Governo Tarcísio descarta material do MEC para ensino público

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Material será digital para ensino médio e parte do fundamental; secretário Renato Feder foi CEO de empresa com contratos fechados com governo

Posse de Renato Feder como secretário de Educação do governo Tarcísio de Freitas. Foto: Flickr EducaçãoSP

O governo de São Paulo, liderado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu descartar o material didático recomendado pelo Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD) do Ministério da Educação a partir de 2024.

Segundo comunicado da Secretaria Estadual de Educação, a decisão foi tomada pois a rede estadual paulista “possui material didático próprio alinhado ao currículo do Estado e usado nas 5,3 mil escolas, mantendo a coerência pedagógica”.

No lugar do material recomendado pelo PLND, o governo paulista irá adotar material digital com suporte físico para os estudantes dos anos iniciais. Para os alunos entre 6º e 9º ano do ensino fundamental e ensino médio o material será 100% digital.

Vale lembrar que o secretário estadual de Educação, Renato Feder, foi CEO da empresa de informática Multilaser – empresa essa que assinou contratos com o governo paulista que chegam a R$ 200 milhões.

Confira abaixo o relatório de adesão do governo paulista ao PNLD, que decidiu adquirir apenas as obras literárias e EJA no dia 20 de julho de 2023.

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Com informações do G1 e do UOL.

Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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