4 de junho de 2026

Ricardo Melo: o racionamento da verdade em SP

Da Folha

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Ricardo Melo

Há cerca de dez dias, recebo um recado da Rita, que trabalha em casa. “Seu Edson (o porteiro) pede para tomar banho logo. É que parou de chegar água à noite e só uma das duas caixas do prédio está cheia. Ninguém sabe até quando.”

Sobrevieram duas certezas. A primeira: o racionamento de água em São Paulo é fato, seja o eufemismo utilizado: “stress hídrico”, “estiagem histórica”, “crise de mananciais”. Depois, como meu bairro faz fronteira com uma região habitada por tucanos e “formadores de opinião”, logo teremos providências. Dito e feito. Em tempo recorde convocaram-se mortos para aumentar o volume da Cantareira.

Estranho como praticamente sumiram as ressalvas ao tal “volume morto”. Reportagem do UOL, do Grupo Folha, alerta sobre possíveis consequências: metais pesados desta reserva podem prejudicar o sistema nervoso, fígado, rins e até provocar câncer. O uso deste volume pode esgotar a água da bacia dos rios e prejudicar o ecossistema.

E ainda: o custo do tratamento da água é maior, podendo ser até 40% mais caro e resultar em aumento da conta em 2015 (informações completas, gráficos incluídos, estão aqui).

Para quem duvida do tamanho do problema, neste domingo (18) o “Estado de São Paulo”, que pode ser acusado de muitas coisas, menos de ser petista, traz duas páginas mostrando regiões da cidade que há 30 anos sofrem com a falta d’água. A jornalista Ana Carolina Sacoman acrescenta. Embora more a apenas 11 km da praça da Sé, há mais de uma semana seu prédio recebe água só duas horas por dia.

Tudo não passaria de caprichos da natureza se o colapso não fosse anunciado. Em metade da região metropolitana, São Paulo convive com a perda física de água de 45% no caminho que vai da represa ao consumidor.

Pelo menos desde maio do ano passado o nível do sistema Cantareira vem definhando. O que foi feito? A Sabesp, controlada pelo Estado, não explica. Em compensação, os moradores receberam um encarte com o pomposo nome de “Relatório Anual de Qualidade da Água” relativo a…2013! Talvez porque não tenha sobrado água nem para fazer exames mais recentes.

É praxe marqueteira tentar desqualificar adversários comparando crimes. Ah, se eu roubei, você também roubou, se eu cometi desmandos, você também andou fora da linha. O objetivo é buscar a soma zero: se todos são meliantes, vamos falar de amenidades.

Como não sou marqueteiro, decididamente a prática não me atrai. Por exemplo: em nenhum momento compactuo com roubo de dinheiro público, maracutaias em estatais federais, estaduais e municipais. Tampouco avalizo alianças espúrias apenas para garantir votos.

A tática, no entanto, ajuda a aferir a credibilidade dos contendores. O PSDB nos últimos 20 anos tem o Estado como sua principal vitrine. E o que se vê não é bom. A própria Sabesp é alvo de inúmeras denúncias de procedimentos esquisitos, como vem alertando o sempre atento repórter Fábio Serapião.

Suspeita-se que muita gente encheu o bolso em velocidade similar ao esvaziamento de reservatórios. Do Metrô, nem é preciso falar. O dado clássico de comparação é a Coreia, que no mesmo tempo de existência construiu 287 quilômetros de trilhos ante 74 aqui.

Enquanto isso, um conselheiro do Tribunal de Contas (de Contas!), braço direito do PSDB paulista, é pilhado com somas milionárias no exterior relacionadas ao escândalo Metrô-CPTM.

Responde que tudo não passa de perseguição e continua lá fazendo as contas dele com o dinheiro do povo. Quer mais? Um ex-diretor da Companhia de Processamento de Dados é investigado sob acusação de favorecer o caixa tucano. Saiu-se ao estilo dos velhos anões do Orçamento. Alega ter ganho R$ 26,5 milhões na loteria…

A defesa da ética na política é um dos bordões preferidos da oposição. De palavra, não há quem discorde disso. Mas pelo jeito o que anda em falta mesmo, além da água, é vergonha na cara. 

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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32 Comentários
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  1. Alan Souza

    19 de maio de 2014 1:51 pm

    Esse não tem amor ao emprego…

    Desse jeito a Folha vai mandar ele embora!

    1. J Fernando

      19 de maio de 2014 4:59 pm

      Acredito que o risco é calculado

      Ele sabe que o jornal prescinde de uma opinião contrária, que bata um pouco no PSDB também.

      É para os donos estufarem o peito dizendo que são imparciais, dizendo “veja a coluna deste repórter, que critica o PSDB…”

  2. Lucinei

    19 de maio de 2014 1:56 pm

    Matrix

    Esses extremistas do tucanistão são nada mais que uns caras de pau!

    Além do farisaísmo explícito gostam de tirar onda de graaandes administradores. Por onde passam falta água, luz, emprego e salário e ainda se dizem bons gestores?!

    Só na imprensa brasileira…

    1. Marly

      19 de maio de 2014 7:53 pm

      Uma incógnita!

      Não consigo entender a passividade dos paulistas. Será que não estão percebendo a real situação?  Estão acreditando que  tudo se dá pela falta de chuvas? Esse governador consegue hipnotizar o povo? Fico horrorizada com esse tal de volume morto. Não sei se conseguiria beber dessa água. Acho que não.

  3. Francisco de Assis

    19 de maio de 2014 1:57 pm

    A TRAVESSIA DA CANTAREIRA

    1. 19 de maio de 2014 4:08 pm

      Alckmin III foi o

      Alckmin III foi o máximo….hahahahaha…..  Bandeirantes dos bens vão para Miami……. 

  4. Adma Andrade Viegas

    19 de maio de 2014 1:58 pm

    Neste parágrafo ele trata de

    Neste parágrafo ele trata de se antecipar a possíveis acusações dos leitores da Folha de ser petista (ou “petralha”, no jargão deles) e de acusar o governo do  PSDB  por picuinhas eleitorais:

     

    “Como não sou marqueteiro, decididamente a prática não me atrai. Por exemplo: em nenhum momento compactuo com roubo de dinheiro público, maracutaias em estatais federais, estaduais e municipais. Tampouco avalizo alianças espúrias apenas para garantir votos.)

  5. Assis Ribeiro

    19 de maio de 2014 2:10 pm

    Mas só agora a Folha percebe

    Mas só agora a Folha percebe os desmandos da administração do PSDB?

    Será que já está faltando água na redação e nas casas dos repórteres.

    1. Mario Siqueira

      19 de maio de 2014 3:58 pm

      É o velho estilo

      É o velho estilo da Folha: uma no cravo e duzentas na ferradura.

  6. Iara G

    19 de maio de 2014 2:33 pm

    Radicalizou – para o padrão folha

    Mas outros, também quando a água afetar sua vida e dos seus, começarão a balançar a canoa furada da parceria PSDB-setores da mídia conservadora. Mas o Ricardo Melo tem história, curriculum e um instituto de desenvolvimento humano.  E já tem uma bênção minha: não satisfaz ao RA da veja.

    Ricardo Melo, 58, é jornalista. Na Folha, foi editor de ‘Opinião’, editor da ‘Primeira Página’, editor-adjunto de ‘Mundo’, secretário-assistente de Redação e produtor-executivo do ‘TV Folha’, entre outras funções. Também foi chefe de Redação do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), editor-chefe do ‘Diário de S. Paulo’, do ‘Jornal da Band’ e do ‘Jornal da Globo’. Na juventude, foi um dos principais dirigentes do movimento estudantil ‘Liberdade e Luta’ (‘Libelu’), de orientação trotskista.

    http://www.institutoricardomelo.com.br/coaching/ricardo_melo.php

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/ricardo-melo/

  7. Ivan Bispo

    19 de maio de 2014 2:51 pm

    Opinião abalizada

    Em 2004 o então presidente do PCJ, bacia onde se encontra o Sistema Cantareira, Cláudio Di Mauro, discutiu a sua outorga. Nenhuma medida para mitigar o acontecimento atual foi feito. Agora ele emitiu sua opinião na sua página no Facebook:

    “O “volume morto” dos reservatórios no Sistema Cantareira

    E eles querem dizer que a água é de boa qualidade. O “volume morto”, como eles chamam é aquele que ficou no fundo (talvegue) fluvial e da represa. Lá se acumularam todos os tipos de impurezas. Eles dizem que os exames laboratoriais das águas demonstram que ela poderá ser potável.
    Claro, até o esgoto poderá ser transformado em água potável.
    Quem quer ? Talvez tenham que em pouco tempo reaproveitar os esgotos da água que poluíram na Região Metropolitana de São Paulo.
    Outro ponto é a coleta e elaboração de exames laboratoriais do material sedimentar e especialmente “orgânico” que está depositado no fundo das represas. Afinal, as represas são os níveis de base. Tudo o que é sujo foi levado para lá. Estão engabelando a população com discursos fáceis. Como se tivesse aumentado de 8% para 26% o volume das disponibilidades hídricas. Não informam que essa água nunca foi considera por causa de sua baixa qualidade. São uns embusteiros.”

  8. Jorge Luis

    19 de maio de 2014 2:57 pm

    São necessários 3 milagres

    São necessários 3 milagres comprovados para que alguém seja canonizado.

    Alckmin segue no caminho certo. O primeiro milagre foi a ressurreição do volume morto. O segundo, virá logo, quando ele caminhar sobre as águas que sobraram da Cantareira, bastando para isso usar uma bota de cano alto para que não afunde no lodo. E o terceiro milagre será a reeleição em outubro.

  9. Assis Ribeiro

    19 de maio de 2014 3:04 pm

    O nível do Sistema Cantareira

    O nível do Sistema Cantareira voltou a cair nessa segunda-feira (19) e chegou aos 24,3% de sua capacidade, segundo informações da Sabesp.

    Quando Alckmin inaugurou as obras para captação do volume morto o “nível subiu” para 26,7% (dia 15).

    Essa reserva vai aguentar até novembro quando começam as chuvas?

    1. Mario Siqueira

      19 de maio de 2014 3:48 pm

      Onde se informar

      Onde voce consegue a informação, prezado Assis ?

      Eu vinha acompanhando a baixa do nível do Sistema Cantareira pelo site da Sabesp:

      http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaopcj.aspx

      mas desde 6ª feira está fora do ar.

      1. jota

        19 de maio de 2014 5:00 pm

        Acabei de comprovar sua

        Acabei de comprovar sua informação, o site realmente está fora do ar.

        Agora, vamos lá: saiu do ar desde sexta passada, logo depois da ressurreição “milagrosa” produzida pelo chuchu? Que coincidência, hein…

        E nesses 3 dias, nenhuma cobrançazinha da imprensa paulista sobre essa indisponibilidade de uma informação que, a essa altura do campeonato, é vital para a população do Estado? Nadinha? Nem do Boechat, o “isento”?

        É, Lula, mais uma vez acertaste na mosca: “Ah, se fosse contigo, Haddad…”.

      2. bill

        19 de maio de 2014 8:25 pm

        Tem no site da ANA

        http://www2.ana.gov.br/Paginas/servicos/saladesituacao/default.aspx

        http://arquivos.ana.gov.br/saladesituacao/BoletinsDiarios/DivulgacaoSiteSabesp_19-5-2014.pdf

        A ANA não está fazendo essa “conta de padeiro” da Sabesp, usando o volume morto. Fez isso ontem, mas hoje já retornaram com os valores só do volume util. Hoje consta 7,3% do VU. E 1,4% para o reservatório Jaguari.

  10. hc.coelho

    19 de maio de 2014 3:21 pm

    Esvasiamento da verdade

    O que a imprensa de sp fez foi muito pior; já vem racionando a verdade há muitos anos. Pior, desinformando, com agora sobre a falta de agua. Ela, que é o famigerado pig, é a responsável primeira por toda esta bandalheira e falta de vergonha dos robsons da vida e agora falta de agua porque deu toda a proteção e blidagem podre ao psdb e o bobo caiu feito um patinho e acabou como está acabando. 

    O racionamento de notícias, a desiformação profissional e tão lucrativa, fez o que fez. SP não merecia uma imprensa podre dessa. Vai faltar agua nas caixas dos orgãos de desinformação? Aposto que não, é só para o povo.

  11. Jicxjo

    19 de maio de 2014 3:48 pm

    Jânio de Freitas, Ricardo

    Jânio de Freitas, Ricardo Melo, Rubens Valente e José Simão: o quarteto que se salva na Folha.

     

    1. Moita

      19 de maio de 2014 5:17 pm

      Outros começam a se tocar

      Recentemente a Barbara Gancia parece ter se tocado que o negócio está demais e tem tentado escapar da orientação editorial para preservar um pouco de dignidade profissional.

       

      Também a Monca Bergamo procura uma certa “isenção” detro do possível.

       

      Agora a média é péssima. A família Cruz, por exemplo é de lascar. Sem contar o Josias de Souza, campeão dos campeões.

  12. DeBarros

    19 de maio de 2014 4:20 pm

    Verdades a parte, ha de se

    Verdades a parte, ha de se olhar pelo lado positivo da coisa.

    Pelo menos ha a possibilidade de se controlar a epidemia de Dengue que assola o estado de SP. Digo, logo não haverá água nem para os seres humanos beberem, quanto mais para os mosquitos se reproduzirem. Eh bem possivel que o Alkimim saia com essa.

  13. nilo walter

    19 de maio de 2014 4:20 pm

     
     
    Alckmin inaugurou sua

     

     

    Alckmin inaugurou sua gambiarra com 14 saídas de água mas só 04 funcionam .

  14. Maria Luisa

    19 de maio de 2014 5:22 pm

    Êee São Paulo

    E o Nassif, quando é que se vai para as aguas temais de sua charmante Poços ? Eu hein, esse volume morto ai, não tem esse nome por acaso não 😉

    1. Marly

      19 de maio de 2014 7:43 pm

      Que ele venha para o Rio também!

      Por enquanto temos água de qualidade e, até que provem o contrário, a CEDAE é muito bem administrada pelo Wagner Vitter. O Rio te aguarda Nassif!  

  15. Murdok

    19 de maio de 2014 5:40 pm

    Comentários no artigo da Folha.

    Vamos dar uma olhada nas pérolas de alguns comentários nesse artigo da Folha.

    Boca II – Deveria existir punição para “notícia” casada …..optsuja o meu Brasil.

    Boca II – A que se presta este diário? optsuja o meu Brasil. ” um jornaI a serviço do Brasil” está mais pra propag enganosa …

     Fabio Nogueira – Vou parar de assinar a FPS até que troquem esse reporter que, além de ser desonesto, é um petheba da pior espécie…

    Huqqert – Gostaria de ver tal virulência do colunista quando a coisa é contra o P T. Sem credibilidade pelo viés político

    Eddie – O autor do texto deveria estar na Carta Capital ou Revista Forum, assim não teríamos que ler essa ti.ti.cas, por aqui

     

    1. Marly

      19 de maio de 2014 7:39 pm

      Quanta ignorância!

      São verdadeiras hienas,  Murdok!

      1. PauloBR

        20 de maio de 2014 1:10 am

        Hienas?

        Usando a modinha lançada pela Globo: S40 UN5 45NOS!

  16. Sergio Saraiva

    19 de maio de 2014 6:15 pm

    Do Painel do Leitor da Folha

    Abastecimento de água
    A Folha e outros veículos de comunicação têm divulgado erroneamente que o “volume morto” é uma reserva técnica emergencial. Segundo a literatura técnica que trata do projeto de barragens e reservatórios, o volume morto é destinado única e exclusivamente a receber os sedimentos que serão decantados ao longo da vida útil da obra. Portanto, o uso dessa água, no caso do sistema Cantareira, apenas demonstra a falácia da sua gestão por parte da Sabesp e do governo do Estado de São Paulo.
    João Luiz Boccia Brandão, professor de recursos hídricos da Escola de Engenharia de São Carlos – USP (São Carlos, SP)

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/166596-painel-do-leitor.shtml

  17. Zanchetta

    19 de maio de 2014 7:34 pm

    O problema todo é que o

    O problema todo é que o Padilha está perdendo 80% da plataforma eleitoral dele…

  18. Nilva de Souza

    19 de maio de 2014 9:35 pm

    Eu não coloco o Ricardo Melo

    Eu não coloco o Ricardo Melo no mesmo balaio dos outros.

  19. Nilva de Souza

    19 de maio de 2014 9:37 pm

    Hoje pela manhã estava em uma

    Hoje pela manhã estava em uma loja conversando com uma vendedora. Ela comentou sobre a chuva de ontem e disse que tomara que não chova mais pra faltar água na Copa, falou também que seria bom pro país passar vergonha.

    Eu perguntei o que que a falta de investimento da Sabesp, que desde 2001 sabe do problema da Cantareira tinha a ver com a Copa? Comentei também algumas possíveis perdas que o país teria com sua imagem queimada perante o mundo, sobre os investimentos que deixariam de vir, sobre a nota de risco das agências internacionais, a grana que os turistas deixariam aqui, muito maior que qualquer investimento público na Copa.

    Perguntei se ela conseguia entender porque uma coisa que foi combinada em 2007 só agora está sendo questionada?

    E por último, falei que a culpa da falta de água em São Paulo é exclusivamente do governo do Estado, no momento capitaneado pelo Alckmin que também era governador em 2001 quando os primeiros problemas apareceram. Que a Sabesp paga mais pros conselheiros da inicitiva privada, que é um cabide de emprego dos tucanos. Que qualquer tucano que não se reeleja, mesmo que de outrop estado vem pra cá ser conselheiro,comparece no máximo uma vez por mês e ganha uma nota. Que a Sabesp investe uma grana preta no Instituto Fernando Henrique Cardoso e tudo é jogado pra baixo do tapete pelo MPE, que está nas mãos deles. Também alertei sobre a cerimônia de”inauguração” do volume morto, que não passa de esgoto, inclusive com sua água imprópria para hemodiálise, pois não passa de esgoto cheio de detritos, que a Sabesp vende nossa água pra empresas, o que já denunciamos faz muito tempo, mas eles compram a mídia pra esconder tudo e têm maioria na ALESP onde não se consegui abrir CPI contra eles.

    A menina com quem eu conversava e as outras que estavam ouvindo ficaram passadas com tudo o que eu falei. E iz questão de reforçar que era o Alckmin e os tucanos os culpados por tudo e que, se faltar água na Copa, eles vão usar isto nas eleições botando a culpa na Dilma e no PT.

    Perguntei se tinham email ou facebook mas elas disseram que não tem tempo pois trabalham e estudam, e a que me atendeu disse que gosta muito de ler. Eu fiquei de levar o Privataria Tucana pra ela.

  20. taturanous

    19 de maio de 2014 11:51 pm

    O Picole

    Pediu chuva e Sao Pedro  mandou gelo pra chuchu

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