4 de junho de 2026

A vida dos migrantes mexicanos em Nova York

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Da Rede Brasil 

A saudade que arde. A peleja dos migrantes mexicanos em NY

Sonhos, realizações, frustrações e tormentas. O que faz com que os migrantes se arrisquem em busca de alguma vida nos Estados Unidos diz mais da América Central do que as estatísticas sobre o continente

Por Allan da Rosa

Guzmán tem 22 anos e está há dois invernos em Nova York. É Dia das Mães e caminha pelo Harlem latino. Alguns pagam gostosuras para suas coroas ou comem sozinhos, com suas famílias distantes na cabeça. Nas calçadas predomina o verde, vermelho e branco da bandeira mexicana e tendas vendem tacos, chicharrón e quesadillas. A pimenta é a de sempre, mas o que arde é saudade. Guzmán compara com as senhoras que passam e diz que sua mãe é mais bonita. Simpático, pede para não tirar fotos. Ele é mais um jovem entre os milhões de sem-documento nos Estados Unidos e mostra sua felicidade clandestina pela tela do celular.

São assim os personagens do êxodo mexicano. O telefone de Guzmán conecta Puebla, sua província deixada para trás. A facilidade é espantosa para quem até os anos 1990 gastava muita plata por alguns minutos de conversa. Hoje, até as comunidades rurais mais minguadas do México já têm cabinas de internet lotadas, rodea­das­ de centros comerciais e de câmbio.

Sequestro e tráfico de imigrantes ilegais são rotina na fronteira (GARY WILLIAMS/EFE)

Spirit of East Harlem – O mural, na Rua 104, é símbolo da diáspora latina em Nova York (CARLOS PRADO/FLICKR/CC)

O ciberespaço já foi meio também para organizar passeatas, cursos e festas, ali se traduzem de rezas a hinos de futebol, se ensinam receitas de cozinha e se pressionam autoridades locais: 10% da população mexicana está nos Estados Unidos, 15% da força de trabalho deixou o país e o envio de remessas corresponde a 10% da renda nacional.

Guzmán mostra pelo celular a família cantando em seu aniversário, as fotos dos brinquedos comprados com o dinheiro enviado. Depois do festejo, restam a gravação e ainda uma velinha virtual que nunca apaga. Quando seleciona as imagens da criançada com as máscaras dos ídolos dos ringues e as caveirinhas do Dia dos Mortos, data insubstituível da cultura mexicana, seu sorriso baixa melancólico. Assim terminam as conversas por Skype, um torneio de lágrimas lá e cá. O clima muda, é hora de arejar.

Uma loja de artigos de futebol, rara em Nova York, exibe chuteiras e camisas de times e de seleções da América Central. O dono destranca o cadeado para responder sobre o jogo do Puebla e volta ao telejornal com a avalanche de cadáveres degolados e a epidemia de escândalos de corrupção. Mexican Grocery e Mojitos Bar Grill têm seus toldos pomposos e suas calçadas repletas de barracas. Uma igreja tem também sua placa bilíngue: Capilla Evangélica American Spanish Gospel Chapel.

As esquinas são coalhadas de escritórios para envios de divisas, compra de passagens e recarga de telefones. O La Nacional brilha seu cartaz neon: “más cerca de ti”. A Rua 123 é a principal do East Harlem. Alonga-se até o Harlem negro, onde a Lenox Avenue vai se chamar Malcolm X Boulevard e a Rua 125 tem suas placas com o nome de Martin Luther King. Mexicanos estão em todos os quadrantes, mas aqui é seu centro maior, onde o vocabulário é em spanglish (espanhol com inglês). Políticos, publicitários e comerciantes sabem que daqui a dez anos o espanhol será a língua mais falada da cidade.

Uma viatura passa lentamente e na calçada uma rapaziada fuma seu porro. Ali ninguém trafica, só consome, e todos ficam atentos. A abordagem que pode exigir os malditos papéis que quase ninguém tem. “Se me pegam, me jogam no presídio”, diz o jovem Andrés, de 22 anos, chapeiro e carregador em um restaurante coreano no Bronx. Desde 2002 o notório stop and frisk (pare e confira) instituiu o “enquadro” (um termo para abordagem policial) a qualquer um que pareça suspeito, e negros e hispânicos somam 86% dos abordados em Nova York.

Guzmán me acolheu porque fui apresentado por Karla Quiñonez-Ruggiero, presidenta da Adelante Alliance, organização que atua em alfabetização, assistência jurídica e prevenção médica a senhoras com mais de 50 anos. É uma das muitas entidades autônomas dos imigrantes ­mexicanos, entre clubes, comitês, igrejas, associações profissionais e ONGs, que patrocinam festas, abrigam despejados, organizam casórios, passeatas e batalham no campo jurídico por bolsas de estudo.

O Movimento Justiça Comunitária atua contra ordens de despejo e o crescimento ilegal do preço dos aluguéis. “Os indocumentados não têm cobertura nos hospitais. Passam anos e anos e não veem um doutor, não sabem se têm uma infecção, uma DST. Faltam educação e assistência mínimas. E sobram discriminação nas consultas e exigências nos hospitais, “onde mal te atendem se você falar em espanhol”, diz Karla, que viveu até a adolescência no Distrito Federal, a capital mexicana. Em 1994, ela trabalhou nas bases indígenas de Chiapas. O célebre espírito de solidariedade da região a marcou e a acompanhou quando migrou. Nos últimos anos, puxou também várias campanhas pelo voto nas eleições presidenciais de seu país. “Quase ninguém de nós pode votar porque não tem o bilhete especial que credencia o eleitor, feito apenas no México.”

  • Nos últimos anos o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos deteve, encarcerou e deportou os teimosos ou apenas recolheu seus cadáveres pela areia do deserto

Emprego é favor

Magdalena Gutiérrez saiu de Tlaxcala, na região central do país, ainda nos anos 1990. Desejava regressar o quanto antes e diz que penou tanto de saudade quanto de fome, mas casou e criou nova família. “Trabalhei em limpeza doméstica e em cozinhas de restaurantes. Era menor de idade e recebia quase nada, sempre esperando pelo aumento prometido nas casas e lanchonetes de Manhattan. Trabalhava 12 horas por dia com duas refeições, sete dias por semana”, diz Magdalena, hoje mãe de Adriana Gutiérrez Flores, pequena comerciante e palestrante em eventos culturais. “Quem não tem os papéis sente medo de ser denunciado ou demitido sem levar nada. Estar trabalhando era como um favor e reclamar era como apunhalar os patrões.”

O imigrante mexicano médio não tem sequer nove anos de estudo, não domina a escrita em espanhol, muito menos em inglês. “De outros países latino-americanos, como Venezuela e Colômbia, as pessoas vêm com mais anos de estudo”, diz Karla. “A educação poderia dar um pouco mais de força às comunidades, principalmente às mulheres que nem terminaram o ensino primário. Mas é difícil se dedicar 16 horas por dia a um trabalho e estudar.”

A porção maciça de semianalfabetos entre mexicanos migrantes destoa de outro fenômeno, o da saída dos diplomados, na chamada fuga de cérebros – porém, o acesso à educação superior no México também é quase um luxo. Apenas 2% da população frequentou uma pós-graduação e, destes, apenas 3% obtiveram doutorado. Nos últimos 15 anos, fugindo de condições precárias de trabalho, seguiram para os Estados Unidos quatro doutores por dia.

Travessia

A pecha de “ilegal” será uma tatuagem, para quem consegue passar pela vigilância da fronteira. Pode ser pelas braçadas no Rio Bravo, que serve de fronteira entre os dois países ao longo do Texas e onde já boiaram tantos cadáveres. Ou após as peregrinações pelos desertos do Arizona ou de Sonora. Se forem hondurenhos ou guate­maltecos, tiveram ainda outras duas ou três fronteiras para atravessar. Ser sequestrado, recrutado ou ven­dido como escravo pelas gangues do caminho, extorquido ou roubado pelos agentes públicos ou ser violada sexualmente são perigos constantes. Tudo irá compor o acordo prévio com os ­“coi­otes”, guias muito procurados.  “Eles são empresários e aventureiros. Só que a realidade deles tem mudado. Os Zetas, grupo criminoso mais brutal do país,­ controlam a rota do sul ao norte do ­México. Todo coiote que viaja no trem tem de pagar pedágio. Senão, morre.

Espiões sobem nos trens em todo o percurso, vigiando e contando quem está com quem”, diz Alejandro Reyes, escritor que já percorreu os caminhos migrantes.

Em 2009, pelos dados da Pesquisa sobre Migração na Fronteira Sul, 600 mil guatemaltecos conseguiram ingressar nos Estados Unidos e outros 20 mil foram sequestrados. De 2010 a 2012, 15 mil pessoas pediram abrigo nos albergues cristãos mexicanos, segundo a Casa Sagrada Família, sediada em Apizaco, no estado de Tlaxcala. É considerável o número de crianças e de gays e lésbicas expulsos de suas casas que se arrisca.

Chegam com diarreia, desidratados ou vomitando água contaminada, cheios de bolhas nos pés, febris por infecções do caminho. “Na Mesoamérica, de onde vem a maioria dos migrantes, há uma tradição camponesa muito forte. Os tratados de livre comércio, a inundação dos mercados com produtos da agroindústria ­norte-americana, a espoliação da terra pelas indústrias extrativistas… Isso tudo destrói formas de vida e empurra os camponeses para as cidades. Mas tem outros motivos, o principal deles a separação das famílias, rasgadas… São muitos os casos de crianças viajando sós à procura de pais que migraram”, conta Alejandro.

  • A Rua 123 é a principal do East Harlem. Alonga-se até o Harlem negro. Mexicanos estão em todos os quadrantes da cidade, mas aqui é seu centro maior, onde o vocabulário é o spanglish

A migração é uma resposta  dos pobres, dos espirrados; uma espora de esperança que muitas vezes acaba no esgoto ou na cadeia. Mas é a essência também de lucrativas e complexas redes de transporte e de armazenamento de mercadorias, de tramas financeiras e logísticas refinadas, o que não escapa à atenção das organizações de migrantes, dos albergues e da vigilância militar. Nos últimos anos a Operação Streamline, puxada pelo Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, deteve, encarcerou e deportou os teimosos ou apenas recolheu seus cadáveres pela areia do deserto.

Mas, seja um caso de pena mínima de dois meses de cadeia ou de alguém mofando esquecido e endividado nas penitenciárias privadas, seja na deportação para a região mexicana de Nogales, onde são jogados à poeira, ou na chegada em farrapos de volta à cidade original, a memória do horror se encavala à audácia de quem não se abate e de novo tentará voltar aos subempregos das capitais do norte, jurando sobreviver à travessia de novo, mesmo se candidatando a uma nova pena de 20 anos nas prisões de lá.

As histórias do cárcere são repetitivas: pouca ou nenhuma comunicação com a família que fica para trás e as dívidas na conta do presídio para a aquisição de papel higiênico ou de créditos telefônicos. Para acionar familiares, vendem-se travesseiros ou sapatos para os assassinos e estupradores com quem dividem celas. Com muita sorte, consegue-se o dinheiro para a volta à comunidade de origem.

Há companhias que cobram apenas metade do preço a presos deportados, solidariedade que lembra momentos de generosidade no caminho de ida: entre as pedras e a mira infravermelha que recebiam na cabeça, também vinham água e pães jogados aos trens.

Alejandro ressalta marcas da viagem: “No trem há algo extraordinário. O vento, o som das rodas de ferro nos trilhos, os galhos batendo na gente, os sons da floresta, o burburinho das cidades e povoados. Contam-se histórias. A palavra que une o passado doloroso e saudoso a um incerto futuro. E há ainda o mais medonho, o silêncio quando o trem para num descampado sem razão aparente. A ansiedade da espera e a possibilidade de que, a qualquer momento, esse silêncio seja quebrado pelos tiros, gritos, prantos de um ataque do crime ou um por um enquadro dos agentes da migração”.

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  1. Leandro Ferrari

    19 de dezembro de 2013 9:59 am

    NAFTA e a imigração mexicana: impacto na economia
    Published on Tuesday, April 25, 2006 by CommonDreams.orgImmigration Flood Unleashed by NAFTA’s Disastrous Impact on Mexican Economyby Roger Bybee and Carolyn Winter 

    The recent ferment on immigration policy has been so narrow that it has excluded the real issue: family-sustaining wages for workers both north and south of the border. The role of the North American Free Trade Agreement and misnamed ‘free trade’ has been scarcely mentioned in the increasingly bitter debate over the fate of America’s 11 to 12 million illegal aliens.

    NAFTA was sold to the American public as the magic formula that would improve the American economy at the same time it would raise up the impoverished Mexican economy. The time has come to look at the failures of this type of trade agreement before we engage in more and lower the economic prospects of all workers affected.

    While there has been some media coverage of NAFTA’s ruinous impact on US industrial communities, there has been even less media attention paid to its catastrophic effects in Mexico:

    NAFTA, by permitting heavily-subsidized US corn and other agri-business products to compete with small Mexican farmers, has driven the Mexican farmer off the land due to low-priced imports of US corn and other agricultural products. Some 2 million Mexicans have been forced out of agriculture, and many of those that remain are living in desperate poverty. These people are among those that cross the border to feed their families. (Meanwhile, corn-based tortilla prices climbed by 50%. No wonder many so Mexican peasants have called NAFTA their ‘death warrant.’NAFTA’s service-sector rules allowed big firms like Wal-Mart to enter the Mexican market and, selling low-priced goods made by ultra-cheap labor in China, to displace locally-based shoe, toy, and candy firms. An estimated 28,000 small and medium-sized Mexican businesses have been eliminated.Wages along the Mexican border have actually been driven down by about 25% since NAFTA, reported a Carnegie Endowment study. An over-supply of workers, combined with the crushing of union organizing drives as government policy, has resulted in sweatshop pay running sweatshops along the border where wages typically run 60 cents to $1 an hour.

    So rather than improving living standards, Mexican wages have actually fallen since NAFTA. The initial growth in the number of jobs has leveled off, with China’s even more repressive labor system luring US firms to locate there instead.

    But Mexicans must still contend with the results of the American-owned ‘maquiladora’ sweatshops: subsistence-level wages, pollution, congestion, horrible living conditions (cardboard shacks and open sewers), and a lack of resources (for streetlights and police) to deal with a wave of violence against vulnerable young women working in the factories. The survival (or less) level wages coupled with harsh working conditions have not been the great answer to Mexican poverty, while they have temporarily been the answer to Corporate America’s demand for low wages.

    With US firms unwilling to pay even minimal taxes, NAFTA has hardly produced the promised uplift in the lives of Mexicans. Ciudad Juarez Mayor Gustavo Elizondo, whose city is crammed with US-owned low-wage plants, expressed it plainly: “We have no way to provide water, sewage, and sanitation workers. Every year, we get poorer and poorer even though we create more and more wealth.”

    Falling industrial wages, peasants forced off the land, small businesses liquidated, growing poverty: these are direct consequences of NAFTA. This harsh suffering explains why so many desperate Mexicans — lured to the border area in the false hope that they could find dignity in the US-owned maquiladoras — are willing to risk their lives to cross the border to provide for their families. There were 2.5 million Mexican illegals in 1995; 8 million have crossed the border since then. In 2005, some 400 desperate Mexicans died trying to enter the US.

    NAFTA failed to curb illegal immigration precisely because it was never designed as a genuine development program crafted to promote rising living standards, health care, environmental cleanup, and worker rights in Mexico. The wholesale surge of Mexicans across the border dramatically illustrates that NAFTA was no attempt at a broad uplift of living conditions and democracy in Mexico, but a formula for government-sanctioned corporate plunder benefiting elites on both sides of the border.

    NAFTA essentially annexed Mexico as a low-wage industrial suburb of the US and opened Mexican markets to heavily-subsidized US agribusiness products, blowing away local producers. Capital could flow freely across the border to low-wage factories and Wal-mart-type retailers, but the same standard of free access would be denied to Mexican workers.

    Meanwhile, with the planned Central American Free Trade Agreement with five Central American nations coming up, we can anticipate even greater pressure on our borders as agricultural workers are pushed off the land without positive, alternative employment opportunities. People from Guatemala and Honduras will soon learn that they can’t compete for industrial jobs with the most oppressed people in say, China, by agreeing to lowering their wages even more. Further, impoverished Central American countries don’t have the resources to deal with the pollution and crime that results from moving people from rural areas to the city, often without their families.

    Thus far, we have been presented with a narrow range of options to cope with the tide of illegal immigrants living fearfully in the shadows of American life. Should they simply be walled off and criminalized, as Sensenbrenner and House Republicans suggest? The Sensenbrenner option seeks to exploit the sentiment that illegal immigrants entering the US — rather than US corporations exiting the US for Mexico and China — are the primary cause of falling wages for most Americans.

    The Bush version is only slightly different, envisioning the “illegal immigrants” as part of a vast disposable pool of cheap labor with no meaningful rights on the job or even the right to vote, to be returned to Mexico upon the whim of their employers.

    Yet there is another well-known path of economic and social integration that has been ignored in the debates over immigration in the US: the one followed by the European Union and their “social charter” calling for decent wages, health care, and extensive retraining in all nations. Before then-impoverished nations like Spain, Greece and Portugal were admitted, they received massive EU investments in roads, health care, clean water, and education. The implementation of democracy, including worker rights, was an equally vital pre-condition for entry into the EU.

    The underlying concept: the entire reason for trade is to provide improved lives across borders, not to exploit the cheapest labor and weakest environmental rules. We need to question the widely-held assumption that what benefits American corporations benefits Mexican workers and American workers. An authentic plan for growth and development isn’t about further enriching Wall Street, major corporations, and a handful of Mexican billionaires; it is about the creation of family-supporting jobs. It is also about a healthy environment, healthy workers, good education, and ordinary people being able to achieve their dreams.

    The massive tide of illegal immigration from Mexico is merely one symptom of an economic arrangement where human needs — not maximum profits– are not the ultimate goal but a subject of neglect. Neither a massive, shameful barrier at the border nor a disposable guest-worker program will address the problems ignited by NAFTA.

    Programs providing stable, decent employment, modern transportation, clean water, and environmental cleanup are needed to take the place of the immense NAFTA failure and allow Mexicans to live decent, hopeful lives in their native land. But such an effort is imaginable only if the aim is truly mutual uplift for all citizens in both nations, instead of the NAFTA-fueled race to the bottom.

    Roger Bybee and Carolyn Winter are Milwaukee-based writers and activists. 

     

    1. Ivan de Union

      19 de dezembro de 2013 4:31 pm

      Desastre e meio:
       
      Figure 1.

      Desastre e meio:

       

      Figure 1. Number of Mexican Born in the United States: 1960 to 2010Source: US Census Bureau’s 1960-2000 decennial censuses, 2010 ACS. Available online.

       

      Fonte:http://www.migrationinformation.org/usfocus/display.cfm?ID=935

  2. Motta Araujo

    19 de dezembro de 2013 11:32 am

    Porque não a VIDA DOS

    Porque não a VIDA DOS IMIGRANTES BOLIVIANAOS EM SÃO PAULO, algo que nos afeta muito mais?

    Ah, porque ai teriam que criticaer Evo Morales e criticar o Brasil, então é melhor sempre MOSTRAR O LADO RUIM DOS EUA, que é e será sempre o alvo preferido da esquerdolandia, lá tudo é muito ruim não é mesmo?

    A matéria é desfocada porque o grosso dos migrantes mexicanos, que são mais de 30 milhões nos EUA, não vai para Nova York e sim para o texas e California.

  3. Marcoskopfer

    20 de dezembro de 2013 2:50 am

    É… o fulano passa pelo

    É… o fulano passa pelo inferno pra chegar nos states, chega lá é tratado como subhumano, é claro que as pessoas que exploram tem culpa nisso, mas ela é também dos que se prestam a esse papel, no caso os migrantes, tratando os EUA como o único lugar do mundo onde se pode ser feliz, mas no final do dia é isso que as pessoas querem né? Assistir Oprah e ter Xbox.

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