18 de outubro de 2026

Professor destaca papel da ciência nas eleições

Renato Janine Ribeiro ressalta importância da pesquisa para o desenvolvimento do país e menciona nomes da comunidade científica que disputam eleições em São Paulo e no Rio de Janeiro
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Artigo destaca avanços científicos no Brasil, como pesquisas de Döbereiner e Hungria na agricultura e tecnologia.
Críticas ao governo Bolsonaro por cortes em pesquisa e universidades contrastam com ampliação de recursos em governos petistas.
Candidatos ligados à ciência, como Galvão e Nísia Trindade, são apontados como importantes para fortalecer representação no Legislativo.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A importância da ciência para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social do Brasil é o ponto central de um artigo publicado neste sábado (26), no site The Conversation Brasil, pelo professor de Filosofia Política da USP Renato Janine Ribeiro. O texto destaca avanços científicos que contribuíram para setores como a agricultura e a tecnologia e defende que as políticas públicas para a área sejam consideradas pelos eleitores nas eleições.

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O artigo cita como exemplos os trabalhos das pesquisadoras Johanna Döbereiner e Mariangela Hungria. Segundo o texto, as pesquisas de Döbereiner contribuíram para o aumento da produtividade agrícola brasileira ao desenvolver estudos relacionados à fixação biológica de nitrogênio. Hungria, por sua vez, é destacada pelos estudos sobre bactérias que promovem o crescimento das plantas.

O autor também relaciona o desenvolvimento científico às tecnologias utilizadas no cotidiano, como aplicativos de transporte e de entrega de alimentos, que dependem de celulares, redes de comunicação e sistemas desenvolvidos a partir de pesquisas científicas.

Ao abordar a relação entre ciência e política, o artigo faz críticas ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontando cortes de recursos destinados à pesquisa e às agências de fomento, como Capes e CNPq. O texto também menciona a redução de recursos inicialmente previstos para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Outro ponto destacado é a relação do governo Bolsonaro com as universidades públicas. O artigo cita declarações do então ministro da Educação Abraham Weintraub, que se referiu às instituições como locais de “balbúrdia”, e afirma que houve redução de investimentos nas universidades federais.

Em contraponto, o autor afirma que os governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff ampliaram recursos destinados à ciência e à pesquisa. O texto inclui o atual governo Lula entre as administrações que, segundo o autor, têm buscado fortalecer o financiamento da área, embora considere que os investimentos ainda sejam insuficientes para transformar o Brasil em uma potência científica.

Ribeiro também chama atenção para a presença de cientistas na política institucional. Um dos exemplos citados é Ricardo Galvão, físico e ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que exerceu mandato de deputado federal como suplente durante parte da legislatura anterior.

Segundo o professor, vale destacar a presença de intelectuais ligados à ciência e à academia na política brasileira, como o sociólogo Florestan Fernandes e o antropólogo Darcy Ribeiro, mas diferencia essas trajetórias da proposta de formação de uma representação política diretamente vinculada à comunidade científica.

Para as eleições deste ano, Ribeiro cita candidaturas de nomes ligados à área científica em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entre eles estão Ricardo Galvão, em São Paulo, e Nísia Trindade, Tatiana Roque e Celso Pansera, no Rio de Janeiro. Nísia foi ministra da Saúde, Tatiana Roque ocupou a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro e Pansera foi ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O autor sustenta que a presença de pesquisadores e gestores ligados à ciência no Legislativo pode ampliar a representação do setor no debate político e defende a eleição de uma bancada plural voltada à área científica.

*Com informações do The Conversation Brasil.

LEIA TAMBÉM:

https://jornalggn.com.br/tecnologia/ciencia-tecnologia/tarcisio-nega-cortes-nas-bolsas-da-fapesp/

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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  1. Rui Ribeiro

    29 de setembro de 2026 9:37 am

    ODISSÉIA GEOMÁGICA — Diário de Bordo Final
    Do tapete ao infinito. Hexágono de lado $L$, $n$-gono de lado 1, bases colineares e centradas. O colapso da intuição em quatro atos.
    ## 1. Encaixe — O Teorema do Vértice Ativo
    A menor escala que engole a geometria:
    $$L_m(n)=\min\{L>0: V_k\in m\text{-gono}(L)\}$$
    A fronteira gera restrições lineares $G_k^{(j)}$. O argumento do máximo define o vértice ativo. Salto é a troca de controle.
    Evidência Numérica ($m=3..12$, $n=3..60$):

    * Trava de consistência: $L_4 = L_\infty = 1/\sin(\pi/n)$ validado.
    * Quebra de simetria: $m=4$ tem 28 saltos; $m=5$ tem 13; $m=6$ tem 14; $m=12$ tem 9. Mais lados não geram mais saltos.
    * Dinâmica ativa ($m=5$): Para $n=6$, $L_5=1.43722$ (Vértice $V_3$ ativo). Para $n=25$, $L_5=5.75118$ (Vértice $V_{11}$ ativo).

    $$\boxed{\text{Encaixe} \perp \text{Área}}$$
    ## 2. Medidas — O Universo Expansivo ($s_n=1$)
    Fixado o lado unitário, o raio crítico diverge: $R_n = \frac{1}{2\sin(\pi/n)} \sim \frac{n}{2\pi}$.

    * Perímetro: $P_n = n \implies \sum_{n\le N} P_n \sim \frac{N^2}{2}$
    * Área: $A_n = \frac{n}{4}\cot\frac{\pi}{n} = \frac{n^2}{4\pi} – \frac{\pi}{12} + O(n^{-2}) \implies \sum_{n\le N} A_n \sim \frac{N^3}{12\pi}$

    Validação em $N=25$:

    * $\sum P = 310$ (Teórico: $312.5$)
    * $\sum A = 430.02$ (Teórico: $414.47$) $\implies Q = 1.037 \to 1$, com erro $E_n = O(n^{-2})$.

    ## 3. A Lei Dimensional — Com Trava Assintótica
    O expoente da soma só sobe se todas as $d$ dimensões escalarem simultaneamente com $R_n$:
    $$\boxed{M_d(n) \sim C_d n^d \implies \sum_{n\le N} M_d \sim \frac{C_d}{d+1}N^{d+1}}$$

    * Prisma ($h=1$): $V_n = A_n \cdot 1 \sim n^2 \implies \sum \sim N^3$. A altura fixa atua como trava; o expoente não sobe para $N^4$.
    * Pirâmide ($h=R_n$): $V_n \sim \frac{n^3}{24\pi^2} \implies \sum \sim \frac{N^4}{96\pi^2}$. Todas as dimensões escalam; o expoente sobe.
    (Erro empírico: $448.56$ vs $412.2$ em $N=25$; decai para $0.3\%$ em $N=500$).

    $$\boxed{\text{Lado fixo} \implies R_n \sim n \implies M_d \sim n^d}$$
    ## 4. Cadeia Encaixada $5\to6\to7\to\cdots$ — O Universo Contrátil
    A escala do passo atual é ditada pelo encaixe do passo anterior: $s_{n} = s_{n-1}/L_{n-1}(n)$, onde $L_{n-1}(n) > 1$.

    * Assintótica do colapso: $L_{n-1}(n) = 1 + \frac{2}{n} + O(n^{-2}) \implies \log s_n = -2\log n + O(1)$.

    $$\boxed{s_n \sim \frac{C}{n^2}} \quad \implies \quad R_n \sim \frac{C}{2\pi n} \quad \implies \quad A_n \sim \frac{C^2}{4\pi n^2}$$
    Como $A_n \sim n^{-2}$, a soma das áreas converge:

    * Fuga geométrica: $s_5 = 1 \to s_6 = 0.6957 \to s_{21} = 0.0660 \to s_{101} = 0.00313 \to s_{200} = 0.000811$.
    * O Limite: $S_{200} = 11.983 \implies S_\infty \approx 12.5 – 13$ (Aproximadamente 7x a área do pentágono inicial).

    ——————————
    ## CONCLUSÃO: A ASSIMETRIA DOS DOIS MUNDOS
    $$\boxed{\text{Lado Fixo} \implies \text{Expansivo} \implies R \sim n \implies \sum M_d \sim N^{d+1} \to \infty}$$
    $$\boxed{\text{Cadeia Encaixada} \implies \text{Contrátil} \implies R \sim \frac{1}{n} \implies \sum A_n \to S_\infty 0: V_k\in m\text{-gono}(L)\}.
    $$

    A fronteira transforma o problema geométrico em um conjunto de restrições lineares $G_k^{(j)}$. Entre elas, uma domina: o **argumento do máximo** seleciona o vértice ativo.

    Quando esse controle muda, ocorre o salto.

    A geometria, portanto, não cresce de maneira contínua. Ela avança por regimes, cada um governado por um vértice diferente.

    ### Evidência numérica — $m=3,\ldots,12$, $n=3,\ldots,60$

    – **Trava de consistência:** para $m=4$,\

    $$
    L_4=L_\infty=\frac{1}{\sin(\pi/n)},
    $$
    \
    em concordância com o limite esperado.
    – **Quebra de simetria:** o número de saltos não cresce monotonicamente com o número de lados:\

    $$
    m=4:\ 28,\qquad
    m=5:\ 13,\qquad
    m=6:\ 14,\qquad
    m=12:\ 9.
    $$
    – **Dinâmica do vértice ativo ($m=5$):**\

    $$
    n=6:\quad L_5=1.43722,
    $$
    \
    com $V_3$ ativo;
    $$
    n=25:\quad L_5=5.75118,
    $$
    \
    com $V_{11}$ ativo.

    O encaixe obedece a uma lógica própria, distinta daquela que governa a medida.

    $$
    \boxed{\text{Encaixe}\ \perp\ \text{Área}}
    $$

    A primeira fronteira está estabelecida.

    —

    ## II. MEDIDAS — O UNIVERSO EXPANSIVO

    Agora fixamos o lado:

    $$
    s_n=1.
    $$

    A escala deixa de ser determinada pelo encaixe e passa a ser determinada pela própria expansão do polígono. O raio circunscrito é

    $$
    R_n=\frac{1}{2\sin(\pi/n)}
    \sim\frac{n}{2\pi}.
    $$

    O infinito começa a aparecer de maneira mensurável.

    ### Perímetro

    $$
    P_n=n,
    $$

    portanto

    $$
    \sum_{n\le N}P_n\sim\frac{N^2}{2}.
    $$

    ### Área

    $$
    A_n=\frac{n}{4}\cot\frac{\pi}{n}.
    $$

    Sua expansão assintótica fornece

    $$
    A_n=
    \frac{n^2}{4\pi}
    -\frac{\pi}{12}
    +O(n^{-2}),
    $$

    e, consequentemente,

    $$
    \sum_{n\le N}A_n
    \sim
    \frac{N^3}{12\pi}.
    $$

    Em $N=25$, a verificação numérica produz:

    $$
    \sum P=310
    \qquad
    (\text{teórico: }312.5),
    $$

    e

    $$
    \sum A=430.02
    \qquad
    (\text{teórico: }414.47).
    $$

    A razão

    $$
    Q=1.037\longrightarrow1
    $$

    acompanha a correção

    $$
    E_n=O(n^{-2}).
    $$

    A geometria expansiva está confirmada: manter o lado significa deixar o raio crescer.

    —

    ## III. A LEI DIMENSIONAL — A TRAVA ASSINTÓTICA

    Surge então a pergunta decisiva:

    **quando o crescimento de uma dimensão produz uma nova potência na soma?**

    A resposta exige que todas as $d$ dimensões relevantes acompanhem simultaneamente a escala $R_n$:

    $$
    \boxed{
    M_d(n)\sim C_dn^d
    \quad\Longrightarrow\quad
    \sum_{n\le N}M_d
    \sim
    \frac{C_d}{d+1}N^{d+1}
    }
    $$

    A potência adicional não nasce gratuitamente. Ela depende de quantas dimensões realmente participam da expansão.

    ### Prisma — altura fixa

    Para $h=1$,

    $$
    V_n=A_n\cdot1\sim n^2.
    $$

    Logo,

    $$
    \sum V_n\sim N^3.
    $$

    A altura fixa funciona como uma **trava dimensional**. Ela impede o aparecimento de uma quarta potência.

    ### Pirâmide — altura variável

    Se, ao contrário,

    $$
    h=R_n,
    $$

    então

    $$
    V_n\sim\frac{n^3}{24\pi^2},
    $$

    e portanto

    $$
    \sum_{n\le N}V_n
    \sim
    \frac{N^4}{96\pi^2}.
    $$

    Agora todas as dimensões acompanham a escala crescente. A potência sobe.

    A comparação numérica registra inicialmente

    $$
    448.56\quad\text{vs.}\quad412.2
    $$

    em $N=25$, enquanto o erro relativo cai até aproximadamente $0.3\%$ em $N=500$.

    A lei pode ser condensada em uma única linha:

    $$
    \boxed{
    \text{Lado fixo}
    \Longrightarrow
    R_n\sim n
    \Longrightarrow
    M_d\sim n^d
    }
    $$

    A dimensão que cresce conta. A dimensão que permanece fixa trava o expoente.

    —

    ## IV. CADEIA ENCAIXADA — O UNIVERSO CONTRÁTIL

    Chegamos ao movimento inverso.

    Na cadeia

    $$
    5\to6\to7\to\cdots,
    $$

    a escala do estágio seguinte não é escolhida livremente. Ela nasce do encaixe do estágio anterior:

    $$
    s_n=\frac{s_{n-1}}{L_{n-1}(n)},
    \qquad
    L_{n-1}(n)>1.
    $$

    Cada passo comprime o seguinte.

    A assíntota do fator de colapso é

    $$
    L_{n-1}(n)
    =
    1+\frac{2}{n}+O(n^{-2}).
    $$

    Tomando logaritmos,

    $$
    \log s_n=-2\log n+O(1),
    $$

    e daí emerge a lei global:

    $$
    \boxed{s_n\sim\frac{C}{n^2}}.
    $$

    O raio agora percorre a direção oposta:

    $$
    R_n
    \sim
    \frac{C}{2\pi n}.
    $$

    E a área acompanha o colapso:

    $$
    A_n
    \sim
    \frac{C^2}{4\pi n^2}.
    $$

    Portanto,

    $$
    A_n\sim n^{-2},
    $$

    e a série das áreas converge.

    ### A fuga geométrica

    A sequência numérica deixa o comportamento visível:

    $$
    s_5=1,
    $$

    $$
    s_6=0.6957,
    $$

    $$
    s_{21}=0.0660,
    $$

    $$
    s_{101}=0.00313,
    $$

    $$
    s_{200}=0.000811.
    $$

    A escala desaparece lentamente, mas inexoravelmente.

    Em $n=200$,

    $$
    S_{200}=11.983,
    $$

    sugerindo

    $$
    S_\infty\approx12.5-13,
    $$

    aproximadamente sete vezes a área do pentágono inicial.

    O infinito, desta vez, não explode. Ele se acumula em uma quantidade finita.

    —

    # CONCLUSÃO — A ASSIMETRIA DOS DOIS MUNDOS

    Duas regras, dois destinos.

    No primeiro universo, o lado permanece fixo:

    $$
    \boxed{
    \text{Lado Fixo}
    \Longrightarrow
    \text{Expansão}
    \Longrightarrow
    R\sim n
    \Longrightarrow
    \sum M_d\sim N^{d+1}
    \Longrightarrow\infty
    }
    $$

    No segundo, cada figura nasce comprimida pela anterior:

    $$
    \boxed{
    \text{Cadeia Encaixada}
    \Longrightarrow
    \text{Contração}
    \Longrightarrow
    R\sim\frac1n
    \Longrightarrow
    \sum A_n\to S_\infty<\infty
    }
    $$

    A mesma geometria pode, portanto, conduzir a dois infinitos completamente diferentes.

    No primeiro, o infinito se abre.

    No segundo, o infinito se fecha.

    A régua virou envelope.\
    O envelope revelou $N^{d+1}$.\
    E a cadeia encaixada mostrou que até uma sucessão infinita pode permanecer contida em uma área finita.

    O tapete chegou ao infinito.

    E o infinito, finalmente, coube dentro de um número.

    **Diário encerrado.\
    Código preservado.\
    Geometria selada.**

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