, João Roma, e da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, acompanharam a cerimônia.

Redação

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1 Comentário
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  1. ze sergio

    12 de outubro de 2021 3:52 pm

    CNBB nunca se solidarizou com os 100.000 Assassinatos de Brasileiros que são mortos como gado, sem o Direito de se defenderem, sacrificados por 40 anos da Indústria da Bandidolatria que chegou junto com a farsante Redemocracia. Vejam a explosão dos números de Criminalidade e Assassinatos a partir da década de 1980 com a chegada dos Partidos Socialistas ao Poder?

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