4 de junho de 2026

Guerra, apostas e dinheiro: soldado dos EUA é preso após lucrar com missão

Militar das forças especiais é acusado de ganhar US$ 400 mil com informações secretas sobre operação contra Maduro
Ex Presidente Nicolas Maduro sendo identificado no Presídio em New York. Foto: RS/Fotos Públicas

Soldado das forças especiais dos EUA foi preso por usar informações sigilosas em apostas sobre captura de Maduro.
Gannon Ken Van Dyke participou da missão em Caracas que levou Maduro a julgamento nos EUA em janeiro de 2026.
Ele lucrou mais de US$ 400 mil com apostas em mercados preditivos, usando criptomoedas para tentar ocultar ganhos.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Um soldado das forças especiais dos Estados Unidos foi preso sob acusação de usar informações confidenciais para lucrar com apostas relacionadas a uma operação militar que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

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Segundo autoridades americanas, o militar — identificado como Gannon Ken Van Dyke — participou do planejamento e da execução da missão realizada em janeiro de 2026, quando forças dos EUA capturaram Maduro em Caracas e o levaram para julgamento em território americano.

De acordo com a investigação, ele utilizou informações classificadas sobre a operação para apostar em plataformas de “mercados preditivos”, como a Polymarket, prevendo corretamente a queda de Maduro e uma possível intervenção dos EUA.

As apostas somaram cerca de US$ 30 mil e renderam mais de US$ 400 mil em lucro, segundo os promotores.

Segundo a CNN norte-americana, o caso é tratado pelas autoridades como uso indevido de informação privilegiada — uma espécie de “insider trading” aplicado a apostas — e pode resultar em penas de até décadas de prisão, incluindo acusações de fraude e uso ilegal de informações governamentais.

Investigadores afirmam que o militar tentou ocultar os ganhos, utilizando criptomoedas e solicitando a exclusão de sua conta após a operação.

O episódio é considerado o primeiro grande caso criminal envolvendo uso de informação sigilosa em mercados preditivos, plataformas que permitem apostar em eventos políticos, econômicos e militares.

A prisão ocorre em meio a crescente preocupação nos Estados Unidos com o uso dessas plataformas por agentes públicos e pessoas com acesso a informações sensíveis, ampliando o debate sobre regulação e riscos de manipulação.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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3 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    24 de abril de 2026 9:32 pm

    Enquanto lá eles apostam em guerra, aqui eles apostam em taxa de juros estratosféricas. Fingindo nao saber que Sim, uma alta taxa de juros pode dificultar a produção e contribuir para a inflação. Isso porque:

    – Aumenta o custo do crédito para empresas e consumidores.
    – Desestimula investimentos em produção e expansão.
    – Pode levar a uma redução na oferta de produtos, pressionando preços.

    Eles acam que aqui o problema vai ser uma escala de trabalho menos desumana e não a taxa de juros estratosféricas

  2. Rui Ribeiro

    25 de abril de 2026 9:20 am

    E o warmonger da entourage trumpsteiniana que, antes do início da agressão ianque/$ionista ao Irã queria investir em empresa bélica? Nada vai acontecer com ele?

  3. Carlos

    25 de abril de 2026 1:47 pm

    Imagina quanto trump e seu entorno de especuladores, israelenses inclusos, não tem lucrado com essa indústria da morte.
    Canalhas!

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