5 de junho de 2026

Para analista do Diap, eleição presidencial deste ano faz lembrar a de 1989

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Da RBA

A um mês do início oficial da campanha eleitoral, o analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) André Luís dos Santos comenta o xadrez das articulações dos partidos e candidatos para as eleições 2018, que segundo ele, trazem semelhanças com o pleito de 1989 – o primeiro que teve Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência. Em entrevista a Glauco Faria, da Rádio Brasil Atual, ele observou que os dois períodos eleitorais mostram características do que classifica como “conturbado cenário político”.

Para André Luís, a quantidade de candidatos, a descrença da população com a política e o novo modelo de campanha eleitoral imposto pela minirreforma aprovada em 2017 são fatores comuns entre ambas as eleições, mas podendo levar à instabilidade do cenário eleitoral. 

De acordo com as projeções divulgadas no início do ano pelo Diap, o pleito deste ano está marcado por um perfil mais conservador e com menor taxa de renovação, agravada pelas novas medidas eleitorais.

“O problema é que as condições que foram dadas para que as eleições aconteçam foram muito mais favoráveis a quem já está no mandato”, argumenta André Luís, citando a redução no tempo de campanha e financiamento por meio do Fundo Partidário como exemplos de medidas que favorecem a reeleição dos atuais mandatos. 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    17 de julho de 2018 8:05 pm

    Discordo. Collor foi uma

    Discordo. Collor foi uma farsa criada pela . Tudo indica que J é a tragédia involuntária que o clã Marinho criou ao fomentar o golpe de 2016.

    Falando francamente… Quem criou esse monstro chamado Jair Bolsonaro (o clã Marinho) que se foda nas mãos dele. Não ficarei nem surpreso nem triste se ele ganhar a eleição e demolir a Rede Golpe a marretadas.

    Aliás, se aquele fanático brutal cumprir sua promessa de mandar fuzilar FHC (um vagabundo golpista do PSDB) comprarei ingresso na primeira fila para aplaudir a execução. Foda-se FHC, muito obrigado.

     

  2. Arnaldo Costa

    18 de julho de 2018 2:25 pm

    Tá tudo dominado pelos falsos moralistas!

    Bolsonaro já foi desmascarado. É um grande farsante corrupto. Só fala gritando porque não tem argumento, É um desequilibrado e intolerante, não aceita críticas ou opiniões contrárias. Quer dizer, um PERFEITO IMBECIL! Armar a população só aumenta a violência. Além disso, Bolsonaro foi mal visto até por militares, pelo seu comportamento e por sua ambição. Outra coisa, o governo militar foi o mais corrupto da história. Todas as mazelas que presenciamos atualmente foram criadas lá. A corrupção era generalizada e institucionalizada. Não existia um órgão público sequer sem corrupção. Maluf, Sarney, Jereissati, ACM, Agripino, Abi Ackel, são todos crias dessa época sombria. Para completar, quem denunciasse as falcatruas do governo era perseguido e torturado. O “TIRIRICA DE COTURNO” só engana idiotas como ele. Então, o que estão precisando é estudar história. 

     

    Aqui em Minas, os filhos do pato da FIESP votam no gangster Aético. É tudo fachada para a máfia demotucana tomar o poder.

Recomendados para você

Recomendados