Estados Unidos e Israel realizam uma operação militar conjunta contra alvos estratégicos no Irã, desencadeando assim uma nova fase na extensa crise no Oriente Médio.
Horas depois, Teerã retaliou com o lançamento de mísseis contra países do Golfo que abrigam ativos militares americanos, ampliando o risco de um conflito regional de grandes proporções.
A sequência de ataques e contra-ataques provocou fechamento de espaços aéreos, alertas de segurança internacional e tensão nos mercados globais, especialmente no setor de energia.
O que aconteceu: ataque conjunto contra o Irã
De acordo com as informações divulgadas até o momento, forças americanas e israelenses coordenaram bombardeios contra instalações iranianas consideradas estratégicas. Explosões foram registradas na capital Teerã e em outras áreas sensíveis do país.
Autoridades israelenses classificaram a operação como preventiva, alegando neutralização de ameaças iminentes. Já o governo americano afirmou que a ação teve como objetivo conter capacidades militares consideradas desestabilizadoras na região.
O ataque ocorre em meio a tensões prolongadas envolvendo o programa nuclear iraniano e disputas indiretas entre Teerã e Tel Aviv.
Em resposta, Teerã lançou mísseis e drones contra territórios que hospedam infraestrutura militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico. Entre os países atingidos ou colocados em alerta estão:
- Bahrain, onde está sediada a Quinta Frota dos EUA
- Qatar
- Kuwait
- Emirados Árabes Unidos
Autoridades locais relataram interceptações de mísseis e explosões próximas a áreas estratégicas. Alguns países suspenderam voos comerciais como medida preventiva.
O governo iraniano declarou que a ofensiva representa “direito legítimo de defesa” diante do que chamou de agressão externa.
Risco de guerra regional no Oriente Médio
A escalada aumenta o risco de envolvimento de outros atores regionais. Analistas alertam que grupos aliados do Irã no Iraque, Líbano e Iêmen podem ampliar a pressão contra interesses americanos e israelenses.
Além do impacto militar, a crise tem potencial de pressionar os preços do petróleo, afetar rotas comerciais estratégicas, e intensificar a instabilidade diplomática no Conselho de Segurança da ONU
A Rússia condenou os ataques e pediu solução diplomática, enquanto governos europeus pediram contenção imediata.
O que pode acontecer agora?
Especialistas apontam três cenários principais:
- Escalada militar controlada, com novos ataques limitados
- Ampliação do conflito, com envolvimento indireto de aliados regionais
- Pressão diplomática intensa, buscando cessar-fogo emergencial
A dinâmica das próximas horas será decisiva para definir se a crise permanecerá localizada ou evoluirá para um confronto mais amplo no Oriente Médio.
Fábio de Oliveira Ribeiro
28 de fevereiro de 2026 10:11 amAtacado de maneira traiçoeira por EUA e Israel durante negociações, o Irã tem o direito de se defender e de contra-atacar com tudo que tem à sua disposição. Todos norte-americanos e israelenses que morrerem nessa guerra devem ser depositados na conta de Donald Trump e Netanyahu. Eles são os responsáveis por tudo o que ocorrer. E se o Irã atacar o território dos EUA e de outros países aliados de Washington isso também será justificado.
José de Almeida Bispo
28 de fevereiro de 2026 11:42 amA Pártia dificilmente repetirá as aventuras de Ciro, em criar um império; mas continuará a se defender e resistir aos bárbaros do oeste.
Netos de tiranóides de Atenas, depois disseminados pelo ocidente – os tais povos do mar – não prosperarão.
Carlos
28 de fevereiro de 2026 4:47 pmIsrael é covarde, sempre escondido atrás dos eua que, por sua vez, desgovernado por débeis mentais, se esforçam ao máximo para provocar a 3a guerra mundial.
Dois lideres malditos, trump e netanyahu, babam de prazer ao ver sangue.
Mas a terra ali, já semeada com cadáveres de mulheres e crianças palestinas graças ao morticínio covarde promovido por Israel, é também maldita e irá representar a extinção dos países que promoveram esta tragédia.
+almeida
28 de fevereiro de 2026 10:52 pmAs Bestas estão a solta e o mundo não desperta da naturalidade com que assiste a tudo com indiferença e com a permissiva emoção retraída e temerosa em desagrada-las.
Faltam pulso, reação, coragem e vergonha na cara dos países mudos e calados. Falta o posicionamento claro e sincero dos que se omitem e que assistem talvez o início do fim, que nunca esteve tão próximo.
Rui Ribeiro
1 de março de 2026 10:43 amUnited $tales and U$rael estão fazendo uma “intervenção humanitária” Irã. A morte de mais de 70 pessoas numa escola para meninas atingida por um míssil é apenas um efeito colateral indesejado mas os fins justificam os meios. Como disse um Margarete que chefiou a Secretaria de $egurança Pública do RJ ha alguns anos: “Não é possível fazer omelete sem quebrar os ovos”.
Rui Ribeiro
1 de março de 2026 12:52 pmPorque Trump e Netanyahu mataram o manda-chuva do Irã? Não teria sido para eliminar os concorrentes a tiranossauro-mór??
Dois bicudos não se beijam, se bicam.
Rui Ribeiro
1 de março de 2026 2:28 pmQuem é a pessoa do círculo íntimo de Khamenei que provavelmente informou sua localização para Eua e Israel o assassinarem?
Resposta da IA da Meta, cujo dono, por se locupletar com o governo Trump, puxa o saco deste:
“Não há informações concretas sobre quem possa ter informado a localização de Ali Khamenei para os EUA e Israel. A morte de Khamenei foi relatada em 28 de fevereiro de 2026, após ataques conjuntos dos EUA e Israel ao Irã, mas não há detalhes sobre possíveis traições ou informantes dentro do círculo íntimo de Khamenei ¹.
É importante notar que as informações sobre o assunto são limitadas e contraditórias, e não há confirmação oficial sobre a identidade de possíveis informantes ou responsáveis pela localização de Khamenei”.
Rui Ribeiro
2 de março de 2026 7:56 amOs EUA e U$rael não estão promovendo uma guerra contra o Irã, o que eles estão promovendo é um linchamento do povo Iraniano com o silêncio cúmplice da maioria esmagadora dos países ocidentais.
Esses ratos não passarão!