Xadrez do fator urna eletrônica nas próximas eleições, por Luis Nassif

Peça 1 – como fraudar a urna eletrônica

A decisão da Procuradora Geral da República Raquel Dodge de se colocar contra o voto impresso nas próximas eleições merecia ser melhor avaliada por ela.

Segundo Dodge, seria o caminho mais rápido para a volta do voto de cabresto, já que voltaria a identificação do eleitor.

Não é verdade. O voto impresso não é para ser escrutinado, mas para garantir a recontagem nos casos de dúvidas e de indícios de fraude. Bastará o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) garantir o sigilo dos votos e eles permitirem a recontagem apenas em casos de dúvida ou por amostragem.

A versão de que o sistema brasileiro é tão seguro que está sendo adquirido, sem alterações por outros países, não procede. Em vários desses países constatou-se a vulnerabilidade do sistema e adotou-se a dupla checagem com os votos impressos.

Periodicamente, há testes para conferir a solidez do sistema contra ameaças externas. Em  dezembro passado, testes apontaram três falhas no sistema, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não viu riscos (clique aqui).

Ora, os testes apenas apontam riscos externos ao sistema. E os riscos internos?

Não há dificuldades maiores em manipular sistemas eleitorais. Bastam duas condições:

1.     A participação dos desenvolvedores do sistema.

2.     O cuidado em montar algoritmos que não afrontem as pesquisas de opinião, distribuindo a manipulação de forma imperceptível, dentro da margem de erro.

Já se tem um caso histórico, da manipulação das eleições e 1982 pela Globo em auxilio ao regime militar. A Proconsult, empresa que desenvolveu os sistemas para apuração paralela das eleições, incluiu um algoritmo – chamado na época de fator X – que desviava votos dos demais partidos para a Arena.

Peça 2 – As vulnerabilidades do sistema

Desde que passou a ser implantado em massa, nas eleições de 2.000, as urnas eletrônicas foram objeto de vários relatórios sobre suas vulnerabilidades.

O mais relevante deles foi o Relatório Brisa (clique aqui), cujos resultados foram mantidos em sigilo por muitos anos. O Relatório concluiu que o principal engenheiro, desenvolvedor do software, não atendia aos parâmetros internacionais de transparência.

A essas mesmas conclusões chegou o Relatório CMIND e o Relatório UNB (clique aqui) que atestou a possibilidade de quebra de sigilo e uma possível adulteração dos votos.

Segundo o Relatório UNB, as principais vulnerabilidades observadas foram as seguintes:

·       Proteção inadequada do sigilo do voto: os votos são armazenados fora de ordem, mas é trivial recuperá-los em ordem a partir unicamente dos produtos públicos de uma eleição e conhecimento superficial do código-fonte, também de acesso público aos partidos políticos;

Leia também:  “PSDB mais à direita pode atrair eleitor de Bolsonaro para a democracia”

·       Cifração inadequada: a mesma chave criptográfica é utilizada para cifrar as mídias de todas as urnas eletrônicas. É equivalente a proteger meio milhão de cadeados com uma mesma chave, visto ser este o numero aproximado de equipamentos em operação.

·       Além disso, a chave que decifra todas as mídias é armazenada às claras na porção decifrada das mıdias. Equivale a esconder a chave do cadeado embaixo do tapete e confiar no segredo dessa localização como fonte de segurança;

·       Utilização de algoritmos obsoletos: a função de resumo criptográfico utilizada não mais oferece a segurança esperada para sua aplicação em verificação de integridade. Esta aplicação específica da função escolhida não é mais recomendada há pelo menos 6 anos;

·       Formulação equivocada do modelo de atacante: há ênfase demasiada no projeto de mecanismos resistentes apenas a atacantes externos, quando agentes internos representam risco muito maior;

·       Processo de desenvolvimento defeituoso: práticas inseguras permitem a inserção acidental ou maliciosa de vulnerabilidades de software, claramente atestando que o processo de desenvolvimento adotado pelo TSE é imaturo do ponto de vista de segurança.

Recentemente, pesquisadores indianos e norte-americanos analisaram a segurança das votações eletrônicas. E chegaram à conclusão de que o único controle efetivo é o voto impresso, permitindo recontagens em casos de dúvida (clique aqui).

Seria conveniente a PGR buscar experiências de outros países

Peça 3 – a receita completa para a manipulação

Juntando todas as peças, chega-se ao seguinte quadro:

1.     Sistema suscetível às manipulações internas.

2.     Facilidade em inserir códigos maliciosos.

3.     Falta total de transparência do engenheiro responsável pelo sistema.

4.     Informações de que um jovem hacker, em uma ação planejada pelo CMIN (Comitê Multidisciplinar Independente), formado por especialistas em tecnologia, descobriu, entre 90 mil arquivos do sistema, um software que possibilitava a instalação de programas fraudados, o “Inserator CPT” (clique aqui).

Em 2014, um dos maiores especialistas no tema, o engenheiro Pedro Rezende, escreveu um artigo especial para o GGN (clique aqui).

Segundo ele, o TSE impôs uma blindagem tão pesada ao sistema que “as possíveis provas materiais podem ser blindadas pelo dono do sistema, contando com a virtualização completa do registro individual de votos, e se os meios possíveis para a fraude forem descobertos, eles podem ser rearranjados como se fossem meros erros ingênuos de programação”.

Leia também:  Favorito dos Bolsonaro à PGR é crítico em relação à manipulação da opinião pelos grupos de mídia, em ambiente democrático

Continua ele:

O problema não é a falta de ferramentas, disponíveis a especialistas em segurança computacional, para detectar contaminações em programas capazes de produzir fraudes automáticas durante o funcionamento da urna ou outros componentes do sistema. Essas ferramentas e especialistas existem, inclusive no CMInd. O problema é a concentração de poderes no dono do sistema, que até hoje impediu, e poderá continuar impedindo, qualquer investigação que seja independente o suficiente para ter ao mesmo tempo eficácia e legalidade.

Peça 4 – Modulo, a avalista do sistema

Toda a segurança do sistema, então, passa a depender do aval técnico da empresa responsável por seu desenvolvimento e de seus engenheiros.

Trata-se da Modulo Security Solutions S/A.

Uma auditoria realizada em janeiro de 2013, assinada pela advogada especialista em processo eletrônico eleitoral, Maria Aparecida Rocha Cortiz, mostrou que a empresa Módulo prestava serviços de informática ao Tribunal Superior Eleitoral desde 1996, quando o sistema eletrônico foi implantado no Brasil, e que por treze anos (de 2000 a 2013) um único contrato foi firmado com infindáveis prorrogações (clique aqui). Os contratos são fechados na modalidade “inexigibilidade de licitação”.

A Módulo foi adquirida por Sérgio Thompson Flores, um aventureiro que enriqueceu nos processos de privatização de Fernando Henrique Cardoso. Sempre foi ligado ao sistema PSDB. Depois, se meteu em inúmeras aventuras pesadas, tentando assumir o controle da Gazeta Mercantil. Finalmente, montou na Bolsa de Londres um fundo para investimentos em bioenergia no Brasil, o Infinity. Era um fundo aventureiro, que fez aquisições sem pé nem cabeça, de usinas sem nenhuma viabilidade econômica. E depois quebrou.

Sérgio reapareceu como controlador da Módulo. Note-se que é a mesma empresa contratada por Eduardo Paes para processar as passagens de ônibus no Rio de Janeiro e calcular o valor dos subsídios devidos pela Prefeitura às empresas. Quando estourou a operação contra a associação os ônibus, seu nome apareceu de relance.

Antes da módulo, uma das empresas que fabricava urnas foi adquirida por Wilson Brummer, ex-presidente da Usiminas e tesoureiro das campanhas de Aécio Neves.

Peça 5 – os coronéis da SEI

Os desenvolvedores de sistemas são antigos técnicos egressos da SEI, a Secretaria Especial de Informática do regime militar e há anos ocupam cargos de assessoria tecnológica no STF e no TSE.

Coincidentemente, os dois tribunais padecem das mesmas suspeitas em relação aos algoritmos que distribuem os processos entre os Ministros.

O TSE tornou-se um tribunal partidário. Ficou nítido no julgamento das contas do PT e de Dilma Roussef nas eleições de 2014. Houve uma pressão pesada do relator Gilmar Mendes sobre os técnicos do TSE, visando criminalizar até classificação de equipamentos.

Leia também:  Tempos sombrios, literalmente, por Ergon Cugler

Na época, o GGN foi o primeiro veículo a chamar a atenção para a terceiro turno das eleições, pelo TSE, e a apontar a impossibilidade estatística dos dois processos – de Dilma e do PT – caírem com Gilmar Mendes (clique aqui), já que, teoricamente, a distribuição se dá através de algoritmos.

A mesma suspeita paira sobre o tal algoritmo do Supremo, responsável pela distribuição de casos pelos Ministros. Não ha calculo probabilístico que explique o fato dos 4 principais caciques do PSDB- – Aécio Neves, José Serra, Aloisio Nunes e Cássio Cunha Lima – terem sido distribuídos para Gilmar. Como não há explicações estatísticas para Gilmar ter sido sorteado para todos os eventos decisivos nos processos que culminaram com o impeachment de Dilma.

No início, suspeitamos que havia um especialista analisando as probabilidades de cada Ministro cair com um processo (clique aqui). Ou seja, como o algoritmo levava em conta algumas regras, o especialista estudaria a sequencia de processos e saberia quando cairia com cada Ministro.

Mais tarde, outros indícios apareceram (clique aqui). Técnicos de Brasília aventaram a hipótese de haver uma gambiarra por cima do algoritmo do sorteio, pela qual se poderia colocar diretamente o nome do Ministro a ser sorteado em cada processo.

Tenho para mim que Aécio Neves perdeu as eleições de 2014 por erros finais de cálculo na manipulação. Tanto que foi informado antecipadamente da sua vitoria e ensaiou a comemoração.

Todas essas suspeitas foram levantadas na ocasião. Mas Dilma Roussef e o PT eram tão ingênuos no trato com o poder, que se passasse um leão faminto na sua porta, seriam capazes de convidá-lo para entrar e tomar um cafezinho.

De qualquer modo, se a PGR pretender dar uma contribuição para a democracia, mais eficaz do que impedir a posse em Ministérios de deputados do baixo clero, faria bem em estudar melhor esse tema. Principalmente porque o novo presidente do TSE, Ministro Luiz Fux, tem lado político.

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83 comentários

  1. Documentário “Caixa Preta” o mito do voto eletrônico

    Olá, na Argentina existiu um debate no Congresso federal logo que o macrismo tentou impôr o voto eletrônico numa reforma eleitoral.

     

    Tem um documentário (sem legendas em português lamentávelmente) sobre esse debate em espanhol:

     

    Caixa Preta: O Mito do Voto Eletrônico está disponível no Youtube:

     

    https://www.youtube.com/watch?v=zhjVVrVHsrQ

     

    Vale a pena dar uma olhada e a sentença do Tribunal Constitucional Alemão dizendo que o voto eletrônico é inconstitucional por ser impossível de auditar para uma pessoa comum, que só saiba ler e escrever

     

    Saudações.

  2. As urnas eletrônicas são inconstitucionais na Alemanha

    O voto eletrônico é inconstitucional na Alemanha:

     

    Para a corte máxima alemã, um “evento público” como uma eleição implica que qualquer cidadão possa dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem possuir, para isso, conhecimentos especiais.

    No processo eleitoral tradicional, isso nunca foi um problema. Uma vez que o voto tenha sido depositado na urna, qualquer pessoa pode acompanhar de perto a contagem junto ao domicílio eleitoral. Manipulações, nesses casos, são difíceis, uma vez que podem a qualquer momento ser descobertas.

    Resultados não foram anulados

    O que não ocorre no caso das urnas eletrônicas, em que o eleitor simplesmente aperta um botão e o computador, horas mais tarde, expele um resultado. O cidadão comum, neste caso, não tem meios para apurar possíveis erros de programação ou manipulações propositais. Neste sentido, acreditam os juízes alemães, houve, com o uso da urna eletrônica nas eleições de 2005, uma transgressão das leis que garantem o pleito como um fato público. “

     

    http://www.dw.com/pt-br/tribunal-alem%C3%A3o-considera-urnas-eletr%C3%B4nicas-inconstitucionais/a-4070568

    • Muito bem levantado. Os votos não são do TSE, mas do eleitor

      O papel do TSE é assegurar a lisura e transparência da eleição.

      E não pensar (e agir) como dono do processo.

      Mas como vivemos numa tranqueira de país e não numa nação de verdade,

      A bandidagem faz o que quer.

      Nosso problema NÃO É de “instituições”

      É dos bandidos que as povoam.

    • Brasil na vanguarda da contramão

      Sobre essa questão, ha alguns anos na França houve intenso debate sobre se adotariam ou não urnas eletrônicas. E apos varios meses, testes com especialistas etc, subiram em cima da urna eletrônica e disseram não, impossivel garantir que não va haver fraudes. Nunca mais se falou no assunto na França, que continua usando o bom e velho voto no papel. E como houve necessidade nas ultimas eleições, em determinada cidade houve recontagem de votos.

  3. Tentem me convencer de que o Capão Rendondo elegeu o Dória

    Sambaram na cara do PT, montaram escutas, grampearam a rodo, tinham informantes lá de dentro, 15 minutos após uma reunião ministerial acabar os portais reproduziam diálogos – nunca desmentidos pelo Planalto. Polícia Federal em peso contra o governo do PT, judiciário, tudo contra. A verdadeira casa da mãe Joana. Pegue a votação do Dória, o Haddad ganhou em 2 (duas) zonas eleitorais, perdeu em todas as outras. Não fecha. 

  4. Sem querer desmerecer as

    Sem querer desmerecer as informações levantadas e já concordando que a tal urna brasileira é um dos piores sistemas automatizados de contagem de votos que existe no mundo, gostaria apenas de lembrar que as fraudes eleitorais mais recentes na América Latina, México em 1988 e Honduras ano passado (não lembrod e outras), não se deram nas urnas mas sim na contabilização delas. E isso tem certa lógica porque é mais fácil fraudar uma parte única e central da cadeia (o chamado elo mais fraco) do que espalhar a fraude por tudo de cima a baixo deixando mais rastros. Em ambos os casos citados de México e Honduras, a fraude foi feita no sistema de contabilização central. Ocorreram “falhas” de energia que tornaram o sistema indisponível por certo período para consulta e que, após voltar, contava com uma vitória já garantida do candidato da situação.

    O caso do Brasil assusta porque é impossível uma auditoria séria da urna, temos que simplesmente confiar que o resultado que ela deu é correto e não foi alterado de maneira nenhuma. Porém, ela emite um relatório de votos logo após a finalização da votação, o qual é impresso e fica disponível para quem quiser ver na porta da seção eleitoral. Um professor da Unicamp, inclusive, disponibilizou um aplicativo de celular em 2014 para fazer uma contabilização paralela destes boletins, onde as pessoas podiam enviar fotos dos boletins de urna que o aplicativo extraía as informações da foto e contabilizava os votos paralelamente. Infelizmente, sua contabilização era demorada e seu resultado só foi divulgado coisa e um mês depois de o TSE já ter divulgado a contabilização oficial. Mesmo assim, ele divulgou os resultados que também não abrangiam todas as seções eleitorais, mas tinha uma abrangência estatística relevante, e chegou a conclusão que não houve erro na contabilização dos votos.

  5. Coroneis eletrônicos.

    Já escrevi neste blog, em outras eleições. QUALQUER  programa de computador pode ser invadido, corrompido, adulterado, ou mentir.

    Uma vez desenvolvi um software que foi classificado como “muito bom” pelos usuários. Mas depois de um mês, ele já não era tão bom, só dava pau. Fuii examinar a questão. Quando havia a corrupção dos arquivos de indexação, eles eram refeitos pelo próprio software, a partir de comando do usuário. No início, com poucos registros, os bancos de dados eram pequenos, dois a três mil registros. Conforme foram aumentando, o tempo de indexação aumentava exponencialmente. O que havia de errado? O programa informava ao usuário, “indexando arquivos, por favor, aguarde…” Mas quando os registros chegaram a dezenas de milhares, os operadores entendiam que o programa estava travado e desligavam o computador.

    Como resolvi essa pendenga? Antes de o programa começar de fato a indexar os arquivos, o programa escrevia na tela: “3% indexados, aguarde…”. Durante esse tempo, o programa calculava o tamanho dos arquivos, o tempo total de indexação, e só aí começava a indexar. Mas os usuários ficavam calmos, acreditando nos “3% indexados”, uma falsa informação para tranquilizar os usuários. Nunca mais desligaram a máquina pensando que estivesse travada, a informação falsa lhes dava tranquilidade até a indexação realmente começar.

    Esse é um exemplo pobre das possibilidades de fraude em programas de computador. Mas o que me deixava realmente preocupado era nas eleições para prefeito da Capital e governo do estado: O TRE-SP divulgava a apuração de apenas 1% dos votos, durante várias horas, SP atrás de estados de grande área geográfica e com grandes probelams de logística.

    Nesse um por cento, os candidatos do PSDB tinham sempre em torno de 60% dos votos. De repente, não mais que de repente, os computadores do TRE-SP começavam a vomitar resultados parciais numa velocidade incompatível com a morosidade inicia, confirmando os 60% apurados no um por cento inicial. Mas não tinha pensado nisso, que o Nassif falou: A fraude de 2014 foi parcial, não esperavam a votação acachapante de Dilma no Norte e Nordeste.Aquela teria sido a eleição perfeita da fraude eletrônica. Olhos no TSE, mas, principalmente, no TRE-SP, onde há quase 40% dos eleitores brasileiros.

    • Pois é,
      Foi em sp que um

      Pois é,

      Foi em sp que um senador em terceiro na tarde de sábado apareceu disparado em primeiro na apuração, e os analistas que tanto gostam de papagaiar ficaram caladinhos sobre esse feito hercúleo…….

       

    • Pois é,
      Foi em sp que um

      Pois é,

      Foi em sp que um senador em terceiro na tarde de sábado apareceu disparado em primeiro na apuração, e os analistas que tanto gostam de papagaiar ficaram caladinhos sobre esse feito hercúleo…….

       

    • Emendando a sua colocação,

      Emendando a sua colocação, temos um exemplo de onde isso pode ocorrer, que é a eleição ao senado em São Paulo. Se observarmos bem, sempre tem ocorrrido do candidato tucano ter uma votação assustadoramente maior que a prevista pelas pesquisas e esperada por analistas antes do pleito. Seria aí uma manipulação de resultado que tem passado batido por todos nós?

  6. Só não entendo em que o voto

    Só não entendo em que o voto impresso ajuda. Acaso o eleitor verá a impressão? Digo isso porque quando votei numa urna eletrônica com voto impresso o voto era impresso dentro de um saco preto. Eu não tinha como saber se meu voto tinha sido impresso corretamente. Se o algorítimo pudesse fraudar a urna, porque não fraudaria também a impressão? Tipo: eu vou votar no Ciro, aparece a foto dele na tela, eu confirmo, e a urna grava um voto no bolsonaro e imprime o voto no bolsonaro sem eu saber. De que adianta recontagem de voto impresso? Só se fosse possível o eleitor ver a impressão antes de deixar a cabine de votação, do contrário, pode ser fraudado do mesmo jeito.

    Não tenho certeza, mas acredito que essas urnas e seu software são disponibilizados para os técnicos dos tribunais antes e depois das eleições. Elas provavelmente são testadas por esses técnicos inúmeras vezes antes e depois das eleições, centenas deles. As eleições podem ser simuladas antes – e provavelmente são. Uma diferença na contagem de votos seria percebida nesses testes. As configurações das eleições, a colocação do número e das fotos dos candidatos, as sessões eleitorais, o cadastro de eleitores, as configurações de horário do relógio das urnas, tudo isso é feito pelos funcionários dos tribunais. Será que eles vão fazer todos esses cadastros, colocar tudo nas urnas, configurar tudo… e não vão testar? Uma fraude do fabricante da urna ou do software teria que ser muito, mas muito bem feita, pra passar despercebida por todos esses profissionais nos testes. Uma equipe do TST pode muito bem alterar a data no relógio da urna (são esses técnicos que fazem esses ajustes), simular uma eleição com os mesmos candidatos, gravar o resultado, e depois verificar se não houve fraude. Não é nada difícil. O software não tem como saber que aquela eleição não é real. Tenho quase certeza que isso é feito inúmeras vezes dentro dos tribunais, e, aparentemente nunca um tribunal relatou nenhuma fraude nesses testes. Pra haver uma fraude, só se o software fosse disponibilizado pelo fraudador de forma que não fosse possível fazer simulações. A urna não tem como saber se aquilo é uma simulação de votação ou uma eleição real. Pelo menos eu acho que não.

    • A ingenuidade não é virtude

      Junte um malandro estilo Gilmar Dantas Mendes com os malandros do tio Sam e o próximo presidente será aquilo que eles decidirem e com as barbas dos institutos de pesquisas que já são deles.

      Nas Escrituras está o alerta sobre os filhos das trevas, como sempre e aparentemente mais expertos dos filhos da Luz.

       

      • Permita-me discordar em um

        Permita-me discordar em um ponto: o problema real não são os ‘malandros’ do tio sam. São os NOSSOS malandros. Como dizem, mantenha seus amigos por perto e seus inimigos MAIS perto ainda.

    • Voto impresso para o eleitor confirmar o eletrônico
      O objetivo é que o eleitor pegue o voto impresso, confirme que a impressão corresponde às suas escolhas e então o eleitor deposita o voto impresso na urna. Assim se pode auditar e recontar mantendo o sigilo do voto.

  7.  
    Nesta questão do processo

     

    Nesta questão do processo eleitoral a teoria da conspiração há muito já deixou existir!

    Só não ficou mais transparente como nas outras questões da justiça (por exemplo da ação da PGR) por dificuldade das pessoas em entender as questões tecnologicas envolvidas.

     

     

     

     

     

  8. a fraude está madura

    Entendo que a eleição eletronica no Brasil foi implantada prevendo o tempo em que o sistema eleitoral pudesse ser fraudado de forma rápida eficiente e sem levantar grandes suspeitas. Este tempo chegou. As condições são ideais para fraude que provavelmente deve englobar eleições do legislativo e executivo. Os atores de mais este golpe estão posicionados e não há quase nada que se possa fazer. 

    • O tempo pode ter chegado antes

      O parlamento mais conservador (o termo não é bem esse, mas…) da história recente saiu das urnas de 2014. 

      Todas as atenções estavam voltadas para a eleição presidencial. Velhos caciques que não conseguiam mais votos voltaram ao Senado. Pernambuco não elegeu um único congressista do PT.

      Marina, segundo algumas pesquisas, ganhava no primeiro turno. Até dava entrevista como presidente eleita. Foi ultrapassada por Aécio que nunca ia além dos 19% nas sondagens de intenção de voto.

      Tudo muito estranho…

      • Nestas eleições velhas

        Nestas eleições velhas raposas voltaram ao Congresso e Senado:

        – Roberto Freire

        – Tasso Jereissati

        – José Serra

        – Jarbas Vasconcelos

  9. De acordo: Os fraudadores têm hoje a faca e o queijo na … urna

    Também acredito que a não eleição fraudada de Aécio foi um “acidente de trabalho”, que infelizemnte não se repetiu com a eleição de Dória.

    O principal risco de fraude hoje é que a quadrilha institucional que controla o país também controla tdod o processo, seja ele qual for.

    Acho que vale a pena repetir aqui uma sugestão que deixei em outro post sobre o assunto

    ( https://jornalggn.com.br/comment/1190088#comment-1190088 )

    para complicar a vida da quadrilha, lembrando quw o problema é que é ela mesma quem decide o que usar ou não,

    Mas vamos lá: 

    … é evidente para a manutenção de uma eleição minimamente decente:

    1) O voto tem que ter contraprova em papel

    2) A cédula em PAPEL, para não ser (mais um) enfeite deve conter (apenas):

    2.1) O nome e número legível de quem foi votado, para conferência visual durante a votação e posterior em conferência.

    2.2) Um número aleatório e único por seção que faça par com o mesmo número aleatório do voto na memória. Isto para assegurar que votos falsos em papel não sejam adicionados (ou subtraídos) nas urnas físicas, pois teriam este numero inváido.

    2.3) Um código para leitura ótica que reflita o voto legível e seu par eletrônico, tanto para conferência (do próprio) quanto para contagem. Este código, derivado da combinação dos candidatos votados na cédula, além de permitir a contagem em alta velocidade também pode ser auditado (se confere com o voto visual).

    3) O voto deve ser operado como hoje, com os seguintes adicionais para o papel:

    3.1) Ao confirmar o voto, a impressora avança o papel com o “espelho do voto” da tela para uma janela de visualização do papel, ainda na bobina.

    3.2) Se o voto no papel reflete o voto dado na tela, o eleitor finaliza e a cédula é cortada da bobina e cai numa urna física.

    3.3) Se o voto não conferir, a cédula pode ser picotada, desviada e/ou impressa como “invalidada” e o eleitor refaz o voto.

    3.4) No encerramento da votação, o sistema indicará quantas cédulas devem existir em cada urna, para evitar adições e desaparecimentos. Pura contagem.

    Tal processo visa proteger tanto fraudes de programação quanto fraudes de contagem física de cédulas (que pode existir em qualquer votação pelo mundo).

    A votação pode ser anunciada (mas não homologada) assim que terminar a apuração eletrônica.

    A conferência com os votos de papel poderá tanto ser usada como mera auditoria ou como contagem oficial (homologatória) total ou por amostragem, alguns dias depois. Ignorar-se-ão eventuais diferenças que NÃO alterem o resultado. 

    Aí (sempre podendo ser aperfeiçoado) podemos começar a pensar de verdade que teríamos um sistema mundialmente avançado, rápido e duplamente conferido e auditado.

    O resto… Bem é o resto, pois estamos num país (?) onde quaisquer juros de mora são confundidos com juros de crédito e podem derrubar um presidente eleito por pedidos feito por um gagá um incompetente e uma doida sem sequer OAB

    Aí, troquemos eleições por orações…

    Ja´que somos um povo de bundões;

     

  10. Eles vão ganhar de qualquer jeito

    2 medidas de segurança bastariam:

    1a. Emissão de um voto em papel para o eleitor conferir e colocar na urna. Para checagem futura.

    2a. O sistema todo deveria ser “código aberto” como o linux. Os sistemas mais seguros do mundo são código aberto, pra todo mundo testar antes e apontar as falhas.

    Mas não farão isto. Se houver um candidato competitivo da direita e ele perder por pouco, vão fraudar a contagem.

    Se não houver candidato competitivo, antes das eleições eles dão um novo golpe: parlamentarismo, “acidentes”, crimes eleitorais, qualquer coisa, até ditadura nua e crua.

    Não estão para brincadeira.

    • A ditadura nua e crua já pode

      A ditadura nua e crua já pode estar começando.

      O desgoverno federal decretou intervenção na segrança do estado do Rio de Janeiro.

      Porque?

      Porque detectaram que pode começar ali a revolta popular que vai colocar os golpistas onde eles merecem estar, ou seja, atrás da grades.

      Já estão se adiantando e não hesitarão em bater, prender e arrebentar, como já dizia um general da ditadura.

  11. É no sistema de totalização de votos que mora o perigo, Nassif
    Se pensar 2 segundos sobre o cenario que descreveu, Nassif vai concluir que o grande problema NAO esta’ na urna mas sim no sistema de totalizacao de votos. Proponho um simples exercicio hipotetico: coloque-se no lugar de alguem que queira fraudar os resultados de uma eleicao. Pense no que e’ preciso fazer, contratar e gastar para mexer em cada urna. Considere que sao mais de 400 mil secoes eleitorais no pais, mais de 400 mil urnas recebendo em torno de 100 a 120 milhoes de votos.  Agora calcule o numero de urnas nas quais voce precisaria mexer para fraudar o resultado de uma eleicao. Pense no tamanho da equipe que voce precisa montar para atuar em todo o pais sem ser percebida e sem deixar rastros, profissionais com pefil ninja e hacker simultaneamente. Calcule quanto custa a hora de trabalho de alguem com este perfil e veja a quantidade de horas necessarias para mexer em urnas uma por uma. Agora veja o volume de trabalho necessario para mexer apenas e tao somente na entrada de dados do sistema de totalizacao, ou no proprio sistema de totalizacao. Qual o perfil do profissional necessario, quanto custa sua hora de trabalho, quantas horas seriam necessarias para mexer apenas em um ponto em um unico sistema, se precisa de mais do que um profissional para isto. Se voce fizer as contas nao tem outra conclusao a que possa chegar: e’ insano, e’ uma estupidez sem tamanho fraudar uma eleicao mexendo em uma montanha de urnas quando se pode fazer isto com um unico profissional mexendo apenas num unico lugar num unico sistema…

     

    • Talvez não
      Acho q o esquema se dá durante a votação. Uma sub-rotina q entra em funcionamento meia hora depois de ligada a urna e se autodeleta 9hs depois.

    • Quantos hackers são necessários para congestionar um site?

      Quantos hackers são necessários para atacar o site de uma grande corporação e para atrapalhar o funcionamento normal da rede?

      São necessários milhões de hackers, porventura?

      Wilson Azevedo, você está analisando a situação apenas sob a ótica quantitativa enquanto o problema é muito mais qualitativo do que quantitativo.

      Nas suas Aventuras na Cidade de Thor, Raul Seixas diria:

      “A civilização se tornou tão complicada
      Que ficou tão frágil como um computador
      Que SE UMA CRIANÇA DESCOBRIR O CALCANHAR DE AQUILES
      Como um só um palito pára o motor”.

  12. Basta um para fraudar a urna eletrônica

    A fraude pode acontecer em vários pontos do computador que é a urna eletrônica, até simultaneamente. O primeiro local, ou subsistema, que seria um alvo para a fraude é a memória que contém a chamada BIOS, subsistema que controla toda a entrada e saída do computador. Um programa instalado na BIOS que se aciona às 8:00 hs do dia da eleição, que durante todo o dia registra os votos com a fraude e que se apaga sozinho, sem deixar rastros, às 17:00 hs do mesmo dia. Outros locais onde se pode instalar o programa de fraude são os controladores de USB, de teclado, de disco e de controle de periféricos. Hoje já existem até mesmo cabos USB com chips embutidos que invadem os computadores somente pelo ato de conectar o cabo.

    Para fazer isso basta um único programador com conhecimentos de hardware (sistemas embutidos essencialmente) para adulterar a urna sem deixar vestígios. Um indivíduo que recebe uma milionária aposentadoria e que vai viver no Caribe depois do serviço cumprido. Ouso dizer que, se não fosse um instituto de pesquisas de intenções de voto como o Vox Populi a manipulação seria muito mais difícil de perceber, pois a urna apresentaria os resultados de acordo com as pesquisas divulgadas por Data Folha e IBOPE. Eu não acredito que FHC ganhou duas eleições em primeiro turno, para mim o resultado das urnas foi alterado para concordar com as pesquisas Data Folha e IBOPE, elas também fraudadas.

  13. E aquela coisa suspeita de

    E aquela coisa suspeita de tecnicos apurando a portas fechadas?

    Estranho também um candidato ao senado paulista estar em terceiro em pesquisas na tade de sabado e quando abrem-se as urnas elege-se disparado em primeiro…….até poderia acontecer essa bizarra reviravolta, mas o que chamou minha atenção foi o silencio dos analistas que ficam papagaiando em programas depois da votação, NINGUEM cometou o fato, calaram-se! Trataram como um fato normal, suspeitíssimo……

    Essa biometria além de ser um gasto desnecessario, um cerceamento do DIREITO ao voto, e tambem acredito que põe em risco o sifgilo do voto ao poder ligar o momento da identificação com o voto na urna, 

    Os partido não deveriam pedir nada, deveriam exigir do tse, uma justiça que nem deveria existir, segurança e garantia ao voto além de seu sigilo, EXIGIR!!!

     

     

     

     

     

     

  14. Meu Deus!! Eu sempre tive

    Meu Deus!! Eu sempre tive esta suspeita. Nunca entendi como ele poderia estar comemorando antes do fechamento das urnas. Até o gagá do FHC foi pro aeroporto pra participar das comemorações em BH!

    Nassif, te respeito muito! Já são bastante anos acompanhando suas idéias (até aquelas bobinhas!!), lendo e relendo seus comentários e ultimamente seus excelentes ‘xadrez’. Peço apenas que se lembre da acompanhante morta em hotel de BH. Algo que até hoje não foi claramente elucidado. Depois da afirmação abaixo, tenho pra mim que vc entrou na Lista Negra do Ah É SIM!!!

    Tenho para mim que Aécio Neves perdeu as eleições de 2014 por erros finais de cálculo na manipulação. Tanto que foi informado antecipadamente da sua vitoria e ensaiou a comemoração.

  15. Não precisam fraudar a urna… fraudaram a própria democracia

    Com esse cenário atual o menor dos nossos problemas é a tal urna.

    Eu tenho mais medo do que o povo brasileiro demonstra ser do que o desejo da elite nesse momento.

    O tipo “facista-burro-anti-esquerda” vai perdurar décadas nesse país. Os meios de comunicação viraram um panfletos partidários, a educação está no lixo, bispos pentecostais estão assumindo o poder, a maçonaria perdeu a vergonha na cara, os juízes são uma piada, a PF virou braço armado de grupos de poder, os movimentos sociais foram demonizados, as universidades estão ameaçadas, o patrimônio Nacional está sendo doado…

    Urnas fraudadas ou não… estamos perdidos como civilização!

     

  16. O problema não é só fraudar

    O problema não é só fraudar uma possível vitória de Lula nas urnas. O plano, também, é “reduzir” ao máximo as bancadas dos partidos de esquerda do Brasil. É só imaginar Bolsonaro, Dória, Alckmim “presidente” e ter de governar com um Congresso Nacional mais “progressista”. É fazer o serviço pela metade. Por isso, fraudar os votos dos Deputados Federais e Sendores progressistas é de vital importância para os donos do Golpe. 

  17.  
    Eu sou daqueles que

     

    Eu sou daqueles que acreditam que acredita piamente na sabedoria popular.

    Esta tem uma explicação para esse post do Nassif.

     

    QUEM USA CUIDA.

     

     

  18. Lamento mas as urnas… tanto faz.

    A mim parece que o que os golpistas precisam é de uma desculpa, uma justificativa qualquer, mesmo que absurda. Vejam o que está acontecendo com a Lava Jato… o tal de Santos fala o que quiser, Moro fala o que der na telha… tanto faz.

    Só as pessoas comuns – nós -, organizadas em movimentos, poderiam barrar esse golpe e instituir nova ordem. E nesse caso a violência, me parece, seria inevitável.

    Bem… sei que há quem só pense em si (“Saberei como escorregar dessa…Mudarei meu discurso para o lado vancedor seja ele qual for.”) ou na camisa que comprou num shopping qualquer (“Manchada de sangue?! Nem pensar!”). E há também até quem veja, na oposição ao golpe, uma forma de ganhar poder e prestígio para si mesmo. Nesse caso o golpe até agradece por fazê-lo parecer “democrático e plural”, mesmo que só até a página 2. “Quem lê para além da página 2, afinal?”…

    Mas sei, também, que há muita gente pensando, não apenas que já não tem mais nada a perder como também no coletivo: pode parecer estranho mas há, garanto, quem pense a coisa pública no coletivo, num enorme coletivo, Brasil.

    Que sirva de lição: iniciativa privada na gestão pública, nunca mais.

  19. Compra de urnas

    A eleição é fraudada comprando-se urnas inteiras. Em cidades pequenas, ou bairros populares, onde a população não se muda de lugar e vota na mesma urna zona (urna) a vida inteira, os cabos eleitorais compram urnas inteiras, principalmente nas áreas mais pobres.

    Nas favelas do Rio, os chefes do tráfico pegam os títulos de eleitores, que votam só com a identidade e falam o seguinte pra comunidade. “Quero 180 votos naquela urna (digamos que cada uma tenha 200 votos), senão vai ter represália (porrada, estupro…)”. Quando são apurados os votos em cada seção eles verificam a contagem e ficam esperando o pessoal ir buscar os títulos, pois são todos conhecidos, e aí a contagem é cobrada de cada um. É por isso que o TSE proíbe o uso de celular na cabine de votação, porque antigamente o cara tinha que fotografar o voto e mostrar pro chefe da área. Agora a compra é por urnas inteiras. O TSE sabe disso.

    As pequisas eleitorais apontam a tendência de voto, mas não conseguem captar a compra de votos. Se o cara virou a eleição nos últimos dias, é porque teve compra de votos.

    Os casos mais clássicos foram a eleição para senador em SP. Estavam Marta Suplicy e Netinho na frente, disparados. Quando abriram as urnas o Aloysio Nunes do PSDB ficou em segundo. Em alguns municípios do interior teve mais de 95% dos votos, onde ninguém sabe que é esse cara.

    No Rio, no mesmo ano foi o caso de Jandira Feghali e Francisco Dorneles. A Jandira fez comitê de campanha em todos os municípios do Rio, fez carreata em todos. Estavam Saturnino Braga e Jandira disparados na frente. Abertas as urnas, em segundo ficou o Francisco Dorneles e a Jandira em terceiro. Dorneles nunca saiu do Rio para fazer campanha e teve uma votação maciça principalmente no norte do Rio, área do Garotinho. Teve um ano, não lembro se foi esse, que no comitê do PMDB em Campos, no dia da eleição, a PF encontrou uma mesa com R$ 400.000,00 e centena de títulos de eleitores. A PF chegou lá por uma denúncia anônima. Ninguém foi preso, e nem sei que fim levou o inquérito.

    E tem muito mais por aí.

    Como voces acham que o PP tem mais de 40 deputados federais. Eu nunca conheci ninguém que votasse no PP, mas são os campões em qualquer denúncia de corrupção.

    • Me lembro bem daquela eleição

      Me lembro bem daquela eleição por duas vagas ao Senado em 2010.

      Marta Suplicy disparada em primeiro e Netinho de Paula, do PC do B, em segundo seguido por um moribundo Romeu Tuma e um até então pouco conhecido Aloysio Nunes, do PSDB.

      O que se viu foi uma sequência de eventos que favoreceu Aloysio Nunes:

      – a piora do estado de saúde de Tuma (sua campanha continuava acontecendo mesmo ele estando em estado de coma). Se não me engano, a Folha chegou a declarar sua morte antes da tal ocorrer.

      – o principal fato: a pesada campanha na internet em favor de Aloysio Nunes, na época através de email e grupo de email (yahoogroups, email de trabalho, etc) que foi um embrião do que teríamos anos mais tarde no facebook.

      A tal campanha por email apócrifos se valia do fato de que Tuma estaria na beira da morte e que o eleito seria seu suplente.

      O mais perverso na tal campanha foi feito com o candidato Netinho de Paula: Ele foi abertamente carimbado como agressor de mulheres, jocosamente de pagodeiro (como se artista deste gênero musical fosse vagabundo), que tinha zilhões de filhos, agressor do humorista Vesgo, do extinto programa Pânico na TV e etc. Tal campanha difamatória corroeu as intenções de voto do Netinho de Paula (quanto à justa indignação quanto à violência doméstica, a mesma só foi vista em relação ao homem negro – Kadu Moliterno, Aécio, Lasier Martins estão todos aí leves e soltos).

       

      Segue um dos emails que recebi na época. Neste email tentaram emplacar os candidatos do PSDB (Aloysio) e do PV (Young) – tiveram sucesso com o do PSDB:

      Paraundisclosed-recipient@direcnet.com10/01/10 às 1:01 PMVoto consciente!!! Para refletir sobre os canditados de São Paulo ao Senado.Para refletir e escolher quem ainda não escolheu seu candidato ao Senado.

       

       

      Candidato 1

      O pai, fundou a escola de idiomas Yazigi e a Fundação SOS Mata Atlântica. A mãe, foi premiada pela UNESCO por seus programas para capacitação profissional.

      Começou a trabalhar na empresa do pai aos 16 anos e levou-a ser um dos maiores cases de sucesso de franquias no mundo.

      Fundou a Associação Brasileira de Franchising, e foi presidente da associação por 3 mandatos consecutivos.

      Fez parte dos movimentos estudantis na época da ditadura militar brasileira. Atuou na AP – Ação Popular, mas abandonou o movimento devido às sua crença na não-violência.

      Começou a praticar sustentabilidade antes mesmo do termo ter sido inventado, e por isso foi um dos redatores da Carta da Terra – A declaração de princípios éticos e fundamentais para construção de uma sociedade justa, sustentável e pacífica.

      Pós-Graduado em filosofia pelo IBMEC.

      Autor do programa de capacitação de professores no Institute for the Advancemente of Philosophy for Children, na Montclair State University.

      Voluntário em capacitação de professores em escolas públicas, devido ao seu interesse de educação por qualidade.

      Integrante do PNBE – Pensamento Nacional de Bases Empresariais onde implementou projetos de adoção de escolas públicas por parte de empresas.

      Presidente do conselho deliberativo do instituto Ethos. Fundador do Uniethos – a sua divisão educacional. Projetou o instituto com suas participações em fóruns internacionais como o Pacto Global das Nações Unidas, o Global Report Iniciative , a 26000, o fórum Econômico Mundial. Iniciou a disseminação da responsabilidade social empresarial como uma nova dimensão nos negócios.

      Um dos três fundadores do Movimento Nossa São Paulo.

      Um dos fundadores do fórum Amazônia Sustentável.

      Convidado para participar do projeto Elias – do Massachussets Institute of Technology para incentivar a inovação de lideranças sistêmicas ligadas à sustentabilidade.

      No final de 2007, aproximou-se de Marina Silva e, juntos com outras lideranças empresariais e ambientais, conceberam o movimento Brasil Sustentável, que visa engajar diversos setores da sociedade – empresas, governos, academia e organizações da sociedade civil – na construção de uma sociedade responsável, justa e sustentável.

      Ricardo sonha com uma sociedade de pessoas felizes, com qualidade de vida. 

      Seu lema de vida é: Paz, Alegria e Serenidade. 

      Filósofo, praticante de yoga e da filosofia de não violência de Ghandi, Músico e compositor de violão erudito e muitas outras coisas que não cabem numa página, mas estão publicadas em sua biografia. 

      Candidato 2

      Casou-se aos 15 anos e aos 16, montou um grupo de pagode

      Em 2001 abandonou o grupo em prol de sua carreira solo. É pai de 7 filhos e praticante de violência doméstica contra sua esposa.

      Apresentou o programa Show da Gente no SBT. Em 2008, aproveitou sua fama artística e foi o terceiro vereador mais votado na cidade de São Paulo.

      Também por meio de eleição, foi presidente da Comissão Extraordinária de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude da Câmara de São Paulo. Foi também escolhido como relator da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas em Situação de Rua. Também é membro da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ). 

      Como integrante desses grupos, ganhou notoriedade ao agredir o repórter Vesgo em frente às câmeras.

      Candidato 3

      Formado em direito pela USP, onde também lecionou a matéria.

      Por conta de ações contra a ditadura foi exilado na França, onde estudou Economia Política e foi professor de Português.

      Foi diretor do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Paris.

      Foi deputado Estadual duas vezes e líder do Governo Franco Montouro. Foi Deputado Federal 3 vezes, ora pelo PMDB, ora pelo PSDB.

      Foi vice-governador do Estado e Secretário Estadual de transportes. 

      Foi ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Ministro da Justiça e Secretário do Governo e Prefeitura de São Paulo.

      Responsável pela articulação política entre as pastas de governo e município.

      Suas principais realizações foram:

      – fim da taxa do lixo, criada por Marta Suplicy e isentou da taxa de iluminação pública os moradores de ruas não iluminadas. 

      – construção de 46 novas escolas, substituindo outras 44 em condições inadequadas, as chamadas escolas de lata, favorecendo cerca de 35 mil crianças que estudavam nas antigas escolas. 

      – grande incentivador da Virada Cultural. 

      – na saúde firmou novamente convênio com a FURP, retomando a fábrica de remédios do governo do estado de São Paulo, que passou novamente a fornecer remédios à prefeitura. 

      – integração do Bilhete Único ao Metrô. 

      – construção de 2 Hospitais (Hospital Cidade Tiradentes e o Hospital M’Boi Mirim). 

      – Construção de 11 Novas Unidades Básicas de Saúde 

      – Construção de 50 AMAs 

      – serviço de pronto atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Pronto-Socorros, com capacidade de atendimento de até 300 pessoas/dia por unidade. 

      – Implantação do Programa Remédio em Casa 

      – entrega domiciliar de medicamentos a pacientes com doenças crônicas (diabetes e hipertensão). 

      – A chamada Lei Cidade Limpa é uma lei contra a poluição visual no município de São Paulo que está em vigor desde o dia 1º de janeiro de2007. Proposta e sancionada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

      Candidato 4:

      Foi investigador, Delegado de Polícia. É formado em Direito pela USP. 

      Foi diretor do DOPS (polícia da ditadura) de 1977 a 1982 quando tornou-se superintendente geral do DOPS paulista.

      Capturou o mafioso italiano Tommazo Buscetta. No governo Collor, foi Secretário da Receita Federal.

      Foi presidente do Instituto Brasileiro de Assuntos Estratégicos.

      Membro do Conselho de Ética Parlamentar

      Atualmente é senador e defende o filho sobre as acusações de envolvimento com a máfia chinesa, acusações essas surgidas após o filho assumir o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e enriquecer 416% em menos de um ano.

      Candidato 5:

      Seu pai foi o megaindustrial Luís Afonso Smith de Vasconcelos.

      Educada em escolas francesas Des Oiseaux e Nossa Senhora de Sion. Tem 3 filhos e 5 netos.

      Psicóloga e Psicanalista, com mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan State University, e pós graduada pela Standford University.

      Ficou famosa pela atuação política do marido, e adotou seu nome quando foi Apresentadora da TV Mulher nos anos 80.

      Tem 9 livros editados.

      Após o divórcio, continuou usando o nome do marido.

      Foi deputada federal entre 1995 e 1998. Nesse período apresentou dois projetos: A da parceria civil para pessoas do mesmo sexo (1996) e a política de cotas para mulheres na política.

      Eleita Prefeita em São Paulo com 58% dos votos em disputa direta contra Maluf, criou a taxa do lixo, o bilhete único e os CEUS. Ganhou notoriedade ao inaugurar obras às vésperas da eleição, como o túnel na avenida Rebouças, que ficou inundado e teve que ser fechado para obras novamente 3 dias após sua inauguração. Obteve cerca de 32% dos votos na eleição seguinte.

      Ministra do Turismo do Governo Lula, lançou o Viaja Mais Melhor Idade.

      Famosa pela frase: ” Relaxe e goze !”

      Candidato 6:

      Músico, cantor e apresentador, tem o ensino fundamental incompleto. Participou de “A praça da Alegria”, “Vende-se um véu de noiva”, “Ô coitado” e “A praça é nossa.”, Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show, Concurso de Paródias, “nome do candidato” Show e “nome do candidato” TV. 

      Desligou-se do SBT ao receber o convite para ser candidato. Atualmente vive uma rixa com os donos de seu partido, acusando-os de censura e de não conseguir passar sua mensagem.

      ESCOLHEU ? PRECISAMOS ESCOLHER 2 hein ?… Agora saiba quem são:

      Candidato 1: Ricardo Young, 430.

      Candidato 2: Netinho de Paula, 131.

      Candidato 3: Aloysio Nunes, 451.

      Candidato 4: Romeu Tuma, 141

      Candidato 5: Marta Suplicy (Marta Smith de Vasconcelos): 133

      Candidato 6: Moacir Franco, 177

      Agora, veja como estão as pesquisas:

      Netinho 28%;
      Marta 35%;
      Romeu Tuma 21%;
      Aloysio Nunes 16%;
      Ciro 12%; 
      Moacyr Franco 9%; 
      Ana Luiza 4%; 
      Ricardo Young 3%; 

      Se você não quer que esses números virem realidade, encaminhe esse e-mail para seus conhecidos! 
      Só muda se você mudar!
      VOTE CONSCIENTE…

       

      • O tucano estava em terceiro

        O tucano estava em terceiro numa pesquisa divulgada no final da tarde de sábado,

         

        ao abrirem-se as urnas foi eleito em primeiro com larga vantagem, o que me chamou a atenção é que NENHUM daqueles palermas que ficam papagaiando por horas durante a votação celebrou a virada espetacular de um candidato que estava praticamente fora da disputa, suspeitíssimo……..

  20. Sérgio Thompson Flores –

    Sérgio Thompson Flores – Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz. 

    Serão parentes?

     

  21. Como o caso Proconsult já vai a 35 anos passados, os jovens não

    viveram a história, isto em tempos do voto de papel que podia ser recontado e havia uma fiscalização visual dos partidos. Imagina com a facilidade de programar de modo sofisticado como hoje é possível, deixar tudo nas mãos dos grupos golpistas e contra a sociedade brasileira? 0% de dúvida que é para praticar malfeitos. Se abertamente estão desvirtuando fatos, fotos, documentos, leis, lógica e conceitos não espero, sinceramente reforma nas mentalidades deturpadas desta gente.

  22. Por isso o PSDB se mantem
    Muita autonomia para que os Estados fraudem os pleitos atravės da contratação de empresas terceirizadas de informåtica…..
    por isso o PSDB se mantem ha decadas no goveno de SP….nem segundo turno tem mesmo que as pesquisas indiquem o contrario…..os golpistas vao deitar e rolar…e sem conduzir as massas para uma grande rebeliao, os golpistas não soltarão a rapadura tão cedo

    A turma do Moreira Franco patrocinou a fraude do Proconsult…a Globo no esquema como sempre

    http://m.jb.com.br/pais/noticias/2012/11/27/ha-30-anos-jb-revelou-escandalo-do-proconsult-e-derrubou-fraude-na-eleicao/

    Hackers invadem urnas eletronicas

    http://www.mundopositivo.com.br/noticias/20470155-tse_encontra_tres_falhas_no_sistema_da_urna_eletronica_em_teste_de_seguranca.html

    • Desculpe, mas eu tenho que

      Desculpe, mas eu tenho que discordar de ti.

      O PSDB está encalacrado em SP não por fraude, mas sim porque o paulista em geral é muito tapado mesmo.

      Não sei do seu círculo social, mas no meu apenas eu e alguns gatos pingados temos verdadeiro horror ao PSDB e somos contra o golpe. A vasta maioria é de coxinhas.

      Mas é claro que também não descarto o fator fraude.

      • Estou na mesma situação. Em

        Estou na mesma situação. Em SP, quem não é coxinha sofre horrores. Mas este ano acho que não teremos a oportunidade de discutir a lisura das eleições. Estou seriamente desconfiada de que não haverá eleições, pura e simplesmente. O Temer vai espalhar seus milicos por aí, o STF vai abençoar, a Globo vai elogiar, joga-se o que resta da Constituição no lixo e os golpistas vão governar por decreto ou procuração dada a algum general.

  23. Desconfiança

    O maior problema com o sistema eletrônico está na desconfiança da população em relação às autoridades, empresas envolvidas e ao TSE, em geral. Ocorre que as elites que golpearam o Governo estão simplesmente atropelando a população, em todas as frentes. A solicitação do papel impresso é uma amostra de desconfiança. E temos muitos motivos para desconfiar. A discussão técnica é para os técnicos e, pelo que parece há muitas razões para questionar a votação eletrônica, mas, o que realmente preocupa aos eleitores é manifestar a sua desconfiança na elite golpista. O povo está no seu direito, pois o voto é dele e não do TSE, além do mais o povo é quem paga a conta.

  24. Proconsult
    “Já se tem um caso histórico, da manipulação das eleições e 1982 pela Globo em auxilio ao regime militar. A Proconsult, empresa que desenvolveu os sistemas para apuração paralela das eleições, incluiu um algoritmo – chamado na época de fator X – que desviava votos dos demais partidos para a Arena.”
    Esse caso deveria ser relembrado de tempos em tempos para que jovens e desinformados tomassem conhecimento do poder deletério da Globo e os perigos que representa para a democracia.

  25. Midnight Express

    A cassação da prisão em segunda estancia é o último vagão no expresso da meia noite dos manisfestoches. Infelizmente os progressitas ainda não perceberam isso. Eles querem que o STF reveja essa posição  como última justificativa para continuarem apoiando Bolsonaro e Moro.

  26. Urna eletrônica ou voto

    Urna eletrônica ou voto manual: quando os caras querem e até mesmo precisam, eles fraudam eleições para não perderem o controle sobre o país. Hunduras foi um dos laboratórios de teste da nova modalidade de golpe de estado e o resultado da eleição foi fraudado exatamente por isso. “Eles” deram um golpe de estado, não vão largar o osso pacificamente. Nem com urnas eletrônicas e nem com votos em papel.

  27. Tenho para mim que Aécio

    Tenho para mim que Aécio Neves perdeu as eleições de 2014 por erros finais de cálculo na manipulação. Tanto que foi informado antecipadamente da sua vitoria e ensaiou a comemoração.

    Embora a frase acima seja perturbadora, eu sempre desconfiei de que a eleição de 2014 havia sido manipulada.

    Me recordo bem do clima de terror que Gilmar Mendes empregou no TSE quando da contagem de votos e de relatos que ele era só sorrisos com os resultados parciais da apuração (quando eram revelados votos majoritariamente de regiões aecistas) e da alteração de humor quando da virada.

    Creio que ou alguém tenha feito a famosa “cagada” e calculou errado a gambiarra da distribuição de votos, ou mesmo pode ser que alguém de dentro do quadro técnico do TSE, indignado com a trampa, resolveu reverter.

    A grande surpresa e decepção por parte da chapa tucana (PSDB/mídia/Gilmar Mendes et caterva) foi reveladora. Estavam simplesmente embasbacados (a expressão de quase choro do Merval foi eternizada). Creio que não foi à toa que Aécio Neves ficou falando de fraudes nas eleições, talvez tenha sido o desespero do mimado ante ao acerto que não aconteceu.

    Eu tenho muita convicção de que, havendo eleições neste ano, teremos as mesmas totalmente fraudulentas.

    E não descarto que, considerando os golpistas toscos demais, nos venham com absurdos “a la Saddam Hussein” (vitória com 90% dos votos e etc).

  28. A urna eletrônica …

    A urna eletrônica surgiu da frustação da mídia de não dar os resultados rapidamente.

    Os eleitos tomam posse 2 meses depois da eleição , ou seja arrumaram uma solução para um problema que não existe.

    O mais simples é fazer como o resto mundo civilizado.

     

  29. as coisas estão cada vez

    as coisas estão cada vez piores

    HOJE vivemos um GOLPE  ..forças militares já estão se posicionando por todo território  ..a direita e os EUA não conseguiram forjar um candidato  ..e uma empresa AMERICANA comprou a braisileira que bolou essa BOSTA

    faz tempo que digo que o sistema é frágil, falível  ..e o voto impresso (criminosamente adiado por este STF de Carminha) ajudaria a conter muito risco

    https://www.youtube.com/watch?v=r3uQW7CDyfo

  30. Nassif você se deu conta disso

    A Módulo foi adquirida por Sérgio Thompson Flores…

     

    Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz Presidnete TRF4.

  31. Tenho certeza quase que

    Tenho certeza quase que absoluta que já fizeram isto em 2014. Incluíram algoritmo que desviava votos para o Aécio. Duvido que ele tenha tido aquela votação.

    O que houve é que acharam que o roubo seria suficiente para sua eleição, tanto que até comemoraram antecipadamente.

  32. Nassif,
    A PGR não faz

    Nassif,

    A PGR não faz absolutamente nada porque ELA É parte do golpe.

    O que ela fez até agora:

    – denunciou e pediu a prisão da presidente do PT Gleise Hoffmann,

    – Negou tudo o que foi solicitado pelo PT ou a defesa do Lula,

    – arquivou um processo contra o Serra recheado de provas de crime;

    – nada fez contra a roubalheira generalizada que o governo atual instalou no país,

    – et c etc etc

  33. “Tenho para mim que Aécio

    “Tenho para mim que Aécio Neves perdeu as eleições de 2014 por erros finais de cálculo na manipulação. Tanto que foi informado antecipadamente da sua vitoria e ensaiou a comemoração.”

    É isto que dá comentar sem ler a matéria toda. Escreve comentário  que o autor do post confirma depois.

    Nassif, sua dúvida é a minha certeza.

    Estou absolutamente convencido que roubaram alguns milhões de votos da Dilma, principalmente em estados dominados pelo psdb há anos.

    Mesmo assim perderam de muito. cerca de 3,5 milhões de votos, que a mídia globo e sua repetidoras, sbt, record e band fez parecer que foi por pouco.

  34. Em ano eleitoral também para

    Em ano eleitoral também para os Conselhos Regionais de Medicina a Procuradoria da República precisa tomar providências para evitar suspeitas ou tentativas de fraude, como foi noticiado em 2013 (aqui e aqui). Muitos médicos devolvem a cédula eleitoral com código de barra pelos Correios (ver aqui), colocando o voto dentro de carta-resposta. A segurança desse processo eleitoral também precisa aumentar.

  35. Saudade de Chico.

    Nassif: essa de você dizer que o Ministro Presidente “tem lado político” e pura maldade. Ele é upessoa, politicamente, impecável. Tem aqui e ali uns escorregos, como o caso da filha no TJRJ e outros pinduricalhos. Entretanto, é firme no que acredita. E você pode não pode ignorar seja ele “sensível” a certos apelos. Mas, como dizia o Tavares (Chico Anizio) — “Sou, mas quem não é…”

  36. Nassif, no Duplo Expresso, de

    Nassif, no Duplo Expresso, de Romulo e Welligton. Tem um comentarista juridico, chamado Rubens Francisco, em uma live, ele conta um caso de seu cliente, que concorria a uma prefeitura no estado do RJ. Segundo ele o candidato cliente, chegou até as urnas ele conseguiu registrar a candidatura e chegou a receber uns 400 votos, durante a votação a justiça eleitoral conseguiu uma liminar, com as urnas funcionando conseguiram barrar o seu nome, paralisar seus votos. Veja bem como o assunto foi apenas uma digressão do comentario pricipal que era a candidatura do Lula, não foi possível desenvolve-lo, mas ele deixou a pergunta no ar. Como conseguiram bloquear a votação do candidato, sendo que o TSE alega que a urna é inviolavél, durante o pleito?

    O GGN poderia tentar uma entrevista com ele, para esclarecer melhor o que aconteceu.

  37. dona dodge querere contribuir

    dona dodge querere contribuir para a democracia? nem em outra encarnação? dona dodge estudar? A última vez que ela estudou foi pra “passar” no concurso. Agora é tão pitaqueira quanto eu, com a diferença que tem uma caneta poderosa e cumpre direitinho os desejos e oredens dos “quens” que a puseram no cargo. Quanto à urnas eletrônicas, sou defensora do voto impresso, porque lembro bem do caso proconsult.

  38. Zebra em São Paulo.

      Quando vemos a PGR , oTSE ,e figuras da Republica defendendo alguma coisa ,temos certeza que algo de podre querem esconder. Talvez não ocorra na majoritária ,mas no Congresso ,onde a maioria de cadeiras fraudadas ,dominaria o Executivo .

       Percebo ,desde o seu advento ,que isso ocorre sistemáticamente . temos como exemplo ,a ¨eleição¨do Aluisío Nunes em São Paulo . Inexplicavel .

  39. O problema é o voto de cabresto ou a impressão do voto?

    Essa Procuradora está encabrestada pela elite sanguessuga desse país.

    Com uma faca, é possível cortar um pão ou aassassinar uma pessoa. Já que é possível assassinar uma pessoa com uma faca, vamos proscrever todas as facas e nunca mais um pão será fatiado mas, em compensação, ninguém será mais esfaqueado.

    Tira os antolhos dessa égua de várzea.

  40. Não há credibilidade nas
    Não há credibilidade nas nossas instituições, o povo sabe q eles perderam os limites e são uns loucos irresponsáveis, estão tentando FALSEAR A REALIDADE e não está dando certo,por isso querem “calar a internet” para q não se descubram”suas artes”(leia-se norma sobre FAKE news(desculpa p algo maior posterior a isso)!) acho incrível o país se dissolvendo e “autoridades” como Fux e Maia(no Wilson center)darem discursos fora da órbita da terra,onde vivem?no país dos bancos!?Já está dando errado e eles por orgulho e má fé insistem na loucura,por isso não deve ter acordo nenhum,deixa dar mais errado ainda o mundo deles pra ver se acordam,temos q assumir um lado e ir em frente e nada de revolta civil,é o querem,Lula aceite ser preso e meta o pé na bunda do Sepúlveda, esquerdistas aceitem,eles ganharam e continuaram ganhando, nossa esperança são as eleições e a conscientização (mesmo embaixo do chicote)do Povão!

  41. Essa pergunta só poderá ser

    Essa pergunta só poderá ser respondida a mim,por uma unica pessoa,mais absolutamente ninguem.Luis Nassif,vamos combinar.Deixe a timidez de lado,pois nada disso tem valor,por você ser um grande editor,só vai aumentar o seu valor:Com essa intervenção militar no Rio de Janeiro,entende que as eleições presidenciais subiram no muro?Eu acho.É que você nunca respondeu uma pergunta minha.

    • A bem da verdade,você não

      A bem da verdade,você não responde pergunta de cadastrado,imagine de não cadastrado.Quando muito,faz uma pequena intervenção ao receber uma facada,tipo a do Pai Uzeda.Se responder a minha,recupero seus $ 200 mangos,com juros e correção.

  42. Qualquer sistema de

    Qualquer sistema de informática é tão seguro quanto for honesta a pessoa que detém as chaves de acesso aos dados.

    É ingenuidade esperar que alguém isento e honesto esteja com a guarda das chaves no Brasil, certo? Eu concordo com os outros comentaristas, é quase certo que Dilma só venceu as eleições de 2014 porque os conspiradores foram incompetentes em fraudar corretamente o sistema das urnas eletrônicas.

  43. Memórias de um governo republicano até o tutano

    2014 – Foi por pouco, em Santa Bárbara do Oeste/Piracicaba diriam que foi por um “beicinho de purga (pulga)”, apenas 1,5% a diferença. Quem acompanhava como eu várias páginas da direita totalizando cerca de 200 mil participantes, deparou-se no dia seguinte com uma situação, o não reconhecimento da derrota. Eles não haviam perdido, mas ganhado a eleição, o PT é que roubou, o grande Leviatã, e roubou na urna eletrônica. Fraude cometida pelo PT. a partir daí começou o que todo mundo sabe e viu aonde foi dar. 

    Era hora de o governo, detentor de todos os instrumentos de Estado (Abin, PF, inteligência do Exército, o escambau promover uma devassa na urna eletrônica, diante dos resultados. Só tinha um problema: o governo detinha os instrumentos de Estado mas não mandava nos instrumentos de Estado. 

    diálogo: “Ô Zé Banana, foi por pouco, hein? Escapamos, minha presidente. Então, Zé,  será que não era hora da gente ver o que acontece nessas urna eletrônica, meu querido? Minha presidente, que horror, já imaginou o que a Globo e a Veja iriam dizer? Que nós queremos manipular as eleições! Ademais, não seria republicano! Deixa pra lá, minha presidente, nós ganhamos! É por isso que eu gosto docê, Zé, cê num me deixa errar. Beijo no coração.

    2015 – Governo emparedado pela mídia e Congresso, já em situação dramática. A presidente, diante da popularidade em 11%, obviamente manipulada, dá de ombros numa entrevista: O que eu posso fazer, arrancar os cabelos?

    2016 – Expulso do Governo Federal a sapatadas, o PT vê o último bastião ruir, a prefeitura de SP. Nem os números escandalosamente exóticos, como a votação em massa na periferia em favor do Dória animam o partido a questionar as urnas. Não fizeram isso quando tinham os instrumentos de Estado, ainda que não mandassem piciroca nenhuma nesses instrumentos, não seria agora. Ademais, questionar as urnas é chororô de perdedor. Aceita que dói menos. Sejamos, pela vez derradeira, republicanos. 

    Cientistas políticos de buteco produzem copiosas laudas no formato ABNT para explicar o insucesso do PT no Capão Redondo. Questionar as urnas pelo resultado exótico? Nunca, mais fácil culpar o PT e o Haddad. 

    Agora, pacientemente, Luís Nassif apresenta um conjunto de elementos levantando a lebre, sob a estrita observância do manual do bom jornalismo. [ Mino Carta diz há 50 anos que jornalismo prescinde de adjetivos, ou é ou não é. Não haveria bom, mau ou mais ou menos, ou é jornalismo ou não é]

    Ninguém se interessou ou quis correr atrás. 

    Começa a fazer sentido a profusão de outsiders de olho na cadeira de presidente. Sabem que há um esquema que dispensa essa coisa inútil de correr atrás de voto pelo Brasil. 

  44. CADÊ O MEU COMENTÁRIO,SUMIU
    CADÊ O MEU COMENTÁRIO,SUMIU NA URNA(DO GGN) OU FOI PARA OUTRO CANDIDATO ?(SITE)!PEÇO EXPLICAÇÕES AO MINISTRO LUÍS(FUX??,KKK)DO TSG(TRIBUNAL SUPERIOR DO GGN!)
    Obs: Perdoe-me,sei q o momento é seríssimo!

  45. Nassif, Problemas na “carga” das urnas também.

    A “carga” é a inserção dos dados sobre os candidatos nas urnas, que é diferente em cada estado, ou até em cada município, no cas ode eleições municipais.

    outros programas podem ser carregados nas urnas, além dos programas e dados do TSE.

    Um teste foi feito pela equipe do professor doutor Diego F. Aranha, da Unicamp. A equipe de Aranha ainda contava com as habilidades de Pedro Yossis Silva Barbosa (UFCG), Thiago Nunes Cardoso Carneiro (Hekima), Caio Lüders (UFPE) e o Prof. Dr. Paulo Matias (UFSCar).

     

    Uma entrevista com o professo aqui: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/125397-urnas-eletronicas-brasileiras-testadas-apresentam-novas-falhas.htm

    “Ilustramos a capacidade de executar código de nossa autoria junto com o software de votação de diversas formas, como: manipular o registro cronológico de eventos gerado pela urna, executar um programa que lia comandos do teclado e imprimia na tela, e executar outro programa que zerava a chave criptográfica que protegia o Registro Digital do Voto (RDV).”

  46. O fator urna eletrônica
    Vocês acham que, se a urna eletrônica não fosse segura, haveria necessidade de campanhas eleitorais caríssimas, envolvendo centenas de milhões ou até bilhões de reais? Não seria mais provável que essa dinheirama toda fosse utilizada para burlar o sistema eletrônico de votação? Faço apenas esses , mas há dezenas de suposições similares que jogam por terra essas teorias conspiratórias a respeito da (falta de) segurança das urnas eletrônicas.  A desconfiança quanto a uma eventual fragilidade de nosso sistema eletrônico de votação é antiga, mas o questionamento mais contundente de sua lisura ocorreu nas últimas eleições presidenciais, de forma burlesca, pelo candidato Aécio Neves.  Hoje, as pessoas mais informadas sabem que o propósito da iniciativa do candidato perdedor era desestruturar o governo da Presidenta Dilma e abrir o caminho para o golpe. Naquele momento, o presidenciável derrotado talvez tinha a expectativa de se realizarem novas eleições, o que poderia lhe render, nas circunstâncias de então, um fácil triunfo eleitoral.  Por isso, a essa altura, levantar suspeitas sobre a segurança da urna eletrônica (e sobre o processo eletrônico de votação como um todo) me parece um grande equívoco.  O que temos de concreto atualmente, em termos de expectativa eleitoral, é a possibilidade real que a esquerda tem de derrotar o golpe nas urnas, com ou sem Lula. O campo progressista conseguiu vitórias expressivas utilizando o modelo atual, sem voto impresso, tanto em eleições municipais quanto em estaduais e federais. Por que haveria motivos para duvidar de sua segurança logo agora?  Não teria a direita mais motivos para espalhar a descrença generalizada no sistema de votação para, diante de uma derrota, conseguir dar um golpe definitivo, em uma nova aliança com a mídia? Esse cenário me parece mais realista.  Trabalhei mais de sete anos na Justiça Eleitoral. Acompanhei na prática o nosso sistema de votação e totalização. Apesar de meu precário conhecimento de tecnologia da informação, sei que é muito rara (diria impossível) a possibilidade de ocorrer fraude, tanto para distorcer a votação quanto para obter um resultado fraudulento na apuração/totalização. Todo esse trabalho é acompanhado de perto por dezenas ou até centenas de técnicos, com posicionamentos políticos e ideológicos nem sempre alinhados, cuja conivência seria imprescindível para qualquer burla ao sistema.  Cansei de ouvir, de dezenas de pessoas com experiência na realização de eleições, elogios diversos à confiabilidade dos resultados no atual sistema de votação. Segundo relatos, a interferência humana no processo de apuração é o perigo maior que ronda as eleições. Assim, a impressão do voto apresenta uma fragilidade indiscutível, não no tocante ao sigilo, mas em relação à integridade do arquivo físico resultante da impressão (urna em que se depositarão os votos), o qual poderia facilmente ser violado, sem deixar rastros. Além disso, o processo de recontagem manual poderá ser distorcido. E qualquer divergência entre o resultado dos votos impressos e o da votação eletrônica seria um desastre, pois isso poria em xeque todo o sistema. É isso que a direita, atualmente sem votos, mais quer!  Ressalte-se que, nos últimos tempos, essas suspeitas de fraude têm sido levantadas, invariavelmente, por aqueles que não têm votos para derrotar os adversários nas urnas. Foi assim com Aécio e, principalmente, tem sido assim com a oposição venezuelana, que grita aos quatro cantos que as eleições são fraudadas, exceto quando sai vitoriosa.  O que deveria estar preocupando aos democratas neste momento é a baixa densidade de nossa cidadania. A vedação ao financiamento empresarial e o propalado barateamento das campanhas eleitorais podem ter uma conseqüência inesperada: o fortalecimento do caixa dois. Isso pode ocorrer não só com o direcionamento de mais recursos para esse fim, como também pela força comparativa que esse meio de financiamento terá.   Em regra, o caixa dois é utilizado para fins ilícitos. Compra de apoios políticos, principalmente. Mas, também, para a compra direta de votos. Ouvi falar que, nas últimas eleições municipais em uma de nossas capitais, a compra de votos foi uma atitude deliberada. Imaginem a força que têm dezenas, centenas ou até milhares de pessoas distribuindo eletrodomésticos, dinheiro vivo e fazendo mais promessas a eleitores nas periferias de nossas cidades?   Nesse contexto, o foco deve ser o desmascaramento do golpe, a exposição de suas contradições, a conscientização de camadas mais amplas da população, buscando evitar que a direita consiga uma hegemonia eleitoral. Isso, sim, seria um desastre. 

     

  47. E alguém ainda acredita em

    E alguém ainda acredita em eleições no Brasil? Quanta inocência. Se fôssemos uma democracia, quem sabe…

  48. Xadrez do fator urna eletrônica nas próximas eleições

    -> Tenho para mim que Aécio Neves perdeu as eleições de 2014 por erros finais de cálculo na manipulação. Tanto que foi informado antecipadamente da sua vitoria e ensaiou a comemoração.

    todo mundo com um mínimo de conhecimento na área de TI sabe que o código fechado é uma caixa-preta onde cabe o que se quiser. exemplo são as inúmeras “vulnerabilidades” dos sistemas operacionais, como Windows e Android, e aplicativos de comunicação, Whatsapp e mesmo o Telegram (afinal foi prá isto que Putin o desenvolveu).

    além da interceptação direta do tráfego de rede nos backbones intercontinentais.

    na sociedade de controle erguida pelo capitalismo cibernético, todos nós somos livres para nos comunicarmos incessantemente. e quanto mais nos comunicamos, menos livres somos e mais nos colocamos sob vigilância 24×7.

    se a conspiração é certa, desde a Proconsult em 1982 e também as Eleições de 1989 (não esqueçamos nunca desta), outras teorias devem ser consideradas.

    como no caso do sequestro de Lula, na “condução coercitiva” de  04-MAR-2016, também na apuração em 2014 algo parece ter contrariado as intenções iniciais dos golpistas.

    seja o que tenha sido, é possível também afirmar que nas duas oportunidades os golpistas foram enfrentados e vencidos – como antes já ocorrera com Brizola em 1982 e como não ocorreu em 1989 com Lula.

    p.s.:

    do comentário abaixo, muito bem lembrado mas creio que mal contextualizado.

    -> A desconfiança quanto a uma eventual fragilidade de nosso sistema eletrônico de votação é antiga, mas o questionamento mais contundente de sua lisura ocorreu nas últimas eleições presidenciais, de forma burlesca, pelo candidato Aécio Neves.

    {hipótese:} Aécio dava como certa sua vitória exatamente em virtude da manipulação da urna. frustrada esta, foi exatamente o que o manipulador alegou: o sistema é passível de manipulação.

    .

  49. urna mágica

    Nassif,

    Este é assunto antigo.

    Nunca faltaram provas quanto à possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas usadas no patropi.

    Na época da 1ª eleição de DRousseff, o TSE promoveu testes para que hackers invadissem o sistema, no primeiro participaram apenas técnicos do TCU , pois os hackers credenciados teriam que ir a Brasília pagando viagem e estadia do próprio bolso, mas no segundo teste, em condições normais compareceram e o sistema foi parcialmente violado, tudo isto foi notícia por aqui.

    No RJ, também foram feitos testes de segurança nas dependências da Seaerj, e o hacker “deitou e rolou” em cima da urna mágica, fato que foi naturalmente omitido pela grande mídia que detesta o assunto urna mágica.Depois que esta geringonça tomou conta das eleições, nunca mais houve o pedido de recontagem de votos por parte dos partidos políticos, prática até então infalível em todas as eleições.

    Esta porcaria foi oferecida a mais de 30 países e, depois de testarem a dita cuja, por algum motivo nenhum deles quis saber da novidade rsrsrs

    A subida de marina levada no 1º turno de 2010, não detectada por nenhum dos diversos institutos brazucas de pesquisa, que são reconhecidos mundialmente como muito bons, fato canalha e leviano que impediu a vitória de DR no 1º turno, não pode ter sido por acaso, pois acreditar em variação superior a 3% do previsto em menos de 48 horas equivale a cuspir em todos os livros de Estatística.

    Imaginei que a fraude ocorreria em 2014, mas por algum motivo o mineirim ladrão e seu parceiro ladrão, só que de bancos, não ganharam o prêmio esperado. É possível que a eleição dos dois gatunos tivesse causado menos problemas para um patropi esfacelado, que agora entra na fase da intervenção militar comandada por um ditador cretino, ladrão, um lixo que tem medo da sombra. 

    Ou os brazucas imploram pela reforma da previdência, ou os brazucas vão passar a tomar porrada no meio da rua, porque protestos, nem pensar, né ?

    Quanto à argumentação da PGR Dodge, não passa de uma piada de péssimo gosto. Me impressiona, a incapacidade e/ou medo das pessoas para enfrentar um palhaço ditador que tem pavor da população, camarada que se encolhe dentro do carro, um pústula. 

  50. Urnas são confiáveis
    Alegar fraude nas urnas eletrônicas é fazer o jogo da direita. Há inúmeras explicações no site do tse sobre o processo eleitoral.
    As urnas eletrônicas foram criadas justamente para acabar com as fraudes que existiam claramente antes dela.
    A mesma urna que elegeu a Dilma numa eleição apertadíssima, elegeu Alckmin no Estado de SP com a crise hídrica fortíssima e também elegeu Dória no primeiro turno.

    O Aécio achava que ganharia porque seus analistas fizeram uma estimativa do resultado baseado nas informações que lhe chegavam. RS, SC, PR, SP já tinham praticamente terminado a apuração e Aécio ganhava em todos eles por mais de 60%. Só que tinha horário de verão acontecendo. Os Estados do Norte e Nordeste ainda não tinham terminado a apuração e o resultado foi apertado.

    A direita não aceitou essa derrota e vive inventando mentiras, como o Olavo de Carvalho, que afirma equivocadamente que a Smartmatic controla as eleições no Brasil e na Venezuela.

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