Movimento pela democratização do Congresso é inaugurado em SP

Movimento pela democratização do Congresso é inaugurado em SP

O comitê da seção paulista do Movimento pela Democratização do Congresso realiza nesta quinta-feira, dia 17, no Sindicato dos Arquitetos (Rua Araújo, 216), o primeiro debate com vistas a mobilizar a opinião pública contra os “entreguistas e vendilhões da pátria” que aprovaram os projetos anti-povo do governo Temer. O objetivo é resgatar a política do lamaçal em que se encontra criando mecanismos eficientes para apontar os candidatos ao Senado e à Câmara que atendem aos reais interesses do povo.

O MDC se apóia em dois instrumentos básicos. Primeiro, uma listagem dos deputados e senadores que votaram nas medidas proposta por Temer depois do impeachment, mostrando os respectivos votos, por Estado. E, segundo, a apresentação de um Decálogo de compromissos que, ao longo da campanha, o Movimento proporá que venha a ser assinado pelos candidatos ao Congresso como requisito para seu apoio. Tanto a listagem quanto o Decálogo já estão expostos no site  www.frentepelasoberania.com.br

O Movimento deve ser levado a todo o país na forma de comitês pré-eleitorais, sob diferentes  coordenadores. Na fase anterior à campanha cada comitê se dedicará a organizar eventos e debates sobre a situação econômica e política em universidades e sindicatos de trabalhadores, assim como a sociedade civil em geral. Até o momento foram ou estão sendo organizados comitês, além do de São Paulo, em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, João Pessoa, Recife, Curitiba. Prepara-se o lançamento em outras capitais e grandes cidades.

No debate do próximo dia 17, em São Paulo, serão palestrantes, com foco no imperativo da regeneração do Congresso como condição para salvar a economia e a política brasileira, Adílson Araújo, presidente da CTB; Pedro Otoni, Intersindical; Marianna Dias, presidente da UNE; Luís Nassif, jornalista; José Carlos de Assis, economista. O lema do Movimento é: Escolha seu futuro. Vote certo agora. Isso significa que o eleitor deve fazer também seu próprio esforço para evitar a manipulação por dinheiro e por ideologia.

 

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