15 de julho de 2026

Alckmin é flagrado com uma “cola na mão” para responder a perguntas sobre Lula

Foto: George Gianni/PSDB
 
Jornal GGN – Depois de enfrentar uma repercussão negativa nas redes por ter dito que Lula “colheu o que plantão”, ou seja, mereceu, de alguma forma, os tiros disparados contra os ônibus de sua caravana pelo Sul do País, o governador Geraldo Alckmin foi flagrado, nesta terça (3), com uma “cola na mão” para conseguir responder, sem deslizes, às perguntas que envolvem o ex-presidente. Quem revelou a nova estratégia do tucano foi a reportagem do Estadão.
 
De acordo com o jornal, Alckmin foi questionado sobre o julgamento do HC preventivo de Lula, que ocorre nesta quarta (4). O governador tinha em mãos um pedaço de papel com o título “Lula”, e uma frase que dizia: “A discussão jurídica cabe ao STF. Na política, vamos trabalhar para que Lula e o lulismo sejam condenados pelas urnas.”
 
Alckmin não leu o bilhete na frente dos jornalistas, mas respondeu algo na linha de que o Judiciário fará o seu papel. “A justiça precisa ser feita, o Brasil precisa ser passado a limpo. Acho que nós estamos dando um exemplo para o mundo, de apuração, de investigação de não ter impunidade. Isso é importante”, disse.
 
O tucano esteve em Vargem Grande Paulista, na Região Metropolitana de São Paulo, para entregar o sistema produtor de água São Lourenço, projetado com o intuito de aliviar a crise do Sistema Cantareira.
 
Na sexta-feira, o tucano passará o comando do Palácio dos Bandeirantes para o vice-governador Márcio França (PSB), “para dedicar-se à corrida presidencial.”
 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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17 Comentários
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  1. Lucio Vieira

    3 de abril de 2018 6:51 pm

    Exatamente o tipo de presidente-fantoche que as zelites preferem

    O que falou antes é o que sente. Como um bom cristão, como são todos estes democratas bem sabe: “do que a boca fala, o coração está cheio”. Com a proteção da “justissa” que tem, se dão ao luxo de continuarem a ser hipócritas

    1. Gilson Marques Santos

      4 de abril de 2018 5:34 pm

      Sobre Alkimi sobre Lula
      Tem alguem querendo engabelar o Alkimi mas oque sabemos que Lula esta so comecando pagar por algumas coisas erredas que ele deve saber junto com sua corja ele devesaber eu e outros nao sabemosmas simele sabe muito bem o que aprontou.

  2. JB Costa

    3 de abril de 2018 6:56 pm

    Até hoje queimo diariamente

    Até hoje queimo diariamente um quinhão dos meus já parcos neurônios querendo entender a cabeça do eleitorado paulista e paulistano. O que tem além da mesmice, da insipidez, do oportunismo, da mediocridadade, esse governador já no terceiro mandato?

    Nem Freud, nem Frodo, nem ninguém explica. 

    1. Antonio Carlos Silva - Brasil

      3 de abril de 2018 8:06 pm

      O Joio querendo se separar do trigo…

      Movimento quer criar ‘República de São Paulo’ e já tem até nome para moeda própria

      © Foto: Portal da Copa/Fotos Públicas 25

      Resultado de imagem para são paulo é o meu pais

      Apesar do 1º artigo da Constituição Federal brasileira ser claro ao apontar que o Brasil é “formado pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal”, multiplicam-se no país movimentos que buscam separar os Estados do governo federal através de processos de independência.

      Um dos movimentos mais conhecidos nesse sentido é o São Paulo Livre, criado em 24 de outubro de 2014, dois dias antes do segundo turno que elegeria novamente a ex-presidente Dilma Rousseff para mais quatro anos de mandato e que pretende criar a “República de São Paulo”.

      O fundador do movimento, o professor e jornalista Flávio Rebello, conversou com a Sputnik Brasil e falou um pouco sobre as motivações que levam o movimento a pedir a separação de São Paulo do restante do país. Segundo ele, não “existe uma identidade brasileira”.

      “Não existem brasileiros. Existem fluminenses, existem paulistas, existem sulistas, mineiros, nordestinos, nortistas… O que acontece é que nós somos brasileiros apenas em dois momentos: faltando dois ou três meses para votar na eleição presidencial e em época de Copa do Mundo. Fora isso nós somos fluminenses, nós somos paulistas, simplesmente porque não existe uma cultura brasileira efetivamente”, justifica.

      No site do movimento até o nome da moeda nova já está decidido. Na “República de São Paulo”, a moeda seria o “Ouro Paulista”.

      “O Ouro terá real poder de compra, e um câmbio estável, ou seja, não se desvalorizará tanto quanto o real frente a moedas mais fortes e estáveis, como o dólar americano e o euro.”, escreveram.

       

       REPRODUÇÃO WIKIPÉDIAMovimento separatista dos Estados da Região Sul ofende a Constituição?Apesar da moeda nova, o movimento cobra uma taxa de afiliação em Real brasileiro para novos membros. Os “novos separatistas” que desejam fazer parte do São Paulo Livre precisam desembolsar ou R$ 120 em 12 parcelas mensais ou R$ 90 à vista.

       

      A justificativa, segundo o próprio movimento, é custear os produtos, panfletagens, as reuniões,  encontros, bandeiras, cursos e apostilas. No entanto, não é possível dimensionar a quantia total arrecadada pelo movimento ou como a distribuição do dinheiro é feita, pois não há no site um local onde o grupo preste suas contas publicamente.

      Alberto Rollo, advogado e professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, explicou que a separação de qualquer parte do território brasileiro é inconstitucional.

      “Juridicamente não se alcança essa separação, se a gente está falando em separação de qualquer pedaço do território nacional do Brasil, isso da forma jurídica, da foram constitucional, não é possível. De uma forma votada, discutida e eventualmente aprovada no Congresso não é possível. O que a gente pode ter é a subdivisão de algum território estadual, criação de novos municípios ou então, por exemplo,subdividindo um município maior, mas nunca mexendo na integridade do território nacional”, afirmou.

      Flávio Rebello, diz que o desejo do movimento é, na verdade, uma mudança na Constituição brasileira, para que se possa incluir a possibilidade de separação do território.

      “Nenhuma metrópole tem em seu ordenamento jurídico a separação de sua colônia ou talvez de um pedaço do seu território. As leis portuguesas não permitiriam que o Brasil se separasse e se separou. Não havia previsão legal na Inglaterra que o Canadá, Austrália, África do Sul se separassem”, argumenta.  “O que nós queremos é poder fazer uma votação de cunho legal para ver se queremos fazer parte da federação ou virar um país independente”.

      Flávio Rebello diz que atualmente o movimento possui 26 mil adeptos, mas que o número vem aumentando ano a ano.

      “O fato da gente ser pequeno é extremamente relativo, é melhor ver a nossa taxa de crescimento do que o nosso tamanho atual”, defende. Segundo o fundador do São Paulo Livre, a taxa de crescimento no número de adeptos do movimento foi de 5200% nos últimos três anos.

      Para o professor Alberto Rollo, esse crescimento pode ser lido como uma decepção com a política tradicional.

      “Isso é uma decepção com a política, é uma decepção com os políticos, mas eu prefiro achar que a solução é ao invés de convocar uma Assembleia Constituinte originária, é melhor, já que a gente vai ter eleição daqui poucos meses, mudar todo nosso Congresso, mudar todo Poder Executivo, mudar todos os Governadores, mudar todos Senadores. Nós já temos esse poder, esse poder está na nossa mão e é através do voto. É muito mais fácil mudar agora em outubro do que pensar em um Assembleia Constituinte originária e separar um pedaço do território”, conclui.

      Mesmo que a separação do Estado de São Paulo seja hoje um dia algo difícil de se imaginar, para quem viu nos últimos anos a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos ou até o Brexit na Inglaterra, a lição que fica é: nunca duvide de nada na política.

      Voz da Rússia : 03/04/2018 ( 15:46)

       

      1. gonzales

        3 de abril de 2018 8:48 pm

        pq não?
        O Brasil poderia virar 26 novos países, assim não precisaríamos carregar o fardo fascista paulista e seus banqueiros !

      2. Ivan de Union

        3 de abril de 2018 9:01 pm

        Concordo com todos eles!!!  E

        Concordo com todos eles!!!  E ja o estou dizendo. a 15 anos pelo menos, docume tadissimo na internet. Vou repetir:

         

        PAULISTADA FILHA DA PUTA, SAI DAS COSTAS DO BRASIL.  A QUALQUER PRECO.  QUE SEJA AO PRECO DE MILHOES.  DE SEUS CADAVERES.

        SAI DAS COSTAS, PAULISTADA FILHA DA PUTA.

         

        Quer que eu me repita?

    2. Álvaro Noites

      3 de abril de 2018 8:12 pm

      A fauna por aqui é variada,

      A fauna por aqui é variada, porém, o comportamento final é o mesmo: a idolatria ao PSDB.

      – Tem gente que se orgulha em pagar pedágios caríssimos das estradas paulistas.

      – Outros tem orgasmos múltiplos com um engodo chamado “Nota Fiscal Paulista”

      – Há outros ainda que ignoram o fato de o PCC reinar no Estado todo.

    3. AMORAIZA

      3 de abril de 2018 9:48 pm

      Paulista e paulistano
       

      Paulista e quem nasce no estado de São Paulo.

      Paulistano é quem nasce ou vive na capital de São Paulo.

      Alckimin é eleito pelos paulistas.

       

      Os grandes produtores rurais, a igreja, os grandes conglomerados, os bancos.

      O povo de sampa, a fumacenta cap, tem seus otários fascistoches que fazem coro com os ( os do interior)  mas o povo ferrado não tem força suficiente para se fazer notar.

      1. JB Costa

        5 de abril de 2018 2:50 am

        Sei bem a diferença entre

        Sei bem a diferença entre paulista e paulistano.No texto esse “paulistano” deveria fazer referência a escolha de João Dória para a Capital. Deveria porque esqueci de explicitar.

        De qualquer modo, agradeço o alerta.

        1. AMORAIZA

          5 de abril de 2018 3:51 pm

          Oi, JB
           

          O paulistano comum coxinha é o cabra que vive de aparências e adora a aparência das coisas.

          Imagine o doriano bonitinho, filhinho da mamãe, educadinho, empresário “honesto” e “íntegro”, veja você, apresentando O  Aprendiz no lugar do arrogante e grosseiro roberto justus.

          A imagem dele para o paulistano médio, aliada ao anti-lulismo fomentado pela globa, fizeram o candidato limpinho e cheiroso como um sabonete, que foi como ele se vendeu na campanha.

          E como sabonete de má qualidade, arrancou o couro do povo.

          Considerando-se que a margarina e o sabonete podem ser da mesma matéria prima, tivemos

          “doriano, o novo estilo em prefeitura” ( Afff!!!)

           

          Ei-lo convosco

           

          [video:https://youtu.be/TMchab4Qyf8%5D

          [video:https://youtu.be/2lXUCA_a7u0%5D

           

  3. izaías almadaI

    3 de abril de 2018 7:06 pm

    “Exemplo para o mundo?” Quá,

    “Exemplo para o mundo?” Quá, quá, quá… Esse, se cair de quatro não levanta mais.

    Até quando, Senhor, vamos ter que ouvir e ler tanta hipocrisia e ignorância?

  4. Não é o Kelsen...

    3 de abril de 2018 7:22 pm

    Reprovado!

    O problema é que o eleitor faz esse fulano passar de ano…

  5. Ivan de Union

    3 de abril de 2018 7:29 pm

    Vamos ao que REALMENTE

    Vamos ao que REALMENTE interessa aa minha madrasta favorita?

    Alckmin fez erros de portugues?

    Ou fez erros de portugueses como Moro??????

  6. Andre Luiz RRR

    3 de abril de 2018 7:50 pm

    Resolvi me dar a chance ao

    Resolvi me dar a chance ao exercício do contraditório e fui assistir a entrevista de Alckmin à Mariana Godoy. Não consegui. Parei com 12min, e não foi por ele defender a privatização da Petrobras nem o presente de 1 trilhão que Temer deu às petroleiras, foi o despreparo desse cara ao responder as perguntas, é inacreditável como uma pessoa dessas acha que pode ser presidente e ainda tem grandes chances de ganhar e como ficou tanto tempo como governador.

  7. Almeid

    3 de abril de 2018 8:18 pm

    OBS
    Assistindo no site Migalhas,em Lisboa, algumas posições. Gilmar, Gebran, e outros.

  8. AMORAIZA

    3 de abril de 2018 9:37 pm

    República democrática de São Paulo?
     

    E o fundador do movimento será o primeiro presidente do país,  que fará divisa com a república fascista do paraná, cujo presidente será sejumoro, país próximo da república dos estados unidos do sul(santa catarina e rio grande)

    Como será o Brasil sem São Paulo?

  9. roland

    4 de abril de 2018 12:44 am

    paulistas “independentes”

    Vayan con Dios, sem olhar para trás

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