5 de junho de 2026

Confira as principais propostas dos candidatos a presidente para Comunicação

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Jornal GGN – A Agência Brasil publicou nesta terça (16) uma reportagem traçando os principais pontos nos programas de governos dos candidatos à Presidência para as comunicações. A candidata Luciana Genro (Psol) é a única a assinar a democratização da mídia. O candidato Mauro Iasi (PCB) propôs estatizar o setor. 

Veja as principais propostas:

Aécio Neves (PSDB) promete expandir a infraestrutura de comunicação no país e o acesso dos brasileiros à internet de qualidade e com custo compatível, garantindo o acesso gratuito quando necessário, em especial para atividades de cunho social e inclusivo. Ele afirma que vai estimular as iniciativas de produção do conhecimento em rede. O candidato tucano destaca que fará melhorias  na infraestrutura para melhor prestação de serviços públicos como o da telefonia e vai apoiar a modernização dos equipamentos escolares, incluindo a instalação de bibliotecas e laboratórios, computadores e acesso à internet. Outra promessa é utilizar a tecnologia da informação e comunicação para inspirar a formação de agentes de transformação social e incentivar o desenvolvimento de tecnologias que gerem novas expectativas de vida às pessoas com deficiência.

Dilma Rousseff (PT) promete universalizar o acesso ao serviço de internet barato, rápido e seguro. Segundo ela, serão feitos investimentos para expandir a infraestrutura de fibras óticas e equipamentos de última geração, o uso da internet como ferramenta de educação, lazer e instrumento de participação popular. Dilma garante a implementação do Marco Civil da Internet. Ela destaca a regulamentação como uma das mais avançadas do mundo e lembra que o Marco Civil garante aos usuários a liberdade de expressão, o respeito aos direitos humanos e à privacidade dos cidadãos, assegurando a neutralidade da rede. A candidata à reeleição destaca que a internet tem de ser um espaço aberto à liberdade de expressão, à inovação e ao desenvolvimento social e econômico do país. Dilma Rousseff destaca que vai priorizar o uso da internet a partir do programa Governo Digital para que o cidadão acompanhe, com facilidade e transparência, a destinação dos recursos públicos.

Eduardo Jorge (PV) não apresenta propostas específicas sobre o tema, mas afirma que um de seus 14 ministérios ficará responsável por questões relacionadas à infraestrutura envolvendo áreas como transporte e comunicação.

Eymael (PSDC) trata o tema garantindo acesso ao uso de equipamentos de informática, internet e banda larga em todo o país, no plano escolar. Segundo ele, isso vai contribuir para o projeto de “preparar nossas crianças e jovens para serem cidadãos do mundo.”

Levy Fidelix (PRTB) destaca que promoverá uma interação maior entre o Poder Público e a iniciativa privada para reduzir os valores cobrados do consumidor na melhoria dos serviços prestados na área de comunicação e na universalização do acesso à banda larga no país.

Luciana Genro (PSOL) destaca que seu governo vai avançar na democratização dos meios de comunicação. A candidata afirma que buscará a quebra dos oligopólios midiáticos e o fim da propriedade cruzada dos meios de comunicação. Luciana garante que vai incentivar instrumentos de comunicação alternativos, como rádios e TVs comunitárias, e meios públicos de mídia. Ela diz ainda que vai priorizar a promoção do controle social da mídia, com instrumentos de participação popular.

Marina Silva (PSB) promete transformar a conexão à internet em serviço essencial no país e criar plataformas amigáveis para tornar públicas as informações sobre orçamento de cada ministério, disponibilizando filtros para que qualquer cidadão cruze as prioridades de uma região e a destinação final dos recursos. A ex-senadora também quer criar plataformas para que a população envie propostas diretamente para as equipes do governo, aumentando a participação dos brasileiros nas decisões do governo por meio de consultas públicas. Marina garante ainda que vai promover a capacitação massiva de servidores federais e autoridades públicas para o uso das novas plataformas digitais colaborativas. A candidata quer incluir o tema nos currículos escolares e garantir acesso à internet em todas as escolas do país até 2018.

Mauro Iasi (PCB) promete a imediata reversão das privatizações e estatização do setor de comunicação, além de outras áreas estratégicas como a de energia, de mineração, dos recursos naturais, e de transporte e logística.

Pastor Everaldo (PSC), Rui Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não apresentam tópico destinado ao tema ou propostas específicas para a área de comunicação em seus programas de governo.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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  1. Jorge Portugal

    16 de setembro de 2014 9:04 pm

    Melhor proposta

    A melhor proposta é da Luciana Genro.

  2. Sergio SS

    16 de setembro de 2014 11:24 pm

    Convenhamos que a proposta da

    Convenhamos que a proposta da Marina de criar filtros vinculando o orçamento gasto com as metas estabelecidas é interessante. Seria um sistema de monitoramento público. É o passo seguinte ao da transparência onde o PT sempre investiu pesado. Lembro da gestão da Marta em SP que revolucionou este conceito de informação pública e transparência ao cidadão criando um portal completo.

     

  3. Antonio Carlos Silva - RJ

    17 de setembro de 2014 12:56 am

    COM A PULGA ATRÁS DA ORELHA !!

    Creio que exista interferências pesadas do império norte-americano neste processo eleitoral .

    Daqui a 30 ou 40 anos saberemos como foi engendrado toda esta campanha anti-petista na mídia e aparelho judiciário, como a CIA atuou na tentativa de destruição do PT e detalhes esclarecedores sobre o providencial acidente aéreo tendo Eduardo Campos como vítima .

    A poderosa máquina do Pentágono está torrando bilhões de dólares para o desmonte do BRIC´s com a destruição do projeto político iniciado no Brasil em 2003, bem como, com a tentativa de frear o renascimento da Rússia como superpotência e a tentativa de frear a influência chinesa no mundo .

    Não importa a destruição econômica e a paz social da frágil democracia no Brasil .

    Se não puderem recolocar a coleira no governo brasileiro, como existia até 2002, então que se transforme o Brasil numa nova Ucrânia .

    Com a provável derrota de Marina, eles tentarão provocar um acirramento ideológico com possíveis conflitos violentos aqui no Brasil a partir de 2015 .

    Coleira no pescoço ou conflitos sociais, se possível, até com violência armada, como acontece na Ucrânia, Síria, Venezuela etc…

    1. Chris

      17 de setembro de 2014 10:46 am

      E você saberia me dizer como

      E você saberia me dizer como se contra-ataca isso?

      somos autuantes ou mero espectadores ? Essa (mais do que) provável conspiração se baseia no poder de manipulação. Portanto, existem marionetes disponíveis para este processo e “cortar as cordas” que ligam os bonequinhos ao bastão deveria ser prioridade máxima. Não estou falando de cooptação, estou falando de esclarecimento e educação real. Ninguém precisa bater de frente com um inimigo gigante, mina-se os pés dele.

  4. altamiro souza

    17 de setembro de 2014 4:53 am

    curioso é que lembrei, em

    curioso é que lembrei, em função dessas propostas, deuma questão só elaborei agora.

    o governo trabahista fez tanto e tanto

    que deixou o país numa situação especial para que

    os outros candidato se aproveitem

    disso para propor uma série de coisas que jamais poderiam propor nem em sonhos marináticos.

  5. Dulce (Madame X)

    17 de setembro de 2014 2:00 pm

    Marina: “disponibilizando
    Marina: “disponibilizando filtros para qualquer cidadão…” OUBAAA…Marina vai “criar TAGs” ahahahahahah
    Tá bom, onde é o pelourinho? Usei capsloock 😛

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