O governo da China suspendeu a venda de dezenas de portos pelo mundo, dentre os quais dois portos importantes dentro do Canal do Panamá, por US$ 23 bilhões a um consórcio liderado pela BlackRock que conta com o apoio do governo dos Estados Unidos.
Em 04 de março, o conglomerado CK Hutchinson, sediado em Hong Kong, anunciou planos para negociar 43 instalações portuárias, incluindo portos críticos em ambas as extremidades do Canal do Panamá e próximo do Canal de Suez, por aproximadamente US$ 22,8 bilhões.
Segundo o jornal New York Post, a operação foi suspensa depois de Trump mostrar preocupação com a influência chinesa sobre as rotas estratégicas de navegação.
A operação foi liderada pelo CEO da BlackRock (um aliado de longa data de Donald Trump). e exigia que o acordo fosse assinado até o dia 02 de abril.
Contudo, a Administração Estatal de Regulamentação de Mercado da China iniciou uma investigação na última sexta-feira sobre potenciais violações das leis antimonopólio chinesas, efetivamente paralisando as operações
Citando o jornal Wall Street Journal, a publicação afirma que o presidente chinês Xi Jinping está supostamente “irritado” com os planos do conglomerado de Hong Kong em vender suas operações portuárias no Canal do Panamá, também pelo fato de o governo chinês não ter sido consultado sobre o negócio.
AMBAR
31 de março de 2025 9:40 pmLINDO!
Mário Mendonça
1 de abril de 2025 7:24 amGeopolítica não é para amadores,quando Dilma investiu em portos fora do Brasil a pedido da FIESP, idiotas a criticaram! Hoje muitos portos mundo afora estão nas mãos de chineses, por isso a irritação do USA, e dos negócios escusos de Trump!