5 de junho de 2026

EUA e Israel atacam Irã; Teerã reage com mísseis no Golfo

Operação conjunta atinge alvos no Irã. Em retaliação, Teerã dispara mísseis contra países do Golfo que abrigam bases americanas
Foto: IRNA English

EUA e Israel realizaram ataques a instalações estratégicas no Irã, incluindo a capital Teerã, em operação conjunta.
Teerã retaliou lançando mísseis contra países do Golfo que abrigam bases militares americanas, elevando tensão regional.
Conflito causou fechamento de espaços aéreos, alertas internacionais e impacto nos mercados globais, especialmente energia.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Estados Unidos e Israel realizam uma operação militar conjunta contra alvos estratégicos no Irã, desencadeando assim uma nova fase na extensa crise no Oriente Médio.

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Horas depois, Teerã retaliou com o lançamento de mísseis contra países do Golfo que abrigam ativos militares americanos, ampliando o risco de um conflito regional de grandes proporções.

A sequência de ataques e contra-ataques provocou fechamento de espaços aéreos, alertas de segurança internacional e tensão nos mercados globais, especialmente no setor de energia.

O que aconteceu: ataque conjunto contra o Irã

De acordo com as informações divulgadas até o momento, forças americanas e israelenses coordenaram bombardeios contra instalações iranianas consideradas estratégicas. Explosões foram registradas na capital Teerã e em outras áreas sensíveis do país.

Autoridades israelenses classificaram a operação como preventiva, alegando neutralização de ameaças iminentes. Já o governo americano afirmou que a ação teve como objetivo conter capacidades militares consideradas desestabilizadoras na região.

O ataque ocorre em meio a tensões prolongadas envolvendo o programa nuclear iraniano e disputas indiretas entre Teerã e Tel Aviv.

Em resposta, Teerã lançou mísseis e drones contra territórios que hospedam infraestrutura militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico. Entre os países atingidos ou colocados em alerta estão:

  • Bahrain, onde está sediada a Quinta Frota dos EUA
  • Qatar
  • Kuwait
  • Emirados Árabes Unidos

Autoridades locais relataram interceptações de mísseis e explosões próximas a áreas estratégicas. Alguns países suspenderam voos comerciais como medida preventiva.

O governo iraniano declarou que a ofensiva representa “direito legítimo de defesa” diante do que chamou de agressão externa.

Risco de guerra regional no Oriente Médio

A escalada aumenta o risco de envolvimento de outros atores regionais. Analistas alertam que grupos aliados do Irã no Iraque, Líbano e Iêmen podem ampliar a pressão contra interesses americanos e israelenses.

Além do impacto militar, a crise tem potencial de pressionar os preços do petróleo, afetar rotas comerciais estratégicas, e intensificar a instabilidade diplomática no Conselho de Segurança da ONU

A Rússia condenou os ataques e pediu solução diplomática, enquanto governos europeus pediram contenção imediata.

O que pode acontecer agora?

Especialistas apontam três cenários principais:

  • Escalada militar controlada, com novos ataques limitados
  • Ampliação do conflito, com envolvimento indireto de aliados regionais
  • Pressão diplomática intensa, buscando cessar-fogo emergencial

A dinâmica das próximas horas será decisiva para definir se a crise permanecerá localizada ou evoluirá para um confronto mais amplo no Oriente Médio.

Com informações da Al Jazeera

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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8 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    28 de fevereiro de 2026 10:11 am

    Atacado de maneira traiçoeira por EUA e Israel durante negociações, o Irã tem o direito de se defender e de contra-atacar com tudo que tem à sua disposição. Todos norte-americanos e israelenses que morrerem nessa guerra devem ser depositados na conta de Donald Trump e Netanyahu. Eles são os responsáveis por tudo o que ocorrer. E se o Irã atacar o território dos EUA e de outros países aliados de Washington isso também será justificado.

  2. José de Almeida Bispo

    28 de fevereiro de 2026 11:42 am

    A Pártia dificilmente repetirá as aventuras de Ciro, em criar um império; mas continuará a se defender e resistir aos bárbaros do oeste.
    Netos de tiranóides de Atenas, depois disseminados pelo ocidente – os tais povos do mar – não prosperarão.

  3. Carlos

    28 de fevereiro de 2026 4:47 pm

    Israel é covarde, sempre escondido atrás dos eua que, por sua vez, desgovernado por débeis mentais, se esforçam ao máximo para provocar a 3a guerra mundial.
    Dois lideres malditos, trump e netanyahu, babam de prazer ao ver sangue.
    Mas a terra ali, já semeada com cadáveres de mulheres e crianças palestinas graças ao morticínio covarde promovido por Israel, é também maldita e irá representar a extinção dos países que promoveram esta tragédia.

  4. +almeida

    28 de fevereiro de 2026 10:52 pm

    As Bestas estão a solta e o mundo não desperta da naturalidade com que assiste a tudo com indiferença e com a permissiva emoção retraída e temerosa em desagrada-las.
    Faltam pulso, reação, coragem e vergonha na cara dos países mudos e calados. Falta o posicionamento claro e sincero dos que se omitem e que assistem talvez o início do fim, que nunca esteve tão próximo.

  5. Rui Ribeiro

    1 de março de 2026 10:43 am

    United $tales and U$rael estão fazendo uma “intervenção humanitária” Irã. A morte de mais de 70 pessoas numa escola para meninas atingida por um míssil é apenas um efeito colateral indesejado mas os fins justificam os meios. Como disse um Margarete que chefiou a Secretaria de $egurança Pública do RJ ha alguns anos: “Não é possível fazer omelete sem quebrar os ovos”.

  6. Rui Ribeiro

    1 de março de 2026 12:52 pm

    Porque Trump e Netanyahu mataram o manda-chuva do Irã? Não teria sido para eliminar os concorrentes a tiranossauro-mór??
    Dois bicudos não se beijam, se bicam.

  7. Rui Ribeiro

    1 de março de 2026 2:28 pm

    Quem é a pessoa do círculo íntimo de Khamenei que provavelmente informou sua localização para Eua e Israel o assassinarem?

    Resposta da IA da Meta, cujo dono, por se locupletar com o governo Trump, puxa o saco deste:

    “Não há informações concretas sobre quem possa ter informado a localização de Ali Khamenei para os EUA e Israel. A morte de Khamenei foi relatada em 28 de fevereiro de 2026, após ataques conjuntos dos EUA e Israel ao Irã, mas não há detalhes sobre possíveis traições ou informantes dentro do círculo íntimo de Khamenei ¹.

    É importante notar que as informações sobre o assunto são limitadas e contraditórias, e não há confirmação oficial sobre a identidade de possíveis informantes ou responsáveis pela localização de Khamenei”.

  8. Rui Ribeiro

    2 de março de 2026 7:56 am

    Os EUA e U$rael não estão promovendo uma guerra contra o Irã, o que eles estão promovendo é um linchamento do povo Iraniano com o silêncio cúmplice da maioria esmagadora dos países ocidentais.
    Esses ratos não passarão!

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