De O Estado de S. Paulo
Na TV, Dilma diz que “guerra psicológica” inibe investimentos
Por Ricardo Brito e Adriana Fernandes
Presidente lembra manifestações de junho, pede para que brasileiro projete o futuro a partir das atuais conquistas e critica ‘alguns setores’ que podem ‘instilar desconfiança injustificada’
BRASÍLIA – Na mensagem de fim de ano em cadeia de rádio e TV, a presidente Dilma Rousseff criticou “alguns setores” que fazem “guerra psicológica” e podem “inibir investimentos”. Aproveitou para listar medidas de seu governo após as manifestações de junho e fez um apelo aos jovens para que comparem o Brasil de hoje com o do passado. “Se alguns setores, seja por que motivo for, instilarem desconfiança, especialmente desconfiança injustificada, isso é muito ruim. A guerra psicológica pode inibir investimentos e retardar iniciativas”, disse a presidente, na fala de 10 minutos.
No discurso, ela assegurou o compromisso na manutenção do equilíbrio das contas públicas e do controle da inflação, os pontos de fragilidade da gestão da política econômica.
A deterioração das contas públicas ao longo do ano foi um dos principais problemas que minaram a confiança dos investidores. A inflação, por sua vez, também permanece em patamares elevados e as projeções do Banco Central indicam que a presidente Dilma não conseguirá terminar o seu governo com o índice no centro da meta, de 4,5%. “Sabemos o que é preciso para isso e nada nos fará sair desse rumo”, disse. Mesmo com as críticas à política fiscal, a presidente disse que o governo teve uma “ação firme” nos gastos, garantindo a saúde fiscal. Numa resposta à oposição, ela também afirmou que o governo, mesmo enfrentando duras críticas com o que “não se preocupam com o bolso da população”, reduziu impostos e diminuiu a conta de luz.
Numa respostas às criticas de que dialoga pouco com o setor produtivo, Dilma disse que está disposta a ouvi-los “em tudo o que for importante para o Brasil”. Segundo ela, o caminho mais rápido para todos saírem ganhando é “apostar no Brasil”. Ela se defendeu, indiretamente, do baixo ritmo do Produto Interno Bruto no seu governo e disse que sempre haverá algo para “fazer”, “retocar” e “corrigir”.
No pronunciamento, a presidente listou uma série de realizações da sua gestão. Frisou a “luta vigorosa” em defesa do emprego e da valorização salarial do trabalhador. Disse que o país alcançou o “menor índice de desemprego da história”, com as menores taxas mundiais.
http://www.youtube.com/watch?v=rv7m5HtpdGo
Padrão de vida. No ambiente de incertezas para a economia em 2014, ano eleitoral, a presidente procurou passar uma mensagem de otimismo.
Ela disse que há motivos para esperar o próximo ano melhor que o de 2013, que a vida do brasileiro vai continuar melhorando, sem risco de desemprego, pagando suas prestações em dia e em condições de abrir sua empresa ou ampliar seu próprio negócio. E frisou que faz a parte dela.
“É para isso que você pega duro no batente todos os dias. É para que o seu esforço traga resultados ainda mais rápidos que cobro todos os minutos um bom desempenho do meu governo.” Mesmo ignorando os protestos de rua que tomaram conta do país a partir do meio do ano, Dilma Rousseff focou parte do seu pronunciamento nos jovens. Segundo a presidente, eles sabem o quanto o “padrão de vida” melhorou em comparação ao que tinham na infância e ao que os seus pais tinham na mesma idade. “Usem esta fotografia do presente e do passado recente como pano de fundo para projetar o futuro. Esta é a melhor bússola para navegar neste novo Brasil”, destacou.
No discurso, a presidente listou as principais ações do seu governo em várias áreas. Na educação, Dilma disse que tem feito um esforço “redobrado” para aumentar o número de creches, vagas em escola integral e em universidades, com a ampliação também de bolsas para estudo no exterior pelo programa Brasil Sem Fronteiras. Ela disse que a exploração do pré-sal vai garantir um “grande futuro” ao país com “fabulosos” recursos a serem destinados para a educação e a saúde.
Na área de habitação, Dilma Rousseff chamou o programa Minha Casa, Minha Vida de o “mais exitoso” do gênero no mundo e, no combate à pobreza, destacou o reforço ao Brasil sem Miséria, de repasse de recursos a populações carentes. Ela disse ainda que foi ampliada a luta para melhorar a infraestrutura com parcerias “ampla, justa e moderna” ao setor privado com o programa de concessões para estradas, portos e aeroportos.
Dilma afirmou que o programa Mais Médicos foi um “um dos destaques”. “Hoje já temos 6.658 novos médicos em 2.177 cidades beneficiando cerca de 23 milhões de pessoas. Em março serão 13 mil médicos e mais 45 milhões de brasileiros e brasileiras beneficiados”, projetou.
Na fala, no ano em que colegas da antiga cúpula do seu partido, o PT, cumprem pena por prisão por condenações no mensalão, Dilma citou o combate à corrupção sem se alongar. Disse apenas que não abre mão, “em nenhum momento”, de apoiar o combate à prática “em todos os níveis”. “Exatamente por isso, nunca no Brasil se investigou e se puniu tanto o malfeito”, afirmou.
Roberto São Paulo-SP 2013
30 de dezembro de 2013 10:14 amPetróleo deve ajudar na recuperação em 2014
Vilão da balança comercial em 2013, petróleo deve ajudar na recuperação em 2014
29/12/2013 – 15h09—Economia—Mariana Branco/Repórter da Agência Brasil
Brasília – O petróleo foi o principal fator de impacto sobre a balança comercial em 2013. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de janeiro a novembro as vendas de petróleo bruto para o exterior caíram 38,1%, na comparação com o mesmo período do ano passado. O combustível também foi um dos produtos que puxaram a queda das exportações brasileiras para alguns parceiros tradicionais, como Estados Unidos (recuo de 9,4%) e União Europeia (3,4%). Além disso, a manutenção programada de plataformas da Petrobras ocasionou queda na produção.
A queda nas exportações de petróleo puxou saldos deficitários para a balança comercial ao longo do ano. Por esse motivo, o governo divulga expectativa de superávit pequeno para o fechamento de 2013, sem cravar números. O setor privado, representado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), estima saldo positivo em US$ 500 milhões. Caso aconteça, o superávit será ajudado pelas chamadas exportações fictas de plataformas de extração de petróleo e gás, que somaram US$ 6,58 bilhões este ano.
As exportações fictas são transações para o exterior envolvendo produtos nacionais, sem que eles deixem o território brasileiro. Em 2013, a Petrobras vendeu plataformas a subsidiárias no exterior para posteriormente serem utilizadas no próprio país. Dessa forma, a estatal pôde se beneficiar do Regime Aduaneiro de Exportação e Impostação de Bens Destinados à Produção e à Exploração de Petróleo e Gás (Repetro), que permite pagar menos impostos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, são operações regulares segundo regras internacionais.
O presidente da AEB, José Augusto de Castro, corrobora que há legalidade, apesar de as transações inflarem artificialmente as exportações. “É uma operação legal. Na verdade, não vendemos plataforma para nenhum outro país porque o produto ficaria caro demais, por causa dos tributos e da exigência de componentes locais. Só a Petrobras, por ser estatal, consegue comprar”, analisa. Ele destaca que em 2013 houve mais operações do tipo que em 2012, quando estas somaram US$ 1,5 bilhão.
“[A expectativa] tem relação com a retomada de funcionamento das plataformas e pequeno aumento da produção por empresas estrangeiras. Temos que torcer para que não haja queda na quantidade [exportada], pois estamos observando queda de preço também. [O petróleo] é o ponto principal que está sustentando a balança para o próximo ano. Tem havido uma queda especulativa do preço, mas não é forte”, analisa José Augusto de Castro.
Castro comenta ainda as expectativas em relação ao câmbio para 2014. Segundo ele, a projeção é de que o dólar ficará em um patamar próximo a R$ 2,35. Para o presidente da AEB, uma cotação favorável às vendas externas seria R$ 2,40. Castro ressalta que o anúncio do banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed), de que retirará gradualmente os estímulos à economia daquele país pode voltar a trazer volatilidade à moeda no ano que vem. Para ele, a valorização da moeda norte-americana em 2013 não chegou a beneficiar as exportações brasileiras. “O câmbio não favoreceu pois 70% [das nossas exportações] são commodities, com preço uniforme em todo o mercado. Com relação aos produtos industrializados, como [a cotação] ia e voltava, havia uma volatilidade que não inspirava confiança”, destaca.
Segundo ele, a alta do dólar igualmente não foi suficiente para reduzir as importações de bens de consumo, movimento que o governo esperava. Trata-se de produtos usados por curto prazo como cosméticos e alimentos. Sua procura cai quando os preços sobem, com o consumidor migrando para marcas mais baratas e nacionais. Para ele, a queda nas vendas desses itens, que ajudaria a equilibrar a balança comercial, poderá acontecer em 2014 caso o dólar continue em alta.
Edição: Denise Griesinger
Assis Ribeiro
30 de dezembro de 2013 10:33 amOutra leitura do pronunciamento
O estadão tem coragem de, entre outras idiotices, enfiar no meio da matéria a mentira “Mesmo ignorando os protestos de rua que tomaram conta do país a partir do meio do ano, Dilma Rousseff focou parte do seu pronunciamento nos jovens.”, além do tom negativista próprio deste esgoto do jornalismo em toda a cobertura do pronunciamento.
Abaixo, a abordagem da EBC, leitura em tom de otimismo, aliás o que é característico em mensagem de ano novo. A diferença da linha editorial é marcante, já sugeri a esse blog que defina a sua linha para não ficar que nem uma gangorrra o que confunde e afasta comentaristas.
País termina 2013 melhor do que começou, diz Dilma em último pronunciamento do ano na TV
No último pronunciamento nacional em cadeia de rádio e televisão do ano, a presidenta Dilma Rousseff procurou passar para população uma mensagem de otimismo para 2014. Em um balanço de 2013, Dilma frisou que país termina o ano “melhor do que começou”, mesmo passando por crises internas e externas.
Em um recado aos “críticos”, a presidenta disse que a “instalação da desconfiança” é muito ruim para o Brasil e que uma “guerra psicológica” pode inibir investimentos e retardar iniciativas.
Em pouco mais de 12 minutos, Dilma frisou que o Brasil tem motivos para esperar um 2014 “ainda melhor do que foi 2013”. “Sinto alegria de poder tranquilizar vocês dizendo-lhes que entrem em 2014 com a certeza que o seu padrão de vida vai ser ainda melhor do que você tem hoje, sem risco de desemprego, podendo pagar as prestações, em condições de abrir sua empresa ou ampliar seu próprio negócio”, disse a presidenta.
Aos jovens, Dilma pediu que “usem a fotografia do presente e do passado recente” para projetar um “futuro melhor”. Em relação à economia, a presidenta frisou que seu governo teve “ação firme”, cortou gastos e “garantiu” o equilíbrio fiscal, reduziu o preço da conta de luz e dos impostos.
“Nesses últimos casos, enfrentando duras críticas daqueles que não se preocupam com o bolso da população brasileira”, discursou em relação à oposição. Ela acrescentou que o governo está “firme” na luta contra a inflação na manutenção do equilíbrio das contas públicas. “Sabemos o que é preciso para isso e nada nos fará sair desse rumo”, frisou Dilma.
A presidenta lembrou ainda do processo de concessões de portos, aeroportos e rodovias que, segundo ela, estão “melhorando a infraestrutura, iniciando a mais ampla, justa e moderna parceria de todos os tempos com o setor privado”.
Dilma acrescentou que, em 2013, o governo viabilizou a exploração do pré-sal, o que vai garantir “fabulosos recursos” para a educação e a saúde. “Estamos fazendo um esforço redobrado nesta área [educação]. Além de garantir mais vagas e mais qualidade em todos os níveis de ensino, aumentamos o número de creches e escolas em tempo integral, universidades e escolas técnicas”, disse.
A presidenta disse que o Programa Mais Médicos levou 6.658 profissionais para 2.177 cidades e, em 2014, serão mais 13 mil médicos e 45 milhões de brasileiros beneficiados. No ano marcado pelos protestos de rua, a presidenta acentuou que o governo ampliou o diálogo com todos os setores da sociedade. “Escutamos seus reclamos implantando pactos para acelerar o cumprimento de nossos compromissos”, discursou.
Em recado direto a trabalhadores e empresários, ela se disse disposta a ouvi-los “em tudo que for importante para o Brasil.” Dilma frisou ainda que “apostar no Brasil é o caminho mais rápido para todos saírem ganhando”. Sem citar ações, Dilma ressaltou que o seu governo tem buscado apoiar “fortemente” as populações tradicionais, em especial os grupos indígenas e quilombolas. “Não deixamos, em nenhum momento, de lutar em favor de todos os brasileiros, em especial dos que mais precisam”, disse.
Reforçando o tom otimista para o próximo ano, a presidenta disse que o Brasil melhorou e pode melhor mais. “O Brasil será do tamanho que quisermos, do tamanho que imaginemos. Se imaginarmos um país justo e grande e lutarmos por isso, assim teremos”, prometeu Dilma.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-29/pais-termina-2013-mel…
Alexandre Weber - Santos -SP
30 de dezembro de 2013 11:44 amZona de conforto mental
Quando somos obrigados a pensar fora de nossas crenças, fora da caixa na gíria, nos sentimos normalmente desconfortáveis, disso para racionalizações oníricas é um passinho.
Os mecanismos de controle psicológicos se valem desta “Lei do Mínimo Esforço” em busca do conforto perdido para implementar seus comandos e limites.
Romper estes limítes sempre tráz alguns riscos, mas, o medo de perder, mata a chance de ganhar.
O que está em jogo é o Brasil.
Aumentar os juros, subir ou baixar a taxa de câmbio não retira o dinheiro do bolso dos consumidores, que são, segundo o Lula e eu, os motores da economia brasileira.
O dinheiro saí do bolso dos brasileiros e é destruido através das taxas que se cobram nos cartões de crédito.
A mágica para romper a chantagem a que o governo está submetido é cortar a fonte de poder da banca, que reside nesta capacidade de controlar o volume de dinheiro em disposição do povo.
Dilma, vontade política e amor ao povo, a nação e ao Brasil.
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
André Paulistano
30 de dezembro de 2013 12:17 pmBate e não assopra
Cada aparição de Dilma em rede nacional custa R$ 90 mil
A estratégia da presidente Dilma Rousseff de aparecer cada vez mais em pronunciamentos em rede nacional de rádio e televisão custou até agora R$ 1,2 milhão aos cofres públicos desde o primeiro ano de seu mandato, em 2011. Cada vez que a presidente vai à TV, o Palácio do Planalto desembolsa R$ 90 mil com produção, gravação, edição, computação gráfica, trilha, locução, equipe e equipamentos.
No domingo, 29, Dilma fez seu 17º pronunciamento desde que tomou posse. Trata-se de uma média que supera cinco aparições por ano. Seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, registraram uma média inferior a três pronunciamentos de TV anuais.
Nas aparições de 2013, além da que foi ao ar ontem, Dilma divulgou medidas de impacto de seu governo, como a redução da tarifa de energia (23 de janeiro), a desoneração da cesta básica (8 de março) e a promessa de destinar dinheiro do pré-sal para a educação (1º de maio). Foi à TV também para dar uma resposta às manifestações (21 de junho), para exaltar a criação do programa Mais Médicos (6 de setembro) e para comemorar a conclusão do primeiro leilão do pré-sal (21 de outubro).
O pronunciamento de 21 de junho, em meio às manifestações, foi o mais atípico. A aparição foi organizada às pressas e não contou com a superprodução de R$ 90 mil. Naquela oportunidade, quem produziu tudo foi a EBC/NBR, estatal de comunicação, “pois não havia tempo hábil para a mobilização de uma das agências contratadas”, segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Em condições normais, é a secretaria que fica responsável por contratar uma agência para a produção dos pronunciamentos da presidente.
O senador Aécio Neves (MG), provável candidato tucano à Presidência, é crítico da estratégia de Dilma. Ele acusa a presidente de contrariar a legislação em vigor e apropriar-se “indevidamente” da rede para fins eleitorais. Para a Secretaria de Comunicação, porém, a presidente vale-se da prerrogativa dos pronunciamentos “quando há necessidade de comunicar fatos relevantes de interesse nacional”.
Decreto de 1979 prevê que as emissoras de radiodifusão poderão ser convocadas para transmitir gratuitamente pronunciamentos do presidente da República e dos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, quando o objetivo for a “divulgação de assuntos de relevante importância”.
Reajuste
Em dezembro de 2012, o valor gasto pelo governo para produzir um pronunciamento passou de R$ 58 mil para os atuais R$ 90 mil – quase 56% de aumento. A Secretaria de Comunicação diz que houve “atualização de valores”, “uma vez que os preços até então praticados remontavam ao ano de 2008”. A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2008 a 2012 foi de 32%.
Agências
Os pronunciamentos deste ano – à exceção do veiculado em junho em reação aos protestos – foram feitos pelas agências de publicidade Propeg e Leo Burnett. A escolha pelas agências contratadas para a produção dos pronunciamentos obedece a “normativos e dispositivos legais, que determinam a seleção da agência que possua melhores condições para atender à demanda naquele momento, familiaridade com o tema e reaproveitamento de linha criativa”, informa a secretaria. Neste final de 2013, os presidentes da Câmara e do Senado também recorreram à rede nacional para discursar à Nação. Colaboraram Célia Froufe e Murilo Rodrigues Alves. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://br.noticias.yahoo.com/apari%C3%A7%C3%A3o-dilma-rede-nacional-custa-r-90-mil-100000708.html
Lionel Rupaud
30 de dezembro de 2013 12:42 pmO que acho inacreditável é que ainda existem gente
que paguem para ler isto aqui.
Mas enfim democracia é isso aí.
Assis Ribeiro
30 de dezembro de 2013 12:55 pmA grande imprensa odeia pronunciamentos
O motivo é que é a única forma em que os meios não conseguem manipular, editar, etc.
Juliano Santos
30 de dezembro de 2013 1:54 pm90 mil para o governo
90 mil para o governo corresponde a quanto para mim? Tendo em vista que a receita do governo é X bilhões por mês e a minha é entorno de 5 mil, desconfio que seria menos de um centavo.
Esse pig é patético. Não tive saco para ler, mas não creio que eles tenham comparado com o custo de uma propaganda oficial nas páginas do Estadão.
Embora o preço do espaço de propaganda no pig impresso deva estar caindo devido à desidratação de leitores, aposto que seria muito mais economico para os cofres públicos, aumentar os pronunciamentos e diminuir as propagandas no Estadinho, na Falha e na Nãoveja (muito menos leia) .
Essa cálculo é fácil de fazer, mas estou com preguiça. Mas tem muita gente que não tem, por isso o pig quer o aniquilamento total dos blogueiros sujos. Esses incovenientes.
Lucinei
30 de dezembro de 2013 2:52 pm“…aposto que seria muito
“…aposto que seria muito mais economico para os cofres públicos, aumentar os pronunciamentos e diminuir as propagandas no Estadinho, na Falha e na Nãoveja (muito menos leia) .”
Insisto nisso sempre que posso. Não vejo sentido em distribuir uma grana pesada de publicidade pra sustentar chacrinha. Deveria fazer pronunciamento uma vez por mês e pegar pesado com esse pessoal; botar o pessoal da comunicação pra descascar as fofocas e mentiras dessa imprensa. Porém, nada disso vai acontecer. A matéria do estado já foi pra intimidar. E vai dar certo. A Presidenta já tirou o terno vermelho e tudo.
Antonio Carlos Silva - RJ
30 de dezembro de 2013 2:00 pmO Brasil perde milhões,
O Brasil perde milhões, talves, bilhões de reais, para cada escândalo que a mídia podre NÃO INFORMA ( ABAFA) .
Exemplos ? Vou listar apenas 5 .
1º – Negociatas Siemens e Governos Paulistas
2º – Sonegação de impostos da Rede Globo e outras grandes empresas
3º – A queda do helicóptero dos amigos de aecim (com quase 500 kg de coca)
4º – Construções das mansões de Luciano Huck, irmãos Marinho, e do Antonio Luis Seabra (Dono da Natura e grande patrocinador da candidatura de Marina Silva) em áreas ambientais protegidas por lei
5º – A criminosa campanha do grupo Band contra a administração Haddad (especialmente o IPTU)
Antonio Carlos Silva - RJ
30 de dezembro de 2013 2:02 pmÊpa, Talves ?
Leiam, “Talvez
Êpa, Talves ?
Leiam, “Talvez “
Juliano Santos
30 de dezembro de 2013 1:58 pmO que ela falou da “guerra
O que ela falou da “guerra psicológica que inibe investimentos” é o famoso “custo-pig”
Sugiro um slogan para presidenta, “acreditar no Brasil é não acreditar no pig”.
Jose Saguy Tenorio
30 de dezembro de 2013 2:24 pmFalhas na Comunicação
Muito embora o governo peque por ter um setor de comunicação falha, como a SECOM e ter um ministro das comunicaçõaes fraco, a postura da presidente Dilma consegue a duras penas, superar essas deficiências.
Em termos de transparência e lisura a predidente Dilma é inatacável, imaginem os senhores se a presidente estivesse cometido algum deslize, algum escâdalo? Estejam certo que é o que a grande mídia quer. Eles querem retomar ao poder, uma vez que sempre se sentiram donos do país. O Governo e o PT terão que tomar medidas firmes, bem pensadas e sérias, visando neutralizar as tentativas de ataques que certamente surgirão em 2014. por partes desse pessoal que nao se conformam em terem sido afastados do poder pela vontade do povo, pois, apesar de toda transparência dos votos computados nas urnas, ainda assim esse pessoal não aceita os fatos e ainda se sentem proprietários do Brasil. É uma coisa dessa? Ridículos.
Se tivesse o governo uma SECOM bem dirigida e eficiente, o pronunciamento da presidente seria apenas para felicitar a sociedade, mas não, vai a presidente ficar tentando explicar medidas que tomou no decorrer do ano, em uma ocasião que seria oportuna apenas para congratulações.
O que eu acho legal nisso tudo, é que apesar de a grande imprensa mentir e ficar jogando casca de banana para o governo escorregar, a presidente Dilma tem mantido uma postura dígna e compatível que o cargo exige, pois
em momento algum vimos a presidente Dilma batendo boca ou demonstrando intranquilidade com alguns mequetrefes da tradicional imprensa.
Espero que o governo tome algumas mdidas reparadoras em 2014, por exemplo, as montadoras ganharm incetivios mil nos últimos anos, e o que que fez a General Motors, no Vale do Paraiba? demitiu mais de mil funcionário por telegrama.
E que o governo em 2014 melhore sua comunicação com o povo, pois apanha e sofre chantagem diouturnamente da velha imprensa. Você tenta assistir um programa como aquele da Globo News, Fatos & Versões, parece mais uma reunião de fofoqueiros tentando induzir os telespectadores desagrditarem no governo, uma verdadeira mixórdia. Você não ver uma notícia neutra ou favorável às medidas que o governo tomou ou vaitomar, eles conseguem destocer as notícias de maneira que qualquer notícia fique contra o governo. Mas para mim, essa também foi a minha última vez que tentei assistir, pois lá eu não volto mais, e assim como eu, creio muitas outras pessoas também tenham percebido a jogada desonesta desse pessoal da Globo News.
Ps. Prestem a atençnao o que aa rádíos´Bandeirantes e Jovem Pan, ambas de São Paulo, vem fazendo contra o PT.
JB Costa
30 de dezembro de 2013 5:34 pmA mídia compromissada,
A mídia compromissada, partidarizada, mentirosa e aética, tentou, tenta e tentará até o fim do Universo colocar sobre os ombros do governo e do PT os protestos de rua ocorridos em 2013. Tal qual o dito mensalão que até hoje continua rendendo motivos para desconhecer que foiram nos governos do PT onde o combate a corrupção foi mais incisivo e efetivo.
Durvalino
30 de dezembro de 2013 7:00 pmgordas verbas publicitarias
…. essa guerra psicologica se resume na direita brasileira q morde os cotovelos por ter perdido a poltrana de presidente do país.
perderam por merecer … os elitistas nao se preocupam com o povo residente nas palafitas, q nem vaso sanitario tem. “restringe-lhes a dignidade”.
entao, td q o governo hoje faz vem carregado de uma aura negra, de pessimismo, compactuada pela grande midia burguesa q toca o malho no governo mas nao abre mao das gordas verbas publicitarias. hipocritas !! maus brasileiros !!