8 comentários

  1. Se o governo tivesse de fato

    Se o governo tivesse de fato compromisso com habitação não haveria defict habitacional nenhum entre as classes sociais menos favorecidas.

    Só de dinheiro desviado pela corrupção + as verbas gastas com publicidade ja teriam sido suficientes para dar casa decente para todo pobre brasileiro.

  2. Locação Social

    Se este aluguel social for feito apenas para que o morador não venda o imóvel, é pífia a idéia. O inquilino original apenas vende o direito de morar e não existe justiça que tire o novo morador da habitação, se ele continuar pagando o aluguel. Em Porto Alegre, no Conjunto Residencial Vila do IAPI, construído nos anos 40/50, centenas de inquilinos venderam seu direito. Nunca soube de algum novo morador tenha sido desalojado. Outros apenas sublocavam e ficavam com a diferença de valores, já que o aluguel original era muito pequeno.

    Teria também que ser criada uma vasta estrutura para administrar estes imóveis, uma AlugaBRAS, que em pouco tempo teria milhares de aposentados para sustentar, desviando recursos da construção de moradias. Sem contar é claro com os apadrinhamenros políticos inevitáveis que a coisa acarretaria.

    Pedro, que o governo construa o imóvel e doe ao necessitado. Se ele vender vai entrer numa grana e um novo morador terá seu problema de habitação resolvido.

     

  3. Pior idéia da semana!
    Pior idéia da semana!
    Estamos indo bem em habitação. Não precisamos de planos mirabolantes.
    MCMV não muda o país da noite para o dia. É um processo de transformação.

    Isso é proposta de gente que só quer fazer propostas.

    Porque não propor que a Prefeitura utilize seu terrenos para fazer negócios. Entre de sócia em empreendimentos MCMV.
    E sim, os sócios da prefeitura vão ganhar muito dinheiro.
    Falou nisso as esquerdas se arrepiam. ..
    O caminho possível é este. Vai querer?

    • Aluguel social

      Não concordo, Athos. Como o próprio texto diz, o MCMV só se expande na periferia das grandes cidades, condenando as pessoas mais pobre a ficarem eternamente longe e sem condições de acessar serviços públicos de qualidade. Além disso, o aluguel social seria destinado a famílias com até três salários mínimos de renda, ou aquelas em situação de rua. Portanto, penso que é uma boa solução, tanto para os mais carentes quanto para os proprietários dos imóveis.

  4. Considerando a lentidão e

    Considerando a lentidão e bucoracria do Poder Público para obras e serviços em geral, aliás, a lentidão e burocracia que envolvem todo e qualquer dispêndio de recursos pelo Poder Publico, surge

    uma Duvida:

     

    Inflitrações, problemas elétricos, hidráulicos e/ou estruturais, seriam pagos por quem?

     

    Numa locação normal já há problemas, noutra em que o locatário é o poder público? sei não heim.

     

    Melhor que esses “empreendimentos” ficassem mesmo na iniciativa privada, deixando com o poder público a fiscalização da atividade (barrando lucro excessivo, por exemplo).

     

     

  5. Direito a Propriedade NÃO é Direito a Sentar em Cima.

    O aluguel social de início me pareceu uma proposta demagógica, mas lendo com calma e refletindo se chega à conclusão que faz sentido. Isto é, apesar de não ser solução para o problema do mercado de aluguéis como um todo, é uma solução interessante para pessoas muito pobres que vivem nas ruas, ou como explica o texto, além de ser pobres também são muito idosas para pegar um financiamento de longo prazo.

    Mas já para resolver o problema do mercado imobiliário seria mais interessante uma lei que sobre taxe progressivamente os imóveis que fiquem fechados por mais de 6 meses, 1 ano no máximo.

    Ou vende ou aluga pelo preço aceito pelo mercado ou arque com taxas maiores. Porque do jeito que está, com a oferta sendo suprimida por um comportamento de natureza mais cultural do que qualquer outra coisa, os preços dos imóveis vão continuar inflados.

    E vemos que o governo agora tomou a medida de restringir o financiamento da Caixa Econômica para apenas 50% do imóvel. Obviamente estão adotando a estratégia de colocar fogo mais cedo na floresta para que ela depois não venha a arder num incêndio maior. Ou seja, tentam controlar a inflação limitando a Procura. Porém o efeito é incerto porque os proprietários não necessariamente baixarão os preços de maneira proporcional a queda na Procura. E esse descasamento só ocorre porque os imóveis podem ser mantidos em estoque ad infinitum a um custo fixo.

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