O ex-presidente Donald Trump foi indiciado por um júri federal em Washington por conta de quatro acusações criminais ligadas à sua tentativa de subversão da eleição presidencial de 2020.
Segundo o site Politico, a acusação de 36 páginas é uma tentativa de recalibrar o caso contra o republicano após decisão da Suprema Corte norte-americana que indicou que os presidentes possuem ampla imunidade de acusação por sua conduta oficial.
A nova acusação foi obtida pelo procurador especial Jack Smith, e retira alegações específicas contra o ex-presidente, mas contém as mesmas quatro acusações criminais, incluindo conspiração para fraudar as eleições – em um indicativo de que o procurador acredita que a decisão de imunidade não representa um impedimento para a condenação de Trump.
Como forma de reduzir a conexão de Trump e suas funções oficiais, o documento enfatiza a natureza política e pessoal de muitas das ações executadas pelo republicano ao longo do período pós-eleitoral e em 06 de janeiro de 2021.
Os documentos também ressaltam o papel de Mike Pence como “companheiro de chapa” de Trump quando o então presidente pressionou seu vice-presidente a bloquear a certificação dos resultados da eleição, destacando que o comício republicano em 06 de janeiro de 2021 foi “financiado de forma privada” e “organizado de forma privada”.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
28 de agosto de 2024 7:43 amO mundo aguarda as eleições na pseudo democracia dos EUA para a escolha do futuro capataz do império. Mesmo sendo um jogo de cartas marcadas, não faltará questionamento sobre a lisura do pleito. No entanto, o caso da interferência nas eleições venezuelanas, inaugurou um nvo tipo de interferência, ou seja: A cobrança das atas eleitorais. Assim, esperamos que os paises que pousaram de fiscais das eleições alheias, se dignem a fazer o mesmo com o pleito nos EUA, pois o cenários aponta para questionamentos. Os valentes que se encham de coragem, coisa que eu duvido, para exigir as atas da discórdia.