Entrou em vigor nesta quarta-feira (1º) o visto K, criado pela China para atrair jovens profissionais estrangeiros em áreas estratégicas, como ciências, tecnologia, engenharia e matemática.
Os interessados em se mudar para o país asiático não precisa comprovar vínculo empregatício, basta migrar para, depois, buscar uma vaga. Os jovens profissionais contam ainda com validade mais extensa.
Assim como o tigre asiático, Alemanha, Nova Zelândia e Coreia do Sul também estão buscando atrair talentos e, consequentemente, flexibilizando as regras de visto para mão de obra qualificada.
A política de atração de imigrantes contrasta com a atual política dos Estados Unidos, que sob o governo de Donald Trump, limitou a emissão de novos vistos estudantis, além de restringir a entrada de estudantes.
Trump também aumentou o número de detenções e deportações de estrangeiros, além de impor a cobrança de 100 mil dólares a empresas que têm funcionários com o visto H-1B, adotado majoritariamente por empresas de tecnologia.
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