Do Estadão
Os problemas com piolhos de pombos e água imprópria para consumo humano obrigaram a diretoria do câmpus Leste da Universidade de São Paulo (USP) a suspender as aulas a partir desta segunda-feira, 16, até 6 de janeiro. A limpeza dos reservatórios de água da unidade, inciada no último fim de semana, se estenderá até esta terça-feira, 17. A escola tem oferecido garrafões de água mineral para abastecimento de alunos, professores e funcionários.
A diretoria também informou que uma empresa especializada fará nesta segunda-feira, 16, inspeção detalhada no câmpus para planejar ações de remoção dos ácaros e pombos durante o recesso de fim de ano, que foi antecipado em uma semana. A Assistência Técnica de Infraestrutura, de acordo com nota enviada à comunidade acadêmica, repassará informações diárias sobre as medidas para os docentes, estudantes e servidores.
Apesar do término das aulas da graduação e da pós, ficaram prejudicados grupos de pesquisa com reuniões e experimentos programados no câmpus para os próximos dias. Parte dos professores agendou para janeiro as aulas de reposição por causa das classes perdidas durante a greve na unidade, entre setembro e outubro.
Transtornos. Na quarta-feira, 11, a USP Leste interditou temporariamente os bebedouros da unidade. O bloqueio foi determinado depois que análises feitas pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) apontaram turbidez da água e presença indevida de bactérias.
A causa do problema foi a falta de limpeza dos reservatórios de água. A higienização periódica é recomendada a cada seis meses ou, no máximo, anualmente. A última lavagem foi em setembro de 2012.
Além dos bebedouros, três salas de aula do prédio principal ficaram interditadas até terça-feira, 10, por causa de infestação de piolhos de pombos. A desinfestação foi feita no dia 3, segundo as normas de vigilância sanitária, e também já foram pedidas dedetizações periódicas para evitar novos problemas.
Em novembro, a Justiça de São Paulo determinou a suspensão das aulas e das obras de ampliação na USP Leste por causa da contaminação de metano no terreno do câmpus, em ação movida pelo Ministério Público Estadual. As reformas já foram interrompidas e o prazo para parar as atividades acadêmicas é de 30 dias, contados a partir de 9 de dezembro, data em que a USP foi notificada.
LanternaVerde
16 de dezembro de 2013 6:31 pmPiolhos de pombos infestaram
Piolhos de pombos infestaram a USP Leste porque os ratos ainda infestam e dominam a direção e a Reitoria.
FORA RODAS!!!
Carla Antonia
16 de dezembro de 2013 6:38 pmOs pombos estão em todo canto
Os pombos estão em todo canto da cidade, e as pessoas – ignorando o perigo – continuam dando comida para eles…
Acho que a Prefeitura deveria alertar mais sobre as doenças que os pombos podem transmitir.
edward
16 de dezembro de 2013 8:00 pmAlém de várias doenças que
Além de várias doenças que ele pode transmitir, o mais grave nos pombos, que não pertence a nossa fauna e não tem predador natural, é a criptococose, que também é conhecida como “doença do pombo”, é transmitida pelo fungo Criptococus neofarmans encontrado freqüentemente nas suas fezes.
Mesmo voando, o pombo pode tratadansmitir à população esse fungo, cuja doença, não tratada a tempo, leva o ser humano à morte. Já ocorreram centenas de mortes comprovadas na região de S.José do Rio Preto.
Há muitas pessoas que morrem sem saberem que estavam com criptococose, cujo diagnóstico não é muito fácil de perceber. Somente exames ´laboratoriais é que darão ao médico a certeza da doença. E até lá, infelizmente, há muitas mortes,que são atribuídas a outras doenças parecida.
morallis
16 de dezembro de 2013 9:44 pmNão a predadores…raramente
Não ha predadores…raramente se vê um “carcará” ou outra espécie em áreas urbanas, pombo
são “ratos voadores”.
evandro condé de lima
17 de dezembro de 2013 12:31 amPombas, agora teremos a
Pombas, agora teremos a invasão da USP pelos protetores dos pombos. Ou só existem para os cães?