Sugerido por joaohp
Nassif e comunidade… Uma provocação pertinente, e que também traz de volta o “batido” assunto sobre a era “pós-dólar” — e o que pode substituí-lo como padrão…
Não sería o bitcoin o “novo dólar”?
E não pode ser também (ligando o modo “teoria da conspiração”) um bem elaborado ou arquitetado plano americano para “pular” a situação de “pós domínio do dólar” e passar para um novo modelo, continuando o protagonismo?
Opiniões? Fichas na mesa?
Aqui e ali, cada vez mais, vemos países, instituições e cadeias divulgando a aceitação dele…
Hoje mesmo, no portal iG, uma rede varejista americana também noticia sua adoção (no link abaixo):
Rede varejista passa a aceitar bitcoins nos Estados Unidos
A Overstock.com, situada em Salt Lake City, é a primeira do setor a receber a moeda virtual
AP | 21/01/2014 06:00:00
A rede de varejo Overstock.com, situada em Salt Lake City, é a primeira do setor a aceitar a moeda virtual Bitcoin como forma de pagamento para seus produtos.
A empresa de US$ 1 bilhão ingressa em um novo mercado de consumidores que utilizam a moeda online, e outros grandes varejistas vão perder participação no mercado se não seguirem o mesmo caminho, afirmou o CEO da empresa, Patrick Byrne.
-Leia também: Richard Branson aceita bitcoins em troca de viagem ao espaço
“Tenho ouvido de pessoas ao redor de todo o mundo – seguidores ferrenhos do bitcoin – dizerem que vão mudar todas as suas compras para a Overstock,com”, contou Byrne à afiliada da rede CBS em Salt Lake City, KUTV.
Usuários do bitcoin compram o dinheiro online e o carregam dentro de uma “carteira” virtual. Eles podem adquirir produtos pela internet sem ter que informar dados de seus cartões de crédito.
Ao contrário da moeda convencional, o valor do bitcoin flutua rapidamente. Para se proteger, a Overstock utiliza um broker da moeda que faz o câmbio imediato para o dólar.
A rede passou a aceitar a moeda virtual em 9 de janeiro. Byrne afirmou que a empresa recebeu no dia US$ 100 mil em pedidos em bitcoins.
“Vocês verão a Amazon entrar nessa. Essas empresas terão que fazer isso porque não podem permitir esse mercado todo somente para nós”, afirmou o executivo.
A moeda virtual surgiu há anos, como uma espécie de “esquisitice” da internet, ganhando suporte entre geeks e especuladores de moeda online. Sua crescente receptividade está trazendo a moeda para o uso de grandes empresas. Bitcoins são criados, distribuídos e autenticados independentemente de qualquer banco ou governo.
Recursos criptográficos tornam a moeda praticamente imune a falsificações e seu relativo anonimato mantém a promessa de possibilitar o gasto de dinheiro pela internet sem qualquer medo do governo.
A base do sistema é uma rede de “mineiros” — usuários de computador que fornecem à rede bitcoin o poder de processamento necessário para manter um processo transparente, executando registro de todas as transações. O registro é uma das formas mais importantes para evitar fraudes, e os “mineiros” são recompensados por apoiar o sistema com uma ajuda ocasional de bitcoins novos.
Edsonmarcon
21 de janeiro de 2014 8:47 pmPergunta
Quando ouço sobre a valorização dos bitcoins, me vem à mente a hipervalorização dos bulbos de tulipa na Holanda…
Seriam eventos similares?
winchester
21 de janeiro de 2014 10:03 pmA diferença é que quem
A diferença é que quem determina a oferta de bitcoins no mercado é um modelo matemático. Por isso o preço fica atrelado exclusivamente a demanda. Por outro lado existem outras cyber moedas.. vamos ver.. eu estou curioso sinceramente.
Daytona
22 de janeiro de 2014 3:29 pmMas isso não impede a
Mas isso não impede a formação de esquemas Ponzi.
Walker Liberal
22 de janeiro de 2014 4:01 amIh!
Assistiu Humanidade: A
Ih!
Assistiu Humanidade: A História de Todos Nós no History Channel..
morallis
21 de janeiro de 2014 8:56 pmRs
Se isso pegar o Brasil
Rs
Se isso pegar o Brasil deslancha de vez, a criatividade “brazuca”
em ação , em poucos dias teriamos outro formato nas ruas e com
certeza melhorado.
SilvioBCampello
21 de janeiro de 2014 8:59 pmMoeda é um construto
O dinheiro não passa de um construto social. Enquanto houver gente disposta a usá-lo e acreditar em seu poder de compra, haverá trocas. Vamos ver se haverá condições de construir esse construto em torno de BitCoins.
Gão
21 de janeiro de 2014 9:02 pmDesperdício de eletricidade e poder computacional
Isso é que me preocupa na massificação da bitcoin, a “mineração”(produção da moeda) se faz com enorme gasto de eletricidade,produção de calor e desperdício de uma enorme capacidade processamento de dados para uma coisa que não nenhuma utilidade intrínseca, somente valor de troca, que quantidade de recursos precisaria se a Bitcoin chegasse, digamos, à um terço das transações realizadas nos EUA ?
Ed Döer
21 de janeiro de 2014 9:46 pmA teoria da conspiração
A teoria da conspiração citada pelo colega que trouxe o artigo não vingaria justamente devido esse detalhe citado no próprio artigo. A primeira frase é fato, pois o “dinheiro” é criado pelos próprios mineiros, já a segunda teria alguns pontos questionáveis que comento abaixo.
Bitcoins são criados, distribuídos e autenticados independentemente de qualquer banco ou governo.
Recursos criptográficos tornam a moeda praticamente imune a falsificações e seu relativo anonimato mantém a promessa de possibilitar o gasto de dinheiro pela internet sem qualquer medo do governo.
…
Mas a origem da criação, é incerta, então teorias da conspiração não deixam de ser bem vindas. O criador seria um japonês autodenominado Satoshi Nakamoto. Que poderia ser um pseudônimo usado por uma pessoa de qualquer nacionalidade ou mesmo um grupo de pessoas.
No artigo da wikipedia (em inglês) tem algumas teorias e nomes já propostos para os verdadeiros autores:
http://en.wikipedia.org/wiki/Satoshi_Nakamoto
…
Eu daria particular atenção para o negrito no termo “relativo anonimato” que coloquei ali em cima. Até onde sei (pesquisas um pouco mais profundas que o Google básico de cada dia…hehe), TODAS as transações envolvendo Bitcoin são públicas, logo, se eu souber o endereço Bitcoin de alguém ou alguma organização, conseguiria acompanhar todo o dinheiro movimentado, o que permitiria, por exemplo, que um governo possa de alguma forma taxar tal movimentação, pois para qualquer negócio usar BitCoin, terá que tornar seu endereço Bitcoin público para os clientes, e consequentemente, para o governo.
Para demonstrar essa transparência, seguem alguns links com breves comentários:
http://blockchain.info/pt
Nesse primeiro link (que não deve ser o único site do tipo) tem detalhes sobre os últimos blocos minerados e sobre as transações efetuadas.
https://blockchain.info/tags?offset=0
E acima segue outro link deles, onde eles permitem o estabelecimento de tags vinculadas aos endereços públicos, permitindo uma identificação dos mesmos.
https://blockchain.info/pt/address/16KaCJB7fVuT6hvA7wzgzVjAnHz28bNvvh
E acima um link para uma conta ligado ao site americano Reddit, onde é possível ver as transações da conta.
…
Para concluir, vale notar que embora seja a “moeda digital” mais popular e conhecida, o Bitcoin não é a única.
Segue um link com “valor de mercado” de aproximadamente 80 moedas existentes. A minha primeira impressão é que está ocorrendo uma “corrida do ouro” em relação à esse fenômeno.
http://coinmarketcap.com/
Michel
21 de janeiro de 2014 10:33 pmUma abordagem interessante
Uma abordagem interessante sobre os perigos do bitcoin.
http://www.youtube.com/watch?v=ZqrBtAGgAQo
Jo
22 de janeiro de 2014 4:35 amBitcoin é voluntária
Os humanos inventaram algo fascinante. A maioria das discussões tem o foco deturpado. Para desviar disso é suficiente constatar essa verdade: Bitcoin é voluntária, não é moeda “de curso forçado”, como o dolar que se usa hoje em dia.
Cesar A
22 de janeiro de 2014 2:13 pmNão é essa moeda a preferida
Não é essa moeda a preferida pelos usuários da internet para compra e venda de negocios escusos, obscuros, como pornografia infantil, dados bancarios e até drogas?
http://blogs.estadao.com.br/link/bitcoin-e-crime-colocam-deep-web-em-evidencia/
Pedro Penido dos Anjos
22 de janeiro de 2014 2:35 pmPyramidal!
Pyramidal!