Daniel Vilela (MDB) é eleito governador de Goiás no primeiro turno neste domingo (4), confirmando o resultado projetado a partir da pesquisa Quaest divulgada na véspera da votação.
Com 91,23% das urnas apuradas, o atual governador liderou a disputa com 58,88% dos votos válidos – um total de 1.947.517 votos.
Wilder Morais (PL) aparece em segundo lugar, com 22,21% (734.637 votos), seguido por Luis César Bueno (PT) , com 9,75% (322.490 votos). Marconi Perillo (PSDB) aparece com 8,79%, enquanto Luciana Amorim (UP) tem 0,33% e Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO) registra 0,03%.
Daniel Elias Carvalho Vilela, 42 anos, é advogado e político. Natural de Jataí (GO), é filho do ex-governador e ex-senador Maguito Vilela. Formado em Direito e pós-graduado em Administração Pública pela FGV, iniciou a carreira política como vereador de Goiânia, em 2009, e depois foi deputado estadual e deputado federal. Em 2018, disputou o governo de Goiás e ficou em segundo lugar. Em 2022, foi eleito vice-governador na chapa de Ronaldo Caiado.
Em março de 2026, assumiu o governo após a renúncia de Caiado, que deixou o cargo para disputar a Presidência da República.
Senado
Para o Senado Federal, Gustavo Gayer (PL), com 24,77% (1.508.337 votos) e Gracinha Caiado (União Brasil), com 21,58% dos votos válidos (1.314.211 votos) lideram a disputa pelas duas vagas.
Na sequência, aparecem Zacharias Calil (MDB), com 15,11%; Oséias Varão (PL), com 10,28%; Vanderlan Cardoso (PSD), com 9,27%; Gustavo Mendanha (PRD), com 8,60%; Isaura Lemos (PSB), com 5,20%; e Cíntia Dias (PSOL), com 4,31%. Ernesto Roller (PSDB), Guilherme Darques (UP) e Iure Castro (Cidadania) registram 0%.
Maria das Graças Landim de Carvalho Caiado, conhecida como Gracinha Caiado, é advogada e ex-primeira-dama de Goiás. Mulher de Ronaldo Caiado, candidato à Presidência da República em 2026, disputa seu primeiro cargo eletivo.
Gustavo Gayer Machado de Araújo exerce o primeiro mandato como deputado federal por Goiás. Em 2020, disputou a Prefeitura de Goiânia, mas não foi eleito. Em 2021, dados enviados pelo Google à CPI da Covid apontaram que seu canal havia recebido recursos com a disseminação de conteúdos falsos sobre a pandemia.
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