10 de junho de 2026

Após encontro “lamentável” com Trump, Zelensky reforça negociação pela paz

Presidente ucraniano diz que reunião nos EUA não ocorreu como deveria, e observa que país está pronto para negociar fim do confronto
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia. | Foto: Presidência Ucrânia - via fotospublicas.com

O presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky afirmou que o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “não ocorreu como deveria” e considerou o encontro ocorrido na semana passada como “lamentável”, e reitera que o país está pronto para negociar o fim do confronto contra a Rússia.

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Na ocasião, Trump e Vance repreenderam o ucraniano, chegando a acusa-lo de “apostar na Terceira Guerra Mundial” e dizendo a ele: “Seu país está em apuros”.

Em postagens na rede social X, Zelensky disse que queria “reiterar o compromisso da Ucrânia com a paz”, ao comentar sobre a reunião com Trump e o vice-presidente dos EUA JD Vance na semana passada.

Nossa reunião em Washington, na Casa Branca na sexta-feira, não ocorreu como deveria”, escreveu Zelensky no post do X de terça-feira. “É lamentável que tenha acontecido dessa forma. É hora de consertar as coisas. Gostaríamos que a cooperação e a comunicação futuras fossem construtivas”.

O presidente da Ucrânia também afirmou que o país está pronto para assinar um acordo de minerais “a qualquer momento e em qualquer formato conveniente”, e que o acordo é “um passo em direção a uma maior segurança e garantias de segurança sólidas, e eu realmente espero que funcione efetivamente”.

“A Ucrânia está pronta para vir à mesa de negociações o mais rápido possível para trazer uma paz duradoura mais perto. Ninguém quer a paz mais do que os ucranianos. Minha equipe e eu estamos prontos para trabalhar sob a forte liderança do presidente Trump para obter uma paz duradoura”, disse Zelensky, segundo a CNN norte-americana.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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5 Comentários
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  1. Escuderie Le Coq

    4 de março de 2025 5:38 pm

    A cachorra de Kiev abana o rabo.

    Depois do golpe de 2014, de romper os acordos de Minsk, e de desrespeitar a votação da Criméia, que decidiu pela anexação russa, o palhaço achou que poderia ser útil a Europa e aos EUA.

    A Europa não existe mais, e os EUA decidiram tratar com a China sem intermediários.

    Agora implora pelo perdão de Trump, depois de ter adentrado o salão oval, proferindo ofensas contra Putin.

    Ora, concordemos ou não com a política externa de Trump em relação a Putin, parece clara essa posição pró Rússia pelos EUA.

    O que esperava o palhaço ao desafiar o pato laranja?

    Mordeu a isca e se lascou.

    As terras raras vão sair em liquidação.

  2. Rui Ribeiro

    5 de março de 2025 8:12 am

    Tudo isso poderia ter sido evitado se a Ucrânia não ameaçasse entrar na Otan e se o mencionado país tivesse extinto o neonazismo do batalhão de Azov

  3. +almeida

    5 de março de 2025 10:02 am

    Dissimulação, hipocrisia, fingimento,…
    Os Reis do mal e os falsos Reis.
    Após a queda, uma a uma, das suas máscaras, eles também caem, um a um.
    A página infeliz dessa nossa atual história é vitimada por um arroubo autoritário e por uma falsa avaliação de poder absoluto, que falsários governantes, em pleno desvario, pensaram ter direito a usufruir, com a certeza da impunidade total e permanente.
    Subestimaram a inteligência de nações e se desnudaram completamente no exercício extasiado do poder.
    Majestades sem trono e sem reino, abrem a guarda das suas camuflagens vis, traiçoeiras e gananciosas.
    A oportunidade ressurge em vários pontos estratégicos do planeta e cria o momento ideal e único, onde a esperança se fortalece, após agonizar em grave risco de morte.
    Nas leis divinas, o perdão pode ser concedido, mas ele não interfere e não se ofende com a ” não desculpa” e com o castigo merecedor, que as leis rígidas dos humanos e justos tribunais tem o dever e a obrigação de impor a todos, merecidamente, sem nenhuma dó, mas repleto das razões.

  4. Rui Ribeiro

    5 de março de 2025 11:26 am

    O deputado disse à AFP, nesta quarta-feira, que os apoiadores do presidente Donald Trump, “incluindo Musk, têm o objetivo claro de enfraquecer ou até mesmo destruir a UE”.

    “Para mim está claro que a UE não deve dar milhões a pessoas que querem destruí-la”, disse ele

    Eu não quero nem enfraquecer nem muito menos destruir a UE. Então porque eles não devem me dar milhões? Ou me dar ao menos uma passagem prá Birmingham, pois preciso estar lá em 5 de julho do corrente ano.

  5. Gonzalez

    6 de março de 2025 12:19 am

    Não tem jeito, a união européia mordeu a isca, eles não aprenderam nada com a primeira e segunda guerra mundial, a europa entrará em guerra para colocar os eua em ascendência novamente, tudo o que os eua esperam dos europeus e auto-aniquilação econômica, não por acaso Roosseveld elogiava mussoline assim como hitler, basta ver os notórios trabalhos realizados pela ibm, assim como thyssent group ou família krup, a guerra é inevitável.

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