O governo brasileiro condenou publicamente a ação militar coordenada por Estados Unidos e Israel contra o Irã, em andamento neste sábado.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores destacou que os ataques ocorreram “em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.
Segundo a pasta, as embaixadas brasileiras na região acompanham os desdobramentos das ações militares para atender às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados.
“Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem”, ressalta o ministério.
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil:
O Governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados hoje (28/2) por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região.
O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.
As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados. Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem.
O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança.
jucemir rodrigues da silva
28 de fevereiro de 2026 3:58 pmTodo este velho mundo Raimundo sabia que o ataque bélico do Império ao Irã, ao qual se juntaria Israel, era questão de dias.
Não obstante, Donny sabe que não será esse cometimento que fará Luiz Inácio romper a sólida amizade entre ambos.
Não há com que se preocupar em relação à química entre os parças.
(Notinhas de condenação fazem parte do teatro.)
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Abaixo, segue trecho de artigo publicado por Valter Pomar em seu blogue, há três dias.
Título: LULA E A GUERRA DE TRUMP CONTRA O IRÃ.
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Primeiro eles vieram pegar os palestinos, mas eu não era palestino.
Então vieram buscar os venezuelanos, mas eu não era venezuelano.
Em seguida, vieram buscar os cubanos, mas eu não era cubano.
Então vieram buscar os iranianos, mas eu também não era iraniano.
Foi aí que vieram me buscar, mas não me acharam porque quem eu já fora um dia não existia mais.