4 de junho de 2026

Alckmin desconta dias de professores em greve

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Jornal GGN – O Governo de São Paulo está descontando dos professores da rede estadual os salários dos dias em que eles estiveram em greve. Os holerites começaram a chegar e confirmaram o que os professores já sabiam: o governador Geraldo Alckmin não abonou as faltas motivadas pela luta por mais direitos trabalhistas.

Os descontos ainda são referentes ao mês de março, quando começou o movimento grevista. Em 1º de abril, a Justiça negou o pedido do Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) de tutela antecipada contra os cortes nos salários.

Um professor que se ausentou por 19 dias das salas de aula teve um desconto de R$ 1,4 mil. Outro que faltou dez vezes viu um corte de R$ 563.

Hoje, quinta-feira (7), o Tribunal de Justiça vai fazer uma audiência de conciliação e julgar o dissídio coletivo.

Ontem, o governador deu uma coletiva no Palácio dos Bandeirantes e disse que, se pagasse integralmente os salários, não estaria cumprindo com suas obrigações. “O governo não faz o que quer, não tem essa liberalidade, não tem sentido isso. Quer dizer, dá aula, tem frequência, não dá aula não tem frequência. Como é que vai dar frequência pra quem não deu aula? Isso é prevaricação”, afirmou.

Ele argumentou que o Estado paga 26% acima do piso salarial do País, e disse que a greve não tem sentido porque existe diálogo. “O governo, claro que podendo, quer dar o máximo”, disse. Na prática, por outro lado, o governo cortou tudo que foi possível, com respaldo da Justiça e passando por cima dos direitos trabalhistas.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já proferiu decisões indicando que não é correto descontar salários de servidores, se as greves não forem consideradas ilegais pela Justiça.

Alckmin afirmou que a adesão à greve é de 2,1% para os professores do período da manhã e 1,9% para os do período da tarde. Ele disse que os alunos estão tendo aula porque os professores titulares estão sendo substituídos por eventuais.

Com informações do G1

Redação

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22 Comentários
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  1. DanielQuireza

    7 de maio de 2015 3:03 pm

    Qual o problema, ganham

    Qual o problema, ganham salários gigantescos hora !!

    o pessoal do judiciária deveria reclamar e pedir equiparação aos salários dos professores !!

    1. Alan Souza

      7 de maio de 2015 3:29 pm

      Hã… É ironia?

      Só uma dúvida mesmo…

  2. Alan Meira

    7 de maio de 2015 3:11 pm

    Agora é só contar os contra-cheques

    Escolha infame do Alckmin. Agora basta contar quantos terão o soldo descontado para sabermos quantos professores o Geraldo considera em greve, será que são menos de 2% mesmo?

  3. aleminas

    7 de maio de 2015 3:38 pm

    TEFLON 100% É UMA DILICIA

    Né, governador? O Sr pode falar o que quiser, fazer o que quiser. A proba imprensa paulistana fica quietinha … chiuuuu.  (por isso ela está em coma… o padre tá quase chegando para dar a “extrema-unção)

     

     

     

  4. RSF

    7 de maio de 2015 3:42 pm

    É Isso Mesmo Governador.

    Faz muito bem o governador. SEM TRABALHO…

     

    Resultado de imagem para greve de professores charges

  5. Ruy Messi

    7 de maio de 2015 3:45 pm

    Greve e descontos?

    Ora, ora, mas se o Alckmin publicamente declara a toda mídia diariamente que não existe greve, como pode então fazer descontos dos dias parados? Que incoerência governador, então há greve! A mentira possui perna curta!

  6. José Abrantes Gonçalves

    7 de maio de 2015 3:59 pm

    Não entendi

    Se não existe greve segundo o governador. Vai descontar de quem e o quê?

  7. Marcos Antônio

    7 de maio de 2015 4:09 pm

    E o valor da tarifa da água

    E o valor da tarifa da água batendo nas costa de São Pedro!

    É duro…

    Como será o pós-greve?

    Como remotivar os professores?

    Como MANTER AS PESSOAS ENGANJADAS NA EDUCAÇÃO?

    Valorização da Magistratura!

    Uma utopia?

  8. emerson57

    7 de maio de 2015 4:46 pm

    uè?

    Mas não era esse mesmo governador que dizia não haver greve?

    Se não houve greve ele vai descontar os dias porque e de quem?

  9. jc.pompeu

    7 de maio de 2015 4:52 pm

    “Alckmin desconta dias de

    Alckmin desconta dias de professores em greve

    governador alckmin, dentro do pacote fechado de maldades da dinastia tucana paulista, deveria aproveitar o bonde do b.o. não justificado e, além de cortar o ponto dos professores grevistas, cortar também a água deles! 

    vai sobrar mais água pra nóis!

  10. oneide

    7 de maio de 2015 5:00 pm

    Receber por dias parados não é greve, são férias.

    Quando um trabalhador faz uma greve, num comércio e numa fabrica o que ele esta fazendo?

    Ele esta tentando causar um prejuizo econômico ao patrão, para que o patrão possa ceder a suas reinvidicações e ai ele poder voltar a trabalhar.

    No caso do servidor publico não tem patrão, o prejudicado na verdade não é o governo  e o povo brasileiro, e eu não quero proibir que haja  greve pelo contrário. O que não é possivel é alguém  fazer 9 dias de greve e receber por dias parados porque ai deixa de ser greve e passa a ser férias.

     

     

    1. Wellington Ferreira de Jesus

      7 de maio de 2015 6:15 pm

      Você apareceu

      Aí Oneidão, recebeu os 70.000! E troll!!! Auto insira na cloca! Se não conseguir pode chamar que eu insiro prá você!!

    2. Andre B

      8 de maio de 2015 12:29 am

      quem não tem patrão é autonomo ou escravo…

      Ai oneide, professor faz falta mesmo. Você nem sabe o significado da palavra patrão: professor recebe um salário alguém paga, quem paga é o patrão. Trabalhador que não tem patrão ou é trabalhador autonômo, ou desempregado. Ah, escravo também não tem patrão, tem dono. Será que é isso que você quis dizer: funcinário público é escravo???

  11. Jorge Luis

    7 de maio de 2015 5:19 pm

    Perai! Tem greve ou não tem?

    Perai! Tem greve ou não tem? Para descontar os dias parados o governo não precisa pedir à justiça que declare a greve ilegal? Isso foi feito? Mas como pedir a liegalidade de uma greve que não existe?

    1. Fabio SP

      7 de maio de 2015 7:07 pm

      Então, se não existe greve e

      Então, se não existe greve e o professor não comparece para dar aula, ele recebe?

  12. Maria Luisa

    7 de maio de 2015 5:39 pm

    Quanto cinismo.

    E o risinho de odio de canto de labios?! Os professores paulistas estão… e mal pagos. E vão continuar assim enquanto continuarem a eleger o PSDB para comandar SP. Claro que quem pago o alto preço mesmo é a juventude, as crianças, as escolas desmontadas, o ensino meia-boca. E aposto como a maioria não vota em Fernando Haddad, que ja tem apelido em Sampa, de Maldad. Coitadinhos, tão inocentes, né, enquanto isso levam chicotinho ha mais de dez anos no lombo dos governos tucanos. 

  13. Válber Almeida

    7 de maio de 2015 5:44 pm

    É um modus operandi do PSDB:

    É um modus operandi do PSDB: no Pará, o governador tucano com seu secretário de Educação, o Helenilson Pontes, um político e burocrata fracassado, fez o mesmo com os professores em greve, descontando as faltas de greve dos seus salários após adiar por uma semana o pagamento dos mesmos. Não adianta, o PSDB perdeu totalmente o respeito pelos direitos das pessoas, pelas ações civilizatórias e é por isso que precisa fomentar a barbárie política e ideológica, foi o que lhe restou de bandeira e programa políticos.

  14. Italo

    7 de maio de 2015 5:58 pm

    Qual o problema?

    Qual o problema de descontar salários?

    Não foi o Lula que disse que na época que era metalúrgico as horas paradas eram cobradas?

     

    Sou eleitor do PT, detesto o PSDB, e sim o Lula fez isso com os bancários.

    O FH não descontava o salário (mas também não dava aumento).

    Chegou o Lula e todos pensamos que ele não cortaria os pontos dos funcionários. Ledo engano, se não pagar as horas devidas fica sem salário.

     

    Então nesse aspecto Picolé de Chuchu deu uma de esquerdista brasileiro (quem discorda então chame o Lula de direita).

    1. J Fernando

      7 de maio de 2015 6:51 pm

      O problema você responde no seu texto

      Há uma grande diferença entre trabalhar para PAGAR AS HORAS DEVIDAS e CORTAR O PONTO DOS FUNCIONÁRIOS.

      Praticamente todos concordam em pagar as horas de greve.

       

  15. J Fernando

    7 de maio de 2015 7:00 pm

    Muitos comentários de espertinhos

    O blog está cheio de oposicionistas que comentam notadamente sem se importar com a realidade dos fatos.

    Querem fazer crer que os professores não desejam negociar os dias parados quando, praticamente esta é uma das cláusulas estipuladas nos acordos grevistas.

    Trabalhar para PAGAR OS DIAS DE GREVE é muito diferente da medida radical de CORTAR O PONTO.

     

  16. Caetano.

    7 de maio de 2015 7:03 pm

    Como funcionário de indústria

    Como funcionário de indústria passei por várias greves. Independentemente do acordo final, uma coisa sempre era certa: dias não trabalhados não eram pagos, o que eu aliás sempre achei justo. Então não há motivo para choradeira, com relação ao desconto dos dias parados. Quanto ao valor do salário, é outro assunto.

  17. ACvel

    7 de maio de 2015 8:14 pm

    Massacre no Paraná…

    Nassif, foi publicada a transcrição da sessão da Assembleia Legislativa do Paraná do triste dia do massacre aos professores. Vale a pena ler, foi muita irresponsabilidade do presidente da casa. Vamos ver os desdobramentos.

    http://www.paranaportal.com.br/blog/2015/05/07/transcricao-do-que-disseram-deputados-durante-acao-da-pm-no-centro-civico-e-publicada-em-diario-oficial/

     

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