A estratégia mercadológica Huck=Macron, por Eden SP

Proposta é conformar imagem do apresentador da Globo ao modernismo do francês, não à toa brasileiro está em conversas com marqueteiro que o elegeu presidente 
 
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(Foto Divulgação Programa Caldeirão do Huck)
 
 
Por Eden SP 
 
A estratégia “mercadológica” inicial dos apoiadores e entusiastas é conformar a imagem do candidato Luciano Huck com o “modernismo” francês Emmanuel Macron. Não é à toa que estão em conversas íntimas com o marqueteiro do presidente francês, Guillaume Liegy, para “construir” uma imagem política estreitamente vinculante com “ares modernos” e, ao mesmo tempo, quem sabe, pavimentar o caminho do mídia-candidato no circuito Elizabeth-Arden europeu.
 
Isso de querer importar de países desenvolvidos estrategistas de campanhas eleitorais não tem nada de novo por estas bandas. Em 2002, durante as presidenciais da Bolívia, o ex-presidente Goni (Gonzalo Sanchez de Losada) contratou um certo James Carville, ex-assessor democrata da campanha dos Clintons, para assessorá-lo. Saiu vitorioso, mas o mandato não durou mais que dois anos. Na verdade foi uma lástima, e ele teve que sair fugido da Bolívia para os Estados Unidos.
 
Há um documentário chamado “Bolívia: História de uma Crise”, da norte-americana Rachel Boynton, que justamente acompanhou essa campanha eleitoral e a influência de experts norte-americanos na dinâmica política do país vizinho (http://criticos.com.br/?p=1029). 
 
A propósito, o documentário foi uma inspiração direta para o filme de George Clooney  “Profissionais da Crise”, onde Clooney, inclusive, assegurou os direitos do referido documentário. https://pt.wikipedia.org/wiki/Our_Brand_Is_Crisis  
 

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